@draloreta
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GinOb CRM82282 RQE 41682 Mestre ➡️ UFRGS Pós graduação em : 1-endocrinologia 3-ginecologia endócrino(Sirio+Cetrus) 4-nutrologia 5-reprodução humana
É muito triste ver como se cria um alarde em torno de certas medicações, como se todo uso fosse automaticamente uma “bomba”. Quando isso vem de falas soltas, sem nenhum cuidado médico ou explicação adequada, o resultado é apenas confusão e medo. Há mulheres que dependem desses tratamentos para viver melhor, que confiam na ciência e nos médicos, e não merecem ter sua saúde colocada em dúvida por conta de julgamentos apressados. Chamar um remédio de “bomba” sem entender a dose, o motivo e o contexto em que ele é usado não é só injusto, é também um sinal de desinformação. Esse tipo de acusação gratuita não ajuda ninguém: não educa, não orienta, não protege. Pelo contrário, cria preconceito, distorce a realidade e desvaloriza o trabalho sério da medicina. É preciso responsabilidade com as palavras, porque por trás de cada tratamento existe uma pessoa que busca qualidade de vida. #Chipdabeleza #saudedamulher #gestrinonanaoebomba
🌟A progesterona cíclica é uma forma de usar o hormônio por apenas parte do mês, imitando o que acontece naturalmente no corpo quando a mulher ovula. 🚩Em um ciclo regular, o estrogênio cresce primeiro e faz o útero (endométrio) “engrossar”; depois da ovulação, entra a progesterona, que organiza esse tecido e o prepara para um possível início de gravidez. 🩸🩸Quando a ovulação não acontece — situação muito comum na perimenopausa — essa fase de progesterona falta, e o endométrio fica crescendo de maneira desordenada, o que favorece sangramentos mais intensos e irregulares.🩸🩸 No esquema de progesterona cíclica, a mulher toma o hormônio por 14 dias por mês, geralmente na segunda metade do ciclo. Essa pausa mensal não é um descuido: ela é intencional para “simular” a fase lútea do ciclo natural. Quando a progesterona é interrompida, ocorre um sangramento organizado, parecido com uma menstruação, em vez de escapes imprevisíveis ao longo do mês. Na prática, esse tipo de tratamento é muito útil para mulheres que têm ciclos irregulares ou fluxo muito volumoso, especialmente na transição para a menopausa. Ele não “para” o sangramento, mas o torna mais previsível e costuma reduzir o volume, além de proteger o útero do excesso de estímulo do estrogênio. #draloreta #saúdedamulher #reposiçãohormonal
A maternidade muda rotinas, prioridades e até a forma como nos enxergamos. No podcast, falamos sobre essa transformação sem romantizar e sem julgamento. 👉 O conteúdo completo está disponível no link da bio.
A discussão em torno da tirzepatida manipulada é, simultaneamente, técnica e econômica, porque envolve interesses industriais relevantes e uma tentativa de restringir o acesso a terapias metabólicas apenas às versões industrializadas, de alto custo. No entanto, as normas sanitárias brasileiras não proíbem a manipulação da tirzepatida. As Notas Técnicas ANVISA nº 92/2024 e ANVISA nº 200/2025 reconhecem expressamente a possibilidade de manipulação desde que a farmácia seja devidamente licenciada, utilize insumos com procedência comprovada e siga rigorosamente as Boas Práticas de Manipulação. Portanto, a argumentação técnica vigente não sustenta qualquer alegação de ilegalidade quando o processo é realizado dentro dos parâmetros regulatórios. Proibir indiscriminadamente significaria favorecer concentrações de mercado e impedir que pacientes com menor poder aquisitivo tenham acesso a terapias altamente eficazes. Sob a perspectiva clínica, a tirzepatida manipulada tem se mostrado uma alternativa eficaz, segura e de excelente resposta metabólica em pacientes devidamente selecionados e acompanhados, inclusive na minha experiência assistencial pessoal e familiar. O custo significativamente mais acessível permite adesão prolongada, que é determinante para o sucesso terapêutico na obesidade e nas doenças metabólicas. O ponto central não é a proibição, mas sim a responsabilidade técnica: prescrição médica criteriosa, acompanhamento contínuo, monitorização laboratorial e seleção de farmácias idôneas e licenciadas, capazes de garantir pureza, estabilidade e rastreabilidade do insumo. Dentro da legalidade e do controle médico adequado, a tirzepatida manipulada representa um instrumento legítimo de equidade terapêutica, alinhado tanto à regulamentação sanitária quanto ao dever ético de ampliar o acesso a tratamentos eficazes. #draloreta #saúdedamulher
Você já ouviu falar em autocoleta? É isso que aparece nesse vídeo ✨ Ela funciona com um dispositivo que você introduz no canal vaginal até um limitador de segurança, bem parecido com quando a gente coloca um absorvente interno (tipo OB). Esse limitador ajuda a alcançar uma região bem próxima do colo do útero sem risco de inserir demais. A coleta acontece por fricção e rotação de um material coletor (pode ter cerdas, esponja ou tecido absorvente). Isso faz com que células e secreções da mucosa vaginal/cervical sejam retidas no coletor — e depois vão para análise. O mais interessante? 💡 As evidências mostram que, quando o dispositivo é validado, a autocoleta pode ter boa acurácia, com desempenho semelhante ao da coleta feita por um profissional para detectar HPV-DNA. E tem outro ponto importante: ela costuma ter alta aceitabilidade e pode aumentar a adesão ao rastreamento, principalmente pra quem não gosta do espéculo, sente dor, ansiedade ou constrangimento. ✨ Um novo caminho para ampliar o cuidado e fortalecer a prevenção do câncer do colo do útero está chegando. #draloreta #saúdedamulher #reposiçãohormonal
