@duduhaluch
5.1Kposts
409.9Kfollowers
378following
Nutricionista Professor, coordenador da pós-graduação @uniguacubrasil Sócio @nutriflixoficial Consultor @growthsupplements LIVROS, EBOOKS e consulta
This account appears as recommended in the profiles of these creators:
Eu estudo
Que tamanho isso aí, cara? Amino ácido durante o treino, é bom pra reposição. Não serve pra nada isso aí. Como é que você sabe? Você nem treina. Eu estudo.
USO TEMPORÁRIO, RESULTADO TEMPORÁRIO Fármacos agonistas de GLP-1 são potentes para reduzir o peso e a gordura corporal, principalmente por reduzirem o apetite e, consequentemente, a ingestão calórica. Com a interrupção do fármaco a tendência é que ocorra um grande aumento do apetite, que pode gerar episódios de descontrole alimentar e bastante reganho de peso, o que já é esperado com qualquer intervenção que promova perda de peso. Em pessoas com obesidade o tratamento desses fármacos deve ser crônico, uma vez que a obesidade é uma doença crônica e a perda de peso aumenta o apetite. Em pessoas sem obesidade o uso temporário para emagrecimento pode ser um problema maior. Análises de estudos em humanos magros que perdem peso e depois passam por um processo de realimentação e reganho de peso mostram que a recuperação da massa gorda ocorre de forma mais rápida que a recuperação da massa magra, ou seja, existe uma “dessincronização temporal” na recuperação do tecido adiposo vs. tecido magro, o que resulta em um descontrole alimentar temporário (hiperfagia), que faz com que os indivíduos continuem comendo de forma persistente, ganhando peso e acumulando gordura até que ocorra a completa recuperação da massa livre de gordura (MLG). A superalimentação após uma dieta muito restritiva é comum no contexto do fisiculturismo, onde atletas perdem muito peso e gordura, atingindo percentuais de gordura extremamente baixos (~ 4-5% para homens, ~ 7-8% para mulheres). Referências: Livro Emagrecimento e Metabolismo. Dudu Haluch, 2021. Continued Treatment With Tirzepatide for Maintenance of Weight Reduction in Adults With Obesity: The SURMOUNT-4 Randomized Clinical Trial Louis J Aronne et al. JAMA. 2024. Hoje é o último dia da promoção dos meus livros. Link pra comprar no meu perfil do Instagram.
FAÇA CARDIO SEMPRE! Trecho da minha aula da pós-graduação Nutrição Esportiva e Hipertrofia da UNIGUAÇU O exercício aeróbico é um dos estímulos metabólicos mais potentes para a saúde cardiometabólica. Durante o cardio, o aumento da razão AMP/ATP ativa a AMPK, que melhora a captação de glicose, estimula a oxidação de gorduras e freia o acúmulo de energia em vias como a lipogênese hepática. Isso reduz resistência à insulina, triglicerídeos, gordura hepática e desregulação glicêmica. Ao mesmo tempo, há interação com vias de longevidade, com maior atividade de SIRT1, aumento de NAD⁺ e ativação do PGC-1α, promovendo biogênese mitocondrial e maior eficiência energética. O resultado é mais flexibilidade metabólica e menor estresse metabólico crônico, base da proteção contra diabetes tipo 2 e doença cardiovascular. Outro eixo central é o equilíbrio redox e vascular. O aumento transitório de espécies reativas de oxigênio durante o exercício atua como hormese, ativando defesas via Nrf2 e elevando enzimas antioxidantes (SOD, catalase e glutationa peroxidase). Paralelamente, miocinas liberadas pelo músculo exercem efeitos anti-inflamatórios sistêmicos, enquanto a função endotelial melhora, favorecendo vasodilatação e saúde arterial. Em conjunto, cardio regular modula sinalização energética, função mitocondrial, controle glicêmico, perfil lipídico e ambiente inflamatório, um pacote integrado de proteção cardiometabólica. Mas a mesma lógica é dependente de dose: quando o volume é extremo e crônico — como em ultramaratonas frequentes, Ironmans sucessivos ou horas diárias de cardio intenso com baixa disponibilidade energética — o estímulo deixa de ser hormético. Pode surgir deficiência energética relativa (RED-S), com queda hormonal, perda de massa muscular e prejuízo imunológico; além disso, há associação em parte dos atletas com maior risco de fibrilação atrial, remodelamento cardíaco adverso e estresse oxidativo persistente. Assim, o cardio é um dos pilares da saúde, mas dentro da lógica da longevidade a meta é estimular sem esgotar: volume moderado, recuperação adequada e combinação com treino de força, mantendo os benefícios metabólicos sem cair na sobrecarga crônica.
FAÇA CARDIO SEMPRE🤓📚 TRECHO DA MINHA AULA NA PÓS-GRADUAÇÃO EMAGRECIMENTO E METABOLISMO DA @uniguacubrasil Mais informações sobre meus cursos de pós-graduação pelo WhatsApp 62 99648-4976 (fala que veio pelo meu perfil)
INTRA-TREINO NA MUSCULAÇÃO É FANTASIA SEJAM BEM VINDOS 😍🔥 HOJE É O ÚLTIMO DIA DA PROMOÇÃO DOS MEUS LIVROS. LINK PRA NO MEU PERFIL DO INSTAGRAM.
