@michelehister
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Cerimônia Despertar da Potência Feminina | 01/11. 💎 Desperte sua potência e participe da minha MAIOR Black Friday de autoconhecimento feminino 👇🏼
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Na busca pelo amor, não é apenas a atração que nos guia…Você sempre acaba se envolvendo com alguém que ativa as dores que carregam desde a infância. No nível da superfície, existe a química: ele é bonito, tem senso de humor, compartilha interesses. É a atração que pulsa. Mas, embaixo… embaixo existe uma chave poderosa: Você busca, inconscientemente, o amor que nunca recebeu. E nessa busca, você encontra dois rostos: o dos seus sonhos… e o do seu pior pesadelo. É o reencontro com os padrões dos seus pais, com o que ficou pendente, não curado. Estamos todos procurando aquilo que não foi dado, esperando que alguém preencha as falhas do nosso passado. Amor consciente não é apenas encontrar alguém com quem combinar. É encontrar alguém que te impulsiona, para que você cure, cresça, liberte. E aí, será que o que você vive hoje já estava escrito dentro de você… desde que era menina? Me conta: qual padrão teu parceiro (ou ex) ativou em você que vem da sua infância?
Quem cuida de você? Ser sua prioridade não é egoísmo, é necessidade para que você possa estar bem e assim cuidar da melhor forma do outro. No dia 13/04 você vai descobrir a potência escondida que há em você. Comente POTÊNCIA para acessar!
Muitas mulheres desmoronam achando que “o problema é com elas”, quando na verdade estão tentando sobreviver a uma desordem silenciosa dentro do sistema familiar. Quando a mãe dele invade o espaço da relação, opina, desautoriza ou tenta se manter no centro… é como cortar o galho onde você está sentada. E quando você cai, não é apenas você quem sofre. É você quem, sem perceber, passa a segurar tudo: • a casa • o emocional do parceiro • as dores que não são suas • a família inteira nas costas Não por falta de amor, mas por excesso de lealdade. Porque quando ele não coloca a mãe no lugar certo, a mulher ao lado dele passa a ocupar o lugar que não é dela, e isso cria um peso que nenhuma mulher deveria carregar. Honrar os pais não é deixá-los governar a vida dos filhos adultos. É deixá-los onde pertencem: na origem. Só assim a mulher sai do papel de sustentar o que não é dela e a relação deixa de ser sobrevivência para se tornar encontro. No fundo, não é sobre sogra. É sobre ordem. E quando a ordem se encaixa, o amor finalmente respira.
Mulheres seguram coisas. Seguram casas, filhos, vínculos, dores, memórias. Seguram o que ninguém vê e o que o mundo inteiro esquece. Não porque precisam provar algo, mas porque, por séculos, aprenderam que se elas soltassem… tudo cairia. Há dias em que sentimos que podemos abraçar o mundo. E há dias em que mal conseguimos atravessar o cômodo com os braços cansados de tanto sustentar invisíveis. E ainda assim, no dia seguinte, seguramos de novo. Não por obrigação, mas pela força silenciosa que vive dentro do feminino. Se isso chegou até você, talvez seja porque você também aprendeu a segurar demais. E talvez… seja hora de aprender, aos poucos, a se apoiar também.
Quando você se posiciona e impõe limites… ninguém ocupa o seu lugar. Porque o que não é ocupado com presença, acaba sendo invadido. O lugar que você não assume, alguém assume por você. E é assim, sem perceber, que você vai sendo deixada por último: nos relacionamentos, nas escolhas, nas decisões, nos sonhos. Você deixa passar. Você não fala. Você se anula. E o mundo entende que você não está pronta pra ocupar o que é seu. Mas quando você diz “basta” com o coração firme…Quando você coloca um limite com amor e verdade…Você ativa uma força ancestral que grita:“Eu existo. Eu importo. Eu estou aqui.” 🌷 Aprender a se posicionar é mais do que impor, é permitir que sua presença seja sentida. É proteger seu tempo, seu corpo, seu dinheiro, sua energia. É dar o exemplo pra quem vem depois de você.
Na busca pelo amor, não é apenas a atração que nos guia…Você sempre acaba se envolvendo com alguém que ativa as dores que carregam desde a infância. No nível da superfície, existe a química: ele é bonito, tem senso de humor, compartilha interesses. É a atração que pulsa. Mas, embaixo… embaixo existe uma chave poderosa: Você busca, inconscientemente, o amor que nunca recebeu. E nessa busca, você encontra dois rostos: o dos seus sonhos… e o do seu pior pesadelo. É o reencontro com os padrões dos seus pais, com o que ficou pendente, não curado. Estamos todos procurando aquilo que não foi dado, esperando que alguém preencha as falhas do nosso passado. Amor consciente não é apenas encontrar alguém com quem combinar. É encontrar alguém que te impulsiona, para que você cure, cresça, liberte. E aí, será que o que você vive hoje já estava escrito dentro de você… desde que era menina? Me conta: qual padrão teu parceiro (ou ex) ativou em você que vem da sua infância?
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Muitas mulheres desmoronam achando que “o problema é com elas”, quando na verdade estão tentando sobreviver a uma desordem silenciosa dentro do sistema familiar. Quando a mãe dele invade o espaço da relação, opina, desautoriza ou tenta se manter no centro… é como cortar o galho onde você está sentada. E quando você cai, não é apenas você quem sofre. É você quem, sem perceber, passa a segurar tudo: • a casa • o emocional do parceiro • as dores que não são suas • a família inteira nas costas Não por falta de amor, mas por excesso de lealdade. Porque quando ele não coloca a mãe no lugar certo, a mulher ao lado dele passa a ocupar o lugar que não é dela, e isso cria um peso que nenhuma mulher deveria carregar. Honrar os pais não é deixá-los governar a vida dos filhos adultos. É deixá-los onde pertencem: na origem. Só assim a mulher sai do papel de sustentar o que não é dela e a relação deixa de ser sobrevivência para se tornar encontro. No fundo, não é sobre sogra. É sobre ordem. E quando a ordem se encaixa, o amor finalmente respira.
Mulheres seguram coisas. Seguram casas, filhos, vínculos, dores, memórias. Seguram o que ninguém vê e o que o mundo inteiro esquece. Não porque precisam provar algo, mas porque, por séculos, aprenderam que se elas soltassem… tudo cairia. Há dias em que sentimos que podemos abraçar o mundo. E há dias em que mal conseguimos atravessar o cômodo com os braços cansados de tanto sustentar invisíveis. E ainda assim, no dia seguinte, seguramos de novo. Não por obrigação, mas pela força silenciosa que vive dentro do feminino. Se isso chegou até você, talvez seja porque você também aprendeu a segurar demais. E talvez… seja hora de aprender, aos poucos, a se apoiar também.
Quando você se posiciona e impõe limites… ninguém ocupa o seu lugar. Porque o que não é ocupado com presença, acaba sendo invadido. O lugar que você não assume, alguém assume por você. E é assim, sem perceber, que você vai sendo deixada por último: nos relacionamentos, nas escolhas, nas decisões, nos sonhos. Você deixa passar. Você não fala. Você se anula. E o mundo entende que você não está pronta pra ocupar o que é seu. Mas quando você diz “basta” com o coração firme…Quando você coloca um limite com amor e verdade…Você ativa uma força ancestral que grita:“Eu existo. Eu importo. Eu estou aqui.” 🌷 Aprender a se posicionar é mais do que impor, é permitir que sua presença seja sentida. É proteger seu tempo, seu corpo, seu dinheiro, sua energia. É dar o exemplo pra quem vem depois de você.
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