@autistafalandodeautismo
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🧠 Autista e TDAH com diagnóstico tardio 💡 Atuamos com diagnóstico e terapia para adultos 🔗 Para mais informações, acesse o site
Existem três pilares que ajudam a entender isso no TDAH. 1. Déficit na autorregulação dopaminérgica O cérebro de quem tem TDAH produz e regula de forma insuficiente neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que são fundamentais para motivação, prazer, foco e funcionamento das funções executivas. Isso significa que tarefas que naturalmente estimulam a produção de dopamina – como situações novas, interessantes ou desafiadoras – são feitas com muito mais facilidade. Já tarefas consideradas monótonas, burocráticas ou sem recompensa imediata se tornam extremamente difíceis de serem mantidas. 2. Disfunção no córtex pré-frontal O córtex pré-frontal é a área do cérebro mais envolvida nas funções executivas. No TDAH, há uma menor ativação dessa região, o que impacta diretamente: O controle da atenção; A capacidade de inibir impulsos; A regulação emocional; A organização mental e prática. O resultado é uma mente que muitas vezes funciona de maneira caótica, com excesso de estímulos, pensamentos se atropelando, esquecimentos frequentes e dificuldade em manter a linearidade nas tarefas. 3. Busca constante por estímulos Como forma de compensação pela baixa regulação da dopamina, o cérebro de quem tem TDAH está em busca constante de estímulos. Isso explica comportamentos como: Procrastinação crônica; Começar várias tarefas e não concluir; Saltar de uma atividade para outra; Se perder em pensamentos, redes sociais ou hiperfoco em coisas que são mais interessantes, mas nem sempre são as prioridades. ✔️ E o foco, afinal? O problema não é "não ter foco". É não conseguir controlar para onde o foco vai e quanto tempo ele fica lá. Isso significa que uma pessoa com TDAH pode ter: Hiperfoco: quando algo é altamente interessante ou recompensador, a pessoa mergulha nisso por horas, ignorando o mundo ao redor. Déficit de foco: quando a tarefa não oferece estímulo suficiente, a mente simplesmente se dispersa, muitas vezes sem que a pessoa perceba. AVISO 👇 👇 👇 ❓️ Você é adulto(a) e suspeita ser autista ou ter TDAH? Ou já tem o diagnóstico e busca psicoterapia? Me envie mensagem ou acesse o site terapeutear.com.br. Nós podemos ajudar você. .. #tdah
Eu queria 1/3 das habilidades sociais desse sargento. Eu tenho é um décimo e ainda vem sem manual. 🤝😅 Eu vejo esse sargento entrando num ambiente cheio de tensão e “costurando” a situação só na conversa — sem humilhar ninguém, sem escalar o conflito, sem transformar tudo em guerra de ego. Aí eu penso: eu queria, honestamente, UM TERÇO dessas habilidades sociais. 😅 Só que aqui vai o ponto didático: isso que parece “dom” quase sempre é um combo de 3 coisas: 1) repertório (saber o que falar e quando), 2) leitura de contexto (tom, hierarquia, limites, intenção), 3) regulação (não deixar o próprio corpo entrar em modo ameaça). E é justamente aí que muita gente autista/TDAH/neurodivergente sofre. Não porque “não se importa”, mas porque o cérebro está gastando energia em outras frentes: processamento mais lento de pistas sociais, sensorial pegando fogo, ansiedade, impulsividade, literalidade, dificuldade de nomear emoções… tudo isso altera timing, voz, postura, escolha de palavras. Habilidade social vira CUSTO. O que ajuda na vida real: • Pausa de 2 segundos antes de responder (quebra a impulsividade). • Pergunta-guia: “O que você precisa agora pra isso andar?”. • Validação curta: “Entendi o ponto” ≠ “concordo”. • Resumo objetivo + próximo passo: “Então ficou X. O próximo é Y.”. • Limite sem ataque: “Desse jeito eu não consigo continuar. Vamos ajustar?” Isso não é “virar extrovertido”. É criar um kit de ferramentas pra atravessar conflitos com menos dano — e com mais dignidade. Qual parte das habilidades sociais mais te esgota: iniciar conversa, manter papo, impor limites ou lidar com conflito? --- 📝 Nota: Seu processo de diagnóstico (Autismo/TDAH) e psicoterapia para adultos pode ser feito aqui na Clínica TerapeuTEAr. 👉 Me envie um direct para entender melhor como funciona o nosso atendimento. 💬 Atuamos de forma online em todo o Brasil e para brasileiros no exterior.
