@mayragaiato
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Psicóloga, neurocientista e mestre em ABA Fundadora @instituto_singular ♾️ Inspirando o cuidado do autismo CRP: 06/80987
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Seu filho chora e você não sabe o que fazer? 😭 É importante lembrar que o choro infantil não é birra, nem manipulação, mas uma forma de comunicação. Quando acolhemos o choro com respeito, estamos ensinando nossos filhos a entender e lidar com as próprias emoções. Mas como fazer isso de forma respeitosa? Abaixe-se até a altura da criança e valide o que ela está sentindo. Não tente resolver tudo de imediato e escute com atenção. Use uma linguagem simples para ajudar a nomear as emoções e, quando for adequado, ofereça um abraço ou um toque reconfortante. A forma como lidamos com o choro hoje influencia diretamente a vida emocional da criança no futuro! Quer entender mais sobre isso e aprender, na prática, como transformar esses momentos em desenvolvimento emocional? Assista ao conteúdo completo no nosso canal no YouTube. Está imperdível. 📽️
O choro é também uma forma de comunicação, especialmente para crianças que ainda não sabem verbalizar o que estão sentindo. Quando uma criança chora, ela não está sendo malcriada ou fazendo birras necessariamente, ela na maioria das vezes está tentando expressar algo que ainda não consegue colocar em palavras.
Que cena desesperadora! 😲 Um herói anônimo pulou nos trilhos de um monotrilho em um parque na Pensilvânia. Sem hesitar. Sem pensar duas vezes. Ele viu um menino autista caminhando sozinho pela área de risco e pulou para salvá-lo. A criança havia se afastado da família durante uma crise, estava desorientada, em fuga, um comportamento que, infelizmente, é mais comum do que se imagina em crianças no espectro. Chamamos isso de elopement: quando a criança, mesmo em risco, se afasta, impulsionada por fatores sensoriais, emocionais ou ambientais que nem sempre conseguimos entender de imediato. Mas o que ainda é raro é o olhar atento, é a atitude imediata e a coragem de alguém que entende, mesmo sem saber tudo sobre autismo, que uma vida está em jogo, e que é dever de todos proteger! Essa história não é só sobre um resgate, mas o quanto ainda precisamos evoluir como sociedade, porque cuidar de crianças autistas não é responsabilidade só da mãe, do pai ou da escola. É um compromisso coletivo! É sobre ter olhos atentos no parquinho, na rua, no shopping. É sobre entender que algumas crianças vão precisar de ajuda, e que a gente não pode fingir que não viu. Meu respeito a esse homem. E o meu convite: que você também seja esse tipo de adulto. Que enxerga. Que acolhe. Que age. 💬 Você já viveu uma situação parecida? Te escuto aqui nos comentários.
“Mas e se eu não fizer ABA com meu filho?” 🤯 Essa é uma pergunta que a gente escuta muito. E a resposta é direta: os prejuízos são reais. ABA não é uma opção “pra quando der” ou um método “só pra quem quer acelerar resultados”. É uma ciência que oferece à criança autista a chance de desenvolver comunicação, autonomia, socialização e segurança emocional. Quando a intervenção não acontece, ou acontece de forma aleatória, as janelas de desenvolvimento se fecham. E o que poderia ser leve, gradual e positivo, vira urgência, frustração e atraso. Se você está em dúvida e precisa de apoio, a equipe do Instituto Singular está aqui pra caminhar com você. 💙 Fale com a gente no direct ou clique no link da bio pra saber mais.
Medicar ou não medicar? 💊 Uma das maiores preocupações de famílias atípicas são os efeitos colaterais que medicamentos podem causar em crianças com autismo. E sim, a dúvida é legítima. Em uma live com o Dr. Rodrigo Silveira, falamos abertamente sobre os mitos que ainda cercam a medicação, especialmente quando o assunto é risperidona e canabidiol. Discutimos sobre a importância de medicar se for preciso, o porquê nem todo autista precisa de medicação e como decisões bem orientadas podem trazer mais qualidade de vida para a criança e para a família. A live completa está disponível no YouTube. Vale a pena assistir com calma e compartilhar com quem precisa ouvir isso. 💬 Esse papo imperdível acontece toda sexta-feira, às 13h, aqui no meu Instagram! Vamos falar sobre isso? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa aqui nos comentários que vamos te ajudar!
Medicações, gente, podem dar efeitos colaterais. Qualquer medicação pode dar efeito colateral. Até o próprio canabidiol, né? Que é, então, um extrato de plantas, ele é um fármaco, né? E ele pode dar efeitos colaterais. Eu sempre dou o exemplo da aspirina, porque a gente vê a aspirina como algo super...
🚨 Uma mãe viu o próprio filho praticando bullying com uma criança autista... e interrompeu na hora. Ela não passou pano. Ela agiu. E essa atitude, embora rara, é o que precisamos ver mais por aí. Crianças aprendem sobre respeito na prática, observando os adultos que amam. E colocar limites não é punir. É educar. É proteger. É interromper o ciclo da violência. No vídeo, explico por que esse foi o momento certo, e como isso pode transformar a forma como a criança cresce e se relaciona. 📌 Se você é mãe, pai, profissional ou convive com crianças autistas, assista esse vídeo com atenção. E compartilhe com alguém que precisa ouvir: limites não afastam. Aproximam.
