@drpablomelo
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Médico ⭐ Mentor de Médicos em implantes hormonais e emagrecimento hormonal. ❤️ @dramarcelemelo 📲 11 91079-3366 ⚜️SC | SP| DF
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Os níveis de testosterona nos homens estão intimamente relacionados a diversos aspectos que afetam o dia a dia. Será que um homem com mil de testosterona ainda estaria sentindo sintomas como desânimo, cansaço ou falta de coragem para investir? Parece até estranho, não é? Ao longo dos anos, muitos homens chegaram ao consultório dizendo “tenho mil de testosterona”, mas, ao observar os sintomas, eu não tive receio em afirmar: “Você não tem mil de testosterona, nem a pau”. Isso pode parecer estranho à primeira vista – olhar para o exame e perceber que os sintomas não batem com os resultados – mas existem diversos fatores que precisam ser observados. É exatamente por isso que aqui no meu perfil, ensino homens e mulheres a olharem de forma mais profunda para os seus corpos, ganhando autonomia para cobrar dos profissionais de saúde a atenção que merecem. Hoje, vejo uma grande carência de profissionais que têm esse olhar atento, capazes de analisar o paciente de forma completa e oferecer tratamentos de qualidade. Mas eu te garanto, homem: se você tiver seus níveis de testosterona regulados de maneira correta, você vai decolar – cognitivamente, no seu casamento, no trabalho, em tudo o que fizer. E isso não tem nada a ver com aquelas reposições artificiais que acabam prejudicando a saúde, causando queda de cabelo ou afetando a pele. O que estou falando é de uma reposição segura, eficaz, que vai deixar você bem em todos os aspectos. Não se trata só de ter um corpinho bonito – isso a gente conquista fácil – mas de um conjunto de bem-estar, saúde e vitalidade.
"O mundo finalmente está acordando para o maior erro da história da medicina feminina." Acabei de ver o documentário BALANCE e preciso dizer: já era hora. Enquanto diretoras e especialistas internacionais como Mary Claire Haver e Louise Newson lutam para expor as falhas que o estudo WHI de 2002 causou, eu estou aqui no campo de batalha, tratando mulheres que foram vítimas desse "terrorismo médico". O documentário mostra exatamente o que eu vivo na clínica: mulheres com ansiedade, fadiga e insônia ouvindo que "é da idade" ou "coisa da cabeça". Sabe qual é a verdade nua e crua? O estudo de 2002 foi o maior desserviço à saúde da mulher. Ele criou uma geração de médicos medrosos e uma geração de mulheres desprotegidas. Não é só "falta de hormônio". É um corpo inflamado, desnutrido e sem suporte. Como dizem no documentário: existe uma lacuna na formação médica. A maioria não sabe tratar menopausa porque só aprendeu a passar antidepressivo e mandar você "aguentar". O BALANCE é um convite à reflexão, mas eu sou o seu convite à AÇÃO. Não adianta apenas entender o tabu, você precisa quebrar o ciclo de inflamação e recuperar sua biologia. O hormônio não é o vilão; o vilão é a ignorância que te impede de viver com energia depois dos 40. Se você já ouviu de algum médico que "não pode usar hormônio", você precisa assistir esse documentário. O conhecimento liberta, mas a conduta certa salva vidas.
Quem não tratar a menopausa corre o risco de Alzheimer... Existe uma ligação da menopausa com o cérebro. Esse assunto até bombou nas redes sociais após a pesquisadora Lisa Mosconi trazer evidências que mostram essa relação. Os hormônios estão totalmente ligados a esse processo. Quando a gente fala de circulação, a mulher começa a perceber que as pernas apresentam varizes. Isso já é um sinal de que a circulação está comprometida. Se a circulação não está boa nas pernas, também não está boa no coração — e nem no cérebro. Um dos sintomas mais comuns da menopausa é o esquecimento. A mulher começa a ficar mais esquecida, mas não acontece de uma vez só. Inicia com lapsos de memória, às vezes tem dificuldade de realizar tarefas do dia a dia e precisa anotar tudo no caderninho. Isso já indica que o cérebro está sofrendo alterações devido às questões hormonais. Agora, uma pergunta bem básica: você vê mulheres com Alzheimer antes da menopausa ou depois? É depois, quando estão na menopausa. Grande parte dos casos ocorre porque os