@vanessacesnik
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Dra. em Psicologia pela USP Nada do que acontece na sua vida é por acaso. Você escolhe isso sem perceber.
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Você diz que quer mais dinheiro. Mas tem medo do que os outros vão pensar. Vergonha de ser visto como “metido”. Culpa por ter mais que a sua família. No fundo, é mais fácil continuar apertado do que lidar com o prazer de prosperar. É… dinheiro também é prazer. E se você tem bloqueio com o prazer, vai continuar escolhendo não ter dinheiro. 👉 Quer destravar isso? Clica no link da bio e entra no Comando da Sua Vida.
E se o prazer que você sente na vida e na cama tivesse relação direta com a quantia de dinheiro que entra na sua casa? Não estou falando de magia, nem de autoajuda. Estamos falando da sua RUALI, o combustível de vida que movimenta suas escolhas e sustenta sua energia para construir o que deseja. Uma mulher desconectada do próprio prazer vive travada. Travada pra sonhar. Travada pra realizar. Travada pra receber. Quando a culpa, o medo e a vergonha estão no comando, o corpo desliga. A mente sabota. O dinheiro escapa. Porque quem não sustenta o prazer… sustenta a falta. E quem não desbloqueia a própria RUALI… vive no automático, atraindo situações que reforçam o estado de sobrevivência. Quer destravar esse ciclo? Então começa olhando para o que está bloqueado aí dentro. O prazer não é um luxo. É uma necessidade vital. E você merece viver com mais energia, mais realização e mais dinheiro circulando por consequência disso. Qual seria o resultado na sua vida?
Diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és. As pessoas que estão perto de você refletem as suas escolhas, sejam elas boas ou ruins. E quanto pior a pessoa que permanece ao seu lado, mais ela se encaixa em algum vício existencial que você ainda não conseguiu romper. O que essa pessoa faz que te tira do rumo? Que te chateia? Que te magoa? O que isso reflete sobre você? Relacionamentos não são coincidência, são consequência das escolhas que você faz todos os dias. O que você vai escolher hoje?
Tem mulher que passa a vida inteira achando que tem defeito. Mais de 50 anos sem prazer de verdade na cama. Mais de 50 anos achando que “isso não é pra mim”. Ou que “não dei sorte no marido”. Ou que “algumas nasceram sem isso mesmo”. Mas quando a gente puxa o fio da história… O que aparece não é falta de sorte. É um nó lá de trás. Ela foi tocada indevidamente pelo tio quando ainda era criança. Sentiu vergonha. Sentiu medo. Sentiu culpa por ter sentido alguma coisa. E foi ali que ela aprendeu a calar o corpo. A trancar o prazer. A se esconder de si mesma. Só que isso não ficou só na cama. Foi travando tudo. A autoestima. A coragem. A capacidade de se sentir viva. Ninguém contou pra ela que era possível se curar. Só ensinaram a sobreviver. E aí o mundo virou um lugar onde ela só fazia o que era certo, mas nunca o que dava prazer. Tem gente vendendo “como enlouquecer um homem na cama”. Mas o que essa mulher precisava era aprender a se enlouquecer. Se tocar com amor. Se ver com desejo. Se escolher. O prazer não foi perdido. Ele foi bloqueado. E dá pra destravar. Maria, Ana, Paula, Juliana… Se essa história te lembrou da sua, eu posso te mostrar por onde começar. No Desafio de 38 Dias, você vai mergulhar em você mesma. Não pra agradar alguém. Mas pra sentir. Na vida. Na cama. Na alma. E aí? Você tem coragem de descobrir o prazer dentro de você?
Todo super-herói precisa de um super-vilão. Essa é a lógica dos filmes… mas também é a lógica da vida de muita gente. Quando alguém escolhe viver como o salvador de todo mundo, acaba atraindo vilões cada vez maiores para a própria vida. É como se o papel de herói só existisse se houver sempre um problema gigante para enfrentar. Esses vilões não aparecem com capa e máscara. Eles chegam como crises que sugam sua energia, tempo e saúde. Podem ser pessoas que nunca assumem responsabilidade e sempre jogam peso nas suas costas. Podem ser problemas financeiros que surgem quando você tenta carregar mais do que aguenta. Podem ser doenças que aparecem quando o corpo não encontra outra forma de parar você. Quanto mais você insiste em salvar todo mundo, mais vilões surgem. E essa batalha nunca tem fim, porque sempre vai existir um novo problema para resolver. No fundo, o vício em ser herói é o que mantém os vilões vivos. O problema não é ser generoso ou ajudar quem você ama. O problema é transformar isso na sua identidade, como se você só tivesse valor quando estivesse apagando incêndios. E aí a sua vida precisa inventar dramas sem fim para você continuar nesse papel. A verdadeira força não está em enfrentar vilões cada vez maiores. Está em parar de precisar deles para se sentir importante. E você, olhando para a sua vida hoje, tem vivido como herói numa guerra sem fim ou já decidiu que dá para viver bem sem precisar de vilão?
