@rosangela.psi.teixeira
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• Psicóloga Junguiana • O que quer uma mulher de 40, 50, 60+? RenovAÇÃO • Aqui é sobre CRIAR vida 📍CRP: 05/11159 • Conheça meus cursos⬇️
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Durante uma audiência com os membros da Comissão Teológica Internacional, o Papa Francisco diz que “a Igreja é mulher”. “Se não soubermos o que é a teologia da mulher, nunca entenderemos o que é a Igreja”, segundo ele. A teologia da mulher é a nossa natureza maternal, o acolhimento, a nutrição e não o julgamento, a cobrança, a culpa. Sim, caberia a Igreja desempenhar o papel de cuidar (Feminino) dos seus membros e não discriminá-los. Incluí-los, fazer a ponte entre os povos, culturas e diferentes religiões. Conectá-los ao mundo interno e externo. Coisas do Feminino. E o Papa continua, “um dos grandes pecados que cometemos é ‘masculinizar’ a Igreja”. O símbolo de “desmasculinizá-la” seria a permissão da expressão e da valorização do poder Feminino, a nossa sensibilidade, a que sabe sentir a dor do outro, mas nós como o outro, também. A empatia de olhar o outro como outro despertando o dom de confortar, atributos essencialmente Femininos. Para mim, ter fé é ter pés para caminhar. Como caminhamos se não contemos a nossa dor? Como seguimos se não amparamos a nós mesmos, sem nos julgar, sem apontar nossos erros, sem medo do fracasso? Só com o talento Feminino. Descanse em paz Papa Francisco. Foi muito bom poder conhecer um Papa Feminino.
“Homens trabalham de sol a sol, o trabalho das mulheres nunca termina”, diz Meryl Streep. A mais real das verdades! Arquetípica. A nossa história conta que nos “esconderam” dentro de casa, na cozinha e o casamento só mudou o nosso “esconderijo”. Sem voz, nossos desejos nunca foram comunicados. Parece que ainda estamos nesse lugar, apesar de todas as nossas conquistas, mostrando que o silêncio Feminino ainda é uma jogada do patriarcado. Não merecemos “falar” através de sintomas. Sofremos de uma desigualdade milenar que permanece. Um sentimento de inferioridade que só mostra a força de um arquétipo. Fico me perguntando como pode cuidar ser humilhante? Juro que eu tenho dificuldade de “entender” isso, aceitar, então, não dá para mim. Mas sei que fala dessa desarmonia entre os sexos. Conta do medo da mulher lunar, psiquicamente poderosa que a cultura judaico-cristã fez de tudo para oprimir. Hoje, estamos vendo a mulher moderna que trabalha de sol a sol e a noite, pois sua jornada continua em casa cuidando dos filhos, da casa como nossas mães, avós. Tem, também, a “Cinderela”, que não foi para o mercado de trabalho ou que, em algum momento parou e se tornou dependente financeira. Essa tem o mesmo padrão de esforço desumano para “merecer” o seu lugar. Muitas sentem que não têm direito à partilha de bens em caso de separação, pois não contribuíram financeiramente em suas famílias. Têm as mulheres de 50, 60, 70 que continuam correndo, possivelmente sem direção, pois não é mais época para essa “luta”. Será que estamos bem mesmo? O que vejo na prática é que, nós, mulheres, ainda nos sentimos inferiorizadas como mulheres. A grande maioria rejeita seus aspectos vulneráveis. Ainda não foi possível “entender” que vulnerabilidade é gentileza consigo mesma. Está na delicadeza de errar. Na atenção em parar. No ACEITAR o inaceitável. É dizer NÃO! A mulher que Meryl Streep descreve é a mesma de hoje, só que muito mais sobrecarregada e exausta fazendo Burnout no trabalho e nas relações, talvez porque pela sensação de inadequação. Caminhamos tanto pra chegar até aqui, mas fica a impressão que ainda precisamos nos sentir mais confortáveis em nossa identidade Feminina.
