@claudioschneiderbr
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Liderança e Comunicação Há 23 anos formando empresários e gestores Falo do que eu vivo: 2.500+ empresas assessoradas. 🔥 Movimento Líder Magnético 🔻
ATENÇÃO: Este vídeo é uma análise de narrativa. Não tenho por objetivo confrontar os dois, pois ambos são gigantes. Bem pelo contrário, quero mostrar para você como é possível desenvolver uma narrativa de discordância respeitosa, que não gere atritos. Durante o vídeo eu explico cada elemento usado nessa narrativa. O que o Paulo Muzy utilizou no vídeo (consciente ou inconsciente) são alguns princípios da comunicação assertiva. Ele tem um objetivo claro com a sua fala, e sabe que se gerar atritos, não conseguirá cumprir o seu objetivo. Portanto, ele precisa comunicar a sua ideia de uma forma que o outro perceba a importância e concorde de forma consciente. Considero essa abordagem muito inteligente e elegante. E é muito possível de ser feita diariamente com a sua equipe. Uma das características mais importantes de um líder é saber se comunicar corretamente. Se você é líder, já salve esse vídeo e anote os princípios para utilizar no seu dia-a-dia. Estarei abrindo, em breve, o curso de Liderança e Comunicação. Digite COMUNICA para se inscrever na lista VIP e receber as primeiras ofertas. @paulomuzy @pablomarcal1
Veja como o Paulo Musi discorda do Pablo Marçal de forma elegante e inteligente. Eu posso te oferecer um raciocínio diferente? Claro, claro. Primeiro ele pede permissão para contribuir com um raciocínio diferente. Não que eu acredito que você tem razão na percepção que você traz, mas eu acho que você deixa muito claro suas posições. Ele valoriza a visão do Pablo, respeitando
O objetivo do Post não é falar sobre a entrevista e essas pessoas, mas ilustrar a ocasião e ajudar você a resolver esse problema de forma assertiva. Nesse caso do vídeo, é um programa de auditório que é movido por polêmica, e as pessoas estão expostas a isso, mas a situação ilustra muito bem ocasiões que podem ocorrer na sua empresa. Saber lidar com situações tensas também é uma habilidade necessária para qualquer profissional. Infelizmente não estamos livres de passivos-agressivos, no nosso dia-a-dia. Essas pessoas, em tom de brincadeira, criam situações de desconforto, expondo e constrangendo pessoas. Elas parecem pacíficas, mas possuem intenções agressivas. Muitos se utilizam da ironia e do sarcasmo para atacar sem que você perceba. Nessas horas não dá para ser sutil, é preciso se impor, para que as máscaras caiam. No entanto, se você se emocionar, poderá perder a razão e ele ficará contente pois conseguiu o que queria. Por isso eu sugiro que você tenha autocontrole e não caia na provocação. Ao invés disso, devolva o assunto à pessoa com firmeza vocal e olhar de seriedade. Estarei abrindo, em breve, o curso de Liderança e Comunicação. Digite COMUNICA para se inscrever na lista VIP e receber as primeiras ofertas. @cesarmenotti
Você sabe o que é um passivo agressivo? Passivo agressivo é aquela pessoa que tenta te atacar de forma sutil ou em tom de brincadeira.
Já percebeu como em muitos debates a emoção toma o lugar da razão? Quando isso acontece, não há diálogo, só confronto. E no confronto ninguém ganha de verdade, porque o objetivo deixa de ser encontrar a melhor solução e passa a ser apenas “quem grita mais alto”. O problema é que na vida real, seja em negócios ou em liderança, perder o controle é perder o jogo. Não importa se você tem bons argumentos, se sua visão é clara e se sua ideia faz sentido. Se você deixa a emoção tomar conta, quem está de fora só enxerga desequilíbrio. No vídeo que você acabou de assistir, vimos exatamente esse choque: de um lado, quem buscava defender uma posição; do outro, quem só queria atacar. Resultado? Discussão vazia, muito barulho e pouco avanço. O mais curioso é que, em meio ao caos, uma lição poderosa ficou clara: existe uma grande diferença entre confronto e conflito. O confronto é movido por vaidade. O conflito, quando bem conduzido, é movido pela busca da verdade. E é aqui que entra a habilidade de um verdadeiro líder: transformar momentos de tensão em oportunidades de crescimento, conduzir conversas difíceis sem perder a firmeza e mostrar que clareza sempre vale mais do que gritos. No fim, não vence quem fala mais alto, mas quem consegue ouvir, refletir e responder com inteligência. Essa é a postura que gera respeito, fortalece relacionamentos e constrói resultados sólidos. Se você acredita que liderança é sobre comunicação clara e inteligente, curta este post e siga o perfil para mais reflexões como essa. Parabéns, @gutogalamba pelo seu posicionamento.
