@wellingtonnutricao
843posts
89.9Kfollowers
22following
📣 Mais de 18 mil alunos. Especialista em Nutrição | Autor do PNRD - Programa Nacional de Reversão do Diabetes® Próxima turma aqui ⬇️⬇️
🍲 Teste de Glicemia – Arroz, pirão, almôndegas e beterraba 📊 Antes: 93 mg/dL 📊 Depois: 140 mg/dL 📈 Subida: +47 mg/dL 🍽 O que teve no prato? 1 colher rasa de arroz 🍚 → mesmo em pouca quantidade, o arroz branco é fonte de amido de rápida absorção, elevando a glicemia rapidamente. 1 colher de pirão 🥄 → feito com farinha de mandioca, extremamente glicêmica e de absorção rápida, foi um dos principais vilões do teste. 6 almôndegas de carne 🥩 → proteína e gordura, com impacto mínimo na glicemia. 2 pedaços de beterraba 🥗 → apesar de ser um vegetal, contém açúcares naturais que, dependendo da porção, contribuem para a subida. ⚖️ Análise O aumento de 47 mg/dL mostra que mesmo pequenas quantidades de arroz, pirão e beterraba juntas podem somar um impacto significativo. 👉 O pirão (farinha de mandioca) foi o principal responsável, com reforço do arroz branco. A beterraba, apesar de parecer inofensiva, adiciona mais carboidratos ao conjunto. As almôndegas ajudaram a dar saciedade, mas não foram suficientes para neutralizar a elevação causada pelos carboidratos do prato. 💡 Lição prática: Às vezes, não é a quantidade isolada, mas a combinação de pequenos carboidratos que faz a glicemia disparar. Saber identificar quais alimentos têm maior impacto (como farinhas e raízes ricas em amido) é fundamental para ajustar o prato e manter o controle. 📌 Teste real feito por Wellington Filho, criador do PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes 📲 Entre nos grupos exclusivos de WhatsApp pelo link da bio: @wellingtonnutricao #TesteDeGlicemia #ControleGlicêmico #PNRD #DiabetesTipo2 #ReversãoDoDiabetes #Arroz #FarinhaDeMandioca #Pirão #Beterraba #AlimentaçãoDeVerdade #SaúdeMetabólica
🩸 Teste de Glicemia — Feijão com Bacon, Arroz, Coxas de Frango e Salada Glicemia antes da refeição: 82 mg/dL Após 50 minutos: 95 mg/dL Após 1h30: 107 mg/dL Aumento total: +25 mg/dL 🍽️ O que foi consumido? 1 colher pequena de feijão com pequenos pedaços de bacon 1 colher pequena de arroz branco 2 coxas de frango Salada: pepino, tomate, repolho temperados com sal, limão e azeite 🔍 Análise do Resultado Normalmente, após uma refeição, a glicemia tende a: Subir nos primeiros 30–60 minutos, atingindo o pico, E começar a cair depois, conforme a ação da insulina. Neste teste, houve um comportamento atípico: A glicemia continuou subindo até 1h30 depois da refeição, chegando a 107 mg/dL. 💡 Explicação fisiológica possível: Feijão com bacon e arroz branco: Embora consumidos em pequenas quantidades, ainda representam carboidratos que se convertem em glicose. A presença de bacon (gordura) junto ao feijão pode ter retardado o esvaziamento gástrico, liberando a glicose no sangue de maneira mais lenta e prolongada. Proteína e gordura modulando a digestão: As coxas de frango e o azeite da salada também retardaram a absorção, favorecendo um pico glicêmico mais tardio. Resposta insulínica adaptativa: Em pessoas com insulina preservada, a insulina age mais eficientemente, mas refeições mistas podem causar um atraso discreto no pico glicêmico. ✅ Estratégia Alimentar Mesmo com o pico tardio, o aumento foi leve (+25 mg/dL) e a resposta foi considerada excelente, mostrando controle adequado. ✅ A refeição foi equilibrada, com proteínas, gorduras boas e carboidratos controlados. ✅ Esse tipo de resposta é totalmente aceitável e saudável dentro de estratégias de alimentação para controle da glicemia. É exatamente isso que ensino no PNRD — Programa Nacional de Reversão do Diabetes®: Compreender como a alimentação afeta seu corpo e fazer ajustes inteligentes para manter a glicemia sob controle. Continue comigo nessa jornada de transformação! #testeglicemia #controledeglicose #wellingtonnutricao #programanacionaldereversãododiabetes #estrategiaalimentar #diabetescontrolado #alimentacaoconsciente #comidadeverdade #curvaglicêmica
