@isabellazielk
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Pós graduanda em terapia sistêmica ⚜️ CURA EMOCIONAL Transforme suas feridas em autoestima e confiança MAIOR BLACK FRIDAY DE CURA EMOCIONAL ⬇️
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Quantas atitudes suas de hoje são tentativas de sobreviver a coisas que você viveu lá atrás? A criança que você foi ainda grita em muitas das suas escolhas. E enquanto essas feridas ficarem abertas, elas vão continuar decidindo por você. Eu te ajudo a reconhecer, acolher e curar isso. Comece por aqui.
O adulto que não pode discutir na relação que já pensa em terminar foi a criança que cresceu no meio de brigas e que só queria fugir. O adulto que se isola quando está chateado foi a criança que aprendeu a lidar com todas as emoções sozinhas. O adulto que cuida de todo mundo menos dele foi a criança que aprendeu que só seria amada se fosse útil.
Quando o pai é frio, o afeto vira ameaça. A mente associa frieza com segurança. Carinho com desconforto. E repete o padrão sem perceber. Então ela troca o homem que a amava, pelo que mal a olha. Não porque gosta de sofrer, mas porque tenta curar, no presente, o amor que não teve no passado. Não é sobre escolha, é sobre ferida. E enquanto ela não entende isso, o amor saudável sempre vai parecer “sem graça”. 🧠 Se fez sentido, salva. Isso explica por que você atrai amores difíceis.
A minha relação com meu pai era muito ruim no início. Sim, a nossa relação foi melhorar quando eu fui morar sozinha. Porque meu pai, ele era muito grosso, ele era português, ele era muito mente fechada, ele era muito bravo, muito grosso, participou da guerra, então ele tinha uns traumas e ele não era de carinho. Então isso me deixava muito brava com ele, eu não conseguia aceitar essa relação dele comigo.
Muitos homens cresceram sem pai. Ou com um pai que estava, mas não ensinava nada. Eles aprenderam a calar para evitar briga. A ceder para não perder amor. A esperar que alguém diga o que devem fazer. Eles querem aprovação, mas não sabem pedir. Querem afeto, mas não sabem receber. Querem ser fortes, mas sentem medo de falhar. Por dentro, carregam a sensação de estarem sempre errados. De não serem bons o bastante. De precisarem agradar para não serem abandonados. Ambos estão presos na dor da ausência paterna. Ambos repetem padrões que não entendem. E só conseguem quebrar esse ciclo quando param de fugir. Quando decidem olhar para a própria história e curar o menino que precisou crescer sozinho. 🩶 Se quer aprender a romper esse ciclo, me segue. Aqui, você vai aprender a se libertar.
O homem que cresceu sem pai ou com o pai emocionalmente ausente costuma se sabotar em projetos e responsabilidades maiores, porque lá no fundo ele não se sente bom o suficiente. Ninguém reforçou o seu valor quando ele ainda era criança. Ele costuma dizer "você quem sabe, faz do jeito que você quiser". Ele evita conflitos, evita conversas difíceis, prefere ceder, ficar calado ou fazer o que a parceira quer.
Muitas pessoas crescem acreditando que há algo errado com elas. Não porque falharam, mas porque passaram tempo demais sendo avaliadas pelo lugar errado, pelas expectativas erradas, pelos olhos errados. Quando você se olha sempre a partir da crítica, do erro ou da comparação, é natural desenvolver dureza consigo. Autocobrança. Vergonha de quem se é. Mas, muitas vezes, o problema não está em você. Está na lente. Quando a perspectiva muda, aquilo que parecia falha revela habilidade, e o que parecia inadequação mostra sensibilidade, criatividade ou força que nunca foram vistas. Você não precisa se consertar antes de se amar. Precisa se enxergar com mais verdade e mais compaixão. Talvez você não esteja quebrado. Talvez só não esteja no lugar certo.
Afeto não é luxo. É necessidade. Tão essencial quanto comer ou respirar. Quando falta, buscamos consolo em qualquer coisa: validação, atenção, redes sociais… Mas nada substitui um abraço, uma presença que diz: “eu estou aqui com você.” Afeto cura, acalma, dá sentido, dá força. Se você se identificou, me siga. Aqui você vai aprender a olhar para essas feridas que ninguém te ensinou a olhar e começar a se permitir sentir o que você sempre precisou sentir.
Vocês viram essa história? O macaquinho Punch foi abandonado pela própria mãe após nascer em um zoológico no Japão. E por ser muito pequeno ele precisou ser alimentado à mão pelos tratadores. Mas havia algo que nem o alimento resolvia, a ausência da mãe. E pra ajudá-lo a se acalmar, os tratadores deram a ele um macaco de pelúcia. E então algo chamou a atenção de todo mundo.
