@rossandroklinjey
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Psicólogo | Escritor | Empresário | Professor Sócio fundador: @somosplenoser @almatalks_ @educa.rossandroklinjey Mais informações 👇
Enquanto todos seguiam o roteiro, Antônio dançava. Naquela pequena formatura, um menino de 5 anos nos lembrou que autenticidade é festa, é coragem, é alma que não se dobra ao peso do olhar alheio. Quantas vezes você deixou de ser você mesmo com medo de ser chamado de exibido, diferente, exagerado? Quantas vezes se escondeu atrás da conformidade para não suportar os julgamentos? Ser um pouco mais Antônio é ousar existir sem pedir licença. É entender que ser você não fere ninguém. O que fere é abandonar-se só para caber no molde dos outros. No amor — e na vida — a maior liberdade é essa: não perder a si mesmo. Porque quando você se deixa pautar pelo mundo, é a sua alma que se vai primeiro. Que sejamos, todos nós, um pouco mais Antônio. 💛 Se você deseja aprender a se valorizar, vencer os julgamentos e restaurar seu amor-próprio, eu quero te convidar para a nova turma do Aprendendo a se Amar. 👉 Clique no link da bio e garanta sua vaga. @rossandroklinjey
Às vezes, o que os pais entregam aos filhos não é maldade, é repetição. São padrões disfuncionais herdados, aprendidos ao longo de toda uma vida. Mas de vez em quando, algo, ou alguém, interrompe esse ciclo. Como essa garotinha. Ela não grita. Não acusa. Ela acolhe. Primeiro, ela senta o pai e o irmão, criando conforto no meio da tensão. Depois traz água. Depois, com um gesto simples, e simbólico, joga o cabide no chão. Olha para o pai. Firme. Como quem diz: não é assim que se resolve. E leva o irmão pela mão. O pai fica. Entre o susto e a escuta. Como quem sente que algo ali acabou de mudar e, talvez, finalmente, possa ser revisto. Essa cena não é sobre confronto. É sobre consciência. Porque não é fazendo nossos filhos se sentirem pior que eles se tornam melhores. É acolhendo sem humilhar. É corrigindo sem esmagar. É sentando junto, em vez de gritar de pé. Essa garotinha ensinou, com poucos gestos, que a verdadeira autoridade nasce do vínculo, e não do medo. E que o afeto também pode educar. E, talvez, educar melhor.
Fé do tamanho de um grão, milagre do tamanho de hoje. Às vezes Jesus abre a porta, às vezes abre o peito. O que você quer que Ele faça na sua vida ou na vida de quem você ama hoje?
Por que o mal parece ter mais ibope? Talvez porque ele grita, enquanto o bem sussurra. Paramos diante de um acidente, comentamos tragédias, espalhamos ódio, mas passamos depressa diante da ternura cotidiana. A bondade não falta, ela apenas não faz barulho. Esse vídeo não é só sobre o que essas pessoas fazem é sobre o que você também faz, ainda que não perceba. O gesto gentil, a escuta atenta, o perdão silencioso tudo isso é luz em movimento. Talvez o que te impede de enxergar a bondade no mundo seja justamente não reconhecê-la em si mesmo. Há luz em você, mesmo quando o olhar se acostuma com a sombra. E quando você começa a ver essa luz interior, o mundo também começa a brilhar de outro modo. Esse vídeo é um convite: que a gente aprenda a iluminar e ser iluminado, a enxergar a beleza do humano que ainda insiste em cuidar, porque no fim, o que salva o mundo não é o escândalo é o exemplo silencioso.
They'll try to get away, I know what you'll say, you say, "Oh, someone you know."
“A infância é um chão que a gente pisa a vida inteira.” — Lya Luft. A vida adulta constrói andares, metas, responsabilidades. Mas, quando esquecemos o chão, a casa inteira perde prumo. Brincar, soprar bolhas, correr descalço, rir até doer a barriga, não é fuga do real; é retorno ao alicerce. É higiene emocional. É o corpo lembrando ao cérebro que ainda existe espaço para curiosidade, respiro e pertença. A neurociência descreve isso de outro modo: estados de brincadeira ampliam percepção, flexibilizam respostas, regulam o estresse. A linguagem do coração diz a mesma coisa com outras palavras: voltamos a ser habitáveis por dentro. E, quando somos habitáveis, o outro não precisa nos carregar. Adultos não brincam para negar o peso, mas para distribuí-lo. A leveza não é inimiga da maturidade; é a sua forma mais sábia de resistência. Quem reaprende o espanto das coisas simples, uma bolha de sabão dançando no ar, um chute torto que vira gol, uma gargalhada fora de hora, reata a conversa com a própria alma. E, curiosamente, volta ao trabalho mais inteiro, ao amor mais presente, às dores mais toleráveis. Talvez o problema não seja o cansaço, mas o exílio do encantamento. Quando foi que você começou a chamar de “bobeira” aquilo que sustentava sua humanidade? Você está vivendo ou apenas administrando a própria existência?