Nem do pai, nem da mãe. Dela. Ela gosta é dela. Ela se acha incrível. A criança e seu amor por si mesma. Sua ingenuidade, alegria, simplicidade de ver e viver a vidinha dela. Como não se gostar? A criança é potencialidade que segue com a gente quando ela se transforma em arquétipo e se torna a nossa criança interior surgindo muitas vezes ao longo do dia mostrando tanto a sua beleza, quanto as suas feridas ainda não cicatrizadas. Na infância, bastava o sol lá fora e tudo estava resolvido. Foi assim um dia. Mas ela permanece em nós, segundo Jung, como a criança divina, a nossa essência, eterna e profundamente humana. Mas, por que e como perdemos esse amor e admiração que nós, crianças, sentíamos por nós mesmos? Nas vivências traumáticas com nossos pais e família, nos ambientes instáveis que vivemos na infância, nas vezes que fomos, insistentemente, censurados, na sensação de abandono que se torna, na vida adulta, em reatividade constante, tédio e insatisfação crônica. Esquecemos de gostar de nós quando nos damos conta da vida não vivida dos nossos pais e do fardo que será carregar as frustrações, sonhos não realizados e covardias deles com risco de nos tornarmos seus repetidores, com mesmos padrões deles, agora em nós, os seus filhos. Aí, nem tente, porque não vamos nos orgulhar de nós de jeito nenhum. Não vamos conseguir nos sentir incríveis. Estamos em déficit com a nossa criança e sem valor diante dela. Só pra gente não esquecer, estamos começando um ano novo, que, também, pode ser simbolizado como uma criança que está vindo ao mundo. É hora da sua criança ajudar você a mostrar o seu valor. Uma criança interior saudável permite a expressão do seu Feminino e sua intuição, emoção e criatividade fluem na sua vida. Que seja um 2026 onde a pauta seja gostar de você. Cursos Sombra Link na bio #ᴇxᴘʟᴏʀᴀʀ #explorar #criancainterior #sagradofeminino
Acontece! Mas, infelizmente está acontecendo muito, demais e com desfechos cada vez mais trágicos. Por isso, trouxe o depoimento de Mariana Goldfarb, ex de Cauã Reymond que nos conta um pouco da sua experiência vivendo um relacionamento abusivo. Acho que alguns momentos da fala de Mariana são comuns em relações disfuncionais, por isso seria bom não deixar passar desculpando, justificando como “jeito dele” tentando olhar o que nos prende ali. 1- “Eu consegui sair”, diz ela - sair de que, de onde? Onde ela estava ou onde sentia que estava? Aprisionada? 2 – Ela relata ter se sentido sufocada. Estar sem ar, sem respiração é viver sem TROCA, ou seja, o dar e receber não existe. 3 – Mariana conta que não tinha como nomear a relação como uma violência psicológica, por isso é preciso dar nomes aos personagens que vão se apresentando. O medo, a raiva, a culpa, a rejeição, o que está sentindo precisa ser nomeado. 4- Essas relações se sustentam num jogo de poder e controle através da culpa. O pano de fundo é a culpa e o medo de ser rejeitado. O tratamento de silêncio como tortura psicológica só confirma a punição/culpa. Mas, por que o silêncio incomoda tanto? Porque ele fala de abandono. De descaso, desprezo fruto da culpa de não agradar. 5- “Parece que tem alguém na sua jugular que está chupando tudo, sugando tudo”, diz Mariana. Faltou limites desde o início, claro. Seria de novo o medo de desagradar? Se uma relação acaba porque uma das partes não aceitou o não, não é perda, é livramento. 6 - Nosso corpo tem caráter, como costumo dizer. Então, fique atenta a ele. Com sua honestidade, ele vai dar sinais. No caso da Mariana, ela cita, queda de cabelo, olho tremendo, falta de apetite, risco de desenvolver anorexia (um sintoma bem Feminino que suprime as formas e curvas do nosso corpo de mulher, mas depois falo dele). 7- A tensão e o esforço que precisa ser feito para o dia terminar bem, pior, com a certeza de que o dia não vai terminar bem é o jogo da manipulação e de fazer você sempre se sentir errada, culpada. De novo, a culpa? Continua👇 #explorer #explorar