Você já tentou conversar com alguém e percebeu que a pessoa estava mais interessada no que acontecia ao redor do que no que você dizia? É frustrante. No vídeo acima, um jogador interrompe a entrevista para chamar a atenção do repórter. Pode até parecer irrelevante, mas no mundo dos negócios isso custa caro. A comunicação é um dos pilares da liderança. Quando você não está 100% presente, a mensagem que passa é simples: “o que você está dizendo não é importante para mim”. E, nesse momento, você perde não só a informação, mas também a confiança e o respeito da outra pessoa. Com clientes, parceiros ou equipe, estar presente é mais do que uma questão de educação, é uma estratégia. Desligar o celular, manter contato visual, ouvir de verdade. Isso cria conexão, fortalece relacionamentos e abre portas para oportunidades que você nem imaginava. No fim das contas, as pessoas se interessam por quem se interessa nelas. E isso, no mundo empresarial, vale mais do que muitos imaginam. Se concorda, curta este post e siga a página para mais conteúdos que vão ajudar você a liderar melhor e construir relações sólidas nos negócios.
Você já pensou como reagiria se alguém que você admira muito criticasse o seu trabalho? A maioria das pessoas se sentiria na obrigação de rebater, justificar ou até contra-atacar. Mas nem sempre essa é a melhor escolha. Tempo atrás, o DJ Alok foi criticado por Fagner, um ícone da música brasileira, que usou uma figura de linguagem para dizer que colocar um milhão de pessoas em um show era um “desequilíbrio ambiental”, ou seja, algo absurdo, fora do natural. A resposta de Alok foi surpreendente: ele começou reconhecendo e valorizando a história e a importância de Fagner para a cultura nordestina. Admitiu que o cantor é mais talentoso musicalmente. Disse que tudo bem ele pensar diferente. E parou por aí. Nada de ataques, nada de justificativas exageradas. Apenas respeito e segurança sobre quem ele é. Resultado? Os comentários, em sua maioria, elogiaram a postura de Alok. Ele transformou uma crítica em admiração. No mundo dos negócios, isso vale ouro. Líderes que sabem lidar com críticas preservam sua imagem, ganham respeito e fortalecem relacionamentos. Comunicação assertiva não é sobre “ganhar discussões”, é sobre se posicionar com maturidade e inteligência. Você está pronto para fazer isso na sua empresa? Se este post te fez pensar, curta e compartilhe para inspirar outros líderes.
ATENÇÃO: Este vídeo é uma análise de narrativa. Não tenho por objetivo confrontar os dois, pois ambos são gigantes. Bem pelo contrário, quero mostrar para você como é possível desenvolver uma narrativa de discordância respeitosa, que não gere atritos. Durante o vídeo eu explico cada elemento usado nessa narrativa. O que o Paulo Muzy utilizou no vídeo (consciente ou inconsciente) são alguns princípios da comunicação assertiva. Ele tem um objetivo claro com a sua fala, e sabe que se gerar atritos, não conseguirá cumprir o seu objetivo. Portanto, ele precisa comunicar a sua ideia de uma forma que o outro perceba a importância e concorde de forma consciente. Considero essa abordagem muito inteligente e elegante. E é muito possível de ser feita diariamente com a sua equipe. Uma das características mais importantes de um líder é saber se comunicar corretamente. Se você é líder, já salve esse vídeo e anote os princípios para utilizar no seu dia-a-dia. Estarei abrindo, em breve, o curso de Liderança e Comunicação. Digite COMUNICA para se inscrever na lista VIP e receber as primeiras ofertas. @paulomuzy @pablomarcal1
Veja como o Paulo Musi discorda do Pablo Marçal de forma elegante e inteligente. Eu posso te oferecer um raciocínio diferente? Claro, claro. Primeiro ele pede permissão para contribuir com um raciocínio diferente. Não que eu acredito que você tem razão na percepção que você traz, mas eu acho que você deixa muito claro suas posições. Ele valoriza a visão do Pablo, respeitando
O objetivo do Post não é falar sobre a entrevista e essas pessoas, mas ilustrar a ocasião e ajudar você a resolver esse problema de forma assertiva. Nesse caso do vídeo, é um programa de auditório que é movido por polêmica, e as pessoas estão expostas a isso, mas a situação ilustra muito bem ocasiões que podem ocorrer na sua empresa. Saber lidar com situações tensas também é uma habilidade necessária para qualquer profissional. Infelizmente não estamos livres de passivos-agressivos, no nosso dia-a-dia. Essas pessoas, em tom de brincadeira, criam situações de desconforto, expondo e constrangendo pessoas. Elas parecem pacíficas, mas possuem intenções agressivas. Muitos se utilizam da ironia e do sarcasmo para atacar sem que você perceba. Nessas horas não dá para ser sutil, é preciso se impor, para que as máscaras caiam. No entanto, se você se emocionar, poderá perder a razão e ele ficará contente pois conseguiu o que queria. Por isso eu sugiro que você tenha autocontrole e não caia na provocação. Ao invés disso, devolva o assunto à pessoa com firmeza vocal e olhar de seriedade. Estarei abrindo, em breve, o curso de Liderança e Comunicação. Digite COMUNICA para se inscrever na lista VIP e receber as primeiras ofertas. @cesarmenotti
Você sabe o que é um passivo agressivo? Passivo agressivo é aquela pessoa que tenta te atacar de forma sutil ou em tom de brincadeira.