🍽️ Teste de Glicemia — Carne Moída com Batata 📊 Antes: 81 mg/dL | Depois: 110 mg/dL ➡️ Subida de +29 mg/d/dL, totalmente compatível com o tipo de alimento usado. O almoço foi preparado com carne moída de acém/músculo e batata, temperados com sal, cebola, pimentão e açafrão, deixando o prato saboroso e bem estruturado. A porção consumida foi de 3 colheres de carne moída com batata. E aqui está o ponto crítico: 💥 A batata foi o principal motivo da subida. Batata é rica em amido, um carboidrato de rápida digestão que o corpo transforma rapidamente em glicose, elevando a glicemia com facilidade. A carne moída, por outro lado, não sobe glicemia — a proteína até desacelera um pouco a absorção. Mas quando misturada com batata, quem domina a resposta glicêmica é o amido. Outro detalhe importante: 📡 Esse teste foi feito usando o sensor contínuo Sibionics, agora instalado no braço e permitindo acompanhar a resposta glicêmica em tempo real. 👉 Para adquirir o sensor com desconto, basta clicar no link da descrição do canal. E agora, a grande novidade: 🔥 As inscrições para o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® estão ABERTAS! Um programa exclusivo, registrado no Brasil, que te ensina a controlar a glicemia, interpretar alimentos, reduzir picos e caminhar rumo à remissão do diabetes tipo 2. 👉 Entre agora mesmo: clique no link da descrição do canal e faça sua inscrição. Esse teste reforça o que ensinamos todos os dias no PNRD: ⭐ O COMO, o QUANDO e o QUANTO fazem toda a diferença no impacto da refeição. #ControleDaGlicose #ReversãoDoDiabetes #PNRD WellingtonNutrição Sibionics TestesDeGlicemia CarneMoída Batata DiabetesTipo2 ResistênciaÀInsulina ComidaDeVerdade
🍛🥩 Arroz, feijão e bisteca — teste real da glicemia e o que isso ensina! A refeição de hoje foi bem comum no prato do brasileiro: 🍚 1 concha de arroz 🫘 1 concha de feijão preto 🥗 Salada de pepino e tomate 🥩 Uma porção generosa de bisteca paulista 📊 Glicemia antes: 95 mg/dL 📈 Glicemia depois: 107 mg/dL ➡️ Uma subida de apenas +12 mg/dL, totalmente leve e fisiológica após uma refeição. Agora… por que ficou tão controlada? Vamos entender 👇 🔍 O que fez subir a glicemia 1️⃣ Arroz – é rico em amido, que o corpo converte em glicose. Mesmo uma concha já tem potencial de elevar. 2️⃣ Feijão preto – também tem amido, porém sobe menos por causa das fibras, mas ainda assim contribui para a elevação. Esses dois ingredientes foram os principais responsáveis pelo aumento. 🥩 O que ajudou a segurar a glicemia A bisteca, rica em proteína e gordura natural, que retarda a liberação de glicose. A salada de pepino e tomate, com fibras e praticamente zero carboidrato, que ajuda a modular a resposta glicêmica. Quando você combina proteína + gordura boa + pequenas porções de carboidratos, a resposta glicêmica fica muito mais estável. ⚖️ E a regra do COMO, QUANDO e QUANTO? Esse teste mostra perfeitamente essa tríade poderosa: ✔️ COMO Comer arroz e feijão junto de muita proteína ajuda a desacelerar a absorção da glicose. ✔️ QUANDO A refeição foi feita com a glicemia inicial baixa e controlada (95 mg/dL) — isso faz toda a diferença. Se a glicemia inicial fosse 140, por exemplo, seria outra história. ✔️ QUANTO As porções de arroz e feijão foram pequenas e bem medidas. Se fossem duas ou três conchas de cada, o resultado certamente seria maior. 🌿 Conclusão: É totalmente possível comer uma refeição tradicional, gostosa e com alimentos que contêm carboidratos sem descontrolar a glicose — basta saber o COMO, o QUANDO e o QUANTO. E é isso que o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® ensina todos os dias: comer bem, com estratégia e sem medo. 👉 Saiba mais em: wellingtonnutricao.com.br/pnrd E entre nos grupos de WhatsApp pelo link da bio. #diabetes #wellingtonnutricao