hormônios começam a cair. Então, existe sim uma ligação direta entre a menopausa e o Alzheimer. E não sou eu quem está dizendo isso, mas sim as evidências científicas. [FONTES E EVIDÊNCIAS QUE COMPROVAM O QUE EU FALO] Association of earlier age at menopause with risk of incident dementia, brain structural indices and the potential mediators: a prospective community-based cohort study — DOI: 10.1016/j.eclinm.2023.102033 — Ano: 2023 Systematic Review and Meta-analysis of Menopause Hormone Therapy (MHT) and the Risk of Alzheimer’s Disease and All-cause Dementia: Effects of MHT Characteristics, Location, and APOE-4 Status — DOI: 10.1007/s13669-024-00409-7 — Ano: 2025 New Horizons in Menopause, Menopausal Hormone Therapy, and Alzheimer’s Disease: Current Insights and Future Directions — DOI: 10.1210/clinem/dgaf026 — Ano: 2025
✨ Vitamina D: como usar de forma segura e eficiente Você sabia que é possível alcançar níveis mais altos de vitamina D — ótimos para imunidade e várias funções do corpo — observando um marcador muito importante? Esse marcador é o PTH (paratormônio). 👉 Se ele estiver abaixo de 25, é hora de parar. 👉 Se estiver acima, é possível aumentar a dosagem até atingir níveis mais altos, principalmente em casos de doenças autoimunes. Eu, por exemplo, mantenho minha vitamina D em 100 ng/mL e o PTH quase não se altera. Mas isso depende de cada pessoa — é sempre preciso olhar para esse número. ⚠️ Muita gente usa vitamina D sem acompanhamento e isso pode trazer riscos, como calcificação renal. Por isso, quem prescreve doses altas deve acompanhar de perto o comportamento do PTH — não é só olhar vitamina D ou cálcio isoladamente. O mais importante é entender como o PTH reage à suplementação (oral ou injetável) e, assim, ajustar a dose com segurança.
O estradiol é o grande anabólico da pele. E, quando perguntam para mim sobre a questão das rugas, pele e firmeza, lembre-se novamente do estradiol. Eu costumo dizer que o estradiol é o grande companheiro da mulher, que infelizmente os médicos começaram a se esquecer e nem perguntam sobre ele. Eu estou me juntando com cirurgiões plásticos para falar sobre um tema que, por muito tempo, ninguém falou: o uso dos hormônios para recuperação e também o resultado nas plásticas. Imagine como um cirurgião plástico ficaria satisfeito em fazer um procedimento em uma mulher com saúde hormonal e de vitaminas semelhante à de uma mulher de 20 anos. E o resultado é outro. Esses e outros assuntos eu abordo no meu novo livro sobre a menopausa e o climatério, em que fiz questão de mostrar a verdade que te esconderam por anos. Saiba mais sobre o estradiol e outros hormônios no meu novo livro. COMENTE "ESTRADIOL"
Os níveis de testosterona nos homens estão intimamente relacionados a diversos aspectos que afetam o dia a dia. Será que um homem com mil de testosterona ainda estaria sentindo sintomas como desânimo, cansaço ou falta de coragem para investir? Parece até estranho, não é? Ao longo dos anos, muitos homens chegaram ao consultório dizendo “tenho mil de testosterona”, mas, ao observar os sintomas, eu não tive receio em afirmar: “Você não tem mil de testosterona, nem a pau”. Isso pode parecer estranho à primeira vista – olhar para o exame e perceber que os sintomas não batem com os resultados – mas existem diversos fatores que precisam ser observados. É exatamente por isso que aqui no meu perfil, ensino homens e mulheres a olharem de forma mais profunda para os seus corpos, ganhando autonomia para cobrar dos profissionais de saúde a atenção que merecem. Hoje, vejo uma grande carência de profissionais que têm esse olhar atento, capazes de analisar o paciente de forma completa e oferecer tratamentos de qualidade. Mas eu te garanto, homem: se você tiver seus níveis de testosterona regulados de maneira correta, você vai decolar – cognitivamente, no seu casamento, no trabalho, em tudo o que fizer. E isso não tem nada a ver com aquelas reposições artificiais que acabam prejudicando a saúde, causando queda de cabelo ou afetando a pele. O que estou falando é de uma reposição segura, eficaz, que vai deixar você bem em todos os aspectos. Não se trata só de ter um corpinho bonito – isso a gente conquista fácil – mas de um conjunto de bem-estar, saúde e vitalidade.
