@anarizzonpsicologia
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✨ 24 anos de amor pela Psicologia 🧠 35 mil horas de prática clínica 💻 +2000 alunos
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Sentimento não é destino. Você pode estar apaixonado e ainda assim ter clareza de que aquela pessoa não é boa pra você. Isso é maturidade.🤍 Quer saber mais sobre como desenvolver seu raciocínio clínico e intervir de forma eficaz? Então espia a “Formação Muito Prazer, Terapia do Esquema” no link da bio. Meu melhor abraço, Ana.❤️ Minha referência queridinha para você: Cardoso, B. A. & Paim, K. (2024). Armadilhas da química amorosa: aprenda com a terapia do esquema a identificá-las e encontre relacionamentos saudáveis. Porto Alegre: Artmed.
Nem sempre o que parece desinteresse é falta de amor. Às vezes, é defesa. No episódio de “Casamento às Cegas”, quando Ricardo se levanta da mesa, muitos enxergam fuga, mas há algo mais profundo ali. Para quem tem um estilo de apego evitante, a intimidade pode ser sentida como ameaça. A aproximação desperta medo, não por desamor, mas porque o vínculo ativa feridas antigas. Aprender a reconhecer isso é essencial: antes de reagir ao comportamento do outro, é preciso entender o que ele está tentando proteger. No fundo, o evitamento é só um jeito de dizer “isso está demais pra mim agora”. A empatia não justifica o erro, mas abre espaço para o cuidado. E compreender é o primeiro passo para transformar. Meu melhor abraço, Ana
Se amor pra você sempre veio com ansiedade e sofrimento, pode ser que você esteja confundindo trauma com paixão. Quer saber mais sobre estilos de apego, então espia a “Formação Muito Prazer, Terapia do Esquema” no link da bio. Nela tem um módulo só sobre esse tema para te deixar craque na prática clínica. Meu melhor abraço, Ana. 🤍 Segue minhas leituras queridinhas caso você fique curiosa! Cardoso, B. A. & Paim, K. (2024). Armadilhas da química amorosa: aprenda com a terapia do esquema a identificá-las e encontre relacionamentos saudáveis. Porto Alegre: Artmed. Levine, A. & Heller, R. (2021). Maneiras de Amar. Rio de Janeiro: Sextante.
A infidelidade não é só uma quebra de contrato, é a destruição da sua linha do tempo. Como apontam Snyder, Gordon e Baucon o impacto é comparável ao estresse pós-traumático. Uma das grandes dores desse trauma relacional reside não só no futuro incerto, mas nas interrogaçoes que passam a fazer morada também no passado. É se como as memórias que deveriam ser sua âncora de segurança se transformassem em grandes dúvidas. A dor é profunda porque é um luto duplo: pelo relacionamento que se quebrou e pela história compartilhada que passa a ser indigna de confiança. Acolher essa dor, e entender que ela é legítima, é o primeiro passo para a reconstrução. Compartilhe esse vídeo com alguém que precisa ver isso. ❤️ Meu melhor abraço, Ana. *Quer saber mais?! seguem algumas referências queridinhas que falam do tema: Perel, E. (2018). Casos e casos: repensando a infidelidade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2018. Rizzon A. L. (2019). Infidelidade conjugal: novidade do outro, alteridade do eu ou amor velho que adoeceu? In: Paim, K. & Cardoso, B. Terapia do esquema para casais: base teórica e intervenção. Porto Alegre: Artmed. Snyder, D.K., Gordon, K.C. & Baucom, D.H. (2025). Superando a Infidelidade: como enfrentar, se recuperar e seguir em frente - juntos ou separados. Porto Alegre, Armed.
“Eu me dou o tempo todo.” Se você se identifica com a Macabéa, saiba que você merece mais do que migalhas. Muito mais. Foi para te lembrar isso que eu fiz esse reels para você. 🤍 Meu melhor abraço, Ana. *Filme “A Hora da Estrela” (1985), dirigido por Suzana Amaral.