Enquanto todos seguiam o roteiro, Antônio dançava. Naquela pequena formatura, um menino de 5 anos nos lembrou que autenticidade é festa, é coragem, é alma que não se dobra ao peso do olhar alheio. Quantas vezes você deixou de ser você mesmo com medo de ser chamado de exibido, diferente, exagerado? Quantas vezes se escondeu atrás da conformidade para não suportar os julgamentos? Ser um pouco mais Antônio é ousar existir sem pedir licença. É entender que ser você não fere ninguém. O que fere é abandonar-se só para caber no molde dos outros. No amor — e na vida — a maior liberdade é essa: não perder a si mesmo. Porque quando você se deixa pautar pelo mundo, é a sua alma que se vai primeiro. Que sejamos, todos nós, um pouco mais Antônio. 💛 Se você deseja aprender a se valorizar, vencer os julgamentos e restaurar seu amor-próprio, eu quero te convidar para a nova turma do Aprendendo a se Amar. 👉 Clique no link da bio e garanta sua vaga. @rossandroklinjey
Às vezes, o que os pais entregam aos filhos não é maldade, é repetição. São padrões disfuncionais herdados, aprendidos ao longo de toda uma vida. Mas de vez em quando, algo, ou alguém, interrompe esse ciclo. Como essa garotinha. Ela não grita. Não acusa. Ela acolhe. Primeiro, ela senta o pai e o irmão, criando conforto no meio da tensão. Depois traz água. Depois, com um gesto simples, e simbólico, joga o cabide no chão. Olha para o pai. Firme. Como quem diz: não é assim que se resolve. E leva o irmão pela mão. O pai fica. Entre o susto e a escuta. Como quem sente que algo ali acabou de mudar e, talvez, finalmente, possa ser revisto. Essa cena não é sobre confronto. É sobre consciência. Porque não é fazendo nossos filhos se sentirem pior que eles se tornam melhores. É acolhendo sem humilhar. É corrigindo sem esmagar. É sentando junto, em vez de gritar de pé. Essa garotinha ensinou, com poucos gestos, que a verdadeira autoridade nasce do vínculo, e não do medo. E que o afeto também pode educar. E, talvez, educar melhor.
Fé do tamanho de um grão, milagre do tamanho de hoje. Às vezes Jesus abre a porta, às vezes abre o peito. O que você quer que Ele faça na sua vida ou na vida de quem você ama hoje?
Por que o mal parece ter mais ibope? Talvez porque ele grita, enquanto o bem sussurra. Paramos diante de um acidente, comentamos tragédias, espalhamos ódio, mas passamos depressa diante da ternura cotidiana. A bondade não falta, ela apenas não faz barulho. Esse vídeo não é só sobre o que essas pessoas fazem é sobre o que você também faz, ainda que não perceba. O gesto gentil, a escuta atenta, o perdão silencioso tudo isso é luz em movimento. Talvez o que te impede de enxergar a bondade no mundo seja justamente não reconhecê-la em si mesmo. Há luz em você, mesmo quando o olhar se acostuma com a sombra. E quando você começa a ver essa luz interior, o mundo também começa a brilhar de outro modo. Esse vídeo é um convite: que a gente aprenda a iluminar e ser iluminado, a enxergar a beleza do humano que ainda insiste em cuidar, porque no fim, o que salva o mundo não é o escândalo é o exemplo silencioso.
They'll try to get away, I know what you'll say, you say, "Oh, someone you know."
“A infância é um chão que a gente pisa a vida inteira.” — Lya Luft. A vida adulta constrói andares, metas, responsabilidades. Mas, quando esquecemos o chão, a casa inteira perde prumo. Brincar, soprar bolhas, correr descalço, rir até doer a barriga, não é fuga do real; é retorno ao alicerce. É higiene emocional. É o corpo lembrando ao cérebro que ainda existe espaço para curiosidade, respiro e pertença. A neurociência descreve isso de outro modo: estados de brincadeira ampliam percepção, flexibilizam respostas, regulam o estresse. A linguagem do coração diz a mesma coisa com outras palavras: voltamos a ser habitáveis por dentro. E, quando somos habitáveis, o outro não precisa nos carregar. Adultos não brincam para negar o peso, mas para distribuí-lo. A leveza não é inimiga da maturidade; é a sua forma mais sábia de resistência. Quem reaprende o espanto das coisas simples, uma bolha de sabão dançando no ar, um chute torto que vira gol, uma gargalhada fora de hora, reata a conversa com a própria alma. E, curiosamente, volta ao trabalho mais inteiro, ao amor mais presente, às dores mais toleráveis. Talvez o problema não seja o cansaço, mas o exílio do encantamento. Quando foi que você começou a chamar de “bobeira” aquilo que sustentava sua humanidade? Você está vivendo ou apenas administrando a própria existência?
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