@intelectual_nao_vai_a_praia
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Essa página é a favor da criminalização do coach.
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O apresentador achou que seria só mais uma entrevista sobre vocação religiosa. Até que uma das irmãs pegou o microfone… e começou a fazer beatbox. Ao vivo. Na TV. Era uma manhã comum nos estúdios da TV Pai Eterno, quando duas religiosas entraram em cena para falar sobre um dos temas mais delicados e, muitas vezes, distantes da juventude: vocação. Irmã Marisa e Irmã Marizele, da Copiosa Redenção, tinham vindo falar de fé, entrega, propósito. Mas trouxeram algo mais: ritmo, coragem e uma alegria que ninguém esperava ver naquele cenário. O que aconteceu em seguida já está sendo chamado de um dos momentos mais surpreendentes da televisão católica nos últimos anos. Em plena transmissão ao vivo, as duas começaram a improvisar um beatbox afinado, com palmas, rimas e corpo em movimento — como quem sabe que anunciar o Evangelho também passa por reinventar a linguagem. A plateia ficou em silêncio. Depois, vieram os sorrisos. E logo os vídeos começaram a circular: primeiro no Instagram da emissora, depois no TikTok, nos grupos de WhatsApp, nos stories de quem nunca imaginaria compartilhar algo “de freira”. E ali estavam elas: duas mulheres consagradas que quebraram o protocolo com beleza e verdade. Mas aquele momento não nasceu do acaso. Marisa e Marizele são promotoras vocacionais da Copiosa Redenção — uma congregação que tem como carisma anunciar a misericórdia de Deus, com radicalidade e ternura. E para elas, isso significa também estar onde os jovens estão, falando a língua deles, sem perder a profundidade do chamado. Entre shows de talentos em comunidades, músicas autorais lançadas nas plataformas digitais e encontros onde o microfone passa de mão em mão, elas vêm criando algo raro: uma ponte entre o sagrado e o cotidiano, entre o mosteiro e o mundo. “Fé também tem batida. Tem dança. Tem vida”, disse Irmã Marizele no fim da entrevista, com os olhos brilhando. E naquela manhã que parecia ser só mais uma pauta religiosa… o Espírito soprou em compasso de beatbox. Créditos: 🎥 @tvpaieterno 💃🏻 @ir.marizele
A cara da Rafa 🗣️ Siga @intelectual_nao_vai_a_praia para mais conteúdos 🎥: Reprodução/TV Globo #famosos #fofoca #sabrinasato #rafakaliman
Daqui pra cá não tem nada, a cabeça tá aqui. Rafa, calma. Aqui é o seguinte, aqui é a parte da cabeça pra segurar o talento. Falhaçada.
Nunca aconteceria comigo kkkkk @mariantoniaeb
Nossa gente, olha, uma baratinha! Ah, barata, e isso que tem? Um sapato de veludo! É mentira da barata! Ela tem o pé peludo! Ha ha ha ho ho ho! Ela tem o pé peludo! Baratinha do pé peludo!
Eu quando tiver filho serei assim Reprodução: @nicolle.francisc
Cara, eu não acredito que ficou do tamanho forte da minha cabeça. Que isso?
