@matiasmaycon
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🏷️Cupom Growth: MAYCAO Me. Farmacologia +800 alunos Novo curso disponível no link abaixo CREF 022226-G/PE
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Cupom MAYCAO na @growthsupplements Seguindo a trend que a @marikrugerb genialmente criou (com gancho próprio e tudo), segue minha versão do que eu odeio ter que lembrar o pessoal sobre treinamento resistido. Fora as obviedades que precisam ser relembradas: - Sair cansado do treino não significa que ele foi bom - Ficar dolorido depois dele significa menos ainda - Aumentar o peso e diminuir as repetições ao mesmo tempo não é progressão de carga - Alongar não previne lesão Tem mais?
Porque quem tem encurtamento DE VERDADE se importa. Porque quem tem problemas de mobilidade DE VERDADE se importa. E precisa acabar essa coisa de colocar medo nas pessoas só pra vender um serviço. “A sua coluna tá assim porque tem que alongar aqui e fortalecer ali” “A sua escápula tá assado porque seu serrátil tá fraco” “Seu glúteo não cresce porque o adutor tá encurtado” Bora estudar pra não falar bobagem? E começar a chamar as coisas do jeito certo? E parar de espalhar informação falsa? CREF: 022226-G/PE
Treinar costas sem strap pra fortalecer a pegada é igual jogar bola pra não treinar perna: desculpa esfarrapada. O treino de pegada, seja fazendo farmers walk ou qualquer outro exercício, traz benefício pra quem tá em alguma arte marcial mas também ajuda (e muito) em praticamente qualquer outra atividade que demande preensão manual. E aí lançamos mão de vários tipos de exercício: - Pegada com a mão fechada (em torno da barra como no farmers walk e no terra, por exemplo) - Pegada com a mão aberta (em barras espessas ou em anilhas, como no vídeo) - Preensão ativa (como na flexão de dedos que nós mostramos no vídeo ou usando grippers) CREF: 022226-G/PE Deixa suas dúvidas a respeito de treino de pegada nos comentários 👇
Já salva pra não errar no treino semana que vem! Resumão: 1. ���aproxima da barra e põe o pé debaixo dela 2. ���sem abrir ou fechar os braços, só estica eles pra baixo e pega na barra 3. ���empurra o quadril pra baixo e os joelhos pra frente só o suficiente pra encostar a canela na barra 4. ���estufa o peito sem abaixar o quadril 5. ���puxa a barra pra cima pensando em empurrar com os pés pra baixo e as palmas da mão na direção do corpo. A barra não pode pender pra frente nem se afastar durante o movimento! As posições de saída vão mudar de pessoa pra pessoa de acordo com as proporções corporais de cada um. Mas essas etapas se encaixam pra maioria das pessoas. Compartilha com alguém que tem dificuldade de fazer o levantamento terra. Testa aí e me diz o que achou!
Esse perfil tem vários projetos maiores que ele. A luta contra a cinesiofobia e em prol do exercício físico democratizado, inclusivo e otimista é um deles. Você apoia esses projetos usando o cupom MAYCAO na @growthsupplements e também interagindo com os conteúdos do perfil. Sobre o trabalho citado no post: é uma revisão de escopo (incluindo outras revisões dentro dele) que tenta responder qual a relação causal entre a incidência de dor lombar não-específica e a persistência da dor crônica. A dor lombar é a dor musculoesquelética mais estudada, por isso os trabalhos que envolvem ela costumam ser usados pra formular hipóteses a respeito de outras estruturas (já que princípios com grande plausibilidade deveriam ser aplicáveis a diversos contextos). Nesse trabalho, apesar da investigação consideravelmente minuciosa de uma boa parte da literatura relevante, ainda não se tem evidência de que a carga externa esteja diretamente ligada com a dor lombar não específica. Você vai se deparar com o argumento “tá, mas ausência de evidência não quer dizer evidência de ausência”, questionando o fato de que a literatura pode simplesmente não ter investigado de maneira satisfatória as hipóteses envolvendo o tema. Não é esse o caso aqui: a literatura é ampla e sistematicamente não encontra relação biomecânica clara entre a carga externa e a incidência e persistência de dor lombar. De um ponto de vista bayesiano, ainda que não refutemos totalmente a possibilidade dessa correlação causal existir, devemos, sim, abordar ela com bastante ceticismo e atualizar as nossas crenças. Em outras palavras: não tem como ser terr()ris4 baseando-se em evidências científicas. Se você encontrar um, saiba que não é baseado em evidências.