A sigla TOC refere-se ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo, um transtorno de saúde mental sério, cuja complexidade e gravidade vão muito além do que é popularmente entendido ou trivializado. Embora seja comum ouvir pessoas dizerem "eu tenho TOC" para descrever pequenas manias ou comportamentos repetitivos, a realidade clínica do TOC é bastante diferente e, muitas vezes, debilitante. O TOC é caracterizado pela presença de obsessões – pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e indesejados – e de compulsões, que são comportamentos ou atos mentais repetitivos realizados com o intuito de reduzir a ansiedade provocada pelas obsessões. Estudos e evidências científicas robustas indicam que esse transtorno envolve alterações neurobiológicas específicas, incluindo o funcionamento de circuitos cerebrais que regulam a ansiedade, o que contribui para a sua persistência e impacto negativo na qualidade de vida dos autistas e de outras pessoas que convivem com o transtorno. Diferentemente do uso popular e leviano da expressão, o TOC, conforme descrito no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), pode causar prejuízos significativos nas esferas pessoal, profissional e social. As pessoas diagnosticadas com TOC frequentemente enfrentam dificuldades para realizar tarefas diárias, mantendo a qualidade de vida e comprometendo suas relações interpessoais. Além disso, o tratamento, que pode envolver psicoterapia especializada – como a terapia cognitivo-comportamental com exposição e prevenção de resposta – e, em alguns casos, medicação, requer acompanhamento contínuo e baseado em evidências. Quando se banaliza o TOC, ao utilizá-lo de maneira inadequada para descrever comportamentos ou preferências, desconsidera-se o sofrimento real daqueles que convivem com um transtorno de saúde mental sério. Essa generalização não só perpetua estigmas como também pode dificultar a busca por um diagnóstico correto e por um tratamento adequado, pois minimiza os desafios enfrentados diariamente por pessoas com TOC. 📌 Siga @autistafalandodeautismo para mais 📌 Recado no comentário fixado #toc
O hiperfoco é um estado de concentração extremamente intensa e prolongada, onde a pessoa se dedica quase que exclusivamente a uma atividade de interesse, ignorando estímulos externos e até necessidades básicas, como fome, sede ou sono. É como se o mundo ao redor simplesmente deixasse de existir enquanto aquela tarefa específica está sendo realizada. Esse fenômeno é muito comum em pessoas autistas e com TDAH, apesar de, curiosamente, ser pouco compreendido por quem não vive essa experiência. Diferente de “ser muito focado”, o hiperfoco não é algo controlável. A pessoa não escolhe entrar ou sair dele com facilidade. Muitas vezes, ele acontece em atividades que geram muito interesse, prazer ou sensação de recompensa. Embora possa parecer uma “superpotência” em alguns contextos – como quando gera produtividade e criatividade – o hiperfoco também pode trazer prejuízos. Isso porque, quando não há gestão adequada, a pessoa pode negligenciar outras áreas importantes da vida, ter exaustão, perder prazos ou deixar de cuidar de si mesma. Por isso, aprender a reconhecer e equilibrar esse padrão é fundamental. --- 📌 Se busca diagnóstico de autismo, TDAH ou psicoterapia para adultos, veja o comentário fixado. .
Os pensamentos intrusivos são aqueles que surgem de forma inesperada e indesejada na nossa mente. Eles podem ser perturbadores, repetitivos e, muitas vezes, causam desconforto ou ansiedade. Embora qualquer pessoa possa experimentar pensamentos intrusivos ocasionalmente, esses pensamentos podem se tornar mais frequentes e angustiantes em pessoas com transtornos de saúde mental, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade ou depressão. É importante destacar que os pensamentos intrusivos, por si só, não refletem quem somos ou o que desejamos. Muitas vezes, eles abordam temas que são o oposto dos nossos valores ou crenças, o que aumenta o desconforto. Por exemplo, uma pessoa pode ter pensamentos intrusivos sobre machucar alguém, mesmo que ela nunca tenha tido qualquer intenção de fazer isso. Uma das formas de lidar com pensamentos intrusivos é entender que eles fazem parte do funcionamento natural do cérebro. Não podemos controlar todos os pensamentos que surgem, mas podemos aprender a não dar tanto peso a eles. Tentar lutar contra esses pensamentos ou suprimi-los pode, paradoxalmente, aumentar sua frequência e intensidade. Quando os pensamentos intrusivos se tornam persistentes e prejudicam a qualidade de vida, é importante buscar ajuda profissional. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente recomendada nesses casos, ajudando a pessoa a identificar padrões de pensamento disfuncionais e a desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável. Lidar com pensamentos intrusivos pode ser um desafio, mas com apoio adequado, é possível reduzir o impacto desses pensamentos e recuperar o controle sobre a vida. Créditos do vídeo @rafaellatuma #toc #autismo #tdah #pensamentosintrusivos
Existem três pilares que ajudam a entender isso no TDAH. 1. Déficit na autorregulação dopaminérgica O cérebro de quem tem TDAH produz e regula de forma insuficiente neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que são fundamentais para motivação, prazer, foco e funcionamento das funções executivas. Isso significa que tarefas que naturalmente estimulam a produção de dopamina – como situações novas, interessantes ou desafiadoras – são feitas com muito mais facilidade. Já tarefas consideradas monótonas, burocráticas ou sem recompensa imediata se tornam extremamente difíceis de serem mantidas. 2. Disfunção no córtex pré-frontal O córtex pré-frontal é a área do cérebro mais envolvida nas funções executivas. No TDAH, há uma menor ativação dessa região, o que impacta diretamente: O controle da atenção; A capacidade de inibir impulsos; A regulação emocional; A organização mental e prática. O resultado é uma mente que muitas vezes funciona de maneira caótica, com excesso de estímulos, pensamentos se atropelando, esquecimentos frequentes e dificuldade em manter a linearidade nas tarefas. 3. Busca constante por estímulos Como forma de compensação pela baixa regulação da dopamina, o cérebro de quem tem TDAH está em busca constante de estímulos. Isso explica comportamentos como: Procrastinação crônica; Começar várias tarefas e não concluir; Saltar de uma atividade para outra; Se perder em pensamentos, redes sociais ou hiperfoco em coisas que são mais interessantes, mas nem sempre são as prioridades. ✔️ E o foco, afinal? O problema não é "não ter foco". É não conseguir controlar para onde o foco vai e quanto tempo ele fica lá. Isso significa que uma pessoa com TDAH pode ter: Hiperfoco: quando algo é altamente interessante ou recompensador, a pessoa mergulha nisso por horas, ignorando o mundo ao redor. Déficit de foco: quando a tarefa não oferece estímulo suficiente, a mente simplesmente se dispersa, muitas vezes sem que a pessoa perceba. AVISO 👇 👇 👇 ❓️ Você é adulto(a) e suspeita ser autista ou ter TDAH? Ou já tem o diagnóstico e busca psicoterapia? Me envie mensagem ou acesse o site terapeutear.com.br. Nós podemos ajudar você. .. #tdah
Eu queria 1/3 das habilidades sociais desse sargento. Eu tenho é um décimo e ainda vem sem manual. 🤝😅 Eu vejo esse sargento entrando num ambiente cheio de tensão e “costurando” a situação só na conversa — sem humilhar ninguém, sem escalar o conflito, sem transformar tudo em guerra de ego. Aí eu penso: eu queria, honestamente, UM TERÇO dessas habilidades sociais. 😅 Só que aqui vai o ponto didático: isso que parece “dom” quase sempre é um combo de 3 coisas: 1) repertório (saber o que falar e quando), 2) leitura de contexto (tom, hierarquia, limites, intenção), 3) regulação (não deixar o próprio corpo entrar em modo ameaça). E é justamente aí que muita gente autista/TDAH/neurodivergente sofre. Não porque “não se importa”, mas porque o cérebro está gastando energia em outras frentes: processamento mais lento de pistas sociais, sensorial pegando fogo, ansiedade, impulsividade, literalidade, dificuldade de nomear emoções… tudo isso altera timing, voz, postura, escolha de palavras. Habilidade social vira CUSTO. O que ajuda na vida real: • Pausa de 2 segundos antes de responder (quebra a impulsividade). • Pergunta-guia: “O que você precisa agora pra isso andar?”. • Validação curta: “Entendi o ponto” ≠ “concordo”. • Resumo objetivo + próximo passo: “Então ficou X. O próximo é Y.”. • Limite sem ataque: “Desse jeito eu não consigo continuar. Vamos ajustar?” Isso não é “virar extrovertido”. É criar um kit de ferramentas pra atravessar conflitos com menos dano — e com mais dignidade. Qual parte das habilidades sociais mais te esgota: iniciar conversa, manter papo, impor limites ou lidar com conflito? --- 📝 Nota: Seu processo de diagnóstico (Autismo/TDAH) e psicoterapia para adultos pode ser feito aqui na Clínica TerapeuTEAr. 👉 Me envie um direct para entender melhor como funciona o nosso atendimento. 💬 Atuamos de forma online em todo o Brasil e para brasileiros no exterior.
