@raphaellademartinipsicologa
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CRP 06/48281 Psicoterapia 📌30 anos de consultório e docência universitária. Av. Cassiano Ricardo 319/1701 Jardim Aquarius - São José dos Campos- SP.
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A cena em que Will Traynor presenteia Louisa Clark com as meias de abelhinha, no filme Como Eu Era Antes de Você, pode parecer simples, mas carrega um simbolismo profundo e uma carga emocional intensa. Esse pequeno gesto revela algo muito maior: Will não está apenas oferecendo um par de meias divertidas, ele está mostrando o quanto prestou atenção nela, em seus detalhes e preferências. Ao entregar esse presente, ele está, na verdade, dizendo: “Eu te vejo. Vejo quem você é de verdade.” Na prática clínica, vemos o quanto pequenos gestos de reconhecimento — quando verdadeiros — podem ter mais impacto do que declarações grandiosas. Ser notado em nossas sutilezas, gostos e até nas excentricidades é algo que toca diretamente o nosso senso de pertencimento e valor pessoal. Por isso, a cena vai muito além do romance: ela revela a potência de uma escuta verdadeira, de um olhar sensível e da presença emocional. É nesse espaço que vínculos se fortalecem e onde, muitas vezes, a cura emocional começa.
As mulheres que passam por uma cesariana precisam ser profundamente enaltecidas, porque esse parto exige uma força que muitas vezes é invisível aos olhos de quem não viveu a experiência. A cesariana não é uma escolha simples nem um caminho mais fácil. É um procedimento cirúrgico de grande porte, que envolve riscos, anestesia, corte, sutura e um pós-operatório que desafia o corpo e o emocional exatamente no momento em que a mãe também precisa cuidar de um bebê totalmente dependente. Essas mulheres enfrentam dores intensas, limitações de movimento, noites mal dormidas e a responsabilidade de acolher um recém-nascido enquanto o corpo ainda busca se reorganizar. Muitas lidam ainda com julgamentos sociais, como se a via de nascimento definisse coragem, amor materno ou competência. Esse peso simbólico é injusto e desnecessário. O que poucas pessoas reconhecem é que a cesariana exige entrega, coragem e confiança. É um ato de amor que atravessa camadas físicas e emocionais. A mulher que passa por isso decide colocar o bem-estar do bebê acima dos seus medos e desconfortos. Ela se abre, literal e simbolicamente, para que uma vida chegue ao mundo. Enaltecer essas mulheres é reconhecer que não existe parto menor. Existe parto possível, seguro, escolhido ou necessário. Existe uma mãe que se coloca inteira, mesmo ferida e cansada, para que a vida se faça. Toda mulher que passa por uma cesariana merece ser celebrada por sua força, seu corpo que acolhe e se refaz, e sua coragem de seguir em frente mesmo quando dói. É sobre amor, entrega e humanidade. É sobre honrar cada caminho que leva um filho aos braços da mãe.
mujer que da a luz por cesárea, hay que tenerle respeto y admiración. Es la única cirugía mayor donde abren siete capas del cuerpo y a las seis horas ya esperan que esté de pie cuidando al bebé y sonriendo. Y eso los hombres jamás lo van a entender. Piensa en esto, nadie habla
Às vezes, a maior lição de saúde mental é simples e silenciosa. Antes das exigências, das comparações e das dúvidas sobre o próprio valor, existe algo fundamental: gostar de quem se é. Em algum momento da vida, muitos desaprendem isso. A psicoterapia ajuda a resgatar esse lugar interno onde o afeto por si mesmo ainda existe, sem culpa, sem excesso de cobrança, apenas como é.
Who do you like more, your mom or your dad? I like me. You like me? 'Cause I'm awesome.
A música nos lembra que a vida nem sempre será como queremos e que insistir em controlar tudo só gera mais peso. ✨ Na terapia, aprendemos a enxergar o mundo de outro jeito, a aceitar que discordar não é um problema e que olhar para trás o tempo todo nos impede de caminhar. Seguir em frente, escolher uma estrada e soltar o que já não faz sentido é exatamente o movimento que a psicoterapia nos convida a fazer: viver mais leves e mais próximos de nós mesmos. ✨ A psicoterapia pode ser o caminho para você também. 🎥 @capitalinicial
No início de muitos relacionamentos abusivos, a violência não se apresenta de forma explícita. Ela aparece mascarada de zelo, de ciúmes que parecem cuidado, de controle que se confunde com amor. Na história retratada na série Ângela Diniz, esses sinais surgem cedo: a tentativa de afastar amigos e familiares, o desrespeito aos limites pessoais, a vigilância constante e a necessidade de controlar escolhas, comportamentos e decisões. O que começa de forma sutil tende a se repetir e a se intensificar com o tempo. Se você se reconhece nesses sinais, saiba: isso não é fraqueza. É um ciclo que pode ser interrompido. Buscar ajuda é um ato de coragem, de proteção e de respeito por si mesma. 📍Série Ângela Diniz — disponível na HBO Max.
