@daianilize
515posts
44.5Kfollowers
953following
+ 10mil pacientes Eu não trato melasma. Eu desmonto as causas que mantém teu melasma ativo 👩🏻🎓Esteticista e Cosmetóloga | Graduanda em Nutrição
Sério… como profissional da saúde estética que trabalha todos os dias com hipercromias, especialmente o MELASMA, tem horas que dá uma vontade de gritaaaar 🤯 quando vejo que o bronze ainda é tratado como sinônimo de beleza ou “cor de verão”. Porque na prática clínica, o que eu vejo não é glamour. Eu vejo pele inflamada, melanócito hiperestimulado, barreira cutânea fragilizada e um organismo que entrou em modo de defesa. O bronzeado não é um prêmio 🥇 que a pele ganha, é uma resposta de proteção😖. É o corpo tentando evitar dano maior ao DNA celular daquela mulher. Antes da pele escurecer, ela inflama. Sempre. O escurecimento vem depois, como consequência dessa agressão. E é aí que mora o problema: quem já tem tendência a hipercromias, melasma ou hiperpigmentação pós-inflamatória não está apenas “pegando uma cor”. Está ativando exatamente o mecanismo que depois passa meses, às vezes anos, tentando controlar. É como se a pessoa apertasse o botão da melanogênese no máximo e depois quisesse que um sérum resolvesse. E é óbvio que eu entendo que, culturalmente, o bronzeado foi romantizado. A gente cresceu ouvindo que “uma corzinha faz bem”, que “pele bronzeada é pele saudável”. Mas biologicamente, não existe bronzeado sem dano. Existe dano com resposta adaptativa. Quanto maior a exposição, maior o estresse oxidativo, maior a cascata inflamatória, maior a sinalização para produção de melanina. E aí chega no consultório aquela frustração: “Dai, não sei por que meu melasma não melhora”. Só que melhora de um lado e reativa do outro, porque o estímulo continua acontecendo. Não é sobre proibir sol, é sobre parar de tratar agressão repetida como rotina estética. Porque se a pessoa pudesse ver no microscópio o que acontece na pele durante aquele “bronzeado de final de semana”, talvez entendesse que não é só cor. É inflamação, ROS, citocinas, ativação de vias como MITF, MAPK… é fisiologia de defesa acontecendo ali, silenciosa 🥶. Meu desabafo é simples: a pele não bronzeia porque está feliz. Ela bronzeia porque está se protegendo. E quem trabalha com hipercromia sabe o preço que essa “proteção” cobra depois.
Essa é a Bruna. 43 dias após um CO₂ fracionado. Ps.: Esse é um remix de trecho do vídeo compartilhado por ela, publicamente em suas redes sociais — como um alerta pra que ninguém mais passe por isso. Ps 2: Minha análise é subjetiva, com base nas informações públicas divulgadas por ela. Não tive acesso ao protocolo, à avaliação prévia ou à conduta médica. Mas o alerta que esse caso traz é real. E urgente. 🚨 Atenção: O CO₂ fracionado é sim um laser com benefícios clínicos importantes, como: ✔️ Rejuvenescimento com retração tecidual visível ✔️ Melhora de cicatrizes de acne, rugas finas e textura irregular ✔️ Estímulo intenso de colágeno via remodelação dérmica profunda 🧐 Mas também carrega riscos — especialmente quando o invisível é ignorado. Trecho do artigo de Wiinberg et al., 2024 “AFL treatment induced a pronounced neutrophil infiltration in the skin which may have a negative impact on the healing response, as a previous study found that excessive neutrophil infiltration and inflammation of the skin resulted in an impaired wound healing response in mice.” Ou seja: O CO₂ não é o vilão. Mas precisa de respeito. E avaliação INDIVIDUALIZADA! Fazer igual pra todo mundo (independente de ser paciente ou modelo), como se houvesse uma “linha de produção”… Desconsiderar o histórico. Fazer tudo na pressa, no marketing do “resultado rápido”. Ignorar os sinais biológicos que o corpo possa estar emitindo. A pergunta é: → Esse organismo está preparado para tal nível de agressão? Já anota aí os exames que te falam muito sobre o funcionamento metabólico prévio da sua paciente: • PCR (Proteína C-Reativa) • VHS • Fibrinogênio • Interleucina-6 (IL-6) Entre outros.. Eles revelam o terreno inflamatório, sistêmico e silencioso da sua paciente. E ignorá-los poderá transformar o sonho estético em um trauma cutâneo para o resto da vida. Eu estou exausta de atender casos assim no meu consultório. Por isso digo e repito: A estética do futuro não é estética rápida. É estética responsável. Funcional. E ela já começou. Vem pra Formação em Gerenciamento do Melasma. 🔗 Link na Bio.
LISTA para PROFISSIONAIS 📋 ACESSO à LISTA DAS 14 PRINCIPAIS CAUSAS do MELASMA e COMO GERENCIÁ-LO de forma eficiente ⤵️ 👉🏻 Enviarei essa ferramenta a todos os participantes do evento gratuito, DESCOMPLICANDO o MELASMA - evento exclusivo para PROFISSIONAIS - que acontecerá pela ultima em seu formato 100% gratuito, nos dias: 📍7, 8 e 9/abril 🕗 às 20h Eu vou te mostrar quais são as principais causas que tornam as manchas da sua paciente RESISTENTES, para que você ofereça um tratamento personalizado, com resultados previsíveis e duradouros! Deixa aqui “QUERO” que eu te ✈️ o link para você garantir a sua vaga sem custo algum.
Finalizei minha última consulta do dia e logo depois recebi de uma paciente um vídeo da Andréa Vermont, psicanalista… fiquei em silêncio alguns segundos. A consulta que eu tinha acabado de finalizar era justamente com uma paciente médica. E o melasma dela gritando há 10 anos. 10 anos de manifestação cutânea pedindo leitura. Homocisteína limítrofe (inflamação silenciosa e desregulação de metilação), zinco baixo, cobre desequilibrado em relação ao zinco… um terreno metabólico perfeito pra manter melanina hiperativa. E ainda sinais muito claros de um potencial eixo HPA desregulado: anos de estresse crônico relatado, sobrecarga emocional recorrente, insatisfação profissional, facilidade de ganho de peso, melasma resistente.… Entre outros exames, sugeri a coleta de cortisol salivar e hemoglobina glicada. Quando o cortisol vive ativado, o corpo entra em modo sobrevivência. Ele induz gliconeogênese: o fígado fabrica glicose a partir das reservas, mesmo que a tua alimentação esteja linda! O teu corpo produz açúcar porque acredita que está em ameaça. E esse processo pode aparecer na hemoglobina glicada mesmo com glicemia em jejum e insulina aparentemente normais. A última vez que ela tinha feito exames nos últimos anos, foi em junho do ano passado (ps. por sugestão minha). E se eu não tivesse cruzado o caminho dela, talvez passasse mais anos sem olhar pra dentro. E isso não é sobre ela. É sobre o sistema que ainda acredita que exame é coisa de quem já está doente… senso que o teu corpo dá sinais o tempo inteiro: melasma, cansaço que não passa, irritabilidade, inchaço, queda de cabelo, ansiedade, sono ruim, libido baixa… É o metabolismo pedindo leitura. Exame não é diagnóstico. Nunca será o meu papel. Exame é bússola. É ponte. É a lanterna que ilumina o que o corpo já está gritando. E o meu papel aqui é iluminar as causas que mantêm o teu melasma ativo, porque Estética sem investigação é maquiagem temporária. Mas Estética com leitura metabólica é resultado e resultado DURÁVEL. Quanto tempo mais a gente vai fingir que não escuta? Com carinho: Dai, Divas do Melasma❤️.