É muito triste ver como se cria um alarde em torno de certas medicações, como se todo uso fosse automaticamente uma “bomba”. Quando isso vem de falas soltas, sem nenhum cuidado médico ou explicação adequada, o resultado é apenas confusão e medo. Há mulheres que dependem desses tratamentos para viver melhor, que confiam na ciência e nos médicos, e não merecem ter sua saúde colocada em dúvida por conta de julgamentos apressados. Chamar um remédio de “bomba” sem entender a dose, o motivo e o contexto em que ele é usado não é só injusto, é também um sinal de desinformação. Esse tipo de acusação gratuita não ajuda ninguém: não educa, não orienta, não protege. Pelo contrário, cria preconceito, distorce a realidade e desvaloriza o trabalho sério da medicina. É preciso responsabilidade com as palavras, porque por trás de cada tratamento existe uma pessoa que busca qualidade de vida. #Chipdabeleza #saudedamulher #gestrinonanaoebomba
🌟A progesterona cíclica é uma forma de usar o hormônio por apenas parte do mês, imitando o que acontece naturalmente no corpo quando a mulher ovula. 🚩Em um ciclo regular, o estrogênio cresce primeiro e faz o útero (endométrio) “engrossar”; depois da ovulação, entra a progesterona, que organiza esse tecido e o prepara para um possível início de gravidez. 🩸🩸Quando a ovulação não acontece — situação muito comum na perimenopausa — essa fase de progesterona falta, e o endométrio fica crescendo de maneira desordenada, o que favorece sangramentos mais intensos e irregulares.🩸🩸 No esquema de progesterona cíclica, a mulher toma o hormônio por 14 dias por mês, geralmente na segunda metade do ciclo. Essa pausa mensal não é um descuido: ela é intencional para “simular” a fase lútea do ciclo natural. Quando a progesterona é interrompida, ocorre um sangramento organizado, parecido com uma menstruação, em vez de escapes imprevisíveis ao longo do mês. Na prática, esse tipo de tratamento é muito útil para mulheres que têm ciclos irregulares ou fluxo muito volumoso, especialmente na transição para a menopausa. Ele não “para” o sangramento, mas o torna mais previsível e costuma reduzir o volume, além de proteger o útero do excesso de estímulo do estrogênio. #draloreta #saúdedamulher #reposiçãohormonal
A maternidade muda rotinas, prioridades e até a forma como nos enxergamos. No podcast, falamos sobre essa transformação sem romantizar e sem julgamento. 👉 O conteúdo completo está disponível no link da bio.
A discussão em torno da tirzepatida manipulada é, simultaneamente, técnica e econômica, porque envolve interesses industriais relevantes e uma tentativa de restringir o acesso a terapias metabólicas apenas às versões industrializadas, de alto custo. No entanto, as normas sanitárias brasileiras não proíbem a manipulação da tirzepatida. As Notas Técnicas ANVISA nº 92/2024 e ANVISA nº 200/2025 reconhecem expressamente a possibilidade de manipulação desde que a farmácia seja devidamente licenciada, utilize insumos com procedência comprovada e siga rigorosamente as Boas Práticas de Manipulação. Portanto, a argumentação técnica vigente não sustenta qualquer alegação de ilegalidade quando o processo é realizado dentro dos parâmetros regulatórios. Proibir indiscriminadamente significaria favorecer concentrações de mercado e impedir que pacientes com menor poder aquisitivo tenham acesso a terapias altamente eficazes. Sob a perspectiva clínica, a tirzepatida manipulada tem se mostrado uma alternativa eficaz, segura e de excelente resposta metabólica em pacientes devidamente selecionados e acompanhados, inclusive na minha experiência assistencial pessoal e familiar. O custo significativamente mais acessível permite adesão prolongada, que é determinante para o sucesso terapêutico na obesidade e nas doenças metabólicas. O ponto central não é a proibição, mas sim a responsabilidade técnica: prescrição médica criteriosa, acompanhamento contínuo, monitorização laboratorial e seleção de farmácias idôneas e licenciadas, capazes de garantir pureza, estabilidade e rastreabilidade do insumo. Dentro da legalidade e do controle médico adequado, a tirzepatida manipulada representa um instrumento legítimo de equidade terapêutica, alinhado tanto à regulamentação sanitária quanto ao dever ético de ampliar o acesso a tratamentos eficazes. #draloreta #saúdedamulher
Você já ouviu falar em autocoleta? É isso que aparece nesse vídeo ✨ Ela funciona com um dispositivo que você introduz no canal vaginal até um limitador de segurança, bem parecido com quando a gente coloca um absorvente interno (tipo OB). Esse limitador ajuda a alcançar uma região bem próxima do colo do útero sem risco de inserir demais. A coleta acontece por fricção e rotação de um material coletor (pode ter cerdas, esponja ou tecido absorvente). Isso faz com que células e secreções da mucosa vaginal/cervical sejam retidas no coletor — e depois vão para análise. O mais interessante? 💡 As evidências mostram que, quando o dispositivo é validado, a autocoleta pode ter boa acurácia, com desempenho semelhante ao da coleta feita por um profissional para detectar HPV-DNA. E tem outro ponto importante: ela costuma ter alta aceitabilidade e pode aumentar a adesão ao rastreamento, principalmente pra quem não gosta do espéculo, sente dor, ansiedade ou constrangimento. ✨ Um novo caminho para ampliar o cuidado e fortalecer a prevenção do câncer do colo do útero está chegando. #draloreta #saúdedamulher #reposiçãohormonal
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