A cena em que Will Traynor presenteia Louisa Clark com as meias de abelhinha, no filme Como Eu Era Antes de Você, pode parecer simples, mas carrega um simbolismo profundo e uma carga emocional intensa. Esse pequeno gesto revela algo muito maior: Will não está apenas oferecendo um par de meias divertidas, ele está mostrando o quanto prestou atenção nela, em seus detalhes e preferências. Ao entregar esse presente, ele está, na verdade, dizendo: “Eu te vejo. Vejo quem você é de verdade.” Na prática clínica, vemos o quanto pequenos gestos de reconhecimento — quando verdadeiros — podem ter mais impacto do que declarações grandiosas. Ser notado em nossas sutilezas, gostos e até nas excentricidades é algo que toca diretamente o nosso senso de pertencimento e valor pessoal. Por isso, a cena vai muito além do romance: ela revela a potência de uma escuta verdadeira, de um olhar sensível e da presença emocional. É nesse espaço que vínculos se fortalecem e onde, muitas vezes, a cura emocional começa.
As mulheres que passam por uma cesariana precisam ser profundamente enaltecidas, porque esse parto exige uma força que muitas vezes é invisível aos olhos de quem não viveu a experiência. A cesariana não é uma escolha simples nem um caminho mais fácil. É um procedimento cirúrgico de grande porte, que envolve riscos, anestesia, corte, sutura e um pós-operatório que desafia o corpo e o emocional exatamente no momento em que a mãe também precisa cuidar de um bebê totalmente dependente. Essas mulheres enfrentam dores intensas, limitações de movimento, noites mal dormidas e a responsabilidade de acolher um recém-nascido enquanto o corpo ainda busca se reorganizar. Muitas lidam ainda com julgamentos sociais, como se a via de nascimento definisse coragem, amor materno ou competência. Esse peso simbólico é injusto e desnecessário. O que poucas pessoas reconhecem é que a cesariana exige entrega, coragem e confiança. É um ato de amor que atravessa camadas físicas e emocionais. A mulher que passa por isso decide colocar o bem-estar do bebê acima dos seus medos e desconfortos. Ela se abre, literal e simbolicamente, para que uma vida chegue ao mundo. Enaltecer essas mulheres é reconhecer que não existe parto menor. Existe parto possível, seguro, escolhido ou necessário. Existe uma mãe que se coloca inteira, mesmo ferida e cansada, para que a vida se faça. Toda mulher que passa por uma cesariana merece ser celebrada por sua força, seu corpo que acolhe e se refaz, e sua coragem de seguir em frente mesmo quando dói. É sobre amor, entrega e humanidade. É sobre honrar cada caminho que leva um filho aos braços da mãe.
mujer que da a luz por cesárea, hay que tenerle respeto y admiración. Es la única cirugía mayor donde abren siete capas del cuerpo y a las seis horas ya esperan que esté de pie cuidando al bebé y sonriendo. Y eso los hombres jamás lo van a entender. Piensa en esto, nadie habla
Às vezes, a maior lição de saúde mental é simples e silenciosa. Antes das exigências, das comparações e das dúvidas sobre o próprio valor, existe algo fundamental: gostar de quem se é. Em algum momento da vida, muitos desaprendem isso. A psicoterapia ajuda a resgatar esse lugar interno onde o afeto por si mesmo ainda existe, sem culpa, sem excesso de cobrança, apenas como é.
Who do you like more, your mom or your dad? I like me. You like me? 'Cause I'm awesome.
A música nos lembra que a vida nem sempre será como queremos e que insistir em controlar tudo só gera mais peso. ✨ Na terapia, aprendemos a enxergar o mundo de outro jeito, a aceitar que discordar não é um problema e que olhar para trás o tempo todo nos impede de caminhar. Seguir em frente, escolher uma estrada e soltar o que já não faz sentido é exatamente o movimento que a psicoterapia nos convida a fazer: viver mais leves e mais próximos de nós mesmos. ✨ A psicoterapia pode ser o caminho para você também. 🎥 @capitalinicial
No início de muitos relacionamentos abusivos, a violência não se apresenta de forma explícita. Ela aparece mascarada de zelo, de ciúmes que parecem cuidado, de controle que se confunde com amor. Na história retratada na série Ângela Diniz, esses sinais surgem cedo: a tentativa de afastar amigos e familiares, o desrespeito aos limites pessoais, a vigilância constante e a necessidade de controlar escolhas, comportamentos e decisões. O que começa de forma sutil tende a se repetir e a se intensificar com o tempo. Se você se reconhece nesses sinais, saiba: isso não é fraqueza. É um ciclo que pode ser interrompido. Buscar ajuda é um ato de coragem, de proteção e de respeito por si mesma. 📍Série Ângela Diniz — disponível na HBO Max.
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