Você diz que quer mais dinheiro. Mas tem medo do que os outros vão pensar. Vergonha de ser visto como “metido”. Culpa por ter mais que a sua família. No fundo, é mais fácil continuar apertado do que lidar com o prazer de prosperar. É… dinheiro também é prazer. E se você tem bloqueio com o prazer, vai continuar escolhendo não ter dinheiro. 👉 Quer destravar isso? Clica no link da bio e entra no Comando da Sua Vida.
E se o prazer que você sente na vida e na cama tivesse relação direta com a quantia de dinheiro que entra na sua casa? Não estou falando de magia, nem de autoajuda. Estamos falando da sua RUALI, o combustível de vida que movimenta suas escolhas e sustenta sua energia para construir o que deseja. Uma mulher desconectada do próprio prazer vive travada. Travada pra sonhar. Travada pra realizar. Travada pra receber. Quando a culpa, o medo e a vergonha estão no comando, o corpo desliga. A mente sabota. O dinheiro escapa. Porque quem não sustenta o prazer… sustenta a falta. E quem não desbloqueia a própria RUALI… vive no automático, atraindo situações que reforçam o estado de sobrevivência. Quer destravar esse ciclo? Então começa olhando para o que está bloqueado aí dentro. O prazer não é um luxo. É uma necessidade vital. E você merece viver com mais energia, mais realização e mais dinheiro circulando por consequência disso. Qual seria o resultado na sua vida?
Diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és. As pessoas que estão perto de você refletem as suas escolhas, sejam elas boas ou ruins. E quanto pior a pessoa que permanece ao seu lado, mais ela se encaixa em algum vício existencial que você ainda não conseguiu romper. O que essa pessoa faz que te tira do rumo? Que te chateia? Que te magoa? O que isso reflete sobre você? Relacionamentos não são coincidência, são consequência das escolhas que você faz todos os dias. O que você vai escolher hoje?
Tem mulher que passa a vida inteira achando que tem defeito. Mais de 50 anos sem prazer de verdade na cama. Mais de 50 anos achando que “isso não é pra mim”. Ou que “não dei sorte no marido”. Ou que “algumas nasceram sem isso mesmo”. Mas quando a gente puxa o fio da história… O que aparece não é falta de sorte. É um nó lá de trás. Ela foi tocada indevidamente pelo tio quando ainda era criança. Sentiu vergonha. Sentiu medo. Sentiu culpa por ter sentido alguma coisa. E foi ali que ela aprendeu a calar o corpo. A trancar o prazer. A se esconder de si mesma. Só que isso não ficou só na cama. Foi travando tudo. A autoestima. A coragem. A capacidade de se sentir viva. Ninguém contou pra ela que era possível se curar. Só ensinaram a sobreviver. E aí o mundo virou um lugar onde ela só fazia o que era certo, mas nunca o que dava prazer. Tem gente vendendo “como enlouquecer um homem na cama”. Mas o que essa mulher precisava era aprender a se enlouquecer. Se tocar com amor. Se ver com desejo. Se escolher. O prazer não foi perdido. Ele foi bloqueado. E dá pra destravar. Maria, Ana, Paula, Juliana… Se essa história te lembrou da sua, eu posso te mostrar por onde começar. No Desafio de 38 Dias, você vai mergulhar em você mesma. Não pra agradar alguém. Mas pra sentir. Na vida. Na cama. Na alma. E aí? Você tem coragem de descobrir o prazer dentro de você?
Todo super-herói precisa de um super-vilão. Essa é a lógica dos filmes… mas também é a lógica da vida de muita gente. Quando alguém escolhe viver como o salvador de todo mundo, acaba atraindo vilões cada vez maiores para a própria vida. É como se o papel de herói só existisse se houver sempre um problema gigante para enfrentar. Esses vilões não aparecem com capa e máscara. Eles chegam como crises que sugam sua energia, tempo e saúde. Podem ser pessoas que nunca assumem responsabilidade e sempre jogam peso nas suas costas. Podem ser problemas financeiros que surgem quando você tenta carregar mais do que aguenta. Podem ser doenças que aparecem quando o corpo não encontra outra forma de parar você. Quanto mais você insiste em salvar todo mundo, mais vilões surgem. E essa batalha nunca tem fim, porque sempre vai existir um novo problema para resolver. No fundo, o vício em ser herói é o que mantém os vilões vivos. O problema não é ser generoso ou ajudar quem você ama. O problema é transformar isso na sua identidade, como se você só tivesse valor quando estivesse apagando incêndios. E aí a sua vida precisa inventar dramas sem fim para você continuar nesse papel. A verdadeira força não está em enfrentar vilões cada vez maiores. Está em parar de precisar deles para se sentir importante. E você, olhando para a sua vida hoje, tem vivido como herói numa guerra sem fim ou já decidiu que dá para viver bem sem precisar de vilão?
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