🍽️ Teste de Glicemia — Arroz + Frango + Suco de Limão 📊 Antes: 92 mg/dL | Depois: 146 mg/dL ➡️ Subida de +54 mg/dL, um impacto alto — e com uma explicação muito importante. A refeição foi uma porção de arroz com uma porção generosa de frango (bastante peito de frango + duas coxinhas da asa) e suco de limão sem açúcar. Muita gente acredita que “se colocar bastante proteína, o carboidrato não vai subir a glicemia”. Só que, na prática, isso muitas vezes não se confirma — principalmente em quem tem resistência à insulina. 💥 O que fez subir a glicemia? O arroz foi o principal responsável. Arroz é amido, e amido vira glicose rapidamente no sangue. O frango praticamente não sobe a glicemia (é proteína), e pode até ajudar a desacelerar um pouco a absorção… mas não anula o efeito do amido quando a porção de arroz é relevante. O suco de limão é neutro e pode ajudar na digestão, mas também não “cancela” o carboidrato. ⚠️ E por que essas “estratégias” falham mais no diabético? Porque no diabetes tipo 2 e na resistência à insulina existem dois problemas: 1️⃣ Detecção tardia da glicose subindo: o corpo demora mais para responder ao aumento de açúcar no sangue. 2️⃣ Insulina menos eficiente: mesmo quando a insulina aparece, ela não consegue agir bem para colocar essa glicose para dentro das células. Resultado: a glicose sobe mais e fica alta por mais tempo. Essas estratégias funcionam melhor em quem não tem resistência à insulina, mas no diabético o efeito costuma ser bem menor do que se imagina. ⭐ Por isso, o que manda no controle glicêmico é o trio: COMO, QUANDO e QUANTO. ✔️ QUANTO: porção de carboidrato muda tudo (mais arroz = mais glicose). ✔️ QUANDO: comer carboidrato com a glicemia já alta é pedir para subir ainda mais. ✔️ COMO: combinar proteína e verduras ajuda, mas não substitui o controle de porção do carboidrato. E é exatamente isso que o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® ensina: entender o impacto real dos alimentos, ajustar porções e horários, e aprender a comer com estratégia para controlar a glicemia de verdade. 👉 Link na descrição do canal para entrar.
🍲 Teste de Glicemia – Arroz, pirão, almôndegas e beterraba 📊 Antes: 93 mg/dL 📊 Depois: 140 mg/dL 📈 Subida: +47 mg/dL 🍽 O que teve no prato? 1 colher rasa de arroz 🍚 → mesmo em pouca quantidade, o arroz branco é fonte de amido de rápida absorção, elevando a glicemia rapidamente. 1 colher de pirão 🥄 → feito com farinha de mandioca, extremamente glicêmica e de absorção rápida, foi um dos principais vilões do teste. 6 almôndegas de carne 🥩 → proteína e gordura, com impacto mínimo na glicemia. 2 pedaços de beterraba 🥗 → apesar de ser um vegetal, contém açúcares naturais que, dependendo da porção, contribuem para a subida. ⚖️ Análise O aumento de 47 mg/dL mostra que mesmo pequenas quantidades de arroz, pirão e beterraba juntas podem somar um impacto significativo. 👉 O pirão (farinha de mandioca) foi o principal responsável, com reforço do arroz branco. A beterraba, apesar de parecer inofensiva, adiciona mais carboidratos ao conjunto. As almôndegas ajudaram a dar saciedade, mas não foram suficientes para neutralizar a elevação causada pelos carboidratos do prato. 💡 Lição prática: Às vezes, não é a quantidade isolada, mas a combinação de pequenos carboidratos que faz a glicemia disparar. Saber identificar quais alimentos têm maior impacto (como farinhas e raízes ricas em amido) é fundamental para ajustar o prato e manter o controle. 📌 Teste real feito por Wellington Filho, criador do PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes 📲 Entre nos grupos exclusivos de WhatsApp pelo link da bio: @wellingtonnutricao #TesteDeGlicemia #ControleGlicêmico #PNRD #DiabetesTipo2 #ReversãoDoDiabetes #Arroz #FarinhaDeMandioca #Pirão #Beterraba #AlimentaçãoDeVerdade #SaúdeMetabólica
