@ineurobr
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PhD | Pós-Doc em Neurodesenvolvimento e Autismo Professor Permanente | PPG em Neurociências (UFF) Palestras | Ações Digitais: [email protected]
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4 Palestrantes com Destaque Internacional no ASF 2026!!!! É com grande alegria que anunciamos @dr.renatoarruda @ineurobr @guilhermepolanczyk @dr.marcelomasruha como Palestrantes Oficiais do Congresso Científico Autismo Sem Fronteiras. ⭐️ Dr. Renato Arruda, neurologista pela USP, com mestrado em Neurociências pela Universidade de Copenhagen e formação internacional em Harvard e no King’s College de Londres. ⭐️ Dr. Júlio Santos, neurocientista e professor da Universidade Federal Fluminense, autor de doze livros e mais de cem artigos científicos sobre neurodesenvolvimento e autismo. ⭐️ Dr. Guilherme Polanczyk, psiquiatra da infância e adolescência, professor da USP, com pós-doutorado em Londres e nos Estados Unidos, referência mundial em saúde mental infantil.” ⭐️ Dr. Marcelo Mashura, neurologista e neuropediatra com uma trajetória acadêmica brilhante na UNIFESP, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil e autor de dezenas de publicações científicas. Eles representam o que há de mais avançado na ciência, pesquisa e prática clínica no autismo. Farão história e ajudarão a transformar uma vida de cada vez. ‼️ SAIBA + O Congresso ASF consolida em Goiás: ciência, informação, práticas e experiências que vão além do que já é produzido nacionalmente, inspirando novos padrões de inclusão e desenvolvimento, promovendo um diálogo aberto e enriquecedor sobre o autismo. PARA QUEM É O EVENTO? Para profissionais da área da saúde, gestores escolares, pedagogos, professores, profissionais da área jurídica que atuam em ações de autismo, pais, familiares, autistas e cuidadores de autistas. 🩷 COMPARTILHE ESSAS INFORMAÇÕES! 🌐 Dias 18 e 19 de Abril de 2026 em Goiânia, Goiás. 💙 GARANTA O SEU PASSAPORTE NO @autismo.sf ➜ QUER SER UM PATROCINADOR? Fale com a nossa assessoria 62 99930-7070 ⭐️ ASF SOCIAL - Parte dos patrocínios será destinado para o Projeto Social Autismo Sem Fronteiras da Associação das Mães em Movimento pelo Autismo do Estado de Goiás - MMA. #autismosf #congressoautismosemfronteiras #autismosemfronteiras #asf #congressoasf
O acesso precoce ao celular não é neutro no desenvolvimento infantil. A infância é um período crítico para a construção da atenção, da autorregulação emocional, da linguagem e das habilidades sociais, processos que dependem de interação humana, brincadeira livre, leitura compartilhada e experiências corporais no mundo real. As evidências mostram que o uso antecipado e intenso de smartphones está associado a piora de indicadores de saúde mental na adolescência, maior distração, dificuldades de sono e alterações no desenvolvimento de funções cognitivas em consolidação. Muitos adolescentes relatam que gostariam de ter recebido um celular mais tarde, quando já tinham mais maturidade para lidar com seus efeitos. O problema não é a tecnologia em si, mas o momento e o contexto em que ela é introduzida. Crianças pequenas não têm repertório neurobiológico nem emocional para compreender riscos, regular o tempo de uso ou diferenciar estímulos saudáveis de conteúdos nocivos. A decisão raramente é delas, mas as consequências recaem sobre seu desenvolvimento. Proteger a infância é uma responsabilidade adulta. Adiar o celular, estabelecer limites claros e priorizar experiências fundamentais como brincar, conversar, ler e conviver é uma forma concreta de cuidado. Infância não se recupera depois. Ela precisa ser preservada enquanto acontece.