Eu estudo
Que tamanho isso aí, cara? Amino ácido durante o treino, é bom pra reposição. Não serve pra nada isso aí. Como é que você sabe? Você nem treina. Eu estudo.
USO TEMPORÁRIO, RESULTADO TEMPORÁRIO Fármacos agonistas de GLP-1 são potentes para reduzir o peso e a gordura corporal, principalmente por reduzirem o apetite e, consequentemente, a ingestão calórica. Com a interrupção do fármaco a tendência é que ocorra um grande aumento do apetite, que pode gerar episódios de descontrole alimentar e bastante reganho de peso, o que já é esperado com qualquer intervenção que promova perda de peso. Em pessoas com obesidade o tratamento desses fármacos deve ser crônico, uma vez que a obesidade é uma doença crônica e a perda de peso aumenta o apetite. Em pessoas sem obesidade o uso temporário para emagrecimento pode ser um problema maior. Análises de estudos em humanos magros que perdem peso e depois passam por um processo de realimentação e reganho de peso mostram que a recuperação da massa gorda ocorre de forma mais rápida que a recuperação da massa magra, ou seja, existe uma “dessincronização temporal” na recuperação do tecido adiposo vs. tecido magro, o que resulta em um descontrole alimentar temporário (hiperfagia), que faz com que os indivíduos continuem comendo de forma persistente, ganhando peso e acumulando gordura até que ocorra a completa recuperação da massa livre de gordura (MLG). A superalimentação após uma dieta muito restritiva é comum no contexto do fisiculturismo, onde atletas perdem muito peso e gordura, atingindo percentuais de gordura extremamente baixos (~ 4-5% para homens, ~ 7-8% para mulheres). Referências: Livro Emagrecimento e Metabolismo. Dudu Haluch, 2021. Continued Treatment With Tirzepatide for Maintenance of Weight Reduction in Adults With Obesity: The SURMOUNT-4 Randomized Clinical Trial Louis J Aronne et al. JAMA. 2024. Hoje é o último dia da promoção dos meus livros. Link pra comprar no meu perfil do Instagram.
FAÇA CARDIO SEMPRE! Trecho da minha aula da pós-graduação Nutrição Esportiva e Hipertrofia da UNIGUAÇU O exercício aeróbico é um dos estímulos metabólicos mais potentes para a saúde cardiometabólica. Durante o cardio, o aumento da razão AMP/ATP ativa a AMPK, que melhora a captação de glicose, estimula a oxidação de gorduras e freia o acúmulo de energia em vias como a lipogênese hepática. Isso reduz resistência à insulina, triglicerídeos, gordura hepática e desregulação glicêmica. Ao mesmo tempo, há interação com vias de longevidade, com maior atividade de SIRT1, aumento de NAD⁺ e ativação do PGC-1α, promovendo biogênese mitocondrial e maior eficiência energética. O resultado é mais flexibilidade metabólica e menor estresse metabólico crônico, base da proteção contra diabetes tipo 2 e doença cardiovascular. Outro eixo central é o equilíbrio redox e vascular. O aumento transitório de espécies reativas de oxigênio durante o exercício atua como hormese, ativando defesas via Nrf2 e elevando enzimas antioxidantes (SOD, catalase e glutationa peroxidase). Paralelamente, miocinas liberadas pelo músculo exercem efeitos anti-inflamatórios sistêmicos, enquanto a função endotelial melhora, favorecendo vasodilatação e saúde arterial. Em conjunto, cardio regular modula sinalização energética, função mitocondrial, controle glicêmico, perfil lipídico e ambiente inflamatório, um pacote integrado de proteção cardiometabólica. Mas a mesma lógica é dependente de dose: quando o volume é extremo e crônico — como em ultramaratonas frequentes, Ironmans sucessivos ou horas diárias de cardio intenso com baixa disponibilidade energética — o estímulo deixa de ser hormético. Pode surgir deficiência energética relativa (RED-S), com queda hormonal, perda de massa muscular e prejuízo imunológico; além disso, há associação em parte dos atletas com maior risco de fibrilação atrial, remodelamento cardíaco adverso e estresse oxidativo persistente. Assim, o cardio é um dos pilares da saúde, mas dentro da lógica da longevidade a meta é estimular sem esgotar: volume moderado, recuperação adequada e combinação com treino de força, mantendo os benefícios metabólicos sem cair na sobrecarga crônica.
FAÇA CARDIO SEMPRE🤓📚 TRECHO DA MINHA AULA NA PÓS-GRADUAÇÃO EMAGRECIMENTO E METABOLISMO DA @uniguacubrasil Mais informações sobre meus cursos de pós-graduação pelo WhatsApp 62 99648-4976 (fala que veio pelo meu perfil)
INTRA-TREINO NA MUSCULAÇÃO É FANTASIA SEJAM BEM VINDOS 😍🔥 HOJE É O ÚLTIMO DIA DA PROMOÇÃO DOS MEUS LIVROS. LINK PRA NO MEU PERFIL DO INSTAGRAM.
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to Pro