Deixa eu te contar um segredo de ouro que mudou completamente meu olhar clínico sobre o melasma com aquele envelhecimento cutâneo, com pele espessa, amarelada e sem viço, decorrente de uma exposição solar excessiva e acumulada ao longo da vida. “Dai, nem começa porque minha paciente não “toma sol” há anos!”😏 Ah é? Então olha esse dado: já em 2005, estimava-se que cerca de 50% de toda a radiação UV acumulada na vida ocorria antes dos 18 anos – fase em que geralmente não há proteção solar adequada nem orientação sobre cuidados com a pele (Godar DE, Photochem Photobiol, 2005). Mas os dados mais atuais são ainda mais alarmantes: eles mostram que até 80% da exposição solar total ao longo da vida acontece antes dos 20 anos (Autier et al., PMC4344124, 2015). 🔎 E quando os fibroblastos (células que produzem colágeno, elastina e sustentam a pele) envelhecem (senescência celular), eles começam a liberar sinais inflamatórios que estimulam a produção das manchas. Já observou que as pessoas idosas, 98% delas tem manchas na pele? E tem mais: 💧A água que a paciente toma em níveis ideais para sua estatura e hábitos de vida, compõe a matriz extracelular que mantém as funções da pele em equilíbrio. Mas se ela não toma… não existe controle da melanogênese 🫠. E agora presta atenção no match disso tudo! Cada melanócito (célula que produz a melanina) está conectado a: • Fibroblastos (na derme) • Queratinócitos (na epiderme) Essa comunicação acontece o tempo todo! E uma das “mensagens” mais importantes dessa conversa é uma proteína chamada DKK-1. Ela inibe o acúmulo de β-catenina e quando essa via está regulada, a melanina não é produzida em excesso. ✨ Ou seja: mais DKK-1, menos β-catenina, menos manchas. ✨ Simples né?😅 Você fala sobre isso com a tua paciente? Ou coloca nas tuas costas a responsabilidade de um resultado que é im-pos-sí-vel ser tua?😏 É exatamente esse tipo de raciocínio clínico (bem como os orais certos a se utilizar) que eu vou te ensinar no dia: 🗓 27/07, das 16h às 20h 📍Aula Magna – O Código Escondido do Melasma ✨ Quer teu acesso? Comenta aqui “eu quero” que te envio na DM.
Sério… como profissional da saúde estética que trabalha todos os dias com hipercromias, especialmente o MELASMA, tem horas que dá uma vontade de gritaaaar 🤯 quando vejo que o bronze ainda é tratado como sinônimo de beleza ou “cor de verão”. Porque na prática clínica, o que eu vejo não é glamour. Eu vejo pele inflamada, melanócito hiperestimulado, barreira cutânea fragilizada e um organismo que entrou em modo de defesa. O bronzeado não é um prêmio 🥇 que a pele ganha, é uma resposta de proteção😖. É o corpo tentando evitar dano maior ao DNA celular daquela mulher. Antes da pele escurecer, ela inflama. Sempre. O escurecimento vem depois, como consequência dessa agressão. E é aí que mora o problema: quem já tem tendência a hipercromias, melasma ou hiperpigmentação pós-inflamatória não está apenas “pegando uma cor”. Está ativando exatamente o mecanismo que depois passa meses, às vezes anos, tentando controlar. É como se a pessoa apertasse o botão da melanogênese no máximo e depois quisesse que um sérum resolvesse. E é óbvio que eu entendo que, culturalmente, o bronzeado foi romantizado. A gente cresceu ouvindo que “uma corzinha faz bem”, que “pele bronzeada é pele saudável”. Mas biologicamente, não existe bronzeado sem dano. Existe dano com resposta adaptativa. Quanto maior a exposição, maior o estresse oxidativo, maior a cascata inflamatória, maior a sinalização para produção de melanina. E aí chega no consultório aquela frustração: “Dai, não sei por que meu melasma não melhora”. Só que melhora de um lado e reativa do outro, porque o estímulo continua acontecendo. Não é sobre proibir sol, é sobre parar de tratar agressão repetida como rotina estética. Porque se a pessoa pudesse ver no microscópio o que acontece na pele durante aquele “bronzeado de final de semana”, talvez entendesse que não é só cor. É inflamação, ROS, citocinas, ativação de vias como MITF, MAPK… é fisiologia de defesa acontecendo ali, silenciosa 🥶. Meu desabafo é simples: a pele não bronzeia porque está feliz. Ela bronzeia porque está se protegendo. E quem trabalha com hipercromia sabe o preço que essa “proteção” cobra depois.
