@lopes_charles
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Dr. Ciências do Mov. Humano 🏃🏻🏊🏻♂️ ➕ de 50.000 Alunos no 🇧🇷 & exterior Te ensino como atuar na prática do Treinamento. CREF: 029686-G/SP 🧠📚 Aqui! 👇🏻
Flexibilidade ou Mobilidade? Vários dos exercícios de mobilidade são similares aos exercícios de alongamento dinâmico, ainda, não é incomum, realizarem alongamento estático e denominarem de mobilidade. As denominações alongamento balanceado, alongamento dinâmico ou alongamento estático são nomes compostos, não demonstram uma sonoridade tão boa quanto a denominação “mobilidade”. Fundamental é o entendimento de que, os exercícios de mobilização articular são clássicos, utilizados pela medicina e a fisioterapia para suprimir uma ou mais articulações restritivas de movimentos. A técnica necessita da ajuda de um companheiro ou de um aparelho para estabilizar uma articulação e provocar tração, rolamento e deslizamento articular, no local específico da articulação restritiva. No caso da mobilidade referida atualmente, implica muitas vezes de exercícios balanceados e, em sua maioria, em cadeia fechada. O que é preciso averiguar, é se esses exercícios estão sendo realizados em amplitudes de movimentos consideráveis, nas angulações articulares solicitadas com propósito de atenderem as diferentes direções de uma articulação, para realizar o treino em seguida. Como treino de mobilidade, precisaria ter sua natureza e nomenclatura justificada, e o fato de já ter um termo específico para referir a mobilização articular, seria apropriado, saber diferenciá-las. De fato, parece que a denominação exercícios de mobilidade, já se tornou uma modalidade prática, o que sem dúvidas será preciso de investigações científicas antes de tecer considerações contundentes sobre os efeitos de tal abordagem. Etimologicamente, oriunda do Latim, mobilitāte significa mobilidade, um corpo que pode mudar de lugar, com capacidade de se movimentar. A palavra mobilidade (mobility, em inglês e mobilität, em alemão) tem diversos contextos, por exemplo, os artigos encontrados no BIREME e Medline, descrevem mobilidade como movimentos em geral ou capacidade de se mover, e não como sinônimo de flexibilidade. Vários artigos ao se referirem às alterações no caminhar de idosos, denominam como alterações na mobilidade. Broussal-Derval e Ganneau (2019) livro “the modern art and science of mobilidade.
É impressionante ver “colegas” dizendo que exercícios aeróbios não emagrecem. O que você acha dessa afirmação? Claro que esse menino deve ter feito um controle alimentar (dieta), isso ajudou a potencializar os resultados de emagrecimento junto com os treinos aeróbios. Você concorda ou discorda que exercícios aeróbios ajudam no emagrecimento?
Que triste e decepcionante!!! Logo abaixo eu apresento os argumentos da utilização da Fisiologia do Exercício e da Bioquímica no futebol, inclusive discutimos fortemente essa temática nos cursos que ministramos na CBF Academy. Fisiologia: Entendimento da Resposta ao Exercício: A fisiologia do exercício permite compreender como o corpo reage a diferentes tipos de treinamento e jogos. Isso inclui o estudo das adaptações cardiovasculares, respiratórias, musculares e endócrinas ao esforço físico. Monitoramento da Carga de Treinamento: Ao monitorar variáveis fisiológicas como frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), lactato e percepção subjetiva de esforço (PSE), é possível ajustar a intensidade e o volume do treinamento para evitar o overtraining e reduzir o risco de lesões. Identificação de Fatores de Risco: A avaliação da força muscular, flexibilidade, composição corporal e capacidade aeróbica ajuda a identificar fatores de risco para lesões, permitindo a implementação de programas de prevenção personalizados. Otimização da Recuperação: A fisiologia auxilia no desenvolvimento de estratégias de recuperação eficazes, como sono adequado, nutrição balanceada, hidratação e técnicas de recuperação ativa e passiva (massagem, crioterapia, etc.). Bioquímica: Metabolismo Energético: O conhecimento dos processos bioquímicos que fornecem energia durante o exercício (glicólise, fosforilação oxidativa, etc.) é fundamental para otimizar o desempenho e a recuperação. A suplementação de creatina, carboidratos e outros nutrientes pode ser utilizada para melhorar a disponibilidade de energia e reduzir a fadiga. Estresse Oxidativo e Inflamação: O exercício intenso pode levar ao estresse oxidativo e à inflamação, que podem danificar as células musculares e aumentar o risco de lesões. A bioquímica ajuda a entender esses processos e a desenvolver(antioxidantes, ômega-3, etc.) para minimizá-los. Função Muscular e Reparo Tecidual: A bioquímica estuda as proteínas musculares (actina, miosina, etc.) e os processos de síntese proteica e reparo tecidual. O consumo adequado de proteínas e aminoácidos é essencial para a recuperação muscular.
