@analuzarif
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✨ Manifestação embasada em neurociência 💡+ de 1500 alunos
Porque beber água e como isso pode afetar o seu cérebro e o seu desempenho cognitivo Fontes: 1. “Hidratação e Nutrição no Esporte” Autores: Tales de Carvalho, Mara Lúcia Sant’Anna Hernandez Publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Volume 16, Número 2, páginas 144-148, em 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbme/a/3ZTrhnhrpBBvZnSWFxXsjrB/ 2. “Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde” Editores: Arnaldo José Hernandez, Ricardo Munir Nahas Publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Volume 15, Número 3, suplemento, páginas 3-12, em 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbme/a/4Y4gRJxwpZjVT4PsXRxtH9k/ #neurociencia
Mude sua perspectiva ➡️ mude sua vida 💫
Olha que loucura que há a perspectiva. Oi, meu nome é Nalu, eu tenho 32 anos, moro no caos que é São Paulo, alugo uma casa com meu marido, porque a gente não tem uma casa própria. Todas as minhas amigas estão tendo filho e eu ainda não sou mãe. Eu sou psicóloga, autônoma, trabalho o dia inteiro, quando eu não tô atendendo eu tô produzindo conteúdo.
Aqui está o 3o motivo e as formas de driblar isso ⬇️ 3. Suas emoções influenciam os pensamentos. Estados emocionais (como ansiedade ou medo) podem gerar pensamentos irracionais ou exagerados, confundindo percepção com realidade. Ou seja, se você está constantemente ansioso ou com medo, a chance do cérebro querer te proteger é ainda maior, e ele vai tentar fazer isso através de pensamentos negativos ou irracionais. Para evitar cair em armadilhas mentais como crenças limitantes e pensamentos distorcidos, a neurociência sugere práticas que ajudam a reprogramar o cérebro e desenvolver maior autoconsciência: 1. Reconheça os pensamentos automáticos, observe suas reações e identifique padrões negativos. Pergunte-se: “Isso é realmente verdade? Tenho provas ou estou apenas assumindo?”. 2. Reestruture suas crenças - substitua pensamentos limitantes por afirmações positivas baseadas em evidências. Por exemplo, troque “Eu nunca consigo” por “Eu posso aprender e melhorar com cada tentativa”. 3. Pratique mindfulness. A meditação fortalece a conexão entre o córtex pré-frontal (responsável pela tomada de decisão) e a amígdala (centro das emoções), ajudando você a responder de forma consciente em vez de reagir impulsivamente. 4. Use a neuroplasticidade a seu favor, repetindo as novas formas de pensar e os bons hábitos intencionalmente. O cérebro cria novos circuitos com a repetição consistente de pensamentos e ações positivas. 5. Busque evidências contrárias, ou seja, situações que desafiem sua crença limitante. Se você acha que “não é bom o suficiente”, revise suas conquistas ou peça feedback sincero a pessoas próximas em quem confia. Ao combinar essas estratégias, você treina seu cérebro para pensar de maneira mais racional e positiva, e pouco a pouco reduz o impacto das armadilhas mentais.
O que você coloca atenção cresce ✨ Nosso cérebro funciona como um filtro de relevância: ele percebe e reforça aquilo que você considera importante. Esse mecanismo é chamado de Sistema de Ativação Reticular (SAR) — é ele que faz você notar oportunidades, pessoas e sinais que passam despercebidos por outros. Quando você foca nos “e se” positivos, você marca valor para essas possibilidades, tornando-as mais prováveis de serem percebidas e buscadas pelo seu cérebro. Ou seja: mudar sua mentalidade muda seu comportamento, suas escolhas e, por consequência, sua realidade. 💡 Dica: todos os dias, reserve alguns minutos para visualizar suas metas, sentir as emoções de já ter alcançado e anotar sinais de progresso. Seu SAR vai começar a notar oportunidades que antes passavam despercebidas. Referências: Moray, N. (1959). Attention in Dichotic Listening: Affective and Other Factors. Acta Psychologica, 16, 363–391. Posner, M. I., & Petersen, S. E. (1990). The attention system of the human brain. Annual Review of Neuroscience, 13, 25–42. Robbins, T. W., & Everitt, B. J. (1996). Neurobehavioural mechanisms of reward and motivation. Current Opinion in Neurobiology, 6(2), 228–236.