🩸 Teste de Glicemia — Feijão com Bacon, Arroz, Coxas de Frango e Salada Glicemia antes da refeição: 82 mg/dL Após 50 minutos: 95 mg/dL Após 1h30: 107 mg/dL Aumento total: +25 mg/dL 🍽️ O que foi consumido? 1 colher pequena de feijão com pequenos pedaços de bacon 1 colher pequena de arroz branco 2 coxas de frango Salada: pepino, tomate, repolho temperados com sal, limão e azeite 🔍 Análise do Resultado Normalmente, após uma refeição, a glicemia tende a: Subir nos primeiros 30–60 minutos, atingindo o pico, E começar a cair depois, conforme a ação da insulina. Neste teste, houve um comportamento atípico: A glicemia continuou subindo até 1h30 depois da refeição, chegando a 107 mg/dL. 💡 Explicação fisiológica possível: Feijão com bacon e arroz branco: Embora consumidos em pequenas quantidades, ainda representam carboidratos que se convertem em glicose. A presença de bacon (gordura) junto ao feijão pode ter retardado o esvaziamento gástrico, liberando a glicose no sangue de maneira mais lenta e prolongada. Proteína e gordura modulando a digestão: As coxas de frango e o azeite da salada também retardaram a absorção, favorecendo um pico glicêmico mais tardio. Resposta insulínica adaptativa: Em pessoas com insulina preservada, a insulina age mais eficientemente, mas refeições mistas podem causar um atraso discreto no pico glicêmico. ✅ Estratégia Alimentar Mesmo com o pico tardio, o aumento foi leve (+25 mg/dL) e a resposta foi considerada excelente, mostrando controle adequado. ✅ A refeição foi equilibrada, com proteínas, gorduras boas e carboidratos controlados. ✅ Esse tipo de resposta é totalmente aceitável e saudável dentro de estratégias de alimentação para controle da glicemia. É exatamente isso que ensino no PNRD — Programa Nacional de Reversão do Diabetes®: Compreender como a alimentação afeta seu corpo e fazer ajustes inteligentes para manter a glicemia sob controle. Continue comigo nessa jornada de transformação! #testeglicemia #controledeglicose #wellingtonnutricao #programanacionaldereversãododiabetes #estrategiaalimentar #diabetescontrolado #alimentacaoconsciente #comidadeverdade #curvaglicêmica
🍽️ Teste de Glicemia — Carne Moída com Batata 📊 Antes: 81 mg/dL | Depois: 110 mg/dL ➡️ Subida de +29 mg/d/dL, totalmente compatível com o tipo de alimento usado. O almoço foi preparado com carne moída de acém/músculo e batata, temperados com sal, cebola, pimentão e açafrão, deixando o prato saboroso e bem estruturado. A porção consumida foi de 3 colheres de carne moída com batata. E aqui está o ponto crítico: 💥 A batata foi o principal motivo da subida. Batata é rica em amido, um carboidrato de rápida digestão que o corpo transforma rapidamente em glicose, elevando a glicemia com facilidade. A carne moída, por outro lado, não sobe glicemia — a proteína até desacelera um pouco a absorção. Mas quando misturada com batata, quem domina a resposta glicêmica é o amido. Outro detalhe importante: 📡 Esse teste foi feito usando o sensor contínuo Sibionics, agora instalado no braço e permitindo acompanhar a resposta glicêmica em tempo real. 👉 Para adquirir o sensor com desconto, basta clicar no link da descrição do canal. E agora, a grande novidade: 🔥 As inscrições para o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® estão ABERTAS! Um programa exclusivo, registrado no Brasil, que te ensina a controlar a glicemia, interpretar alimentos, reduzir picos e caminhar rumo à remissão do diabetes tipo 2. 👉 Entre agora mesmo: clique no link da descrição do canal e faça sua inscrição. Esse teste reforça o que ensinamos todos os dias no PNRD: ⭐ O COMO, o QUANDO e o QUANTO fazem toda a diferença no impacto da refeição. #ControleDaGlicose #ReversãoDoDiabetes #PNRD WellingtonNutrição Sibionics TestesDeGlicemia CarneMoída Batata DiabetesTipo2 ResistênciaÀInsulina ComidaDeVerdade