Seu filho chora e você não sabe o que fazer? 😭 É importante lembrar que o choro infantil não é birra, nem manipulação, mas uma forma de comunicação. Quando acolhemos o choro com respeito, estamos ensinando nossos filhos a entender e lidar com as próprias emoções. Mas como fazer isso de forma respeitosa? Abaixe-se até a altura da criança e valide o que ela está sentindo. Não tente resolver tudo de imediato e escute com atenção. Use uma linguagem simples para ajudar a nomear as emoções e, quando for adequado, ofereça um abraço ou um toque reconfortante. A forma como lidamos com o choro hoje influencia diretamente a vida emocional da criança no futuro! Quer entender mais sobre isso e aprender, na prática, como transformar esses momentos em desenvolvimento emocional? Assista ao conteúdo completo no nosso canal no YouTube. Está imperdível. 📽️
O choro é também uma forma de comunicação, especialmente para crianças que ainda não sabem verbalizar o que estão sentindo. Quando uma criança chora, ela não está sendo malcriada ou fazendo birras necessariamente, ela na maioria das vezes está tentando expressar algo que ainda não consegue colocar em palavras.
Que cena desesperadora! 😲 Um herói anônimo pulou nos trilhos de um monotrilho em um parque na Pensilvânia. Sem hesitar. Sem pensar duas vezes. Ele viu um menino autista caminhando sozinho pela área de risco e pulou para salvá-lo. A criança havia se afastado da família durante uma crise, estava desorientada, em fuga, um comportamento que, infelizmente, é mais comum do que se imagina em crianças no espectro. Chamamos isso de elopement: quando a criança, mesmo em risco, se afasta, impulsionada por fatores sensoriais, emocionais ou ambientais que nem sempre conseguimos entender de imediato. Mas o que ainda é raro é o olhar atento, é a atitude imediata e a coragem de alguém que entende, mesmo sem saber tudo sobre autismo, que uma vida está em jogo, e que é dever de todos proteger! Essa história não é só sobre um resgate, mas o quanto ainda precisamos evoluir como sociedade, porque cuidar de crianças autistas não é responsabilidade só da mãe, do pai ou da escola. É um compromisso coletivo! É sobre ter olhos atentos no parquinho, na rua, no shopping. É sobre entender que algumas crianças vão precisar de ajuda, e que a gente não pode fingir que não viu. Meu respeito a esse homem. E o meu convite: que você também seja esse tipo de adulto. Que enxerga. Que acolhe. Que age. 💬 Você já viveu uma situação parecida? Te escuto aqui nos comentários.
“Mas e se eu não fizer ABA com meu filho?” 🤯 Essa é uma pergunta que a gente escuta muito. E a resposta é direta: os prejuízos são reais. ABA não é uma opção “pra quando der” ou um método “só pra quem quer acelerar resultados”. É uma ciência que oferece à criança autista a chance de desenvolver comunicação, autonomia, socialização e segurança emocional. Quando a intervenção não acontece, ou acontece de forma aleatória, as janelas de desenvolvimento se fecham. E o que poderia ser leve, gradual e positivo, vira urgência, frustração e atraso. Se você está em dúvida e precisa de apoio, a equipe do Instituto Singular está aqui pra caminhar com você. 💙 Fale com a gente no direct ou clique no link da bio pra saber mais.
Medicar ou não medicar? 💊 Uma das maiores preocupações de famílias atípicas são os efeitos colaterais que medicamentos podem causar em crianças com autismo. E sim, a dúvida é legítima. Em uma live com o Dr. Rodrigo Silveira, falamos abertamente sobre os mitos que ainda cercam a medicação, especialmente quando o assunto é risperidona e canabidiol. Discutimos sobre a importância de medicar se for preciso, o porquê nem todo autista precisa de medicação e como decisões bem orientadas podem trazer mais qualidade de vida para a criança e para a família. A live completa está disponível no YouTube. Vale a pena assistir com calma e compartilhar com quem precisa ouvir isso. 💬 Esse papo imperdível acontece toda sexta-feira, às 13h, aqui no meu Instagram! Vamos falar sobre isso? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixa aqui nos comentários que vamos te ajudar!
Medicações, gente, podem dar efeitos colaterais. Qualquer medicação pode dar efeito colateral. Até o próprio canabidiol, né? Que é, então, um extrato de plantas, ele é um fármaco, né? E ele pode dar efeitos colaterais. Eu sempre dou o exemplo da aspirina, porque a gente vê a aspirina como algo super...
🚨 Uma mãe viu o próprio filho praticando bullying com uma criança autista... e interrompeu na hora. Ela não passou pano. Ela agiu. E essa atitude, embora rara, é o que precisamos ver mais por aí. Crianças aprendem sobre respeito na prática, observando os adultos que amam. E colocar limites não é punir. É educar. É proteger. É interromper o ciclo da violência. No vídeo, explico por que esse foi o momento certo, e como isso pode transformar a forma como a criança cresce e se relaciona. 📌 Se você é mãe, pai, profissional ou convive com crianças autistas, assista esse vídeo com atenção. E compartilhe com alguém que precisa ouvir: limites não afastam. Aproximam.
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