@drachristian
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Não é normal sentir dor! 📍Londrina, PR & São Paulo, SP CRM/PR 16789/PR CRM/SP 244282/SP TEGO 109/2001 • RQE 10057 🤳🏼 Agendamentos:
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Ela tinha só 13 anos. E uma dor que ninguém levava a sério. A endometriose não espera a vida adulta para se manifestar. Ela pode começar cedo, silenciosamente — e causar danos profundos se não for reconhecida a tempo. Essa paciente precisou de hospitalização e passou por uma laparoscopia para tratar uma endometriose avançada. Com apenas 13 anos. O que quero te lembrar com esse caso é simples e urgente: • Dor não é normal. • Adolescente também pode ter endometriose. • Toda queixa merece ser ouvida com respeito e responsabilidade. Valorize os sinais. Respeite os sintomas. E não hesite em buscar ajuda. A saúde da mulher começa com acolhimento — em todas as fases da vida. 🩺 #EndometrioseNaAdolescência #SaúdeFeminina
pessoal tudo bem? passei pra conversar com vocês sobre o caso do operente uma menina de 13 anos há um ano e meio menstruou pela primeira vez e é assim há uns seis meses muita dor muita dor com cólica menstrual necessidade de hospitalização para medicação endovenosa
Essa mensagem é um alerta. A endometriose não pode ser ignorada — e o cuidado começa pela escuta. Relato da paciente @bantonellav 7 dias após a cirurgia. Que alegria fazer parte disso, estou muito feliz 🤍
Essa é a Antonela, a mocinha especial que eu peguei semana passada. E olha a carinha dela. Antonela, como é que tá tua qualidade de vida? Tá muito melhor. Eu senti a diferença no dia a dia. E a Antonela não chegava com uma cara de triste.
Dor não é frescura. Não é exagero. E muito menos “normal”. No episódio 4 da 2ª temporada do @saluhcast, a Dra. Christian Lima explica por que tantas mulheres convivem com dor por anos antes de receber o diagnóstico de endometriose — e o que precisa mudar nessa história. Um episódio necessário para quem já ouviu que “é só cólica”. #endometriose #saudedamulher #adenomiose
Endometriose não é “só cólica”. É dor que se repete, que limita, que cansa. É o corpo pedindo atenção enquanto a rotina insiste em seguir. Ela pode se manifestar de muitas formas: dores intensas, desconforto nas relações, alterações intestinais e urinárias, fadiga constante. Mas também impacta o emocional, a autoestima e a forma como essa mulher se relaciona com o próprio corpo e com a vida. Conviver com endometriose é, muitas vezes, aprender a silenciar dores para dar conta do dia. E isso não deveria ser normalizado. Cuidar da endometriose vai além de tratar sintomas isolados. Exige escuta, olhar individualizado, acolhimento e decisões conscientes sobre o que faz sentido para cada mulher, em cada fase da vida. Você não está exagerando. Você está sentindo. E isso importa.
Desde a primeira menstruação, essa paciente foi acompanhada de perto por apresentar histórico familiar de endometriose. Mesmo com todos os cuidados e tratamentos conservadores, seus sintomas se intensificaram a ponto de comprometer sua qualidade de vida. Na cirurgia, identificamos e tratamos diversas lesões peritoneais, algumas muito próximas a nervos, o que explicava a dor tão significativa. Esse caso reforça a importância de estarmos atentos desde cedo. Quando há histórico familiar, o acompanhamento regular pode fazer a diferença entre viver com limitações ou ter uma vida com mais bem-estar. A cirurgia não deve ser a única opção quando a doença já avançou: identificar precocemente é oferecer futuro com mais qualidade de vida. 🤍 Agende sua consulta através do link da bio!
Ela tinha só 13 anos. E uma dor que ninguém levava a sério. A endometriose não espera a vida adulta para se manifestar. Ela pode começar cedo, silenciosamente — e causar danos profundos se não for reconhecida a tempo. Essa paciente precisou de hospitalização e passou por uma laparoscopia para tratar uma endometriose avançada. Com apenas 13 anos. O que quero te lembrar com esse caso é simples e urgente: • Dor não é normal. • Adolescente também pode ter endometriose. • Toda queixa merece ser ouvida com respeito e responsabilidade. Valorize os sinais. Respeite os sintomas. E não hesite em buscar ajuda. A saúde da mulher começa com acolhimento — em todas as fases da vida. 🩺 #EndometrioseNaAdolescência #SaúdeFeminina
pessoal tudo bem? passei pra conversar com vocês sobre o caso do operente uma menina de 13 anos há um ano e meio menstruou pela primeira vez e é assim há uns seis meses muita dor muita dor com cólica menstrual necessidade de hospitalização para medicação endovenosa
Essa mensagem é um alerta. A endometriose não pode ser ignorada — e o cuidado começa pela escuta. Relato da paciente @bantonellav 7 dias após a cirurgia. Que alegria fazer parte disso, estou muito feliz 🤍
Essa é a Antonela, a mocinha especial que eu peguei semana passada. E olha a carinha dela. Antonela, como é que tá tua qualidade de vida? Tá muito melhor. Eu senti a diferença no dia a dia. E a Antonela não chegava com uma cara de triste.
Dor não é frescura. Não é exagero. E muito menos “normal”. No episódio 4 da 2ª temporada do @saluhcast, a Dra. Christian Lima explica por que tantas mulheres convivem com dor por anos antes de receber o diagnóstico de endometriose — e o que precisa mudar nessa história. Um episódio necessário para quem já ouviu que “é só cólica”. #endometriose #saudedamulher #adenomiose
Endometriose não é “só cólica”. É dor que se repete, que limita, que cansa. É o corpo pedindo atenção enquanto a rotina insiste em seguir. Ela pode se manifestar de muitas formas: dores intensas, desconforto nas relações, alterações intestinais e urinárias, fadiga constante. Mas também impacta o emocional, a autoestima e a forma como essa mulher se relaciona com o próprio corpo e com a vida. Conviver com endometriose é, muitas vezes, aprender a silenciar dores para dar conta do dia. E isso não deveria ser normalizado. Cuidar da endometriose vai além de tratar sintomas isolados. Exige escuta, olhar individualizado, acolhimento e decisões conscientes sobre o que faz sentido para cada mulher, em cada fase da vida. Você não está exagerando. Você está sentindo. E isso importa.
Desde a primeira menstruação, essa paciente foi acompanhada de perto por apresentar histórico familiar de endometriose. Mesmo com todos os cuidados e tratamentos conservadores, seus sintomas se intensificaram a ponto de comprometer sua qualidade de vida. Na cirurgia, identificamos e tratamos diversas lesões peritoneais, algumas muito próximas a nervos, o que explicava a dor tão significativa. Esse caso reforça a importância de estarmos atentos desde cedo. Quando há histórico familiar, o acompanhamento regular pode fazer a diferença entre viver com limitações ou ter uma vida com mais bem-estar. A cirurgia não deve ser a única opção quando a doença já avançou: identificar precocemente é oferecer futuro com mais qualidade de vida. 🤍 Agende sua consulta através do link da bio!
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