🍛🥩 Arroz, feijão e bisteca — teste real da glicemia e o que isso ensina! A refeição de hoje foi bem comum no prato do brasileiro: 🍚 1 concha de arroz 🫘 1 concha de feijão preto 🥗 Salada de pepino e tomate 🥩 Uma porção generosa de bisteca paulista 📊 Glicemia antes: 95 mg/dL 📈 Glicemia depois: 107 mg/dL ➡️ Uma subida de apenas +12 mg/dL, totalmente leve e fisiológica após uma refeição. Agora… por que ficou tão controlada? Vamos entender 👇 🔍 O que fez subir a glicemia 1️⃣ Arroz – é rico em amido, que o corpo converte em glicose. Mesmo uma concha já tem potencial de elevar. 2️⃣ Feijão preto – também tem amido, porém sobe menos por causa das fibras, mas ainda assim contribui para a elevação. Esses dois ingredientes foram os principais responsáveis pelo aumento. 🥩 O que ajudou a segurar a glicemia A bisteca, rica em proteína e gordura natural, que retarda a liberação de glicose. A salada de pepino e tomate, com fibras e praticamente zero carboidrato, que ajuda a modular a resposta glicêmica. Quando você combina proteína + gordura boa + pequenas porções de carboidratos, a resposta glicêmica fica muito mais estável. ⚖️ E a regra do COMO, QUANDO e QUANTO? Esse teste mostra perfeitamente essa tríade poderosa: ✔️ COMO Comer arroz e feijão junto de muita proteína ajuda a desacelerar a absorção da glicose. ✔️ QUANDO A refeição foi feita com a glicemia inicial baixa e controlada (95 mg/dL) — isso faz toda a diferença. Se a glicemia inicial fosse 140, por exemplo, seria outra história. ✔️ QUANTO As porções de arroz e feijão foram pequenas e bem medidas. Se fossem duas ou três conchas de cada, o resultado certamente seria maior. 🌿 Conclusão: É totalmente possível comer uma refeição tradicional, gostosa e com alimentos que contêm carboidratos sem descontrolar a glicose — basta saber o COMO, o QUANDO e o QUANTO. E é isso que o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® ensina todos os dias: comer bem, com estratégia e sem medo. 👉 Saiba mais em: wellingtonnutricao.com.br/pnrd E entre nos grupos de WhatsApp pelo link da bio. #diabetes #wellingtonnutricao
🍽️ Teste de Glicemia — Arroz + Frango + Suco de Limão 📊 Antes: 92 mg/dL | Depois: 146 mg/dL ➡️ Subida de +54 mg/dL, um impacto alto — e com uma explicação muito importante. A refeição foi uma porção de arroz com uma porção generosa de frango (bastante peito de frango + duas coxinhas da asa) e suco de limão sem açúcar. Muita gente acredita que “se colocar bastante proteína, o carboidrato não vai subir a glicemia”. Só que, na prática, isso muitas vezes não se confirma — principalmente em quem tem resistência à insulina. 💥 O que fez subir a glicemia? O arroz foi o principal responsável. Arroz é amido, e amido vira glicose rapidamente no sangue. O frango praticamente não sobe a glicemia (é proteína), e pode até ajudar a desacelerar um pouco a absorção… mas não anula o efeito do amido quando a porção de arroz é relevante. O suco de limão é neutro e pode ajudar na digestão, mas também não “cancela” o carboidrato. ⚠️ E por que essas “estratégias” falham mais no diabético? Porque no diabetes tipo 2 e na resistência à insulina existem dois problemas: 1️⃣ Detecção tardia da glicose subindo: o corpo demora mais para responder ao aumento de açúcar no sangue. 2️⃣ Insulina menos eficiente: mesmo quando a insulina aparece, ela não consegue agir bem para colocar essa glicose para dentro das células. Resultado: a glicose sobe mais e fica alta por mais tempo. Essas estratégias funcionam melhor em quem não tem resistência à insulina, mas no diabético o efeito costuma ser bem menor do que se imagina. ⭐ Por isso, o que manda no controle glicêmico é o trio: COMO, QUANDO e QUANTO. ✔️ QUANTO: porção de carboidrato muda tudo (mais arroz = mais glicose). ✔️ QUANDO: comer carboidrato com a glicemia já alta é pedir para subir ainda mais. ✔️ COMO: combinar proteína e verduras ajuda, mas não substitui o controle de porção do carboidrato. E é exatamente isso que o PNRD – Programa Nacional de Reversão do Diabetes® ensina: entender o impacto real dos alimentos, ajustar porções e horários, e aprender a comer com estratégia para controlar a glicemia de verdade. 👉 Link na descrição do canal para entrar.
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to ProThis account appears as recommended in the profiles of these creators: