@gamarevista
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Uma revista sobre diferentes modos de viver e as possibilidades do mundo hoje
Responda rápido: esta foto, do Michael Jordan, lembra o logo de qual linha de tênis? Sim, o Air Jordan, da Nike. Mas o dono dessa foto, Co Rentmeester, não se sente reconhecido e travou uma batalha judicial contra a Nike – mas perdeu. Essa sessão de fotos com Jordan aconteceu em 1984 para uma reportagem da revista LIFE, nos EUA, antes de Jordan ingressar na NBA. Algum tempo depois, Rentmeester viu essa mesma pose em um outdoor publicitário da empresa americana – feita por outro fotógrafo e com Jordan vestindo roupas da marca. E é aí que começa sua indignação. Na época, o fotógrafo entrou em contato com a Nike reivindicando a autoria . A marca lhe pagou 15 mil dólares e achou que o assunto estava resolvido. Mas Rentmeester acredita que tenha recebido muito pouco dinheiro – a linha Air Jordan vale 6 bilhões de dólares. Se você não entende nada de basquete, pode imaginar que essa foto é apenas mais um registro de um salto de Michael Jordan. Mas não, o que Rentmeester argumenta é que ele pediu para que Jordan fizesse um salto de balé para essa imagem, com braços e pernas esticados, e não um salto de jogador de basquete – voos com propósitos diferentes. Daí a ideia da autoria e da construção dessa imagem. Rentmeester argumenta que ele não tirou a foto, que ele fez a foto. E que a Nike não fez a foto, mas que copiou a foto dele, assunto que especialistas em fotografia se debruçam com frequência. Uma foto é um registro ou uma montagem? Ou as duas coisas? Essa história, e os negativos que mostram o salto a salto desse ensaio fotográfico, é contada no documentário “Jumpman” (2024), ainda sem previsão de lançamento no Brasil. O holandês é um grande representante da fotografia do século 20. Registrou desde a Guerra do Vietnã até as Olimpíadas de 1972; e assinou inúmeras capas da LIFE – revista que mostrava ao mundo um recorte do que acontecia na época. Uma retrospectiva de Rentmeester está em cartaz no Museu Foam (@foam_amsterdam), em Amsterdã. ____ Em sua coluna “Veja bem”, a jornalista Luara Calvi Anic trata de exposições, livros e acervos fotográficos. #GamaRevista #Coluna #VejaBem_Gama
A mudança na percepção do que representa a CLT, a carteira de trabalho, é o tema da coluna deste mês da jornalista e pesquisadora Fabiana Moraes (@fabi2moraes), na Gama. Como é que ela passou de "artigo de luxo" a "coisa de pobre"? Leia um trecho: "O que principalmente uma geração acostumada à performance de sucesso do empreendedorismo de rede social não sabe é que a CLT, que completa 82 anos de criação no próximo primeiro de maio, é considerada um dos primeiros instrumentos de inclusão social do país. O Decreto-Lei 5.452, assinado em 1º de maio de 1943 por Getúlio Vargas, é um conjunto de leis que regulamenta as relações entre empregados e empregadores no Brasil. Parte das obrigações aí presentes já faziam parte da carta constitucional de 1934, na criação da Justiça do Trabalho: o salário mínimo foi instituído; a jornada de trabalho de oito horas; o repouso semanal, as férias anuais remuneradas e a indenização por dispensa sem justa causa. Perseguidos décadas mais tarde pelos militares, os sindicatos e associações profissionais passaram a ser reconhecidos. O décimo-terceiro salário só se tornaria obrigatório em 1962, antes do Golpe Militar, no governo de João Goulart. Esse conjunto de obrigações provocou assombros no empresariado e mercado brasileiros, como mostra uma já clássica capa do jornal O Globo: Essa mediação, pela legalidade, entre empregados e empregadores, foi uma revolução em um país acostumado a explorar a pobreza, a maior parte dela trazendo a herança de uma população durante quase 400 anos escravizada. Por isso, a carteira de trabalho tornou-se objeto de desejo e mesmo símbolo de status no Brasil, como mostrou a pesquisa 'Carteira de Trabalho, Artigo de Luxo: O perfil psicossocial de trabalhadores informais em Salvador, Bahia' (realizada por Sônia Maria Guedes Gondim; Girleide Novaes Feitosa; Ivna Christine de Novaes Santos; Márcio de Oliveira Sá; Mirele Cardoso do Bonfim, da Universidade Federal da Bahia)." No site da Gama, no link da bio e nos stories, você lê a coluna de Fabiana Moraes na íntegra. #GamaRevista #Coluna #FabianaMoraes #CLT
Tem jeito melhor para lidar com os pontos difíceis de um relacionamento do que falar sobre isso? Falar, e também ouvir os outros falando, costuma ajudar muito. Sabendo disso, a atriz Maria Flor (@mariaflor31) e o seu parceiro, o filósofo e psicoterapeuta Emanuel Aragão (@emanuelaragaoreal), entrevistados deste episódio do Podcast da Semana, criaram o canal Flor e Manu, em que partem da própria experiência para discutir os dilemas que aparecem em muitos relacionamentos dos dias de hoje. A atriz de 41 anos, que está na novela “Garota do Momento”, da Globo e o psicoterapeuta Emanuel Aragão, 42, viraram tão envolvidos com esse tema que, em 2026, vão lançar o livro “O amor ainda é possível?”, pela Editora Planeta, em que, por meio de cartas escritas um ao outro, devem trazer conversas sobre amor, relações e casamento. Na conversa com Gama, eles falam de crises no casamento, do tema do relacionamento aberto, das dificuldades do flerte online, do grande interesse das pessoas em falar de amor, de casamento, das crises conjugais. “A gente consegue conversar e partilhar as nossas crises, as nossas angústias sobre o nosso relacionamento. E aí as pessoas se identificam com isso, abrimos um espaço de conversa e de diálogo”, diz Maria Flor. No site da Gama, no link da bio, nos stories e em todas as plataformas de áudio, você lê e ouve o Podcast da Semana. #GamaRevista #SemanaGama #PodcastDaSemana #Amor #SemTempoParaAmar
Falar das nossas questões em análise costuma trazer incontáveis efeitos, mas e escrever? O que acontece quando o que se trata com o psicanalista, olho no olho, vai ao papel? Voltar às nossas histórias pessoais, seja escrevendo ou por meio da análise, nos ajuda a digerir tudo de diferentes maneiras. É sobre esse tema o episódio com a psicanalista Vera Iaconelli (@vera.iaconelli), que acaba de lançar o livro “Análise” (@companhiadasletras, 2025). Nas memórias, ela compartilha o seu próprio processo analítico, a história de sua família e nos explica um pouco da psicanálise lacaniana em especial, sua linha de trabalho. “Tinha uma coisa da necessidade de falar de análise e da necessidade de tornar pública coisas que justamente se tornam sofrimentos porque se supõem que elas sejam segredos impublicáveis”, diz na conversa com Gama. Iaconelli é psicanalista, mestre e doutora em Psicologia pela USP, membra do Instituto Sedes Sapientiae, foi analista da Escola do Fórum do Campo Lacaniano, autora dos livros: “Criar Filhos no Século 21” (@editoracontexto, 2019), “Manifesto Antimaternalista” (@editorazahar, 2023), entre outros. Colunista da Folha de S.Paulo e diretora do Instituto Gerar de Psicanálise. A autora é convidada do Ciclo Gama de Debates, que acontece na programação paralela da Flip (@flip_se). No site da Gama, no link da bio, nos stories e em todas as plataformas de áudio, você lê e ouve o Podcast da Semana. #GamaRevista #SemanaGama #Escritores #ClicloGama #Flip2025
Você já se sentiu que o seu relacionamento amoroso meio fora de controle. Ou, ao contrário, notou que a outra parte estava tentando controlar demais os seus passos, o seu jeito, as suas amizades? É sobre esse tema, sobre controle, autonomia e individualidade no relacionamento amoroso o novo episódio do Podcast da Semana, com a psicanalista Ana Suy (@ana_suy). “A gente quer alguém que caiba na nossa fantasia. Só que, no fim das contas, quem cabe nessa fantasia é um ser idealizado”, diz. Suy é psicanalista, escritora, doutora em pesquisa e clínica em psicanálise pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), e autora dos livros: “A Gente Mira no Amor e Acerta da Solidão” e “Não Pise no Meu Vazio”, ambos da editora Paidós. E o mais recente, “Eu só Existo no Olhar do Outro” (@planetadelivrosbrasil, 2025), em parceria com o psicanalista Christian Dunker. Na conversa com Gama, Suy fala da linha tênue entre cuidado com o e controle nos relacionamentos e de por que alguns casais acabam desconsiderando a personalidade do parceiro. O episódio está disponível nas principais plataformas de áudio e também no YouTube. #GamaRevista #SemanaGama #TáTudoForaDeControle #Relacionamento
Responda rápido: esta foto, do Michael Jordan, lembra o logo de qual linha de tênis? Sim, o Air Jordan, da Nike. Mas o dono dessa foto, Co Rentmeester, não se sente reconhecido e travou uma batalha judicial contra a Nike – mas perdeu. Essa sessão de fotos com Jordan aconteceu em 1984 para uma reportagem da revista LIFE, nos EUA, antes de Jordan ingressar na NBA. Algum tempo depois, Rentmeester viu essa mesma pose em um outdoor publicitário da empresa americana – feita por outro fotógrafo e com Jordan vestindo roupas da marca. E é aí que começa sua indignação. Na época, o fotógrafo entrou em contato com a Nike reivindicando a autoria . A marca lhe pagou 15 mil dólares e achou que o assunto estava resolvido. Mas Rentmeester acredita que tenha recebido muito pouco dinheiro – a linha Air Jordan vale 6 bilhões de dólares. Se você não entende nada de basquete, pode imaginar que essa foto é apenas mais um registro de um salto de Michael Jordan. Mas não, o que Rentmeester argumenta é que ele pediu para que Jordan fizesse um salto de balé para essa imagem, com braços e pernas esticados, e não um salto de jogador de basquete – voos com propósitos diferentes. Daí a ideia da autoria e da construção dessa imagem. Rentmeester argumenta que ele não tirou a foto, que ele fez a foto. E que a Nike não fez a foto, mas que copiou a foto dele, assunto que especialistas em fotografia se debruçam com frequência. Uma foto é um registro ou uma montagem? Ou as duas coisas? Essa história, e os negativos que mostram o salto a salto desse ensaio fotográfico, é contada no documentário “Jumpman” (2024), ainda sem previsão de lançamento no Brasil. O holandês é um grande representante da fotografia do século 20. Registrou desde a Guerra do Vietnã até as Olimpíadas de 1972; e assinou inúmeras capas da LIFE – revista que mostrava ao mundo um recorte do que acontecia na época. Uma retrospectiva de Rentmeester está em cartaz no Museu Foam (@foam_amsterdam), em Amsterdã. ____ Em sua coluna “Veja bem”, a jornalista Luara Calvi Anic trata de exposições, livros e acervos fotográficos. #GamaRevista #Coluna #VejaBem_Gama
A mudança na percepção do que representa a CLT, a carteira de trabalho, é o tema da coluna deste mês da jornalista e pesquisadora Fabiana Moraes (@fabi2moraes), na Gama. Como é que ela passou de "artigo de luxo" a "coisa de pobre"? Leia um trecho: "O que principalmente uma geração acostumada à performance de sucesso do empreendedorismo de rede social não sabe é que a CLT, que completa 82 anos de criação no próximo primeiro de maio, é considerada um dos primeiros instrumentos de inclusão social do país. O Decreto-Lei 5.452, assinado em 1º de maio de 1943 por Getúlio Vargas, é um conjunto de leis que regulamenta as relações entre empregados e empregadores no Brasil. Parte das obrigações aí presentes já faziam parte da carta constitucional de 1934, na criação da Justiça do Trabalho: o salário mínimo foi instituído; a jornada de trabalho de oito horas; o repouso semanal, as férias anuais remuneradas e a indenização por dispensa sem justa causa. Perseguidos décadas mais tarde pelos militares, os sindicatos e associações profissionais passaram a ser reconhecidos. O décimo-terceiro salário só se tornaria obrigatório em 1962, antes do Golpe Militar, no governo de João Goulart. Esse conjunto de obrigações provocou assombros no empresariado e mercado brasileiros, como mostra uma já clássica capa do jornal O Globo: Essa mediação, pela legalidade, entre empregados e empregadores, foi uma revolução em um país acostumado a explorar a pobreza, a maior parte dela trazendo a herança de uma população durante quase 400 anos escravizada. Por isso, a carteira de trabalho tornou-se objeto de desejo e mesmo símbolo de status no Brasil, como mostrou a pesquisa 'Carteira de Trabalho, Artigo de Luxo: O perfil psicossocial de trabalhadores informais em Salvador, Bahia' (realizada por Sônia Maria Guedes Gondim; Girleide Novaes Feitosa; Ivna Christine de Novaes Santos; Márcio de Oliveira Sá; Mirele Cardoso do Bonfim, da Universidade Federal da Bahia)." No site da Gama, no link da bio e nos stories, você lê a coluna de Fabiana Moraes na íntegra. #GamaRevista #Coluna #FabianaMoraes #CLT