O termo “saltos do desenvolvimento” tem origem no livro do Frans Plooij, chamado “De acht sprongen in mentale ontwikkeling van je baby”, que propõe que os bebês passam por 10 saltos previsíveis no desenvolvimento cognitivo durante os dois primeiros anos de vida. Segundo ele, esses saltos são acompanhados por uma semana de irritabilidade seguida por uma semana de felicidade, em virtude das novas habilidades cognitivas adquiridas. O Plooij baseou suas observações em relatos maternos sobre períodos de instabilidade emocional nos bebês. Ele identificou que esses “saltos” ocorriam em semanas específicas, mas essas fases são questionáveis, pois o desenvolvimento infantil é variável e influenciado por fatores biológicos quanto ambientais. A teoria de Plooij não segue a metodologia rigorosa e os padrões de evidência da ciência verdadeira. Ele desenvolveu sua teoria a partir de relatos anedóticos sem testar previsões que poderiam refutar suas hipóteses. Os conceitos de “saltos de desenvolvimento” e “regressões de sono” ganharam popularidade porque fornecem explicações confortáveis para os comportamentos dos bebês. As pessoas tendem a buscar justificativas que se alinhem com suas percepções e ignoram informações contrárias. A expectativa social de bebês tranquilos e com padrões de sono previsíveis alimenta a aceitação dessas teorias. Em 1998, a pesquisadora Carolina de Weerth, da Universidade Radboud, refutou a teoria de Plooij em seu doutorado, demonstrando que os saltos descritos eram inconsistentes com a literatura científica. Seu estudo mostrou que não havia aumento do hormônio do estresse, cortisol, nos bebês durante os períodos de “saltos”, indicando que as observações de Plooij eram coincidências. Hoje, De Weerth tornou-se uma influente pesquisadora no desenvolvimento do sistema de estresse fisiológico em crianças, enquanto Plooij tentou sem sucesso impedir a publicação de suas descobertas. Referência: De Weerth, C., & van Geert, P. (1998). Emotional instability as an indicator of strictly timed infantile developmental transitions. British Journal of Developmental Psychology, 16(Pt 1), 15–44. https://doi.org/10.1111/j.2044-835X.1998.tb00748.x
Durante décadas, o desenvolvimento motor infantil foi interpretado principalmente como uma sequência de marcos biológicos determinados pela maturação do sistema nervoso. Pesquisas mais recentes mostram que essa visão é incompleta. O movimento do bebê surge da interação contínua entre cérebro, corpo e ambiente. Assim, levantar a cabeça, rolar, sentar ou engatinhar não são apenas etapas do crescimento físico, mas processos ativos de exploração que contribuem diretamente para a construção do conhecimento. Avanços teóricos nas últimas duas décadas reforçaram essa perspectiva dinâmica. A chamada Teoria dos Sistemas Dinâmicos demonstrou que habilidades motoras surgem a partir da coordenação entre múltiplos fatores, incluindo postura, força muscular, percepção e experiência. Em vez de aparecerem de forma automática quando o cérebro amadurece, as ações motoras se desenvolvem gradualmente por meio da prática, da variabilidade e da adaptação às demandas do ambiente. Outro avanço importante foi o conceito de cascatas do desenvolvimento. Esse modelo mostra que conquistas motoras iniciais alteram profundamente a forma como o bebê interage com o mundo. Aprender a sentar permite manipular objetos com mais precisão, engatinhar amplia o acesso ao ambiente e caminhar modifica a interação social com cuidadores. Essas mudanças influenciam processos cognitivos, atenção, comunicação e linguagem, indicando que o desenvolvimento motor funciona como um catalisador de outras áreas do desenvolvimento. Modelos mais recentes sugerem ainda que o cérebro do bebê aprende movimentos por meio da previsibilidade sensório-motora. Movimentos que produzem consequências sensoriais consistentes, como ver a própria mão ou tocar um objeto, tendem a ser repetidos e refinados. Com o tempo, padrões inicialmente desorganizados tornam-se cada vez mais coordenados, mostrando que o aprendizado motor surge da interação entre previsão, feedback sensorial e experiência. Referência: Ravid-Roth, T., Kunde, W., Jaffe-Dax, S., & Eitam, B. (2025). Learning to move, moving to learn: A quarter century of insights into infant motor development. Infant Behavior and Development, 81, 102131.
Quanto mais amplo e maduro o repertório motor do bebê, maior tende a ser o repertório pré-linguístico e social no mesmo período. Essa relação mostra que o desenvolvimento infantil acontece em cascata. Isso quer dizer que avanços em uma área, como a motricidade, impulsionam progressos em outras, como a linguagem e as habilidades sociais. Um estudo publicado na Pediatric Research utilizou sensores em roupas inteligentes para registrar a atividade motora em casa e questionários parentais para avaliar comunicação e interação. Essa abordagem permitiu observar trajetórias individuais de desenvolvimento com alto nível de detalhe e validade ecológica. Os resultados mostraram que engatinhar, ficar em pé e andar estão ligados a maior exploração do ambiente, mais trocas comunicativas e interações sociais mais ricas. O tempo gasto em movimentos independentes esteve associado a melhores escores em habilidades pré-linguísticas, sociais e simbólicas. Tomados em conjuntos, esses resultados reforçam que o neurodesenvolvimento não ocorre em áreas isoladas, mas como um processo integrado. Estimular a exploração livre e o movimento desde cedo favorece a autonomia física e amplia as oportunidades de comunicação e vínculo social, e isso cria bases sólidas para o aprendizado futuro. Referência: Gallen, A., Taylor, E., Salmi, J. et al. Early gross motor performance is associated with concurrent prelinguistic and social development. Pediatr Res 98, 1016–1022 (2025).