Essa é a Bruna. 43 dias após um CO₂ fracionado. Ps.: Esse é um remix de trecho do vídeo compartilhado por ela, publicamente em suas redes sociais — como um alerta pra que ninguém mais passe por isso. Ps 2: Minha análise é subjetiva, com base nas informações públicas divulgadas por ela. Não tive acesso ao protocolo, à avaliação prévia ou à conduta médica. Mas o alerta que esse caso traz é real. E urgente. 🚨 Atenção: O CO₂ fracionado é sim um laser com benefícios clínicos importantes, como: ✔️ Rejuvenescimento com retração tecidual visível ✔️ Melhora de cicatrizes de acne, rugas finas e textura irregular ✔️ Estímulo intenso de colágeno via remodelação dérmica profunda 🧐 Mas também carrega riscos — especialmente quando o invisível é ignorado. Trecho do artigo de Wiinberg et al., 2024 “AFL treatment induced a pronounced neutrophil infiltration in the skin which may have a negative impact on the healing response, as a previous study found that excessive neutrophil infiltration and inflammation of the skin resulted in an impaired wound healing response in mice.” Ou seja: O CO₂ não é o vilão. Mas precisa de respeito. E avaliação INDIVIDUALIZADA! Fazer igual pra todo mundo (independente de ser paciente ou modelo), como se houvesse uma “linha de produção”… Desconsiderar o histórico. Fazer tudo na pressa, no marketing do “resultado rápido”. Ignorar os sinais biológicos que o corpo possa estar emitindo. A pergunta é: → Esse organismo está preparado para tal nível de agressão? Já anota aí os exames que te falam muito sobre o funcionamento metabólico prévio da sua paciente: • PCR (Proteína C-Reativa) • VHS • Fibrinogênio • Interleucina-6 (IL-6) Entre outros.. Eles revelam o terreno inflamatório, sistêmico e silencioso da sua paciente. E ignorá-los poderá transformar o sonho estético em um trauma cutâneo para o resto da vida. Eu estou exausta de atender casos assim no meu consultório. Por isso digo e repito: A estética do futuro não é estética rápida. É estética responsável. Funcional. E ela já começou. Vem pra Formação em Gerenciamento do Melasma. 🔗 Link na Bio.
LISTA para PROFISSIONAIS 📋 ACESSO à LISTA DAS 14 PRINCIPAIS CAUSAS do MELASMA e COMO GERENCIÁ-LO de forma eficiente ⤵️ 👉🏻 Enviarei essa ferramenta a todos os participantes do evento gratuito, DESCOMPLICANDO o MELASMA - evento exclusivo para PROFISSIONAIS - que acontecerá pela ultima em seu formato 100% gratuito, nos dias: 📍7, 8 e 9/abril 🕗 às 20h Eu vou te mostrar quais são as principais causas que tornam as manchas da sua paciente RESISTENTES, para que você ofereça um tratamento personalizado, com resultados previsíveis e duradouros! Deixa aqui “QUERO” que eu te ✈️ o link para você garantir a sua vaga sem custo algum.