Sentimento não é destino. Você pode estar apaixonado e ainda assim ter clareza de que aquela pessoa não é boa pra você. Isso é maturidade.🤍 Quer saber mais sobre como desenvolver seu raciocínio clínico e intervir de forma eficaz? Então espia a “Formação Muito Prazer, Terapia do Esquema” no link da bio. Meu melhor abraço, Ana.❤️ Minha referência queridinha para você: Cardoso, B. A. & Paim, K. (2024). Armadilhas da química amorosa: aprenda com a terapia do esquema a identificá-las e encontre relacionamentos saudáveis. Porto Alegre: Artmed.
Nem sempre o que parece desinteresse é falta de amor. Às vezes, é defesa. No episódio de “Casamento às Cegas”, quando Ricardo se levanta da mesa, muitos enxergam fuga, mas há algo mais profundo ali. Para quem tem um estilo de apego evitante, a intimidade pode ser sentida como ameaça. A aproximação desperta medo, não por desamor, mas porque o vínculo ativa feridas antigas. Aprender a reconhecer isso é essencial: antes de reagir ao comportamento do outro, é preciso entender o que ele está tentando proteger. No fundo, o evitamento é só um jeito de dizer “isso está demais pra mim agora”. A empatia não justifica o erro, mas abre espaço para o cuidado. E compreender é o primeiro passo para transformar. Meu melhor abraço, Ana
Se amor pra você sempre veio com ansiedade e sofrimento, pode ser que você esteja confundindo trauma com paixão. Quer saber mais sobre estilos de apego, então espia a “Formação Muito Prazer, Terapia do Esquema” no link da bio. Nela tem um módulo só sobre esse tema para te deixar craque na prática clínica. Meu melhor abraço, Ana. 🤍 Segue minhas leituras queridinhas caso você fique curiosa! Cardoso, B. A. & Paim, K. (2024). Armadilhas da química amorosa: aprenda com a terapia do esquema a identificá-las e encontre relacionamentos saudáveis. Porto Alegre: Artmed. Levine, A. & Heller, R. (2021). Maneiras de Amar. Rio de Janeiro: Sextante.
A infidelidade não é só uma quebra de contrato, é a destruição da sua linha do tempo. Como apontam Snyder, Gordon e Baucon o impacto é comparável ao estresse pós-traumático. Uma das grandes dores desse trauma relacional reside não só no futuro incerto, mas nas interrogaçoes que passam a fazer morada também no passado. É se como as memórias que deveriam ser sua âncora de segurança se transformassem em grandes dúvidas. A dor é profunda porque é um luto duplo: pelo relacionamento que se quebrou e pela história compartilhada que passa a ser indigna de confiança. Acolher essa dor, e entender que ela é legítima, é o primeiro passo para a reconstrução. Compartilhe esse vídeo com alguém que precisa ver isso. ❤️ Meu melhor abraço, Ana. *Quer saber mais?! seguem algumas referências queridinhas que falam do tema: Perel, E. (2018). Casos e casos: repensando a infidelidade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2018. Rizzon A. L. (2019). Infidelidade conjugal: novidade do outro, alteridade do eu ou amor velho que adoeceu? In: Paim, K. & Cardoso, B. Terapia do esquema para casais: base teórica e intervenção. Porto Alegre: Artmed. Snyder, D.K., Gordon, K.C. & Baucom, D.H. (2025). Superando a Infidelidade: como enfrentar, se recuperar e seguir em frente - juntos ou separados. Porto Alegre, Armed.
“Eu me dou o tempo todo.” Se você se identifica com a Macabéa, saiba que você merece mais do que migalhas. Muito mais. Foi para te lembrar isso que eu fiz esse reels para você. 🤍 Meu melhor abraço, Ana. *Filme “A Hora da Estrela” (1985), dirigido por Suzana Amaral.
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