"O mundo finalmente está acordando para o maior erro da história da medicina feminina." Acabei de ver o documentário BALANCE e preciso dizer: já era hora. Enquanto diretoras e especialistas internacionais como Mary Claire Haver e Louise Newson lutam para expor as falhas que o estudo WHI de 2002 causou, eu estou aqui no campo de batalha, tratando mulheres que foram vítimas desse "terrorismo médico". O documentário mostra exatamente o que eu vivo na clínica: mulheres com ansiedade, fadiga e insônia ouvindo que "é da idade" ou "coisa da cabeça". Sabe qual é a verdade nua e crua? O estudo de 2002 foi o maior desserviço à saúde da mulher. Ele criou uma geração de médicos medrosos e uma geração de mulheres desprotegidas. Não é só "falta de hormônio". É um corpo inflamado, desnutrido e sem suporte. Como dizem no documentário: existe uma lacuna na formação médica. A maioria não sabe tratar menopausa porque só aprendeu a passar antidepressivo e mandar você "aguentar". O BALANCE é um convite à reflexão, mas eu sou o seu convite à AÇÃO. Não adianta apenas entender o tabu, você precisa quebrar o ciclo de inflamação e recuperar sua biologia. O hormônio não é o vilão; o vilão é a ignorância que te impede de viver com energia depois dos 40. Se você já ouviu de algum médico que "não pode usar hormônio", você precisa assistir esse documentário. O conhecimento liberta, mas a conduta certa salva vidas.
Quem não tratar a menopausa corre o risco de Alzheimer... Existe uma ligação da menopausa com o cérebro. Esse assunto até bombou nas redes sociais após a pesquisadora Lisa Mosconi trazer evidências que mostram essa relação. Os hormônios estão totalmente ligados a esse processo. Quando a gente fala de circulação, a mulher começa a perceber que as pernas apresentam varizes. Isso já é um sinal de que a circulação está comprometida. Se a circulação não está boa nas pernas, também não está boa no coração — e nem no cérebro. Um dos sintomas mais comuns da menopausa é o esquecimento. A mulher começa a ficar mais esquecida, mas não acontece de uma vez só. Inicia com lapsos de memória, às vezes tem dificuldade de realizar tarefas do dia a dia e precisa anotar tudo no caderninho. Isso já indica que o cérebro está sofrendo alterações devido às questões hormonais. Agora, uma pergunta bem básica: você vê mulheres com Alzheimer antes da menopausa ou depois? É depois, quando estão na menopausa. Grande parte dos casos ocorre porque os hormônios começam a cair. Então, existe sim uma ligação direta entre a menopausa e o Alzheimer. E não sou eu quem está dizendo isso, mas sim as evidências científicas. [FONTES E EVIDÊNCIAS QUE COMPROVAM O QUE EU FALO] Association of earlier age at menopause with risk of incident dementia, brain structural indices and the potential mediators: a prospective community-based cohort study — DOI: 10.1016/j.eclinm.2023.102033 — Ano: 2023 Systematic Review and Meta-analysis of Menopause Hormone Therapy (MHT) and the Risk of Alzheimer’s Disease and All-cause Dementia: Effects of MHT Characteristics, Location, and APOE-4 Status — DOI: 10.1007/s13669-024-00409-7 — Ano: 2025 New Horizons in Menopause, Menopausal Hormone Therapy, and Alzheimer’s Disease: Current Insights and Future Directions — DOI: 10.1210/clinem/dgaf026 — Ano: 2025
✨ Vitamina D: como usar de forma segura e eficiente Você sabia que é possível alcançar níveis mais altos de vitamina D — ótimos para imunidade e várias funções do corpo — observando um marcador muito importante? Esse marcador é o PTH (paratormônio). 👉 Se ele estiver abaixo de 25, é hora de parar. 👉 Se estiver acima, é possível aumentar a dosagem até atingir níveis mais altos, principalmente em casos de doenças autoimunes. Eu, por exemplo, mantenho minha vitamina D em 100 ng/mL e o PTH quase não se altera. Mas isso depende de cada pessoa — é sempre preciso olhar para esse número. ⚠️ Muita gente usa vitamina D sem acompanhamento e isso pode trazer riscos, como calcificação renal. Por isso, quem prescreve doses altas deve acompanhar de perto o comportamento do PTH — não é só olhar vitamina D ou cálcio isoladamente. O mais importante é entender como o PTH reage à suplementação (oral ou injetável) e, assim, ajustar a dose com segurança.
O estradiol é o grande anabólico da pele. E, quando perguntam para mim sobre a questão das rugas, pele e firmeza, lembre-se novamente do estradiol. Eu costumo dizer que o estradiol é o grande companheiro da mulher, que infelizmente os médicos começaram a se esquecer e nem perguntam sobre ele. Eu estou me juntando com cirurgiões plásticos para falar sobre um tema que, por muito tempo, ninguém falou: o uso dos hormônios para recuperação e também o resultado nas plásticas. Imagine como um cirurgião plástico ficaria satisfeito em fazer um procedimento em uma mulher com saúde hormonal e de vitaminas semelhante à de uma mulher de 20 anos. E o resultado é outro. Esses e outros assuntos eu abordo no meu novo livro sobre a menopausa e o climatério, em que fiz questão de mostrar a verdade que te esconderam por anos. Saiba mais sobre o estradiol e outros hormônios no meu novo livro. COMENTE "ESTRADIOL"
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