4 Palestrantes com Destaque Internacional no ASF 2026!!!! É com grande alegria que anunciamos @dr.renatoarruda @ineurobr @guilhermepolanczyk @dr.marcelomasruha como Palestrantes Oficiais do Congresso Científico Autismo Sem Fronteiras. ⭐️ Dr. Renato Arruda, neurologista pela USP, com mestrado em Neurociências pela Universidade de Copenhagen e formação internacional em Harvard e no King’s College de Londres. ⭐️ Dr. Júlio Santos, neurocientista e professor da Universidade Federal Fluminense, autor de doze livros e mais de cem artigos científicos sobre neurodesenvolvimento e autismo. ⭐️ Dr. Guilherme Polanczyk, psiquiatra da infância e adolescência, professor da USP, com pós-doutorado em Londres e nos Estados Unidos, referência mundial em saúde mental infantil.” ⭐️ Dr. Marcelo Mashura, neurologista e neuropediatra com uma trajetória acadêmica brilhante na UNIFESP, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil e autor de dezenas de publicações científicas. Eles representam o que há de mais avançado na ciência, pesquisa e prática clínica no autismo. Farão história e ajudarão a transformar uma vida de cada vez. ‼️ SAIBA + O Congresso ASF consolida em Goiás: ciência, informação, práticas e experiências que vão além do que já é produzido nacionalmente, inspirando novos padrões de inclusão e desenvolvimento, promovendo um diálogo aberto e enriquecedor sobre o autismo. PARA QUEM É O EVENTO? Para profissionais da área da saúde, gestores escolares, pedagogos, professores, profissionais da área jurídica que atuam em ações de autismo, pais, familiares, autistas e cuidadores de autistas. 🩷 COMPARTILHE ESSAS INFORMAÇÕES! 🌐 Dias 18 e 19 de Abril de 2026 em Goiânia, Goiás. 💙 GARANTA O SEU PASSAPORTE NO @autismo.sf ➜ QUER SER UM PATROCINADOR? Fale com a nossa assessoria 62 99930-7070 ⭐️ ASF SOCIAL - Parte dos patrocínios será destinado para o Projeto Social Autismo Sem Fronteiras da Associação das Mães em Movimento pelo Autismo do Estado de Goiás - MMA. #autismosf #congressoautismosemfronteiras #autismosemfronteiras #asf #congressoasf
O acesso precoce ao celular não é neutro no desenvolvimento infantil. A infância é um período crítico para a construção da atenção, da autorregulação emocional, da linguagem e das habilidades sociais, processos que dependem de interação humana, brincadeira livre, leitura compartilhada e experiências corporais no mundo real. As evidências mostram que o uso antecipado e intenso de smartphones está associado a piora de indicadores de saúde mental na adolescência, maior distração, dificuldades de sono e alterações no desenvolvimento de funções cognitivas em consolidação. Muitos adolescentes relatam que gostariam de ter recebido um celular mais tarde, quando já tinham mais maturidade para lidar com seus efeitos. O problema não é a tecnologia em si, mas o momento e o contexto em que ela é introduzida. Crianças pequenas não têm repertório neurobiológico nem emocional para compreender riscos, regular o tempo de uso ou diferenciar estímulos saudáveis de conteúdos nocivos. A decisão raramente é delas, mas as consequências recaem sobre seu desenvolvimento. Proteger a infância é uma responsabilidade adulta. Adiar o celular, estabelecer limites claros e priorizar experiências fundamentais como brincar, conversar, ler e conviver é uma forma concreta de cuidado. Infância não se recupera depois. Ela precisa ser preservada enquanto acontece.
O termo “saltos do desenvolvimento” tem origem no livro do Frans Plooij, chamado “De acht sprongen in mentale ontwikkeling van je baby”, que propõe que os bebês passam por 10 saltos previsíveis no desenvolvimento cognitivo durante os dois primeiros anos de vida. Segundo ele, esses saltos são acompanhados por uma semana de irritabilidade seguida por uma semana de felicidade, em virtude das novas habilidades cognitivas adquiridas. O Plooij baseou suas observações em relatos maternos sobre períodos de instabilidade emocional nos bebês. Ele identificou que esses “saltos” ocorriam em semanas específicas, mas essas fases são questionáveis, pois o desenvolvimento infantil é variável e influenciado por fatores biológicos quanto ambientais. A teoria de Plooij não segue a metodologia rigorosa e os padrões de evidência da ciência verdadeira. Ele desenvolveu sua teoria a partir de relatos anedóticos sem testar previsões que poderiam refutar suas hipóteses. Os conceitos de “saltos de desenvolvimento” e “regressões de sono” ganharam popularidade porque fornecem explicações confortáveis para os comportamentos dos bebês. As pessoas tendem a buscar justificativas que se alinhem com suas percepções e ignoram informações contrárias. A expectativa social de bebês tranquilos e com padrões de sono previsíveis alimenta a aceitação dessas teorias. Em 1998, a pesquisadora Carolina de Weerth, da Universidade Radboud, refutou a teoria de Plooij em seu doutorado, demonstrando que os saltos descritos eram inconsistentes com a literatura científica. Seu estudo mostrou que não havia aumento do hormônio do estresse, cortisol, nos bebês durante os períodos de “saltos”, indicando que as observações de Plooij eram coincidências. Hoje, De Weerth tornou-se uma influente pesquisadora no desenvolvimento do sistema de estresse fisiológico em crianças, enquanto Plooij tentou sem sucesso impedir a publicação de suas descobertas. Referência: De Weerth, C., & van Geert, P. (1998). Emotional instability as an indicator of strictly timed infantile developmental transitions. British Journal of Developmental Psychology, 16(Pt 1), 15–44. https://doi.org/10.1111/j.2044-835X.1998.tb00748.x
Durante décadas, o desenvolvimento motor infantil foi interpretado principalmente como uma sequência de marcos biológicos determinados pela maturação do sistema nervoso. Pesquisas mais recentes mostram que essa visão é incompleta. O movimento do bebê surge da interação contínua entre cérebro, corpo e ambiente. Assim, levantar a cabeça, rolar, sentar ou engatinhar não são apenas etapas do crescimento físico, mas processos ativos de exploração que contribuem diretamente para a construção do conhecimento. Avanços teóricos nas últimas duas décadas reforçaram essa perspectiva dinâmica. A chamada Teoria dos Sistemas Dinâmicos demonstrou que habilidades motoras surgem a partir da coordenação entre múltiplos fatores, incluindo postura, força muscular, percepção e experiência. Em vez de aparecerem de forma automática quando o cérebro amadurece, as ações motoras se desenvolvem gradualmente por meio da prática, da variabilidade e da adaptação às demandas do ambiente. Outro avanço importante foi o conceito de cascatas do desenvolvimento. Esse modelo mostra que conquistas motoras iniciais alteram profundamente a forma como o bebê interage com o mundo. Aprender a sentar permite manipular objetos com mais precisão, engatinhar amplia o acesso ao ambiente e caminhar modifica a interação social com cuidadores. Essas mudanças influenciam processos cognitivos, atenção, comunicação e linguagem, indicando que o desenvolvimento motor funciona como um catalisador de outras áreas do desenvolvimento. Modelos mais recentes sugerem ainda que o cérebro do bebê aprende movimentos por meio da previsibilidade sensório-motora. Movimentos que produzem consequências sensoriais consistentes, como ver a própria mão ou tocar um objeto, tendem a ser repetidos e refinados. Com o tempo, padrões inicialmente desorganizados tornam-se cada vez mais coordenados, mostrando que o aprendizado motor surge da interação entre previsão, feedback sensorial e experiência. Referência: Ravid-Roth, T., Kunde, W., Jaffe-Dax, S., & Eitam, B. (2025). Learning to move, moving to learn: A quarter century of insights into infant motor development. Infant Behavior and Development, 81, 102131.
Quanto mais amplo e maduro o repertório motor do bebê, maior tende a ser o repertório pré-linguístico e social no mesmo período. Essa relação mostra que o desenvolvimento infantil acontece em cascata. Isso quer dizer que avanços em uma área, como a motricidade, impulsionam progressos em outras, como a linguagem e as habilidades sociais. Um estudo publicado na Pediatric Research utilizou sensores em roupas inteligentes para registrar a atividade motora em casa e questionários parentais para avaliar comunicação e interação. Essa abordagem permitiu observar trajetórias individuais de desenvolvimento com alto nível de detalhe e validade ecológica. Os resultados mostraram que engatinhar, ficar em pé e andar estão ligados a maior exploração do ambiente, mais trocas comunicativas e interações sociais mais ricas. O tempo gasto em movimentos independentes esteve associado a melhores escores em habilidades pré-linguísticas, sociais e simbólicas. Tomados em conjuntos, esses resultados reforçam que o neurodesenvolvimento não ocorre em áreas isoladas, mas como um processo integrado. Estimular a exploração livre e o movimento desde cedo favorece a autonomia física e amplia as oportunidades de comunicação e vínculo social, e isso cria bases sólidas para o aprendizado futuro. Referência: Gallen, A., Taylor, E., Salmi, J. et al. Early gross motor performance is associated with concurrent prelinguistic and social development. Pediatr Res 98, 1016–1022 (2025).
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