O relacionamento entre Zendaya e Tom Holland se tornou um daqueles raros exemplos de parceria que parecem leves, sinceras e profundamente respeitosas, mesmo sob os holofotes constantes. Desde que começaram a trabalhar juntos, a conexão entre os dois sempre chamou atenção pela naturalidade: olhares cúmplices, apoio mútuo e uma sintonia que vai além do que é visto nas telas. Ao longo dos anos, o público passou a acompanhar não só momentos românticos, mas principalmente a forma como um incentiva o outro profissionalmente. Seja em entrevistas, premiações ou bastidores, fica claro o cuidado em preservar a individualidade de cada um, celebrando conquistas sem competir por espaço. Eles demonstram que é possível crescer juntos sem perder a própria identidade. Em um ambiente marcado por exposição excessiva e relações efêmeras, Zendaya e Tom Holland optam pela discrição e pelo afeto cotidiano. Pequenos gestos, falas carinhosas e a maneira como se protegem da pressão externa ajudam a explicar por que o relacionamento é visto como bonito: não pelo espetáculo, mas pela calma, pela parceria e pela escolha diária de caminhar lado a lado. #tomholland #zendaya #filmes #hollywood #cinema
O apresentador achou que seria só mais uma entrevista sobre vocação religiosa. Até que uma das irmãs pegou o microfone… e começou a fazer beatbox. Ao vivo. Na TV. Era uma manhã comum nos estúdios da TV Pai Eterno, quando duas religiosas entraram em cena para falar sobre um dos temas mais delicados e, muitas vezes, distantes da juventude: vocação. Irmã Marisa e Irmã Marizele, da Copiosa Redenção, tinham vindo falar de fé, entrega, propósito. Mas trouxeram algo mais: ritmo, coragem e uma alegria que ninguém esperava ver naquele cenário. O que aconteceu em seguida já está sendo chamado de um dos momentos mais surpreendentes da televisão católica nos últimos anos. Em plena transmissão ao vivo, as duas começaram a improvisar um beatbox afinado, com palmas, rimas e corpo em movimento — como quem sabe que anunciar o Evangelho também passa por reinventar a linguagem. A plateia ficou em silêncio. Depois, vieram os sorrisos. E logo os vídeos começaram a circular: primeiro no Instagram da emissora, depois no TikTok, nos grupos de WhatsApp, nos stories de quem nunca imaginaria compartilhar algo “de freira”. E ali estavam elas: duas mulheres consagradas que quebraram o protocolo com beleza e verdade. Mas aquele momento não nasceu do acaso. Marisa e Marizele são promotoras vocacionais da Copiosa Redenção — uma congregação que tem como carisma anunciar a misericórdia de Deus, com radicalidade e ternura. E para elas, isso significa também estar onde os jovens estão, falando a língua deles, sem perder a profundidade do chamado. Entre shows de talentos em comunidades, músicas autorais lançadas nas plataformas digitais e encontros onde o microfone passa de mão em mão, elas vêm criando algo raro: uma ponte entre o sagrado e o cotidiano, entre o mosteiro e o mundo. “Fé também tem batida. Tem dança. Tem vida”, disse Irmã Marizele no fim da entrevista, com os olhos brilhando. E naquela manhã que parecia ser só mais uma pauta religiosa… o Espírito soprou em compasso de beatbox. Créditos: 🎥 @tvpaieterno 💃🏻 @ir.marizele
A cara da Rafa 🗣️ Siga @intelectual_nao_vai_a_praia para mais conteúdos 🎥: Reprodução/TV Globo #famosos #fofoca #sabrinasato #rafakaliman
Daqui pra cá não tem nada, a cabeça tá aqui. Rafa, calma. Aqui é o seguinte, aqui é a parte da cabeça pra segurar o talento. Falhaçada.
Nunca aconteceria comigo kkkkk @mariantoniaeb
Nossa gente, olha, uma baratinha! Ah, barata, e isso que tem? Um sapato de veludo! É mentira da barata! Ela tem o pé peludo! Ha ha ha ho ho ho! Ela tem o pé peludo! Baratinha do pé peludo!
Eu quando tiver filho serei assim Reprodução: @nicolle.francisc
Cara, eu não acredito que ficou do tamanho forte da minha cabeça. Que isso?
O relacionamento entre Zendaya e Tom Holland se tornou um daqueles raros exemplos de parceria que parecem leves, sinceras e profundamente respeitosas, mesmo sob os holofotes constantes. Desde que começaram a trabalhar juntos, a conexão entre os dois sempre chamou atenção pela naturalidade: olhares cúmplices, apoio mútuo e uma sintonia que vai além do que é visto nas telas. Ao longo dos anos, o público passou a acompanhar não só momentos românticos, mas principalmente a forma como um incentiva o outro profissionalmente. Seja em entrevistas, premiações ou bastidores, fica claro o cuidado em preservar a individualidade de cada um, celebrando conquistas sem competir por espaço. Eles demonstram que é possível crescer juntos sem perder a própria identidade. Em um ambiente marcado por exposição excessiva e relações efêmeras, Zendaya e Tom Holland optam pela discrição e pelo afeto cotidiano. Pequenos gestos, falas carinhosas e a maneira como se protegem da pressão externa ajudam a explicar por que o relacionamento é visto como bonito: não pelo espetáculo, mas pela calma, pela parceria e pela escolha diária de caminhar lado a lado. #tomholland #zendaya #filmes #hollywood #cinema
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