Cupom MAYCAO na @growthsupplements Seguindo a trend que a @marikrugerb genialmente criou (com gancho próprio e tudo), segue minha versão do que eu odeio ter que lembrar o pessoal sobre treinamento resistido. Fora as obviedades que precisam ser relembradas: - Sair cansado do treino não significa que ele foi bom - Ficar dolorido depois dele significa menos ainda - Aumentar o peso e diminuir as repetições ao mesmo tempo não é progressão de carga - Alongar não previne lesão Tem mais?
Porque quem tem encurtamento DE VERDADE se importa. Porque quem tem problemas de mobilidade DE VERDADE se importa. E precisa acabar essa coisa de colocar medo nas pessoas só pra vender um serviço. “A sua coluna tá assim porque tem que alongar aqui e fortalecer ali” “A sua escápula tá assado porque seu serrátil tá fraco” “Seu glúteo não cresce porque o adutor tá encurtado” Bora estudar pra não falar bobagem? E começar a chamar as coisas do jeito certo? E parar de espalhar informação falsa? CREF: 022226-G/PE
Treinar costas sem strap pra fortalecer a pegada é igual jogar bola pra não treinar perna: desculpa esfarrapada. O treino de pegada, seja fazendo farmers walk ou qualquer outro exercício, traz benefício pra quem tá em alguma arte marcial mas também ajuda (e muito) em praticamente qualquer outra atividade que demande preensão manual. E aí lançamos mão de vários tipos de exercício: - Pegada com a mão fechada (em torno da barra como no farmers walk e no terra, por exemplo) - Pegada com a mão aberta (em barras espessas ou em anilhas, como no vídeo) - Preensão ativa (como na flexão de dedos que nós mostramos no vídeo ou usando grippers) CREF: 022226-G/PE Deixa suas dúvidas a respeito de treino de pegada nos comentários 👇
Já salva pra não errar no treino semana que vem! Resumão: 1. ���aproxima da barra e põe o pé debaixo dela 2. ���sem abrir ou fechar os braços, só estica eles pra baixo e pega na barra 3. ���empurra o quadril pra baixo e os joelhos pra frente só o suficiente pra encostar a canela na barra 4. ���estufa o peito sem abaixar o quadril 5. ���puxa a barra pra cima pensando em empurrar com os pés pra baixo e as palmas da mão na direção do corpo. A barra não pode pender pra frente nem se afastar durante o movimento! As posições de saída vão mudar de pessoa pra pessoa de acordo com as proporções corporais de cada um. Mas essas etapas se encaixam pra maioria das pessoas. Compartilha com alguém que tem dificuldade de fazer o levantamento terra. Testa aí e me diz o que achou!
Esse perfil tem vários projetos maiores que ele. A luta contra a cinesiofobia e em prol do exercício físico democratizado, inclusivo e otimista é um deles. Você apoia esses projetos usando o cupom MAYCAO na @growthsupplements e também interagindo com os conteúdos do perfil. Sobre o trabalho citado no post: é uma revisão de escopo (incluindo outras revisões dentro dele) que tenta responder qual a relação causal entre a incidência de dor lombar não-específica e a persistência da dor crônica. A dor lombar é a dor musculoesquelética mais estudada, por isso os trabalhos que envolvem ela costumam ser usados pra formular hipóteses a respeito de outras estruturas (já que princípios com grande plausibilidade deveriam ser aplicáveis a diversos contextos). Nesse trabalho, apesar da investigação consideravelmente minuciosa de uma boa parte da literatura relevante, ainda não se tem evidência de que a carga externa esteja diretamente ligada com a dor lombar não específica. Você vai se deparar com o argumento “tá, mas ausência de evidência não quer dizer evidência de ausência”, questionando o fato de que a literatura pode simplesmente não ter investigado de maneira satisfatória as hipóteses envolvendo o tema. Não é esse o caso aqui: a literatura é ampla e sistematicamente não encontra relação biomecânica clara entre a carga externa e a incidência e persistência de dor lombar. De um ponto de vista bayesiano, ainda que não refutemos totalmente a possibilidade dessa correlação causal existir, devemos, sim, abordar ela com bastante ceticismo e atualizar as nossas crenças. Em outras palavras: não tem como ser terr()ris4 baseando-se em evidências científicas. Se você encontrar um, saiba que não é baseado em evidências.
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