@psicossomatica
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Além dos sintomas: sua raiz e linguagem Reprograme os padrões que sabotam sua saúde Corpo, mente e ambiente em coerência RESET | Consultas | Contato:
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Por que colocar os pés na água quente ajuda com enxaqueca e dor de cabeça? A água quente dilata os vasos sanguíneos dos pés e pernas, ajudando a redistribuir o fluxo sanguíneo e aliviar a pressão na cabeça. Isso pode reduzir a dor, especialmente em casos de enxaqueca pulsátil ou dor de cabeça tensional. Além disso, o calor ativa o sistema nervoso parassimpático, favorecendo o relaxamento do corpo e da mente. Faça um escalda-pés por 15 minutos. Adicione óleo essencial (como lavanda ou hortelã), respire profundamente e, se desejar, use uma compressa fria na testa. Permita-se sentir. Enxaquecas e dores de cabeça são frequentemente um reflexo de sobrecarga mental, tensão emocional, autocobrança ou desconexão do corpo. Colocar os pés na água quente é um convite para sair da mente e voltar para o corpo — acalmar, ancorar, respirar. Essa é uma prática simples que ajuda a aliviar o sintoma, mas não trata a causa. A Enxaqueca pode estar associada a disfunção no metabolismo celular, desidratação, tensão cervical, jejum, alterações hormonais, luz intensa, rigidez mental, ansiedade, raiva reprimida, dificuldade de soltar o controle, excesso de racionalização, resistência ao sentir, necessidade de pausa. Para interromper o ciclo da dor, é essencial olhar para o todo. Vídeo: @doctormyro
Um brinde aos que sobreviveram à semana “com sucesso”! Mas o objetivo é sobreviver? E sucesso, é só sobre entregar resultados? E se tratássemos nossa saúde, nossa energia e nossa paz como objetivo e resultado também? Às vezes, estamos tão ocupados nadando para não afundar que esquecemos de perceber o preço de “dar conta de tudo”. Que o próximo brinde seja por estar em inteireza, não apenas em produtividade. Para refletir: se seus sonhos fossem uma tarefa dada pelo seu chefe, você já os teria concluído? Ótimo final de semana 💛
Pessoas com alta sensibilidade perceptiva com frequência duvidam da própria capacidade. As habilidades surgem de forma sutil: sensações corporais, ajustes automáticos, micro percepções visuais, auditivas ou emocionais, um “eu sei” que não passa primeiro pela linguagem. Isso envolve processamento não consciente: o cérebro integra milhares de sinais sensoriais e contextuais antes que o pensamento racional formule uma explicação. Como fomos treinadas a confiar apenas no que é verbal, mensurável ou lógico, a mente entra em conflito e pergunta: “E se eu estiver inventando isso?” Quanto maior a sensibilidade, maior tende a ser o autocontrole. Pessoas altamente sensíveis, especialmente mulheres, costumam perceber nuances com facilidade: estados emocionais alheios, microexpressões, mudanças de ambiente, padrões sutis. Ao mesmo tempo, tendem a ser extremamente exigentes consigo mesmas. Isso acontece porque sistemas nervosos mais sensíveis desenvolvem, desde cedo, mecanismos de contenção para não “exagerar”, não incomodar e não errar. Esse excesso de autocontrole, quando crônico, pode levar a ansiedade, tensão corporal persistente, fadiga e dificuldade de confiar na própria percepção. Em muitas histórias familiares, sensibilidade não foi reconhecida como inteligência biológica. Foi rotulada como exagero, fraqueza, estranheza ou falta de objetividade. O corpo aprende. Mesmo quando há evidências, permanece uma regra interna silenciosa: “Não se destaque. Seja como os outros.” Percepções integradas ao corpo parecem ordinárias porque fazem parte do funcionamento natural do sistema nervoso. Por isso surge o pensamento: “Todo mundo percebe isso.” Não. Não percebe. Ainda que uma parte do seu sistema tente manter segurança, pertencimento e previsibilidade, talvez outra parte saiba que existe mais coerência possível quando você passa a confiar no que percebe. Ao invés de tratar a sensibilidade como algo a ser exaltado ou tolerado, talvez valha investigar como corpo e mente estão organizados para sustentá-la. Sensibilidade não adoece. O que adoece é um corpo em alerta tentando contê-la.
Quando unimos polegar e dedos em diferentes combinações (os mudras do yoga) algo fascinante acontece: a respiração se reorganiza sozinha. ⠀ Não é mágica, é neurofisiologia. A ponta dos dedos é um dos pontos mais ricos em receptores nervosos do corpo. Cada toque envia sinais ao cérebro que, em segundos, ajusta o ritmo e a profundidade da respiração para equilibrar todo o sistema. 👉🏻 Use Polegar + indicador → para sono, meditação e recuperação Ativa vias parassimpáticas e meridianos ligados aos pulmões. O diafragma relaxa, o ar desce até o abdômen, surge a respiração profunda e calma. 👉🏻 Use Polegar + anelar → para presença, foco e vitalidade Estimula conexões associadas ao coração e ao plexo solar. A respiração migra naturalmente para o peito, mais curta e desperta. Cada mudra é um microajuste do sistema nervoso e energético: ativa mecanorreceptores, regula o nervo vago, cria “atalhos” de neuroplasticidade e até modifica levemente a condução elétrica da pele. ⠀ Por isso, cada gesto muda a respiração e o estado interno, de repouso a alerta, sem esforço consciente. Quando você experimenta, percebe que corpo e mente já sabem o caminho. Seu corpo também responde assim?
Experiências emocionais afetam o corpo. Mas o que isso significa? Quando vivemos um trauma, nosso corpo sofre mudanças físicas. Quando entendemos a biologia, compreendemos também que nossas experiências passadas estão em nós. E quando nosso passado inclui um trauma complexo, nosso corpo pode estar sempre tentando nos proteger, permanecendo em um estado de alerta elevado, mesmo que não percebamos. Nosso sistema nervoso entra em modo de luta, fuga, congelamento ou apaziguamento. Neste estado, ocorre uma dissociação: estamos vivendo a vida, mas não estamos em nossos corpos. Algumas situações que podem indicar essa hiper vigilância, na qual o sistema nervoso trabalha além da conta: 👉🏻Assustar-se facilmente; 👉🏻Inquietar-se. O sistema nervoso simpático está sobrecarregado. É uma tentativa do corpo para liberar parte dessa energia; 👉🏻Entrar em um estado de congelamento funcional. A vida parece uma tarefa complexa, pesada, falta energia para tarefas básicas. Isso é o corpo nos protegendo, conservando nossa energia apenas para a sobrevivência; 👉🏻Dificuldade de concentração e pensamentos dispersos; 👉🏻Balançar, esfregar os braços ou mexer as pernas. O corpo está naturalmente tentando se acalmar, regular e trazer de volta o equilíbrio. O corpo lembra, busca o equilíbrio e se comunica o tempo todo. E sua sabedoria não é algo para reprimir - é algo para ouvir✨ Adaptado de: Dra. Nicole LePera
Por que colocar os pés na água quente ajuda com enxaqueca e dor de cabeça? A água quente dilata os vasos sanguíneos dos pés e pernas, ajudando a redistribuir o fluxo sanguíneo e aliviar a pressão na cabeça. Isso pode reduzir a dor, especialmente em casos de enxaqueca pulsátil ou dor de cabeça tensional. Além disso, o calor ativa o sistema nervoso parassimpático, favorecendo o relaxamento do corpo e da mente. Faça um escalda-pés por 15 minutos. Adicione óleo essencial (como lavanda ou hortelã), respire profundamente e, se desejar, use uma compressa fria na testa. Permita-se sentir. Enxaquecas e dores de cabeça são frequentemente um reflexo de sobrecarga mental, tensão emocional, autocobrança ou desconexão do corpo. Colocar os pés na água quente é um convite para sair da mente e voltar para o corpo — acalmar, ancorar, respirar. Essa é uma prática simples que ajuda a aliviar o sintoma, mas não trata a causa. A Enxaqueca pode estar associada a disfunção no metabolismo celular, desidratação, tensão cervical, jejum, alterações hormonais, luz intensa, rigidez mental, ansiedade, raiva reprimida, dificuldade de soltar o controle, excesso de racionalização, resistência ao sentir, necessidade de pausa. Para interromper o ciclo da dor, é essencial olhar para o todo. Vídeo: @doctormyro
Um brinde aos que sobreviveram à semana “com sucesso”! Mas o objetivo é sobreviver? E sucesso, é só sobre entregar resultados? E se tratássemos nossa saúde, nossa energia e nossa paz como objetivo e resultado também? Às vezes, estamos tão ocupados nadando para não afundar que esquecemos de perceber o preço de “dar conta de tudo”. Que o próximo brinde seja por estar em inteireza, não apenas em produtividade. Para refletir: se seus sonhos fossem uma tarefa dada pelo seu chefe, você já os teria concluído? Ótimo final de semana 💛
