@rodrigoschroder
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⚜️Médico - CRM: 92233-1/ RQE: 43122 ⚜️Founder @a.nova.medicina 📞21 3594-9981 / 99387-6632 Palestras: [email protected] 🚨Meus links ⤵️
Por 30 anos, pesquisadores da psiconeuroimunologia estudaram um padrão curioso: as pessoas que adoecem menos não são as que “seguram tudo”, são as que processam suas emoções. Não tem nada de mágico, nem de místico. Tem fisiologia. Em 1998, uma meta-análise clássica (PMID: PMID: 9489272) mostrou que expressar emoções, especialmente por escrito, reduz sintomas físicos, melhora imunidade e diminui marcadores de estresse. Não porque “emoção vira toxina”, mas porque o corpo para de viver em modo de ameaça. Outro achado poderoso: o nervo vago, quando ativado, reduz inflamação e baixa a resposta simpática. Isso está bem documentado em estudos modernos (PMID: 29593576). E o vago é ativado por comportamentos simples: respiração lenta, fala calma, vocalização, oração, canto… Sim: usar a voz muda o seu estado fisiológico. E existe um terceiro ponto, talvez o mais chocante: Pessoas que reprimem emoção cronicamente apresentam mais inflamação, mais cortisol circulante e maior reatividade cardíaca — como se o corpo estivesse o tempo inteiro se defendendo de algo invisível (PMID: 37028579). A explicação é simples e elegante: O corpo precisa metabolizar emoção como metaboliza alimento. Quando você não processa, o organismo paga a conta. Não é sobre “falar sozinho no supermercado”. É sobre não deixar seu sistema nervoso trancado num estado que ele não consegue resolver. Algumas das pessoas mais saudáveis do mundo têm um hábito discreto, quase infantil: elas conversam consigo mesmas. Elas escrevem. Elas respiram fundo. Elas processam. Elas liberam antes de acumular. Não porque isso “cura tudo”. Mas porque isso impede que o corpo carregue uma guerra que poderia ter sido desarmada em minutos. A verdadeira ciência diz: ➡️ Regular o sistema nervoso melhora imunidade. ➡️ Expressar emoção reduz estresse. ➡️ Ativar o vago muda sua fisiologia. ➡️ Silêncio crônico cobra um preço. A saúde não começa quando você toma um suplemento. Começa quando você finalmente permite que o seu corpo respire aquilo que você sente.
[MÚSICA]
Seu maior inimigo é sua mente Equilíbrio é Poder! Rodrigo Schröder
Uma reflexão sincera sobre o que tenho observado nas academias: por que os corpos das mulheres americanas, em geral, parecem mais naturais e, ouso dizer, mais bonitos que os de muitas brasileiras? A resposta, para mim, está no exagero dos procedimentos estéticos. No Brasil, vejo uma busca incessante por um padrão de beleza que resultou em corpos com aparências artificiais, com volumes desproporcionais e intervenções mal executadas. É uma beleza que se tornou fabricada. Nos Estados Unidos, por outro lado, a miscigenação com a cultura latina — de venezuelanas, cubanas, colombianas e também brasileiras — criou uma beleza natural e autêntica. Elas também entendem de treino, assim como nós, mas parecem valorizar mais a forma que a natureza lhes deu. Não estou generalizando, mas questionando: será que, na busca pela perfeição, não estamos nos distanciando do que é verdadeiramente belo? Menos artificialismo e mais autenticidade. Menos exageros e mais naturalidade. Qual a sua opinião sobre isso?
“Esportes que gente burra não consegue fazer” Você já percebeu que os esportes mais difíceis não são os que exigem mais força… São os que exigem mais cérebro. Obs: pra quem não entendeu, não estou chamando que quem não faz é burro e sim da dificuldade destes esportes. Quando precisamos explicar em cima da explicação pra algumas pessoas entenderem. Já sabe né? Tênis, jiu-jitsu, triatlo, Ironman — todos têm algo em comum: ❌ não premiam impulso ✅ premiam estratégia, foco e capacidade de errar e tentar de novo. Esses esportes ativam áreas cerebrais ligadas à tomada de decisão, à coordenação fina e ao controle emocional (PMIDs: 29475046, 31760739, 24814428). Eles literalmente aumentam a densidade de conexões sinápticas e a produção de BDNF — o hormônio da neuroplasticidade. É por isso que: 🏸 no tênis, quem não antecipa o próximo movimento, perde. 🥋 no jiu-jitsu, quem age sem pensar, apanha. 🏃♂️ no triatlo, quem não sabe dosar o próprio gás, quebra. O burro busca conforto. O inteligente busca complexidade. E o corpo é só o reflexo disso. 💭 “O esporte não cria inteligência. Ele revela.” Quem entendeu isso, já está jogando outro jogo — o da alta performance cerebral.
Uma reflexão sincera sobre o que tenho observado nas academias: por que os corpos das mulheres exageram tanto nos procedimentos estéticos. E feita sem proporção ou simetria. Mal feitos. No Brasil, vejo uma busca incessante por um padrão de beleza que resultou em corpos com aparências artificiais, com volumes desproporcionais e intervenções mal executadas. É uma beleza que se tornou fabricada. Não estou generalizando, mas questionando: será que, na busca pela perfeição, não estamos nos distanciando do que é verdadeiramente belo? Menos artificialismo e mais autenticidade. Menos exageros e mais naturalidade. Qual a sua opinião sobre isso?
O corpo das americanas está mais bonito que das brasileiras. Eu fui falar isso, cheguei a ver a merda que deu. Foi site de fofota, gente me xingando no Twitter, gente me chamando de... Tudo que você possa imaginar. Até de careca, me chamaram. Mas o que eu quis falar com aquele vídeo, eu vou repetir aqui agora.