Que Preta Gil seja ouvida. Que você pare, se escute, se veja. Que você sinta sem medo de se julgar. Que você olhe se está deixando situações “truncadas”/ inacabadas em sua história. Termine, complete mesmo que não seja do jeito que você queria ou esperava. Mas, encerre, mesmo imperfeito. E, por último, cuide da SUA expectativa em relação ao outro. Não é com o outro. Nunca foi! Preta Gil, descanse em paz 🖤 Preta Gil no Altas Horas
Durante uma audiência com os membros da Comissão Teológica Internacional, o Papa Francisco diz que “a Igreja é mulher”. “Se não soubermos o que é a teologia da mulher, nunca entenderemos o que é a Igreja”, segundo ele. A teologia da mulher é a nossa natureza maternal, o acolhimento, a nutrição e não o julgamento, a cobrança, a culpa. Sim, caberia a Igreja desempenhar o papel de cuidar (Feminino) dos seus membros e não discriminá-los. Incluí-los, fazer a ponte entre os povos, culturas e diferentes religiões. Conectá-los ao mundo interno e externo. Coisas do Feminino. E o Papa continua, “um dos grandes pecados que cometemos é ‘masculinizar’ a Igreja”. O símbolo de “desmasculinizá-la” seria a permissão da expressão e da valorização do poder Feminino, a nossa sensibilidade, a que sabe sentir a dor do outro, mas nós como o outro, também. A empatia de olhar o outro como outro despertando o dom de confortar, atributos essencialmente Femininos. Para mim, ter fé é ter pés para caminhar. Como caminhamos se não contemos a nossa dor? Como seguimos se não amparamos a nós mesmos, sem nos julgar, sem apontar nossos erros, sem medo do fracasso? Só com o talento Feminino. Descanse em paz Papa Francisco. Foi muito bom poder conhecer um Papa Feminino.
“Homens trabalham de sol a sol, o trabalho das mulheres nunca termina”, diz Meryl Streep. A mais real das verdades! Arquetípica. A nossa história conta que nos “esconderam” dentro de casa, na cozinha e o casamento só mudou o nosso “esconderijo”. Sem voz, nossos desejos nunca foram comunicados. Parece que ainda estamos nesse lugar, apesar de todas as nossas conquistas, mostrando que o silêncio Feminino ainda é uma jogada do patriarcado. Não merecemos “falar” através de sintomas. Sofremos de uma desigualdade milenar que permanece. Um sentimento de inferioridade que só mostra a força de um arquétipo. Fico me perguntando como pode cuidar ser humilhante? Juro que eu tenho dificuldade de “entender” isso, aceitar, então, não dá para mim. Mas sei que fala dessa desarmonia entre os sexos. Conta do medo da mulher lunar, psiquicamente poderosa que a cultura judaico-cristã fez de tudo para oprimir. Hoje, estamos vendo a mulher moderna que trabalha de sol a sol e a noite, pois sua jornada continua em casa cuidando dos filhos, da casa como nossas mães, avós. Tem, também, a “Cinderela”, que não foi para o mercado de trabalho ou que, em algum momento parou e se tornou dependente financeira. Essa tem o mesmo padrão de esforço desumano para “merecer” o seu lugar. Muitas sentem que não têm direito à partilha de bens em caso de separação, pois não contribuíram financeiramente em suas famílias. Têm as mulheres de 50, 60, 70 que continuam correndo, possivelmente sem direção, pois não é mais época para essa “luta”. Será que estamos bem mesmo? O que vejo na prática é que, nós, mulheres, ainda nos sentimos inferiorizadas como mulheres. A grande maioria rejeita seus aspectos vulneráveis. Ainda não foi possível “entender” que vulnerabilidade é gentileza consigo mesma. Está na delicadeza de errar. Na atenção em parar. No ACEITAR o inaceitável. É dizer NÃO! A mulher que Meryl Streep descreve é a mesma de hoje, só que muito mais sobrecarregada e exausta fazendo Burnout no trabalho e nas relações, talvez porque pela sensação de inadequação. Caminhamos tanto pra chegar até aqui, mas fica a impressão que ainda precisamos nos sentir mais confortáveis em nossa identidade Feminina.