Já percebeu como em muitos debates a emoção toma o lugar da razão? Quando isso acontece, não há diálogo, só confronto. E no confronto ninguém ganha de verdade, porque o objetivo deixa de ser encontrar a melhor solução e passa a ser apenas “quem grita mais alto”. O problema é que na vida real, seja em negócios ou em liderança, perder o controle é perder o jogo. Não importa se você tem bons argumentos, se sua visão é clara e se sua ideia faz sentido. Se você deixa a emoção tomar conta, quem está de fora só enxerga desequilíbrio. No vídeo que você acabou de assistir, vimos exatamente esse choque: de um lado, quem buscava defender uma posição; do outro, quem só queria atacar. Resultado? Discussão vazia, muito barulho e pouco avanço. O mais curioso é que, em meio ao caos, uma lição poderosa ficou clara: existe uma grande diferença entre confronto e conflito. O confronto é movido por vaidade. O conflito, quando bem conduzido, é movido pela busca da verdade. E é aqui que entra a habilidade de um verdadeiro líder: transformar momentos de tensão em oportunidades de crescimento, conduzir conversas difíceis sem perder a firmeza e mostrar que clareza sempre vale mais do que gritos. No fim, não vence quem fala mais alto, mas quem consegue ouvir, refletir e responder com inteligência. Essa é a postura que gera respeito, fortalece relacionamentos e constrói resultados sólidos. Se você acredita que liderança é sobre comunicação clara e inteligente, curta este post e siga o perfil para mais reflexões como essa. Parabéns, @gutogalamba pelo seu posicionamento.
Você já tentou conversar com alguém e percebeu que a pessoa estava mais interessada no que acontecia ao redor do que no que você dizia? É frustrante. No vídeo acima, um jogador interrompe a entrevista para chamar a atenção do repórter. Pode até parecer irrelevante, mas no mundo dos negócios isso custa caro. A comunicação é um dos pilares da liderança. Quando você não está 100% presente, a mensagem que passa é simples: “o que você está dizendo não é importante para mim”. E, nesse momento, você perde não só a informação, mas também a confiança e o respeito da outra pessoa. Com clientes, parceiros ou equipe, estar presente é mais do que uma questão de educação, é uma estratégia. Desligar o celular, manter contato visual, ouvir de verdade. Isso cria conexão, fortalece relacionamentos e abre portas para oportunidades que você nem imaginava. No fim das contas, as pessoas se interessam por quem se interessa nelas. E isso, no mundo empresarial, vale mais do que muitos imaginam. Se concorda, curta este post e siga a página para mais conteúdos que vão ajudar você a liderar melhor e construir relações sólidas nos negócios.
Você já pensou como reagiria se alguém que você admira muito criticasse o seu trabalho? A maioria das pessoas se sentiria na obrigação de rebater, justificar ou até contra-atacar. Mas nem sempre essa é a melhor escolha. Tempo atrás, o DJ Alok foi criticado por Fagner, um ícone da música brasileira, que usou uma figura de linguagem para dizer que colocar um milhão de pessoas em um show era um “desequilíbrio ambiental”, ou seja, algo absurdo, fora do natural. A resposta de Alok foi surpreendente: ele começou reconhecendo e valorizando a história e a importância de Fagner para a cultura nordestina. Admitiu que o cantor é mais talentoso musicalmente. Disse que tudo bem ele pensar diferente. E parou por aí. Nada de ataques, nada de justificativas exageradas. Apenas respeito e segurança sobre quem ele é. Resultado? Os comentários, em sua maioria, elogiaram a postura de Alok. Ele transformou uma crítica em admiração. No mundo dos negócios, isso vale ouro. Líderes que sabem lidar com críticas preservam sua imagem, ganham respeito e fortalecem relacionamentos. Comunicação assertiva não é sobre “ganhar discussões”, é sobre se posicionar com maturidade e inteligência. Você está pronto para fazer isso na sua empresa? Se este post te fez pensar, curta e compartilhe para inspirar outros líderes.
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