@brunopsiquiatra
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🩺Médico Psiquiatra CRM-MG51012|RQE44603 Sócio da @clinicahb 🔥 Ajudo você a encontrar equilíbrio com menos medicação 🇧🇷ATENDIMENTO ON-LINE👇
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A irritabilidade é um sintoma central em vários transtornos psiquiátricos e, muitas vezes, aparece antes de outros sinais mais evidentes. Ela resulta de alterações em circuitos cerebrais que regulam emoção, impulsividade e resposta ao estresse. Na depressão, surge quando o sistema nervoso está hiperreativo, com redução da atividade do córtex pré-frontal e aumento da responsividade da amígdala. Em vez de tristeza aparente, alguns pacientes apresentam explosões, impaciência e intolerância a estímulos. Na ansiedade generalizada, a irritabilidade aparece como manifestação de tensão crônica. O corpo funciona em estado de alerta constante, o que reduz o limiar para frustração e gera respostas rápidas a pequenos estímulos. No transtorno bipolar, a irritabilidade pode ser marcador de episódios mistos, hipomania ou mania. Nesses quadros, o aumento da energia, associado à instabilidade emocional, torna o humor reativo e imprevisível. Ela também é comum no TDAH, onde a dificuldade de regulação emocional e o esforço cognitivo contínuo aumentam a frustração. Em quadros de abstinência, privação de sono e estresse prolongado, a irritabilidade também se intensifica pela desregulação dopaminérgica e do eixo do estresse. A irritabilidade é um sinal clínico que merece investigação. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
A pregabalina é um medicamento usado em psiquiatria e neurologia, principalmente para transtorno de ansiedade generalizada (TAG), dor neuropática e epilepsia. No TAG, ela atua reduzindo a excitabilidade do sistema nervoso central, ajudando a controlar a ansiedade persistente. Muitos pacientes relatam melhora significativa do quadro ansioso, especialmente quando há sintomas físicos associados, como tensão muscular, insônia e inquietação. Além disso, tem efeito comprovado no controle da dor neuropática, sendo uma opção importante para quem convive com dores crônicas ligadas a lesões nervosas. Funciona? Sim, mas não é para todos. A escolha depende do diagnóstico, do perfil do paciente e do acompanhamento médico. Como todo tratamento, deve ser individualizado e avaliado dentro de um plano amplo de cuidado. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
Ela venceu o câncer de mama. O piloto anunciou. O avião inteiro aplaudiu. E aquilo não foi só um gesto bonito. Foi saúde mental em ação. Quando alguém atravessa uma doença grave, não é só o corpo que luta. Há medo, incerteza, ansiedade e vulnerabilidade. E quando essa pessoa é reconhecida publicamente, algo acontece no cérebro. Há sensação de pertencimento, liberação de dopamina e ocitocina, redução da resposta de estresse e um reforço profundo de significado e propósito. A ciência mostra que apoio social consistente melhora desfechos emocionais e físicos. Ser visto. Ser validado. Ser celebrado. Isso fortalece a mente. Saúde mental não é apenas tratar transtornos. É também construir experiências que aumentam resiliência. Aplausos não curam câncer. Mas ajudam a curar o que o medo tentou quebrar por dentro. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra.
A depressão não afeta apenas o humor. Ela altera funções cognitivas essenciais, como foco, memória de trabalho e capacidade de organizar pensamentos. O córtex pré-frontal, área responsável por planejamento, tomada de decisão e avaliação de consequências, fica menos ativo durante episódios depressivos. Isso torna decisões simples cansativas e decisões complexas praticamente impossíveis. O cérebro deprimido trabalha mais devagar, filtra menos informações e prioriza interpretações negativas. A pessoa sabe o que precisa fazer, mas não consegue reunir energia, clareza ou motivação para decidir. É um bloqueio cognitivo, não falta de vontade. Quando o tratamento começa a agir, essas funções voltam a se reorganizar. A clareza retorna, a confiança aumenta e a capacidade de escolher o próximo passo se reconstrói. A decisão não volta de uma vez, mas volta. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
O caso do jovem de 19 anos que entrou na jaula de uma leoa não é sobre imprudência. É sobre sofrimento psíquico grave, desorientação e ausência de cuidado. A conduta observada no vídeo é compatível com ruptura do juízo crítico, impulsividade extrema e alteração da percepção de risco, algo frequente em quadros psiquiátricos descompensados. O problema não é o animal, que reagiu por instinto. O problema é a falha repetida de um sistema que deveria proteger pessoas vulneráveis e não protege. Histórico de abandono, vulnerabilidade social e passagem por serviços de saúde mental sem continuidade mostram a lacuna entre diagnóstico e acolhimento efetivo. Tragédias assim não surgem do nada. São o resultado de uma trajetória marcada por falta de suporte, ausência de acompanhamento e invisibilidade do sofrimento emocional. Julgar o jovem é ignorar a complexidade do quadro clínico e da realidade social que o cercava. Precisamos falar sobre isso com responsabilidade. Casos como este expõem a urgência de políticas públicas que garantam cuidado contínuo, prevenção e acesso real à saúde mental. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
