@evelyntupan
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Oi Dinos🦖 🧩Autista/sd/tdah exponho capacitista 🧠Psi Forense-Neurociência-ABA 🏆Método de vendasOnline 📚Escritora 🎓Contábeis,Física 📸Fotografia
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Eu fui uma das últimas, mas o que quero mostrar aqui, é uma sensação “invisivel”. Para alguns, isso pode parecer exagero. Pra mim, isso é rigidez cognitiva, algo comum no autismo. Uma necessidade profunda de realizar as coisas exatamente como foram planejadas. Muita gente lida bem com imprevistos no caminho. Mas, pra nós, autistas, quando algo sai do script,não é só adaptação , é uma luta interna pra reorganizar o mundo inteiro. Porque não é só sobre chegar. É sobre chegar como eu tinha imaginado que seria seguro. Há quem chame de teimosia, pode pensar na teimosia sim, porém, coloque “um pouco mais” de intensidade nela. Se fosse fácil, não seria transtorno. @evelyntupan #autismo #tea
A gente vai chegar amanhã, vai na vila!
Meu filho, Alexandre (adolescente do vídeo), mesmo sob medicação controlada e forte, onde um dos efeitos colaterais é a sonolência, não desliga. Adolescentes com TDAH, especialmente os do tipo hiperativo-impulsivo, vivem em um corpo que não para, e em uma mente que corre ainda mais rápido. Segundo o DSM-5, esse subtipo é marcado por comportamentos como inquietação constante, fala excessiva, dificuldade de esperar sua vez e uma urgência quase incontrolável em agir, mesmo quando não é o momento certo. Mas o que o manual não mostra é o cansaço emocional de quem vive assim. É a frustração de querer se concentrar e não conseguir. É a dor de ser mal interpretado o tempo todo, como se tudo fosse uma questão de “falta de esforço” ou “vontade de chamar atenção”. A hiperatividade não é só o corpo se movendo. É o pensamento que não silencia, o coração que dispara com o simples toque de uma notificação, é a sensação de estar sempre atrasado, mesmo que esteja no horário. Para esses adolescentes, sentar numa cadeira por 50 minutos pode parecer uma tortura invisível. Ficar calado durante uma explicação longa pode ser um exercício de sobrevivência. E ouvir “você é muito agitado” todos os dias vira uma sentença que ecoa na autoestima. A hiperatividade impacta a rotina de forma brutal. Eles esquecem tarefas, pulam etapas, perdem objetos, atropelam palavra, Não porque não se importam, mas porque o cérebro está lutando em múltiplas frentes ao mesmo tempo. E o mundo que cobra eficiência, organização, foco, raramente oferece espaço para que eles possam aprender do seu jeito. Compreender um adolescente com TDAH é parar de interpretar movimento como desrespeito. É enxergar além do comportamento e perguntar: o que esse corpo agitado está tentando dizer? Porque no fundo, o que todo adolescente precisa, com ou sem TDAH é de alguém que veja a essência além dos sintomas. @evelyntupan #tdah
Você consegue analisar esses comportamentos? Me conta aqui e vamos ver como está seu conhecimento e sua sensibilidade para perceber 😍💚🧩💚🦖 #testando #comempatia fica #facil #autismo #tdah
Esse vídeo não é só um meme, é informação. O autismo é predominantemente genético e isso já está muito bem estabelecido pela ciência. Estudos mostram que mais de 90% dos fatores relacionados ao autismo são genéticos e que a herdabilidade ultrapassa 80%, ou seja, ele é majoritariamente herdado dentro das famílias (Sandin et al., JAMA, 2017; Tick et al., Molecular Psychiatry, 2016). Existe uma parcela muito pequena, em média cerca de 3%, associada a causas naturais ou fatores ainda desconhecidos, e mesmo assim, sem predisposição genética, o autismo não se manifesta. Ele não surge do nada. Eu falo disso também pela minha vivência. Fiz a minha própria árvore genealógica do transtorno e identifiquei que o autismo veio da minha família materna. Ciência e realidade caminham juntas. Muita gente tem recebido informação distorcida sobre o que é o autismo e, como mãe de adolescentes autistas, autista e especialista em neurociências, eu me sinto na obrigação de compartilhar informação responsável aqui, além da minha própria experiência. Esse perfil não é só de trabalho de publis e afiliada. Esse é um perfil de uma mulher atípica🧠💚 Se gostou desse conteúdo, segue aqui @evelyntupan_reserva_ . Eu sou uma mulher #autista, mãe de autistas/tdah/epilepsia/superdotação. Pós-graduada em Neurociência, Psicologia Educacional e Forense, ABA análise do comportamento aplicada, entre outras formações. Mesmo não trabalhando nessas áreas, estudei para compreender melhor a minha condição, a condição dos meus filhos e trazer informação com mais responsabilidade aqui na rede social. Atuo na área do mercado digital, publicidade, influência, afiliada e marketing de internet. Desde já, bem-vindos Din@s 🦖🧩💚 #tea #autismo
😌😌😌 @evelyntupan #trend #autismo #tdah #pcd #explora #neurodiversidade
[MÚSICA DE FUNDO]
Eu fui uma das últimas, mas o que quero mostrar aqui, é uma sensação “invisivel”. Para alguns, isso pode parecer exagero. Pra mim, isso é rigidez cognitiva, algo comum no autismo. Uma necessidade profunda de realizar as coisas exatamente como foram planejadas. Muita gente lida bem com imprevistos no caminho. Mas, pra nós, autistas, quando algo sai do script,não é só adaptação , é uma luta interna pra reorganizar o mundo inteiro. Porque não é só sobre chegar. É sobre chegar como eu tinha imaginado que seria seguro. Há quem chame de teimosia, pode pensar na teimosia sim, porém, coloque “um pouco mais” de intensidade nela. Se fosse fácil, não seria transtorno. @evelyntupan #autismo #tea
A gente vai chegar amanhã, vai na vila!
