@juliamendler
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Psicóloga pela UFRJ | CRP 05/78727 Harvard Medical School 🇺🇸 (2025) Focada no tratamento da dependência emocional Consultas⬇️
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O vício em pessoas instáveis é uma armadilha emocional comum e pode ser explicado pelo papel da dopamina no cérebro. Relações com pessoas imprevisíveis geram altos e baixos constantes, alternando momentos de tensão com breves recompensas emocionais, como pedidos de desculpas ou demonstrações de afeto. Esse ciclo de instabilidade ativa o sistema de recompensa, liberando dopamina nos momentos de “reconciliação” e criando uma sensação temporária de alívio e prazer. Com o tempo, seu cérebro começa a associar essas recompensas com a pessoa instável, mesmo que a relação seja tóxica. Você fica preso(a) buscando essas migalhas de validação, enquanto o impacto emocional negativo aumenta. Esse ciclo é parecido com outros tipos de vício: quanto mais você se expõe, mais difícil é se desligar. A solução está em reconhecer o padrão, criar distância emocional e buscar apoio para romper o vínculo e reconstruir sua autoestima. Podcast @barulhomentalpodcast Júlia mendler Psicóloga CRP: 05/78727
A vida é muito curta para você querer alguém que não sabe se te ama, que não sabe se te quer, que vive em dúvidas sobre o que sente, que não se interessa pela sua vida, e que não faz questão da sua companhia. Talvez seja hora de você se “cansar” de quem não te valoriza. Canse de pessoas indisponíveis. Canse de pessoas desinteressadas. Canse de correr atrás. Só assim você abrirá espaço para quem realmente está disponível.
Nessa quarta, lembre-se da diferença entre pessoas que realmente te desejam e pessoas que apenas amam o seu desejo por elas. As primeiras, não te deixam dúvidas As segundas, te deixam confusa Podcast: @barulhomentalpodcast Júlia Mendler Psicóloga CRP: 05/78727
Ora te ama, ora te despreza... Ora te encanta, ora te humilha... E você não entende por que continua tão obcecada por uma relação tão disfuncional. O pior? Chama isso de amor, quando, na verdade, é um vício. Grave uma coisa: **não existe nada mais viciante do que algo que te dá e te tira**. Pense nos jogos de azar: é o mesmo princípio. Às vezes você ganha, mas na maioria das vezes, perde—e perde muito. Do ponto de vista psicológico, isso se chama **reforço intermitente**. Esse conceito vem da psicologia comportamental e explica por que continuamos investindo em algo mesmo quando os resultados são imprevisíveis. Em um relacionamento instável, o parceiro(a) alterna momentos de carinho e desprezo. Esses raros momentos positivos atuam como pequenas recompensas, que são suficientes para manter a esperança e alimentar o desejo de “tentar mais uma vez”. O cérebro associa essas recompensas com a sensação de alívio e prazer, liberando dopamina, o neurotransmissor ligado à motivação e prazer. O reforço intermitente é um dos princípios mais poderosos para manter comportamentos viciantes, porque a imprevisibilidade da recompensa cria uma ansiedade constante e uma busca incansável pelo próximo “momento bom”. É por isso que, mesmo com muito sofrimento, você permanece presa nessa dinâmica, acreditando que o próximo ciclo trará a felicidade que tanto busca. Vejam o episódio completo sobre transtorno de personalidade narcisista com o @barulhomentalpodcast 🤍 Júlia Mendler Psicóloga CRP: 05/78727
O amor não deixa espaço para ausências, é vivido, não implorado. Está presente em cada instante, não apenas quando se faz necessário. Se só aparece quando convém, não é amor, é interesse. Não falo apenas de riqueza material, mas da moeda que sacia o ego. Podcast: @barulhomentalpodcast
O vício em pessoas instáveis é uma armadilha emocional comum e pode ser explicado pelo papel da dopamina no cérebro. Relações com pessoas imprevisíveis geram altos e baixos constantes, alternando momentos de tensão com breves recompensas emocionais, como pedidos de desculpas ou demonstrações de afeto. Esse ciclo de instabilidade ativa o sistema de recompensa, liberando dopamina nos momentos de “reconciliação” e criando uma sensação temporária de alívio e prazer. Com o tempo, seu cérebro começa a associar essas recompensas com a pessoa instável, mesmo que a relação seja tóxica. Você fica preso(a) buscando essas migalhas de validação, enquanto o impacto emocional negativo aumenta. Esse ciclo é parecido com outros tipos de vício: quanto mais você se expõe, mais difícil é se desligar. A solução está em reconhecer o padrão, criar distância emocional e buscar apoio para romper o vínculo e reconstruir sua autoestima. Podcast @barulhomentalpodcast Júlia mendler Psicóloga CRP: 05/78727
A vida é muito curta para você querer alguém que não sabe se te ama, que não sabe se te quer, que vive em dúvidas sobre o que sente, que não se interessa pela sua vida, e que não faz questão da sua companhia. Talvez seja hora de você se “cansar” de quem não te valoriza. Canse de pessoas indisponíveis. Canse de pessoas desinteressadas. Canse de correr atrás. Só assim você abrirá espaço para quem realmente está disponível.
Nessa quarta, lembre-se da diferença entre pessoas que realmente te desejam e pessoas que apenas amam o seu desejo por elas. As primeiras, não te deixam dúvidas As segundas, te deixam confusa Podcast: @barulhomentalpodcast Júlia Mendler Psicóloga CRP: 05/78727
Ora te ama, ora te despreza... Ora te encanta, ora te humilha... E você não entende por que continua tão obcecada por uma relação tão disfuncional. O pior? Chama isso de amor, quando, na verdade, é um vício. Grave uma coisa: **não existe nada mais viciante do que algo que te dá e te tira**. Pense nos jogos de azar: é o mesmo princípio. Às vezes você ganha, mas na maioria das vezes, perde—e perde muito. Do ponto de vista psicológico, isso se chama **reforço intermitente**. Esse conceito vem da psicologia comportamental e explica por que continuamos investindo em algo mesmo quando os resultados são imprevisíveis. Em um relacionamento instável, o parceiro(a) alterna momentos de carinho e desprezo. Esses raros momentos positivos atuam como pequenas recompensas, que são suficientes para manter a esperança e alimentar o desejo de “tentar mais uma vez”. O cérebro associa essas recompensas com a sensação de alívio e prazer, liberando dopamina, o neurotransmissor ligado à motivação e prazer. O reforço intermitente é um dos princípios mais poderosos para manter comportamentos viciantes, porque a imprevisibilidade da recompensa cria uma ansiedade constante e uma busca incansável pelo próximo “momento bom”. É por isso que, mesmo com muito sofrimento, você permanece presa nessa dinâmica, acreditando que o próximo ciclo trará a felicidade que tanto busca. Vejam o episódio completo sobre transtorno de personalidade narcisista com o @barulhomentalpodcast 🤍 Júlia Mendler Psicóloga CRP: 05/78727
O amor não deixa espaço para ausências, é vivido, não implorado. Está presente em cada instante, não apenas quando se faz necessário. Se só aparece quando convém, não é amor, é interesse. Não falo apenas de riqueza material, mas da moeda que sacia o ego. Podcast: @barulhomentalpodcast
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