Quantas atitudes suas de hoje são tentativas de sobreviver a coisas que você viveu lá atrás? A criança que você foi ainda grita em muitas das suas escolhas. E enquanto essas feridas ficarem abertas, elas vão continuar decidindo por você. Eu te ajudo a reconhecer, acolher e curar isso. Comece por aqui.
O adulto que não pode discutir na relação que já pensa em terminar foi a criança que cresceu no meio de brigas e que só queria fugir. O adulto que se isola quando está chateado foi a criança que aprendeu a lidar com todas as emoções sozinhas. O adulto que cuida de todo mundo menos dele foi a criança que aprendeu que só seria amada se fosse útil.
Quando o pai é frio, o afeto vira ameaça. A mente associa frieza com segurança. Carinho com desconforto. E repete o padrão sem perceber. Então ela troca o homem que a amava, pelo que mal a olha. Não porque gosta de sofrer, mas porque tenta curar, no presente, o amor que não teve no passado. Não é sobre escolha, é sobre ferida. E enquanto ela não entende isso, o amor saudável sempre vai parecer “sem graça”. 🧠 Se fez sentido, salva. Isso explica por que você atrai amores difíceis.
A minha relação com meu pai era muito ruim no início. Sim, a nossa relação foi melhorar quando eu fui morar sozinha. Porque meu pai, ele era muito grosso, ele era português, ele era muito mente fechada, ele era muito bravo, muito grosso, participou da guerra, então ele tinha uns traumas e ele não era de carinho. Então isso me deixava muito brava com ele, eu não conseguia aceitar essa relação dele comigo.
Muitos homens cresceram sem pai. Ou com um pai que estava, mas não ensinava nada. Eles aprenderam a calar para evitar briga. A ceder para não perder amor. A esperar que alguém diga o que devem fazer. Eles querem aprovação, mas não sabem pedir. Querem afeto, mas não sabem receber. Querem ser fortes, mas sentem medo de falhar. Por dentro, carregam a sensação de estarem sempre errados. De não serem bons o bastante. De precisarem agradar para não serem abandonados. Ambos estão presos na dor da ausência paterna. Ambos repetem padrões que não entendem. E só conseguem quebrar esse ciclo quando param de fugir. Quando decidem olhar para a própria história e curar o menino que precisou crescer sozinho. 🩶 Se quer aprender a romper esse ciclo, me segue. Aqui, você vai aprender a se libertar.
O homem que cresceu sem pai ou com o pai emocionalmente ausente costuma se sabotar em projetos e responsabilidades maiores, porque lá no fundo ele não se sente bom o suficiente. Ninguém reforçou o seu valor quando ele ainda era criança. Ele costuma dizer "você quem sabe, faz do jeito que você quiser". Ele evita conflitos, evita conversas difíceis, prefere ceder, ficar calado ou fazer o que a parceira quer.
Muitas pessoas crescem acreditando que há algo errado com elas. Não porque falharam, mas porque passaram tempo demais sendo avaliadas pelo lugar errado, pelas expectativas erradas, pelos olhos errados. Quando você se olha sempre a partir da crítica, do erro ou da comparação, é natural desenvolver dureza consigo. Autocobrança. Vergonha de quem se é. Mas, muitas vezes, o problema não está em você. Está na lente. Quando a perspectiva muda, aquilo que parecia falha revela habilidade, e o que parecia inadequação mostra sensibilidade, criatividade ou força que nunca foram vistas. Você não precisa se consertar antes de se amar. Precisa se enxergar com mais verdade e mais compaixão. Talvez você não esteja quebrado. Talvez só não esteja no lugar certo.
Afeto não é luxo. É necessidade. Tão essencial quanto comer ou respirar. Quando falta, buscamos consolo em qualquer coisa: validação, atenção, redes sociais… Mas nada substitui um abraço, uma presença que diz: “eu estou aqui com você.” Afeto cura, acalma, dá sentido, dá força. Se você se identificou, me siga. Aqui você vai aprender a olhar para essas feridas que ninguém te ensinou a olhar e começar a se permitir sentir o que você sempre precisou sentir.
Vocês viram essa história? O macaquinho Punch foi abandonado pela própria mãe após nascer em um zoológico no Japão. E por ser muito pequeno ele precisou ser alimentado à mão pelos tratadores. Mas havia algo que nem o alimento resolvia, a ausência da mãe. E pra ajudá-lo a se acalmar, os tratadores deram a ele um macaco de pelúcia. E então algo chamou a atenção de todo mundo.
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