Pessoas com alta sensibilidade perceptiva com frequência duvidam da própria capacidade. As habilidades surgem de forma sutil: sensações corporais, ajustes automáticos, micro percepções visuais, auditivas ou emocionais, um “eu sei” que não passa primeiro pela linguagem. Isso envolve processamento não consciente: o cérebro integra milhares de sinais sensoriais e contextuais antes que o pensamento racional formule uma explicação. Como fomos treinadas a confiar apenas no que é verbal, mensurável ou lógico, a mente entra em conflito e pergunta: “E se eu estiver inventando isso?” Quanto maior a sensibilidade, maior tende a ser o autocontrole. Pessoas altamente sensíveis, especialmente mulheres, costumam perceber nuances com facilidade: estados emocionais alheios, microexpressões, mudanças de ambiente, padrões sutis. Ao mesmo tempo, tendem a ser extremamente exigentes consigo mesmas. Isso acontece porque sistemas nervosos mais sensíveis desenvolvem, desde cedo, mecanismos de contenção para não “exagerar”, não incomodar e não errar. Esse excesso de autocontrole, quando crônico, pode levar a ansiedade, tensão corporal persistente, fadiga e dificuldade de confiar na própria percepção. Em muitas histórias familiares, sensibilidade não foi reconhecida como inteligência biológica. Foi rotulada como exagero, fraqueza, estranheza ou falta de objetividade. O corpo aprende. Mesmo quando há evidências, permanece uma regra interna silenciosa: “Não se destaque. Seja como os outros.” Percepções integradas ao corpo parecem ordinárias porque fazem parte do funcionamento natural do sistema nervoso. Por isso surge o pensamento: “Todo mundo percebe isso.” Não. Não percebe. Ainda que uma parte do seu sistema tente manter segurança, pertencimento e previsibilidade, talvez outra parte saiba que existe mais coerência possível quando você passa a confiar no que percebe. Ao invés de tratar a sensibilidade como algo a ser exaltado ou tolerado, talvez valha investigar como corpo e mente estão organizados para sustentá-la. Sensibilidade não adoece. O que adoece é um corpo em alerta tentando contê-la.
Quando unimos polegar e dedos em diferentes combinações (os mudras do yoga) algo fascinante acontece: a respiração se reorganiza sozinha. ⠀ Não é mágica, é neurofisiologia. A ponta dos dedos é um dos pontos mais ricos em receptores nervosos do corpo. Cada toque envia sinais ao cérebro que, em segundos, ajusta o ritmo e a profundidade da respiração para equilibrar todo o sistema. 👉🏻 Use Polegar + indicador → para sono, meditação e recuperação Ativa vias parassimpáticas e meridianos ligados aos pulmões. O diafragma relaxa, o ar desce até o abdômen, surge a respiração profunda e calma. 👉🏻 Use Polegar + anelar → para presença, foco e vitalidade Estimula conexões associadas ao coração e ao plexo solar. A respiração migra naturalmente para o peito, mais curta e desperta. Cada mudra é um microajuste do sistema nervoso e energético: ativa mecanorreceptores, regula o nervo vago, cria “atalhos” de neuroplasticidade e até modifica levemente a condução elétrica da pele. ⠀ Por isso, cada gesto muda a respiração e o estado interno, de repouso a alerta, sem esforço consciente. Quando você experimenta, percebe que corpo e mente já sabem o caminho. Seu corpo também responde assim?
Experiências emocionais afetam o corpo. Mas o que isso significa? Quando vivemos um trauma, nosso corpo sofre mudanças físicas. Quando entendemos a biologia, compreendemos também que nossas experiências passadas estão em nós. E quando nosso passado inclui um trauma complexo, nosso corpo pode estar sempre tentando nos proteger, permanecendo em um estado de alerta elevado, mesmo que não percebamos. Nosso sistema nervoso entra em modo de luta, fuga, congelamento ou apaziguamento. Neste estado, ocorre uma dissociação: estamos vivendo a vida, mas não estamos em nossos corpos. Algumas situações que podem indicar essa hiper vigilância, na qual o sistema nervoso trabalha além da conta: 👉🏻Assustar-se facilmente; 👉🏻Inquietar-se. O sistema nervoso simpático está sobrecarregado. É uma tentativa do corpo para liberar parte dessa energia; 👉🏻Entrar em um estado de congelamento funcional. A vida parece uma tarefa complexa, pesada, falta energia para tarefas básicas. Isso é o corpo nos protegendo, conservando nossa energia apenas para a sobrevivência; 👉🏻Dificuldade de concentração e pensamentos dispersos; 👉🏻Balançar, esfregar os braços ou mexer as pernas. O corpo está naturalmente tentando se acalmar, regular e trazer de volta o equilíbrio. O corpo lembra, busca o equilíbrio e se comunica o tempo todo. E sua sabedoria não é algo para reprimir - é algo para ouvir✨ Adaptado de: Dra. Nicole LePera
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