Tem jeito melhor para lidar com os pontos difíceis de um relacionamento do que falar sobre isso? Falar, e também ouvir os outros falando, costuma ajudar muito. Sabendo disso, a atriz Maria Flor (@mariaflor31) e o seu parceiro, o filósofo e psicoterapeuta Emanuel Aragão (@emanuelaragaoreal), entrevistados deste episódio do Podcast da Semana, criaram o canal Flor e Manu, em que partem da própria experiência para discutir os dilemas que aparecem em muitos relacionamentos dos dias de hoje. A atriz de 41 anos, que está na novela “Garota do Momento”, da Globo e o psicoterapeuta Emanuel Aragão, 42, viraram tão envolvidos com esse tema que, em 2026, vão lançar o livro “O amor ainda é possível?”, pela Editora Planeta, em que, por meio de cartas escritas um ao outro, devem trazer conversas sobre amor, relações e casamento. Na conversa com Gama, eles falam de crises no casamento, do tema do relacionamento aberto, das dificuldades do flerte online, do grande interesse das pessoas em falar de amor, de casamento, das crises conjugais. “A gente consegue conversar e partilhar as nossas crises, as nossas angústias sobre o nosso relacionamento. E aí as pessoas se identificam com isso, abrimos um espaço de conversa e de diálogo”, diz Maria Flor. No site da Gama, no link da bio, nos stories e em todas as plataformas de áudio, você lê e ouve o Podcast da Semana. #GamaRevista #SemanaGama #PodcastDaSemana #Amor #SemTempoParaAmar
Falar das nossas questões em análise costuma trazer incontáveis efeitos, mas e escrever? O que acontece quando o que se trata com o psicanalista, olho no olho, vai ao papel? Voltar às nossas histórias pessoais, seja escrevendo ou por meio da análise, nos ajuda a digerir tudo de diferentes maneiras. É sobre esse tema o episódio com a psicanalista Vera Iaconelli (@vera.iaconelli), que acaba de lançar o livro “Análise” (@companhiadasletras, 2025). Nas memórias, ela compartilha o seu próprio processo analítico, a história de sua família e nos explica um pouco da psicanálise lacaniana em especial, sua linha de trabalho. “Tinha uma coisa da necessidade de falar de análise e da necessidade de tornar pública coisas que justamente se tornam sofrimentos porque se supõem que elas sejam segredos impublicáveis”, diz na conversa com Gama. Iaconelli é psicanalista, mestre e doutora em Psicologia pela USP, membra do Instituto Sedes Sapientiae, foi analista da Escola do Fórum do Campo Lacaniano, autora dos livros: “Criar Filhos no Século 21” (@editoracontexto, 2019), “Manifesto Antimaternalista” (@editorazahar, 2023), entre outros. Colunista da Folha de S.Paulo e diretora do Instituto Gerar de Psicanálise. A autora é convidada do Ciclo Gama de Debates, que acontece na programação paralela da Flip (@flip_se). No site da Gama, no link da bio, nos stories e em todas as plataformas de áudio, você lê e ouve o Podcast da Semana. #GamaRevista #SemanaGama #Escritores #ClicloGama #Flip2025
Você já se sentiu que o seu relacionamento amoroso meio fora de controle. Ou, ao contrário, notou que a outra parte estava tentando controlar demais os seus passos, o seu jeito, as suas amizades? É sobre esse tema, sobre controle, autonomia e individualidade no relacionamento amoroso o novo episódio do Podcast da Semana, com a psicanalista Ana Suy (@ana_suy). “A gente quer alguém que caiba na nossa fantasia. Só que, no fim das contas, quem cabe nessa fantasia é um ser idealizado”, diz. Suy é psicanalista, escritora, doutora em pesquisa e clínica em psicanálise pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), e autora dos livros: “A Gente Mira no Amor e Acerta da Solidão” e “Não Pise no Meu Vazio”, ambos da editora Paidós. E o mais recente, “Eu só Existo no Olhar do Outro” (@planetadelivrosbrasil, 2025), em parceria com o psicanalista Christian Dunker. Na conversa com Gama, Suy fala da linha tênue entre cuidado com o e controle nos relacionamentos e de por que alguns casais acabam desconsiderando a personalidade do parceiro. O episódio está disponível nas principais plataformas de áudio e também no YouTube. #GamaRevista #SemanaGama #TáTudoForaDeControle #Relacionamento
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