Meu filho, Alexandre (adolescente do vídeo), mesmo sob medicação controlada e forte, onde um dos efeitos colaterais é a sonolência, não desliga. Adolescentes com TDAH, especialmente os do tipo hiperativo-impulsivo, vivem em um corpo que não para, e em uma mente que corre ainda mais rápido. Segundo o DSM-5, esse subtipo é marcado por comportamentos como inquietação constante, fala excessiva, dificuldade de esperar sua vez e uma urgência quase incontrolável em agir, mesmo quando não é o momento certo. Mas o que o manual não mostra é o cansaço emocional de quem vive assim. É a frustração de querer se concentrar e não conseguir. É a dor de ser mal interpretado o tempo todo, como se tudo fosse uma questão de “falta de esforço” ou “vontade de chamar atenção”. A hiperatividade não é só o corpo se movendo. É o pensamento que não silencia, o coração que dispara com o simples toque de uma notificação, é a sensação de estar sempre atrasado, mesmo que esteja no horário. Para esses adolescentes, sentar numa cadeira por 50 minutos pode parecer uma tortura invisível. Ficar calado durante uma explicação longa pode ser um exercício de sobrevivência. E ouvir “você é muito agitado” todos os dias vira uma sentença que ecoa na autoestima. A hiperatividade impacta a rotina de forma brutal. Eles esquecem tarefas, pulam etapas, perdem objetos, atropelam palavra, Não porque não se importam, mas porque o cérebro está lutando em múltiplas frentes ao mesmo tempo. E o mundo que cobra eficiência, organização, foco, raramente oferece espaço para que eles possam aprender do seu jeito. Compreender um adolescente com TDAH é parar de interpretar movimento como desrespeito. É enxergar além do comportamento e perguntar: o que esse corpo agitado está tentando dizer? Porque no fundo, o que todo adolescente precisa, com ou sem TDAH é de alguém que veja a essência além dos sintomas. @evelyntupan #tdah
Você consegue analisar esses comportamentos? Me conta aqui e vamos ver como está seu conhecimento e sua sensibilidade para perceber 😍💚🧩💚🦖 #testando #comempatia fica #facil #autismo #tdah
Esse vídeo não é só um meme, é informação. O autismo é predominantemente genético e isso já está muito bem estabelecido pela ciência. Estudos mostram que mais de 90% dos fatores relacionados ao autismo são genéticos e que a herdabilidade ultrapassa 80%, ou seja, ele é majoritariamente herdado dentro das famílias (Sandin et al., JAMA, 2017; Tick et al., Molecular Psychiatry, 2016). Existe uma parcela muito pequena, em média cerca de 3%, associada a causas naturais ou fatores ainda desconhecidos, e mesmo assim, sem predisposição genética, o autismo não se manifesta. Ele não surge do nada. Eu falo disso também pela minha vivência. Fiz a minha própria árvore genealógica do transtorno e identifiquei que o autismo veio da minha família materna. Ciência e realidade caminham juntas. Muita gente tem recebido informação distorcida sobre o que é o autismo e, como mãe de adolescentes autistas, autista e especialista em neurociências, eu me sinto na obrigação de compartilhar informação responsável aqui, além da minha própria experiência. Esse perfil não é só de trabalho de publis e afiliada. Esse é um perfil de uma mulher atípica🧠💚 Se gostou desse conteúdo, segue aqui @evelyntupan_reserva_ . Eu sou uma mulher #autista, mãe de autistas/tdah/epilepsia/superdotação. Pós-graduada em Neurociência, Psicologia Educacional e Forense, ABA análise do comportamento aplicada, entre outras formações. Mesmo não trabalhando nessas áreas, estudei para compreender melhor a minha condição, a condição dos meus filhos e trazer informação com mais responsabilidade aqui na rede social. Atuo na área do mercado digital, publicidade, influência, afiliada e marketing de internet. Desde já, bem-vindos Din@s 🦖🧩💚 #tea #autismo
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