A sigla TOC refere-se ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo, um transtorno de saúde mental sério, cuja complexidade e gravidade vão muito além do que é popularmente entendido ou trivializado. Embora seja comum ouvir pessoas dizerem "eu tenho TOC" para descrever pequenas manias ou comportamentos repetitivos, a realidade clínica do TOC é bastante diferente e, muitas vezes, debilitante. O TOC é caracterizado pela presença de obsessões – pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e indesejados – e de compulsões, que são comportamentos ou atos mentais repetitivos realizados com o intuito de reduzir a ansiedade provocada pelas obsessões. Estudos e evidências científicas robustas indicam que esse transtorno envolve alterações neurobiológicas específicas, incluindo o funcionamento de circuitos cerebrais que regulam a ansiedade, o que contribui para a sua persistência e impacto negativo na qualidade de vida dos autistas e de outras pessoas que convivem com o transtorno. Diferentemente do uso popular e leviano da expressão, o TOC, conforme descrito no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), pode causar prejuízos significativos nas esferas pessoal, profissional e social. As pessoas diagnosticadas com TOC frequentemente enfrentam dificuldades para realizar tarefas diárias, mantendo a qualidade de vida e comprometendo suas relações interpessoais. Além disso, o tratamento, que pode envolver psicoterapia especializada – como a terapia cognitivo-comportamental com exposição e prevenção de resposta – e, em alguns casos, medicação, requer acompanhamento contínuo e baseado em evidências. Quando se banaliza o TOC, ao utilizá-lo de maneira inadequada para descrever comportamentos ou preferências, desconsidera-se o sofrimento real daqueles que convivem com um transtorno de saúde mental sério. Essa generalização não só perpetua estigmas como também pode dificultar a busca por um diagnóstico correto e por um tratamento adequado, pois minimiza os desafios enfrentados diariamente por pessoas com TOC. 📌 Siga @autistafalandodeautismo para mais 📌 Recado no comentário fixado #toc
O hiperfoco é um estado de concentração extremamente intensa e prolongada, onde a pessoa se dedica quase que exclusivamente a uma atividade de interesse, ignorando estímulos externos e até necessidades básicas, como fome, sede ou sono. É como se o mundo ao redor simplesmente deixasse de existir enquanto aquela tarefa específica está sendo realizada. Esse fenômeno é muito comum em pessoas autistas e com TDAH, apesar de, curiosamente, ser pouco compreendido por quem não vive essa experiência. Diferente de “ser muito focado”, o hiperfoco não é algo controlável. A pessoa não escolhe entrar ou sair dele com facilidade. Muitas vezes, ele acontece em atividades que geram muito interesse, prazer ou sensação de recompensa. Embora possa parecer uma “superpotência” em alguns contextos – como quando gera produtividade e criatividade – o hiperfoco também pode trazer prejuízos. Isso porque, quando não há gestão adequada, a pessoa pode negligenciar outras áreas importantes da vida, ter exaustão, perder prazos ou deixar de cuidar de si mesma. Por isso, aprender a reconhecer e equilibrar esse padrão é fundamental. --- 📌 Se busca diagnóstico de autismo, TDAH ou psicoterapia para adultos, veja o comentário fixado. .
Os pensamentos intrusivos são aqueles que surgem de forma inesperada e indesejada na nossa mente. Eles podem ser perturbadores, repetitivos e, muitas vezes, causam desconforto ou ansiedade. Embora qualquer pessoa possa experimentar pensamentos intrusivos ocasionalmente, esses pensamentos podem se tornar mais frequentes e angustiantes em pessoas com transtornos de saúde mental, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade ou depressão. É importante destacar que os pensamentos intrusivos, por si só, não refletem quem somos ou o que desejamos. Muitas vezes, eles abordam temas que são o oposto dos nossos valores ou crenças, o que aumenta o desconforto. Por exemplo, uma pessoa pode ter pensamentos intrusivos sobre machucar alguém, mesmo que ela nunca tenha tido qualquer intenção de fazer isso. Uma das formas de lidar com pensamentos intrusivos é entender que eles fazem parte do funcionamento natural do cérebro. Não podemos controlar todos os pensamentos que surgem, mas podemos aprender a não dar tanto peso a eles. Tentar lutar contra esses pensamentos ou suprimi-los pode, paradoxalmente, aumentar sua frequência e intensidade. Quando os pensamentos intrusivos se tornam persistentes e prejudicam a qualidade de vida, é importante buscar ajuda profissional. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente recomendada nesses casos, ajudando a pessoa a identificar padrões de pensamento disfuncionais e a desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável. Lidar com pensamentos intrusivos pode ser um desafio, mas com apoio adequado, é possível reduzir o impacto desses pensamentos e recuperar o controle sobre a vida. Créditos do vídeo @rafaellatuma #toc #autismo #tdah #pensamentosintrusivos
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