Gostei bastante da animação feita pelo @henriqueluis.run Você sabia que pode otimizar seu treino cardiovascular trabalhando em diferentes intensidades? Conheça as 5 Zonas de Treino Aeróbio, baseadas na sua Frequência Cardíaca Máxima (FCM), e aprenda a usá-las a seu favor! 1. Zona 1: Recuperação (50-60% FCM) ��♀️ O que é: Treino muito leve. Para que serve: Aquecimento, desaquecimento e recuperação ativa. Ajuda a eliminar toxinas e preparar o corpo. 2. Zona 2: Queima de Gordura (60-70% FCM)🏃♂️ O que é:Treino leve a moderado. Você consegue conversar. Para que serve: Melhora a resistência básica e a eficiência do corpo em usar gordura como combustível. Ótima para treinos longos e de baixa intensidade. 3. Zona 3: Aeróbia (70-80% FCM) 🚴♀️ O que é: Treino moderado a intenso. A respiração fica mais pesada, mas ainda é sustentável. Para que serve: Aumenta a capacidade cardiovascular, melhora a resistência e a performance aeróbia geral. 4. Zona 4: Limiar (80-90% FCM)⚡ O que é: Treino intenso. Fica difícil conversar, você sente o esforço. Para que serve: Aumenta o limiar anaeróbio, ou seja, a capacidade de manter um ritmo alto por mais tempo antes da fadiga. Ideal para treinos intervalados e de velocidade. 5. Zona 5: Esforço Máximo (90-100% FCM)🔥 O que é: Esforço máximo, muito curto. Você não consegue falar. Para que serve: Melhora a velocidade e a potência máxima, além do VO2 máximo. Usada em treinos de sprint e alta intensidade. Saber em qual zona você está te ajuda a treinar #corridaderua de forma mais inteligente e eficiente para seus objetivos! 💪 #treino #personaltrainer #medicina #academia
Flexibilidade ou Mobilidade? Vários dos exercícios de mobilidade são similares aos exercícios de alongamento dinâmico, ainda, não é incomum, realizarem alongamento estático e denominarem de mobilidade. As denominações alongamento balanceado, alongamento dinâmico ou alongamento estático são nomes compostos, não demonstram uma sonoridade tão boa quanto a denominação “mobilidade”. Fundamental é o entendimento de que, os exercícios de mobilização articular são clássicos, utilizados pela medicina e a fisioterapia para suprimir uma ou mais articulações restritivas de movimentos. A técnica necessita da ajuda de um companheiro ou de um aparelho para estabilizar uma articulação e provocar tração, rolamento e deslizamento articular, no local específico da articulação restritiva. No caso da mobilidade referida atualmente, implica muitas vezes de exercícios balanceados e, em sua maioria, em cadeia fechada. O que é preciso averiguar, é se esses exercícios estão sendo realizados em amplitudes de movimentos consideráveis, nas angulações articulares solicitadas com propósito de atenderem as diferentes direções de uma articulação, para realizar o treino em seguida. Como treino de mobilidade, precisaria ter sua natureza e nomenclatura justificada, e o fato de já ter um termo específico para referir a mobilização articular, seria apropriado, saber diferenciá-las. De fato, parece que a denominação exercícios de mobilidade, já se tornou uma modalidade prática, o que sem dúvidas será preciso de investigações científicas antes de tecer considerações contundentes sobre os efeitos de tal abordagem. Etimologicamente, oriunda do Latim, mobilitāte significa mobilidade, um corpo que pode mudar de lugar, com capacidade de se movimentar. A palavra mobilidade (mobility, em inglês e mobilität, em alemão) tem diversos contextos, por exemplo, os artigos encontrados no BIREME e Medline, descrevem mobilidade como movimentos em geral ou capacidade de se mover, e não como sinônimo de flexibilidade. Vários artigos ao se referirem às alterações no caminhar de idosos, denominam como alterações na mobilidade. Broussal-Derval e Ganneau (2019) livro “the modern art and science of mobilidade.
