@pretaletrada
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passando a visão do que há de preto no mundo ::: [email protected]
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Anthelios UVAir da @larocheposaybr : proteção que desaparece na pele. Zero resíduo branco, toque seco, 10x mais leve. Proteja a pele que te protege. #LeveComoAr #UVAir #LaRochePosaySkincare | publi
Nessas histórias que pele negra não precisa de proteção lá, já deu, né? Que mico! Essa proteção natural, por maior que seja, não dá conta de radiação verde, hiperpigmentação, envelhecimento precoce. Mas eu não uso proteção lá porque meu rosto fica branco e eu não suporto aquele aspecto grudento, será? Ó, toma aqui. Antelha, usa o VR. Dá lá, roxa, pose. 10 vezes mais leve, desenvolvida e testada para pele e clima.
Sabe esse R falado que a gente chama de caipira, tipo “PoRta, caRne, amoR”? Isso aí é herança de línguas indígenas e africanas que existiam aqui antes de Portugal invadir. ── .✦ não acredite em mim, leia: SOTAQUES DO BRASIL. Sotaque paulistano: as origens dos erres e do “entendeindo” [vídeo]. YouTube. DEUTSCHE WELLE (Brasil). Qual a origem do “R caipira”? DW, 16 nov. 2025.
Sabe esse R falado que a gente chama de caipira, tipo porta, carne, amor? Isso aí é herança de línguas indígenas e africanas que existiram aqui antes de Portugal invadir. Palavras do dialeto caipira do interior de São Paulo estão caindo em desuso. Um estudo de uma pesquisadora da USP revelou que elas são mais usadas
Quem são os “doidinhos do centro”? Os “loucos” estão na rua ou é a situação de rua que leva à loucura? ── .✦ não acredite em mim, leia: BOTTI, N. C. L. et al. Condições de saúde da população de rua da cidade de Belo Horizonte. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, Florianópolis, v. 1, n. 2, p. 162-175, out./dez. 2009. HECKERT, U.; SILVA, M. T. Saúde mental e atenção psicossocial às pessoas em situação de rua. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual sobre o cuidado à saúde junto à população em situação de rua. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. p. 65-82. SICARI, A. A.; ZANELLA, A. V. Pessoas em situação de rua no Brasil: revisão sistemática. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 38, n. 4, p. 662-679, out./dez. 2018.
Sabe quando alguém fala “brusa”, “pobrema”, “os menino” ou “as casa” e a gente jura que está errado? Pois é, isso é herança de línguas africanas que chegaram ao Brasil com o tráfico de escravizados. É o que a intelectual Lélia Gonzalez chamou de “pretuguês”. ── .✦ não acredite em mim, leia: GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Organização: Flávia Rios e Márcia Lima. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, n. 92/93, p. 69-82, jan./jun. 1988. GONZALEZ, Lélia. Cultura, etnicidade e trabalho: efeitos linguísticos e políticos da exploração da mulher. In: ANNUAL MEETING OF THE LATIN AMERICAN STUDIES ASSOCIATION, Pittsburgh, 5-7 abr. 1979.
Quando foi que iemanjá ficou branca? ── .✦ não acredite em mim, leia: Por que Iemanjá, orixá de origem africana, virou ‘mulher branca’ no Brasil? BBC News Brasil. Branca ou negra? A mudança na estátua de Iemanjá em Vitória A GAZETA.
Quando foi que Emanjá ficou branca? Não, Sarah, em que momento em Emanjá passou a ser vista como uma mulher branca, de cabelos longos, lis, vestido azul, surgindo das águas como uma sereia europeia? Voltando às origens, na nigeria, Emojá é uma mulher negra de seios fartos e quadris largos, simbolizando justamente a fertilidade e a abundância.
Anthelios UVAir da @larocheposaybr : proteção que desaparece na pele. Zero resíduo branco, toque seco, 10x mais leve. Proteja a pele que te protege. #LeveComoAr #UVAir #LaRochePosaySkincare | publi
Nessas histórias que pele negra não precisa de proteção lá, já deu, né? Que mico! Essa proteção natural, por maior que seja, não dá conta de radiação verde, hiperpigmentação, envelhecimento precoce. Mas eu não uso proteção lá porque meu rosto fica branco e eu não suporto aquele aspecto grudento, será? Ó, toma aqui. Antelha, usa o VR. Dá lá, roxa, pose. 10 vezes mais leve, desenvolvida e testada para pele e clima.
Sabe esse R falado que a gente chama de caipira, tipo “PoRta, caRne, amoR”? Isso aí é herança de línguas indígenas e africanas que existiam aqui antes de Portugal invadir. ── .✦ não acredite em mim, leia: SOTAQUES DO BRASIL. Sotaque paulistano: as origens dos erres e do “entendeindo” [vídeo]. YouTube. DEUTSCHE WELLE (Brasil). Qual a origem do “R caipira”? DW, 16 nov. 2025.
Sabe esse R falado que a gente chama de caipira, tipo porta, carne, amor? Isso aí é herança de línguas indígenas e africanas que existiram aqui antes de Portugal invadir. Palavras do dialeto caipira do interior de São Paulo estão caindo em desuso. Um estudo de uma pesquisadora da USP revelou que elas são mais usadas
Quem são os “doidinhos do centro”? Os “loucos” estão na rua ou é a situação de rua que leva à loucura? ── .✦ não acredite em mim, leia: BOTTI, N. C. L. et al. Condições de saúde da população de rua da cidade de Belo Horizonte. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, Florianópolis, v. 1, n. 2, p. 162-175, out./dez. 2009. HECKERT, U.; SILVA, M. T. Saúde mental e atenção psicossocial às pessoas em situação de rua. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual sobre o cuidado à saúde junto à população em situação de rua. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. p. 65-82. SICARI, A. A.; ZANELLA, A. V. Pessoas em situação de rua no Brasil: revisão sistemática. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 38, n. 4, p. 662-679, out./dez. 2018.
Sabe quando alguém fala “brusa”, “pobrema”, “os menino” ou “as casa” e a gente jura que está errado? Pois é, isso é herança de línguas africanas que chegaram ao Brasil com o tráfico de escravizados. É o que a intelectual Lélia Gonzalez chamou de “pretuguês”. ── .✦ não acredite em mim, leia: GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Organização: Flávia Rios e Márcia Lima. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, n. 92/93, p. 69-82, jan./jun. 1988. GONZALEZ, Lélia. Cultura, etnicidade e trabalho: efeitos linguísticos e políticos da exploração da mulher. In: ANNUAL MEETING OF THE LATIN AMERICAN STUDIES ASSOCIATION, Pittsburgh, 5-7 abr. 1979.
Quando foi que iemanjá ficou branca? ── .✦ não acredite em mim, leia: Por que Iemanjá, orixá de origem africana, virou ‘mulher branca’ no Brasil? BBC News Brasil. Branca ou negra? A mudança na estátua de Iemanjá em Vitória A GAZETA.
Quando foi que Emanjá ficou branca? Não, Sarah, em que momento em Emanjá passou a ser vista como uma mulher branca, de cabelos longos, lis, vestido azul, surgindo das águas como uma sereia europeia? Voltando às origens, na nigeria, Emojá é uma mulher negra de seios fartos e quadris largos, simbolizando justamente a fertilidade e a abundância.
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