Nem do pai, nem da mãe. Dela. Ela gosta é dela. Ela se acha incrível. A criança e seu amor por si mesma. Sua ingenuidade, alegria, simplicidade de ver e viver a vidinha dela. Como não se gostar? A criança é potencialidade que segue com a gente quando ela se transforma em arquétipo e se torna a nossa criança interior surgindo muitas vezes ao longo do dia mostrando tanto a sua beleza, quanto as suas feridas ainda não cicatrizadas. Na infância, bastava o sol lá fora e tudo estava resolvido. Foi assim um dia. Mas ela permanece em nós, segundo Jung, como a criança divina, a nossa essência, eterna e profundamente humana. Mas, por que e como perdemos esse amor e admiração que nós, crianças, sentíamos por nós mesmos? Nas vivências traumáticas com nossos pais e família, nos ambientes instáveis que vivemos na infância, nas vezes que fomos, insistentemente, censurados, na sensação de abandono que se torna, na vida adulta, em reatividade constante, tédio e insatisfação crônica. Esquecemos de gostar de nós quando nos damos conta da vida não vivida dos nossos pais e do fardo que será carregar as frustrações, sonhos não realizados e covardias deles com risco de nos tornarmos seus repetidores, com mesmos padrões deles, agora em nós, os seus filhos. Aí, nem tente, porque não vamos nos orgulhar de nós de jeito nenhum. Não vamos conseguir nos sentir incríveis. Estamos em déficit com a nossa criança e sem valor diante dela. Só pra gente não esquecer, estamos começando um ano novo, que, também, pode ser simbolizado como uma criança que está vindo ao mundo. É hora da sua criança ajudar você a mostrar o seu valor. Uma criança interior saudável permite a expressão do seu Feminino e sua intuição, emoção e criatividade fluem na sua vida. Que seja um 2026 onde a pauta seja gostar de você. Cursos Sombra Link na bio #ᴇxᴘʟᴏʀᴀʀ #explorar #criancainterior #sagradofeminino
Acontece! Mas, infelizmente está acontecendo muito, demais e com desfechos cada vez mais trágicos. Por isso, trouxe o depoimento de Mariana Goldfarb, ex de Cauã Reymond que nos conta um pouco da sua experiência vivendo um relacionamento abusivo. Acho que alguns momentos da fala de Mariana são comuns em relações disfuncionais, por isso seria bom não deixar passar desculpando, justificando como “jeito dele” tentando olhar o que nos prende ali. 1- “Eu consegui sair”, diz ela - sair de que, de onde? Onde ela estava ou onde sentia que estava? Aprisionada? 2 – Ela relata ter se sentido sufocada. Estar sem ar, sem respiração é viver sem TROCA, ou seja, o dar e receber não existe. 3 – Mariana conta que não tinha como nomear a relação como uma violência psicológica, por isso é preciso dar nomes aos personagens que vão se apresentando. O medo, a raiva, a culpa, a rejeição, o que está sentindo precisa ser nomeado. 4- Essas relações se sustentam num jogo de poder e controle através da culpa. O pano de fundo é a culpa e o medo de ser rejeitado. O tratamento de silêncio como tortura psicológica só confirma a punição/culpa. Mas, por que o silêncio incomoda tanto? Porque ele fala de abandono. De descaso, desprezo fruto da culpa de não agradar. 5- “Parece que tem alguém na sua jugular que está chupando tudo, sugando tudo”, diz Mariana. Faltou limites desde o início, claro. Seria de novo o medo de desagradar? Se uma relação acaba porque uma das partes não aceitou o não, não é perda, é livramento. 6 - Nosso corpo tem caráter, como costumo dizer. Então, fique atenta a ele. Com sua honestidade, ele vai dar sinais. No caso da Mariana, ela cita, queda de cabelo, olho tremendo, falta de apetite, risco de desenvolver anorexia (um sintoma bem Feminino que suprime as formas e curvas do nosso corpo de mulher, mas depois falo dele). 7- A tensão e o esforço que precisa ser feito para o dia terminar bem, pior, com a certeza de que o dia não vai terminar bem é o jogo da manipulação e de fazer você sempre se sentir errada, culpada. De novo, a culpa? Continua👇 #explorer #explorar
Que Preta Gil seja ouvida. Que você pare, se escute, se veja. Que você sinta sem medo de se julgar. Que você olhe se está deixando situações “truncadas”/ inacabadas em sua história. Termine, complete mesmo que não seja do jeito que você queria ou esperava. Mas, encerre, mesmo imperfeito. E, por último, cuide da SUA expectativa em relação ao outro. Não é com o outro. Nunca foi! Preta Gil, descanse em paz 🖤 Preta Gil no Altas Horas
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