É impressionante ver “colegas” dizendo que exercícios aeróbios não emagrecem. O que você acha dessa afirmação? Claro que esse menino deve ter feito um controle alimentar (dieta), isso ajudou a potencializar os resultados de emagrecimento junto com os treinos aeróbios. Você concorda ou discorda que exercícios aeróbios ajudam no emagrecimento?
Que triste e decepcionante!!! Logo abaixo eu apresento os argumentos da utilização da Fisiologia do Exercício e da Bioquímica no futebol, inclusive discutimos fortemente essa temática nos cursos que ministramos na CBF Academy. Fisiologia: Entendimento da Resposta ao Exercício: A fisiologia do exercício permite compreender como o corpo reage a diferentes tipos de treinamento e jogos. Isso inclui o estudo das adaptações cardiovasculares, respiratórias, musculares e endócrinas ao esforço físico. Monitoramento da Carga de Treinamento: Ao monitorar variáveis fisiológicas como frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), lactato e percepção subjetiva de esforço (PSE), é possível ajustar a intensidade e o volume do treinamento para evitar o overtraining e reduzir o risco de lesões. Identificação de Fatores de Risco: A avaliação da força muscular, flexibilidade, composição corporal e capacidade aeróbica ajuda a identificar fatores de risco para lesões, permitindo a implementação de programas de prevenção personalizados. Otimização da Recuperação: A fisiologia auxilia no desenvolvimento de estratégias de recuperação eficazes, como sono adequado, nutrição balanceada, hidratação e técnicas de recuperação ativa e passiva (massagem, crioterapia, etc.). Bioquímica: Metabolismo Energético: O conhecimento dos processos bioquímicos que fornecem energia durante o exercício (glicólise, fosforilação oxidativa, etc.) é fundamental para otimizar o desempenho e a recuperação. A suplementação de creatina, carboidratos e outros nutrientes pode ser utilizada para melhorar a disponibilidade de energia e reduzir a fadiga. Estresse Oxidativo e Inflamação: O exercício intenso pode levar ao estresse oxidativo e à inflamação, que podem danificar as células musculares e aumentar o risco de lesões. A bioquímica ajuda a entender esses processos e a desenvolver(antioxidantes, ômega-3, etc.) para minimizá-los. Função Muscular e Reparo Tecidual: A bioquímica estuda as proteínas musculares (actina, miosina, etc.) e os processos de síntese proteica e reparo tecidual. O consumo adequado de proteínas e aminoácidos é essencial para a recuperação muscular.
Gostei bastante da animação feita pelo @henriqueluis.run Você sabia que pode otimizar seu treino cardiovascular trabalhando em diferentes intensidades? Conheça as 5 Zonas de Treino Aeróbio, baseadas na sua Frequência Cardíaca Máxima (FCM), e aprenda a usá-las a seu favor! 1. Zona 1: Recuperação (50-60% FCM) ��♀️ O que é: Treino muito leve. Para que serve: Aquecimento, desaquecimento e recuperação ativa. Ajuda a eliminar toxinas e preparar o corpo. 2. Zona 2: Queima de Gordura (60-70% FCM)🏃♂️ O que é:Treino leve a moderado. Você consegue conversar. Para que serve: Melhora a resistência básica e a eficiência do corpo em usar gordura como combustível. Ótima para treinos longos e de baixa intensidade. 3. Zona 3: Aeróbia (70-80% FCM) 🚴♀️ O que é: Treino moderado a intenso. A respiração fica mais pesada, mas ainda é sustentável. Para que serve: Aumenta a capacidade cardiovascular, melhora a resistência e a performance aeróbia geral. 4. Zona 4: Limiar (80-90% FCM)⚡ O que é: Treino intenso. Fica difícil conversar, você sente o esforço. Para que serve: Aumenta o limiar anaeróbio, ou seja, a capacidade de manter um ritmo alto por mais tempo antes da fadiga. Ideal para treinos intervalados e de velocidade. 5. Zona 5: Esforço Máximo (90-100% FCM)🔥 O que é: Esforço máximo, muito curto. Você não consegue falar. Para que serve: Melhora a velocidade e a potência máxima, além do VO2 máximo. Usada em treinos de sprint e alta intensidade. Saber em qual zona você está te ajuda a treinar #corridaderua de forma mais inteligente e eficiente para seus objetivos! 💪 #treino #personaltrainer #medicina #academia
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