@prisciladiasadv
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Defensora dos direitos dos homens Especialista em divórcio, guarda e MP + de 3.000 casos | Paternidade blindada ⬇️ Consultoria jurídica de alto nível
O meme mais atual que vi nesses dias… 👀😂
Pra você poder ficar comigo você tem que ter um carro, uma casa e um bom salário. E você tem o que pra me oferecer? Os filhos de outro cara.
Esse foi o principal motivo que me despertou para falar sobre os direitos dos homens: a observação prática do meu cotidiano aliada à aplicação do Direito.
Observância da minha prática jurídica. No início eu comecei até nas redes sociais falando para mulheres. No entanto, como uma boa mineira, na hora que o cliente chegava para o atendimento,
Ele tentou fazer o certo… A filha relatava agressões do padrasto. Relatos constantes. Detalhados. Repetidos. O pai fez o que qualquer pai responsável faria: Foi à delegacia. Tentou instaurar investigação criminal. Procurou Conselho Tutelar. Buscou o Ministério Público. Resposta? Silêncio. Indiferença. Procedimentos que “não avançam”. Mas bastou a genitora alegar descumprimento de entrega. Em poucas horas, seis policiais, armamento pesado, viatura na porta. O pai que implorava por investigação virou “infrator”. O pai que pedia proteção virou “criminoso”. Percebe a inversão? Quando o homem denuncia violência contra o próprio filho, ele enfrenta descrédito. Quando a mulher denuncia descumprimento formal, o Estado age com rigor exemplar. Isso não é sobre gênero contra gênero. É sobre coerência institucional. É sobre prioridade real na proteção da criança. Se há denúncia de agressão, o foco deveria ser investigar a violência, não punir o pai que tentou impedir. A pergunta que fica é simples: O sistema está protegendo a criança… ou protegendo a narrativa da genitora? Post da página: @eduardocamargo.advogado
Que situação! Para vocês, o passado de uma mulher importa ou não? 👀
25 anos depois, a verdade apareceu. Tarde demais para reparar a vida que ela destruiu. Ele decidiu não perdoar — e quem o culparia? Casos como esse são muito mais comuns do que imaginamos. Homens perdem filhos, liberdade, dignidade, honra, saúde mental, carreira, dinheiro… e às vezes, a própria vida. Para mim, a única pena justa para um ser cruel como essa mulher é a pena perpétua. E para você?
Mr. Manziel, em seu testemunho de testemunho de mentira, você foi perguntado se você teve algum contato sexual com nenhuma de suas três filhas. Você disse que não. E o testemunho de mentira disse que não havia decepção. Sim, eu tenho.
O meme mais atual que vi nesses dias… 👀😂
Pra você poder ficar comigo você tem que ter um carro, uma casa e um bom salário. E você tem o que pra me oferecer? Os filhos de outro cara.
Esse foi o principal motivo que me despertou para falar sobre os direitos dos homens: a observação prática do meu cotidiano aliada à aplicação do Direito.
Observância da minha prática jurídica. No início eu comecei até nas redes sociais falando para mulheres. No entanto, como uma boa mineira, na hora que o cliente chegava para o atendimento,
Ele tentou fazer o certo… A filha relatava agressões do padrasto. Relatos constantes. Detalhados. Repetidos. O pai fez o que qualquer pai responsável faria: Foi à delegacia. Tentou instaurar investigação criminal. Procurou Conselho Tutelar. Buscou o Ministério Público. Resposta? Silêncio. Indiferença. Procedimentos que “não avançam”. Mas bastou a genitora alegar descumprimento de entrega. Em poucas horas, seis policiais, armamento pesado, viatura na porta. O pai que implorava por investigação virou “infrator”. O pai que pedia proteção virou “criminoso”. Percebe a inversão? Quando o homem denuncia violência contra o próprio filho, ele enfrenta descrédito. Quando a mulher denuncia descumprimento formal, o Estado age com rigor exemplar. Isso não é sobre gênero contra gênero. É sobre coerência institucional. É sobre prioridade real na proteção da criança. Se há denúncia de agressão, o foco deveria ser investigar a violência, não punir o pai que tentou impedir. A pergunta que fica é simples: O sistema está protegendo a criança… ou protegendo a narrativa da genitora? Post da página: @eduardocamargo.advogado
Que situação! Para vocês, o passado de uma mulher importa ou não? 👀
25 anos depois, a verdade apareceu. Tarde demais para reparar a vida que ela destruiu. Ele decidiu não perdoar — e quem o culparia? Casos como esse são muito mais comuns do que imaginamos. Homens perdem filhos, liberdade, dignidade, honra, saúde mental, carreira, dinheiro… e às vezes, a própria vida. Para mim, a única pena justa para um ser cruel como essa mulher é a pena perpétua. E para você?
Mr. Manziel, em seu testemunho de testemunho de mentira, você foi perguntado se você teve algum contato sexual com nenhuma de suas três filhas. Você disse que não. E o testemunho de mentira disse que não havia decepção. Sim, eu tenho.
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