Porque beber água e como isso pode afetar o seu cérebro e o seu desempenho cognitivo Fontes: 1. “Hidratação e Nutrição no Esporte” Autores: Tales de Carvalho, Mara Lúcia Sant’Anna Hernandez Publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Volume 16, Número 2, páginas 144-148, em 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbme/a/3ZTrhnhrpBBvZnSWFxXsjrB/ 2. “Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde” Editores: Arnaldo José Hernandez, Ricardo Munir Nahas Publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Volume 15, Número 3, suplemento, páginas 3-12, em 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbme/a/4Y4gRJxwpZjVT4PsXRxtH9k/ #neurociencia
Mude sua perspectiva ➡️ mude sua vida 💫
Olha que loucura que há a perspectiva. Oi, meu nome é Nalu, eu tenho 32 anos, moro no caos que é São Paulo, alugo uma casa com meu marido, porque a gente não tem uma casa própria. Todas as minhas amigas estão tendo filho e eu ainda não sou mãe. Eu sou psicóloga, autônoma, trabalho o dia inteiro, quando eu não tô atendendo eu tô produzindo conteúdo.
Aqui está o 3o motivo e as formas de driblar isso ⬇️ 3. Suas emoções influenciam os pensamentos. Estados emocionais (como ansiedade ou medo) podem gerar pensamentos irracionais ou exagerados, confundindo percepção com realidade. Ou seja, se você está constantemente ansioso ou com medo, a chance do cérebro querer te proteger é ainda maior, e ele vai tentar fazer isso através de pensamentos negativos ou irracionais. Para evitar cair em armadilhas mentais como crenças limitantes e pensamentos distorcidos, a neurociência sugere práticas que ajudam a reprogramar o cérebro e desenvolver maior autoconsciência: 1. Reconheça os pensamentos automáticos, observe suas reações e identifique padrões negativos. Pergunte-se: “Isso é realmente verdade? Tenho provas ou estou apenas assumindo?”. 2. Reestruture suas crenças - substitua pensamentos limitantes por afirmações positivas baseadas em evidências. Por exemplo, troque “Eu nunca consigo” por “Eu posso aprender e melhorar com cada tentativa”. 3. Pratique mindfulness. A meditação fortalece a conexão entre o córtex pré-frontal (responsável pela tomada de decisão) e a amígdala (centro das emoções), ajudando você a responder de forma consciente em vez de reagir impulsivamente. 4. Use a neuroplasticidade a seu favor, repetindo as novas formas de pensar e os bons hábitos intencionalmente. O cérebro cria novos circuitos com a repetição consistente de pensamentos e ações positivas. 5. Busque evidências contrárias, ou seja, situações que desafiem sua crença limitante. Se você acha que “não é bom o suficiente”, revise suas conquistas ou peça feedback sincero a pessoas próximas em quem confia. Ao combinar essas estratégias, você treina seu cérebro para pensar de maneira mais racional e positiva, e pouco a pouco reduz o impacto das armadilhas mentais.
O que você coloca atenção cresce ✨ Nosso cérebro funciona como um filtro de relevância: ele percebe e reforça aquilo que você considera importante. Esse mecanismo é chamado de Sistema de Ativação Reticular (SAR) — é ele que faz você notar oportunidades, pessoas e sinais que passam despercebidos por outros. Quando você foca nos “e se” positivos, você marca valor para essas possibilidades, tornando-as mais prováveis de serem percebidas e buscadas pelo seu cérebro. Ou seja: mudar sua mentalidade muda seu comportamento, suas escolhas e, por consequência, sua realidade. 💡 Dica: todos os dias, reserve alguns minutos para visualizar suas metas, sentir as emoções de já ter alcançado e anotar sinais de progresso. Seu SAR vai começar a notar oportunidades que antes passavam despercebidas. Referências: Moray, N. (1959). Attention in Dichotic Listening: Affective and Other Factors. Acta Psychologica, 16, 363–391. Posner, M. I., & Petersen, S. E. (1990). The attention system of the human brain. Annual Review of Neuroscience, 13, 25–42. Robbins, T. W., & Everitt, B. J. (1996). Neurobehavioural mechanisms of reward and motivation. Current Opinion in Neurobiology, 6(2), 228–236.
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