Por 30 anos, pesquisadores da psiconeuroimunologia estudaram um padrão curioso: as pessoas que adoecem menos não são as que “seguram tudo”, são as que processam suas emoções. Não tem nada de mágico, nem de místico. Tem fisiologia. Em 1998, uma meta-análise clássica (PMID: PMID: 9489272) mostrou que expressar emoções, especialmente por escrito, reduz sintomas físicos, melhora imunidade e diminui marcadores de estresse. Não porque “emoção vira toxina”, mas porque o corpo para de viver em modo de ameaça. Outro achado poderoso: o nervo vago, quando ativado, reduz inflamação e baixa a resposta simpática. Isso está bem documentado em estudos modernos (PMID: 29593576). E o vago é ativado por comportamentos simples: respiração lenta, fala calma, vocalização, oração, canto… Sim: usar a voz muda o seu estado fisiológico. E existe um terceiro ponto, talvez o mais chocante: Pessoas que reprimem emoção cronicamente apresentam mais inflamação, mais cortisol circulante e maior reatividade cardíaca — como se o corpo estivesse o tempo inteiro se defendendo de algo invisível (PMID: 37028579). A explicação é simples e elegante: O corpo precisa metabolizar emoção como metaboliza alimento. Quando você não processa, o organismo paga a conta. Não é sobre “falar sozinho no supermercado”. É sobre não deixar seu sistema nervoso trancado num estado que ele não consegue resolver. Algumas das pessoas mais saudáveis do mundo têm um hábito discreto, quase infantil: elas conversam consigo mesmas. Elas escrevem. Elas respiram fundo. Elas processam. Elas liberam antes de acumular. Não porque isso “cura tudo”. Mas porque isso impede que o corpo carregue uma guerra que poderia ter sido desarmada em minutos. A verdadeira ciência diz: ➡️ Regular o sistema nervoso melhora imunidade. ➡️ Expressar emoção reduz estresse. ➡️ Ativar o vago muda sua fisiologia. ➡️ Silêncio crônico cobra um preço. A saúde não começa quando você toma um suplemento. Começa quando você finalmente permite que o seu corpo respire aquilo que você sente.
[MÚSICA]
Seu maior inimigo é sua mente Equilíbrio é Poder! Rodrigo Schröder
Uma reflexão sincera sobre o que tenho observado nas academias: por que os corpos das mulheres americanas, em geral, parecem mais naturais e, ouso dizer, mais bonitos que os de muitas brasileiras? A resposta, para mim, está no exagero dos procedimentos estéticos. No Brasil, vejo uma busca incessante por um padrão de beleza que resultou em corpos com aparências artificiais, com volumes desproporcionais e intervenções mal executadas. É uma beleza que se tornou fabricada. Nos Estados Unidos, por outro lado, a miscigenação com a cultura latina — de venezuelanas, cubanas, colombianas e também brasileiras — criou uma beleza natural e autêntica. Elas também entendem de treino, assim como nós, mas parecem valorizar mais a forma que a natureza lhes deu. Não estou generalizando, mas questionando: será que, na busca pela perfeição, não estamos nos distanciando do que é verdadeiramente belo? Menos artificialismo e mais autenticidade. Menos exageros e mais naturalidade. Qual a sua opinião sobre isso?
“Esportes que gente burra não consegue fazer” Você já percebeu que os esportes mais difíceis não são os que exigem mais força… São os que exigem mais cérebro. Obs: pra quem não entendeu, não estou chamando que quem não faz é burro e sim da dificuldade destes esportes. Quando precisamos explicar em cima da explicação pra algumas pessoas entenderem. Já sabe né? Tênis, jiu-jitsu, triatlo, Ironman — todos têm algo em comum: ❌ não premiam impulso ✅ premiam estratégia, foco e capacidade de errar e tentar de novo. Esses esportes ativam áreas cerebrais ligadas à tomada de decisão, à coordenação fina e ao controle emocional (PMIDs: 29475046, 31760739, 24814428). Eles literalmente aumentam a densidade de conexões sinápticas e a produção de BDNF — o hormônio da neuroplasticidade. É por isso que: 🏸 no tênis, quem não antecipa o próximo movimento, perde. 🥋 no jiu-jitsu, quem age sem pensar, apanha. 🏃♂️ no triatlo, quem não sabe dosar o próprio gás, quebra. O burro busca conforto. O inteligente busca complexidade. E o corpo é só o reflexo disso. 💭 “O esporte não cria inteligência. Ele revela.” Quem entendeu isso, já está jogando outro jogo — o da alta performance cerebral.
Uma reflexão sincera sobre o que tenho observado nas academias: por que os corpos das mulheres exageram tanto nos procedimentos estéticos. E feita sem proporção ou simetria. Mal feitos. No Brasil, vejo uma busca incessante por um padrão de beleza que resultou em corpos com aparências artificiais, com volumes desproporcionais e intervenções mal executadas. É uma beleza que se tornou fabricada. Não estou generalizando, mas questionando: será que, na busca pela perfeição, não estamos nos distanciando do que é verdadeiramente belo? Menos artificialismo e mais autenticidade. Menos exageros e mais naturalidade. Qual a sua opinião sobre isso?
O corpo das americanas está mais bonito que das brasileiras. Eu fui falar isso, cheguei a ver a merda que deu. Foi site de fofota, gente me xingando no Twitter, gente me chamando de... Tudo que você possa imaginar. Até de careca, me chamaram. Mas o que eu quis falar com aquele vídeo, eu vou repetir aqui agora.
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