A irritabilidade é um sintoma central em vários transtornos psiquiátricos e, muitas vezes, aparece antes de outros sinais mais evidentes. Ela resulta de alterações em circuitos cerebrais que regulam emoção, impulsividade e resposta ao estresse. Na depressão, surge quando o sistema nervoso está hiperreativo, com redução da atividade do córtex pré-frontal e aumento da responsividade da amígdala. Em vez de tristeza aparente, alguns pacientes apresentam explosões, impaciência e intolerância a estímulos. Na ansiedade generalizada, a irritabilidade aparece como manifestação de tensão crônica. O corpo funciona em estado de alerta constante, o que reduz o limiar para frustração e gera respostas rápidas a pequenos estímulos. No transtorno bipolar, a irritabilidade pode ser marcador de episódios mistos, hipomania ou mania. Nesses quadros, o aumento da energia, associado à instabilidade emocional, torna o humor reativo e imprevisível. Ela também é comum no TDAH, onde a dificuldade de regulação emocional e o esforço cognitivo contínuo aumentam a frustração. Em quadros de abstinência, privação de sono e estresse prolongado, a irritabilidade também se intensifica pela desregulação dopaminérgica e do eixo do estresse. A irritabilidade é um sinal clínico que merece investigação. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
A pregabalina é um medicamento usado em psiquiatria e neurologia, principalmente para transtorno de ansiedade generalizada (TAG), dor neuropática e epilepsia. No TAG, ela atua reduzindo a excitabilidade do sistema nervoso central, ajudando a controlar a ansiedade persistente. Muitos pacientes relatam melhora significativa do quadro ansioso, especialmente quando há sintomas físicos associados, como tensão muscular, insônia e inquietação. Além disso, tem efeito comprovado no controle da dor neuropática, sendo uma opção importante para quem convive com dores crônicas ligadas a lesões nervosas. Funciona? Sim, mas não é para todos. A escolha depende do diagnóstico, do perfil do paciente e do acompanhamento médico. Como todo tratamento, deve ser individualizado e avaliado dentro de um plano amplo de cuidado. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
Ela venceu o câncer de mama. O piloto anunciou. O avião inteiro aplaudiu. E aquilo não foi só um gesto bonito. Foi saúde mental em ação. Quando alguém atravessa uma doença grave, não é só o corpo que luta. Há medo, incerteza, ansiedade e vulnerabilidade. E quando essa pessoa é reconhecida publicamente, algo acontece no cérebro. Há sensação de pertencimento, liberação de dopamina e ocitocina, redução da resposta de estresse e um reforço profundo de significado e propósito. A ciência mostra que apoio social consistente melhora desfechos emocionais e físicos. Ser visto. Ser validado. Ser celebrado. Isso fortalece a mente. Saúde mental não é apenas tratar transtornos. É também construir experiências que aumentam resiliência. Aplausos não curam câncer. Mas ajudam a curar o que o medo tentou quebrar por dentro. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra.
A depressão não afeta apenas o humor. Ela altera funções cognitivas essenciais, como foco, memória de trabalho e capacidade de organizar pensamentos. O córtex pré-frontal, área responsável por planejamento, tomada de decisão e avaliação de consequências, fica menos ativo durante episódios depressivos. Isso torna decisões simples cansativas e decisões complexas praticamente impossíveis. O cérebro deprimido trabalha mais devagar, filtra menos informações e prioriza interpretações negativas. A pessoa sabe o que precisa fazer, mas não consegue reunir energia, clareza ou motivação para decidir. É um bloqueio cognitivo, não falta de vontade. Quando o tratamento começa a agir, essas funções voltam a se reorganizar. A clareza retorna, a confiança aumenta e a capacidade de escolher o próximo passo se reconstrói. A decisão não volta de uma vez, mas volta. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
O caso do jovem de 19 anos que entrou na jaula de uma leoa não é sobre imprudência. É sobre sofrimento psíquico grave, desorientação e ausência de cuidado. A conduta observada no vídeo é compatível com ruptura do juízo crítico, impulsividade extrema e alteração da percepção de risco, algo frequente em quadros psiquiátricos descompensados. O problema não é o animal, que reagiu por instinto. O problema é a falha repetida de um sistema que deveria proteger pessoas vulneráveis e não protege. Histórico de abandono, vulnerabilidade social e passagem por serviços de saúde mental sem continuidade mostram a lacuna entre diagnóstico e acolhimento efetivo. Tragédias assim não surgem do nada. São o resultado de uma trajetória marcada por falta de suporte, ausência de acompanhamento e invisibilidade do sofrimento emocional. Julgar o jovem é ignorar a complexidade do quadro clínico e da realidade social que o cercava. Precisamos falar sobre isso com responsabilidade. Casos como este expõem a urgência de políticas públicas que garantam cuidado contínuo, prevenção e acesso real à saúde mental. Falar de saúde mental não é frescura. É urgente. É necessário. Para mais conteúdos, siga @brunopsiquiatra
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