Finalizei minha última consulta do dia e logo depois recebi de uma paciente um vídeo da Andréa Vermont, psicanalista… fiquei em silêncio alguns segundos. A consulta que eu tinha acabado de finalizar era justamente com uma paciente médica. E o melasma dela gritando há 10 anos. 10 anos de manifestação cutânea pedindo leitura. Homocisteína limítrofe (inflamação silenciosa e desregulação de metilação), zinco baixo, cobre desequilibrado em relação ao zinco… um terreno metabólico perfeito pra manter melanina hiperativa. E ainda sinais muito claros de um potencial eixo HPA desregulado: anos de estresse crônico relatado, sobrecarga emocional recorrente, insatisfação profissional, facilidade de ganho de peso, melasma resistente.… Entre outros exames, sugeri a coleta de cortisol salivar e hemoglobina glicada. Quando o cortisol vive ativado, o corpo entra em modo sobrevivência. Ele induz gliconeogênese: o fígado fabrica glicose a partir das reservas, mesmo que a tua alimentação esteja linda! O teu corpo produz açúcar porque acredita que está em ameaça. E esse processo pode aparecer na hemoglobina glicada mesmo com glicemia em jejum e insulina aparentemente normais. A última vez que ela tinha feito exames nos últimos anos, foi em junho do ano passado (ps. por sugestão minha). E se eu não tivesse cruzado o caminho dela, talvez passasse mais anos sem olhar pra dentro. E isso não é sobre ela. É sobre o sistema que ainda acredita que exame é coisa de quem já está doente… senso que o teu corpo dá sinais o tempo inteiro: melasma, cansaço que não passa, irritabilidade, inchaço, queda de cabelo, ansiedade, sono ruim, libido baixa… É o metabolismo pedindo leitura. Exame não é diagnóstico. Nunca será o meu papel. Exame é bússola. É ponte. É a lanterna que ilumina o que o corpo já está gritando. E o meu papel aqui é iluminar as causas que mantêm o teu melasma ativo, porque Estética sem investigação é maquiagem temporária. Mas Estética com leitura metabólica é resultado e resultado DURÁVEL. Quanto tempo mais a gente vai fingir que não escuta? Com carinho: Dai, Divas do Melasma❤️.
Deixa eu te contar um segredo de ouro que mudou completamente meu olhar clínico sobre o melasma com aquele envelhecimento cutâneo, com pele espessa, amarelada e sem viço, decorrente de uma exposição solar excessiva e acumulada ao longo da vida. “Dai, nem começa porque minha paciente não “toma sol” há anos!”😏 Ah é? Então olha esse dado: já em 2005, estimava-se que cerca de 50% de toda a radiação UV acumulada na vida ocorria antes dos 18 anos – fase em que geralmente não há proteção solar adequada nem orientação sobre cuidados com a pele (Godar DE, Photochem Photobiol, 2005). Mas os dados mais atuais são ainda mais alarmantes: eles mostram que até 80% da exposição solar total ao longo da vida acontece antes dos 20 anos (Autier et al., PMC4344124, 2015). 🔎 E quando os fibroblastos (células que produzem colágeno, elastina e sustentam a pele) envelhecem (senescência celular), eles começam a liberar sinais inflamatórios que estimulam a produção das manchas. Já observou que as pessoas idosas, 98% delas tem manchas na pele? E tem mais: 💧A água que a paciente toma em níveis ideais para sua estatura e hábitos de vida, compõe a matriz extracelular que mantém as funções da pele em equilíbrio. Mas se ela não toma… não existe controle da melanogênese 🫠. E agora presta atenção no match disso tudo! Cada melanócito (célula que produz a melanina) está conectado a: • Fibroblastos (na derme) • Queratinócitos (na epiderme) Essa comunicação acontece o tempo todo! E uma das “mensagens” mais importantes dessa conversa é uma proteína chamada DKK-1. Ela inibe o acúmulo de β-catenina e quando essa via está regulada, a melanina não é produzida em excesso. ✨ Ou seja: mais DKK-1, menos β-catenina, menos manchas. ✨ Simples né?😅 Você fala sobre isso com a tua paciente? Ou coloca nas tuas costas a responsabilidade de um resultado que é im-pos-sí-vel ser tua?😏 É exatamente esse tipo de raciocínio clínico (bem como os orais certos a se utilizar) que eu vou te ensinar no dia: 🗓 27/07, das 16h às 20h 📍Aula Magna – O Código Escondido do Melasma ✨ Quer teu acesso? Comenta aqui “eu quero” que te envio na DM.
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to ProThis account appears as recommended in the profiles of these creators: