@quebrandootabu
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Eu ouvi amizade de "baixa manutenção"? Amigos são figuras fundamentais na vida de todos, com quem são compartilhados momentos bons e ruins. Sem o suporte dessas pessoas de confiança, surgem sentimentos como ansiedade, insegurança e medo. Drauzio explica como a solidão pode afetar a sua saúde física e mental.
não caia nessa de amizade de baixa manutenção. Quando você deixa de conversar ou de encontrar com seus amigos, você não está prejudicando só a sua vida social, mas a sua saúde. Uma pesquisa de 2023 feita pela Unicamp perguntou para quase 8 mil
O vídeo da modelo e atriz canadense Madison Tevlin, que viralizou nas redes sociais, questiona tratamentos limitantes e desconstrói estereótipos de pessoas com síndrome de Down. O vídeo faz parte de uma campanha lançada pela CoorDown junto com a NDSS (Sociedade Nacional de Síndrome de Down) em homenagem ao Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado hoje. A ação, batizada de “Suponha que eu posso”, vai de encontro ao tema global da data, “Acabe com os estereótipos!”, que busca evidenciar como os estereótipos podem ser prejudiciais para pessoas com Síndrome de Down. Os vídeos mostram experiências reais de como as crenças preconceituosas afetam negativamente a vida das pessoas com Down, limitando suas ambições, oportunidades no mercado de trabalho, na educação, nos esportes, amizades e em relacionamentos amorosos. Supor que pessoas com Down podem ter autonomia, afeta também suas expectativas de vida. De acordo com o portal Drauzio Varella, até o início do século 20 as pessoas com síndrome de down viviam em média apenas 10 anos. Hoje, a expectativa de vida para este grupo é de 60 anos, segundo estudos publicados no European Journal Of Public Health. Para além dos avanços na medicina, a inclusão também foi responsável por esse aumento. De acordo com a professora Dra. Rosane Lowenthal, vice-diretora do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), em entrevista concedida para o Portal Drauzio Varella. “Antes, as pessoas com síndrome de Down ficavam afastadas da sociedade, mas isso mudou. Estamos tendo a primeira geração de adultos incluídos na sociedade desde muito cedo, que frequentam escolas regulares, trabalham, são independentes, namoram, têm momentos de felicidade e, por que não, também passam por tristezas”, afirma a doutora. Além de dar um grande chacoalhão nas nossas suposições, a campanha convida o espectador a focar de fato em uma verdadeira inclusão, acabando com os preconceitos, incentivando e apoiando o potencial total de todas as pessoas com Síndrome de Down.
O apagão, também conhecido como blackout, ocorre quando você não consegue se lembrar de coisas que aconteceram enquanto estava sob o efeito do álcool. Metade dos jovens adultos relatam já ter passado por isso pelo menos uma vez na vida. Drauzio explica porque isso ocorre e como evitar esse fenômeno (que vem acompanhado de uma bela ressaca moral).
Neste mês do orgulho, vamos lembrar da poderosa fala de @hilton_erika sobre como a visão que sociedade e a biologia impõe sobre nós nem sempre é verdadeira. Hoje, no QoT Repost, trouxemos essa conversa super importante e necessária que a Erika teve ano passado no podcast Reconversa do @reinaldoazevedo.com.br/. É hora de derrubar a ideia equivocada de que pessoas trans nascem de uma forma e se tornam outra. Essa é a experiência dela. Qual é a sua? Compartilhe com a gente e nos ajude a contar mais histórias trans.
Já reparou que o bolso da sua calça não cabe nada? Enquanto os bolsos masculinos carregam o mundo, os femininos mal aguentam um dedo. Mas isso não é acaso — é história, política e patriarcado costurados na roupa. Lá atrás, as mulheres tinham bolsos enormes, presos na cintura. Mas quando a moda feminina ficou mais justa, esses bolsos foram encolhendo… até desaparecer. Já os homens ganharam bolsos costurados, maiores e mais práticos. Décadas depois, o próprio Christian Dior resumiu tudo: “Homens têm bolsos pra guardar coisas, mulheres pra enfeitar”. E essa lógica segue viva: um estudo analisando 80 jeans mostrou que os bolsos femininos são quase 50% menores. Enquanto isso, a indústria lucra bilhões vendendo bolsas — que, além de caras, expõem mais ao furto e ainda limitam nossa mobilidade. Parece detalhe, mas não é. Bolsos dizem muito sobre quem pode circular pelo mundo com liberdade — e quem precisa improvisar pra existir. Se isso fez sentido pra você, compartilhe esse vídeo e me conta aqui embaixo: o que cabe no seu bolso? 👇🏽 #PoderFeminino #ModaÉPolítica #Patriarcado #ModaFeminina #Desigualdade #Curiosidades #HistóriaDaModa #Feminismo #Transcendemos
Eu ouvi amizade de "baixa manutenção"? Amigos são figuras fundamentais na vida de todos, com quem são compartilhados momentos bons e ruins. Sem o suporte dessas pessoas de confiança, surgem sentimentos como ansiedade, insegurança e medo. Drauzio explica como a solidão pode afetar a sua saúde física e mental.
não caia nessa de amizade de baixa manutenção. Quando você deixa de conversar ou de encontrar com seus amigos, você não está prejudicando só a sua vida social, mas a sua saúde. Uma pesquisa de 2023 feita pela Unicamp perguntou para quase 8 mil
O vídeo da modelo e atriz canadense Madison Tevlin, que viralizou nas redes sociais, questiona tratamentos limitantes e desconstrói estereótipos de pessoas com síndrome de Down. O vídeo faz parte de uma campanha lançada pela CoorDown junto com a NDSS (Sociedade Nacional de Síndrome de Down) em homenagem ao Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado hoje. A ação, batizada de “Suponha que eu posso”, vai de encontro ao tema global da data, “Acabe com os estereótipos!”, que busca evidenciar como os estereótipos podem ser prejudiciais para pessoas com Síndrome de Down. Os vídeos mostram experiências reais de como as crenças preconceituosas afetam negativamente a vida das pessoas com Down, limitando suas ambições, oportunidades no mercado de trabalho, na educação, nos esportes, amizades e em relacionamentos amorosos. Supor que pessoas com Down podem ter autonomia, afeta também suas expectativas de vida. De acordo com o portal Drauzio Varella, até o início do século 20 as pessoas com síndrome de down viviam em média apenas 10 anos. Hoje, a expectativa de vida para este grupo é de 60 anos, segundo estudos publicados no European Journal Of Public Health. Para além dos avanços na medicina, a inclusão também foi responsável por esse aumento. De acordo com a professora Dra. Rosane Lowenthal, vice-diretora do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), em entrevista concedida para o Portal Drauzio Varella. “Antes, as pessoas com síndrome de Down ficavam afastadas da sociedade, mas isso mudou. Estamos tendo a primeira geração de adultos incluídos na sociedade desde muito cedo, que frequentam escolas regulares, trabalham, são independentes, namoram, têm momentos de felicidade e, por que não, também passam por tristezas”, afirma a doutora. Além de dar um grande chacoalhão nas nossas suposições, a campanha convida o espectador a focar de fato em uma verdadeira inclusão, acabando com os preconceitos, incentivando e apoiando o potencial total de todas as pessoas com Síndrome de Down.
O apagão, também conhecido como blackout, ocorre quando você não consegue se lembrar de coisas que aconteceram enquanto estava sob o efeito do álcool. Metade dos jovens adultos relatam já ter passado por isso pelo menos uma vez na vida. Drauzio explica porque isso ocorre e como evitar esse fenômeno (que vem acompanhado de uma bela ressaca moral).
Neste mês do orgulho, vamos lembrar da poderosa fala de @hilton_erika sobre como a visão que sociedade e a biologia impõe sobre nós nem sempre é verdadeira. Hoje, no QoT Repost, trouxemos essa conversa super importante e necessária que a Erika teve ano passado no podcast Reconversa do @reinaldoazevedo.com.br/. É hora de derrubar a ideia equivocada de que pessoas trans nascem de uma forma e se tornam outra. Essa é a experiência dela. Qual é a sua? Compartilhe com a gente e nos ajude a contar mais histórias trans.
Já reparou que o bolso da sua calça não cabe nada? Enquanto os bolsos masculinos carregam o mundo, os femininos mal aguentam um dedo. Mas isso não é acaso — é história, política e patriarcado costurados na roupa. Lá atrás, as mulheres tinham bolsos enormes, presos na cintura. Mas quando a moda feminina ficou mais justa, esses bolsos foram encolhendo… até desaparecer. Já os homens ganharam bolsos costurados, maiores e mais práticos. Décadas depois, o próprio Christian Dior resumiu tudo: “Homens têm bolsos pra guardar coisas, mulheres pra enfeitar”. E essa lógica segue viva: um estudo analisando 80 jeans mostrou que os bolsos femininos são quase 50% menores. Enquanto isso, a indústria lucra bilhões vendendo bolsas — que, além de caras, expõem mais ao furto e ainda limitam nossa mobilidade. Parece detalhe, mas não é. Bolsos dizem muito sobre quem pode circular pelo mundo com liberdade — e quem precisa improvisar pra existir. Se isso fez sentido pra você, compartilhe esse vídeo e me conta aqui embaixo: o que cabe no seu bolso? 👇🏽 #PoderFeminino #ModaÉPolítica #Patriarcado #ModaFeminina #Desigualdade #Curiosidades #HistóriaDaModa #Feminismo #Transcendemos
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