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Diário do Centro do Mundo (DCM) 📰 Jornalismo progressista e independente 🎥 Lives diárias no YouTube ⚖️ Defesa da democracia e dos direitos humanos
Via jornalistas @fabriciorinald e @thiagosuman por @diariodocentrodomundo Durante a cobertura, o repórter Fabrício Rinaldi foi abordado por uma senhora que fez uma declaração no mínimo curiosa: afirmou categoricamente que Bolsonaro seria a reencarnação de Dom Pedro I. Como justificativa, ela citou a famosa frase do Dia do Fico (9 de janeiro de 1822), quando Dom Pedro I disse: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico.” O curioso é que a entrevistada se apresentou como evangélica da Congregação Cristã do Brasil, uma vertente religiosa que não acredita em reencarnação. Questionada sobre essa contradição, ela titubeou. O episódio mostra como paixão política e discurso religioso podem se embaralhar, criando contradições que chamam mais atenção do que qualquer coerência histórica ou teológica. ✍️ Reportagem: Fabrício Rinaldi #Bolsonaro #DomPedro #Manifestação #AvenidaPaulista #DiaDoFico #Jornalismo #Política #História #Brasil
quem que a senhora acha que tem que ser o candidato do nosso lado? O Tarcígio ou o Eduardo Bolsonaro? Bolsonaro. Você acha que a gente consegue? Porque eu já perdi as esperanças. Eu não. Eu confio em Deus. Muito bom. Você acha que a gente vai conseguir tornar o Bolsonaro elegível? Em nome do Senhor Jesus. E pra você ficar feliz ainda vou lhe dizer
O carnavalesco e comentarista da TV Globo Milton descreve o desfile da Acadêmicos de Niterói. Segundo ele, a escola carrega para a avenida a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva, estruturada a partir da chamada “Jornada do Herói”, recurso narrativo usado para contar histórias de formação e superação.
A Jornada do Herói, uma estrutura de narração muito utilizada desde sempre pela humanidade para dar grandes mensagens e é uma forma de comunicar educação valor e aí
Um vídeo que circula nas redes sociais nesta semana escancara um racha no clã bolsonarista dos Jordy. Nas imagens, Renan Jordy parte para o ataque contra o próprio irmão, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), um dos rostos mais barulhentos e controversos do bolsonarismo no Rio de Janeiro. A Polícia Federal identificou indícios de que Carlos Jordy teria usado a cota parlamentar para custear despesas inexistentes, com possível desvio de recursos públicos. A apuração aponta movimentações financeiras suspeitas, uso de empresas de fachada e simulação de serviços, o que motivou buscas e apreensões autorizadas pelo STF no âmbito da Operação Galho Fraco. Além dele, o líder do partido na Câmara, também foi alvo de busca e apreensão.
Via jornalista @fabriciorinald com @diariodocentrodomundo Na manifestação golpista deste 7 de setembro, mais um show de horrores foi registrado. Um bolsonarista declarou ser a favor do fuzilamento do ministro Alexandre de Moraes e pediu que surja “um novo Adélio Bispo” contra o presidente Lula e contra o ministro do STF. Com um discurso criminoso, psicopata e absolutamente inaceitável, o homem defendeu abertamente a morte de autoridades da República. Esse episódio mostra que os atos bolsonaristas já não são apenas espaços de desinformação e dissonância cognitiva — eles assumiram um tom abertamente violento e golpista, que precisa ser contido. Pior ainda: lideranças políticas e religiosas, inclusive pastores que se dizem cristãos, continuam a estimular esse ódio e a legitimar esse tipo de comportamento. Se nada for feito, o Brasil corre o risco de assistir a mais uma tragédia anunciada, fruto da mistura explosiva entre fanatismo, manipulação e violência política.
O New York Times revelou um dos episódios mais sombrios da história moderna: os Estados Unidos estão traficando imigrantes negros, acorrentados pelos pés e pelas mãos, para campos de concentração em Camarões, na África. Sem direito a advogado, sem aviso às famílias e ignorando decisões judiciais de proteção a refugiados, o governo de Donald Trump está promovendo uma limpeza étnica institucionalizada. É o retorno do navio negreiro, mas agora o destino é a expulsão e o encarceramento à distância. O que vemos não é um desvio de conduta de um presidente, mas a face real de uma plutocracia que ignora a própria justiça para servir aos interesses de bilionários e Big Techs. Enquanto o mundo chama os ricos russos de "oligarcas", nos EUA eles são chamados de "empresários", mesmo quando financiam o sequestro e a deportação ilegal de seres humanos baseada puramente na cor da pele. Trump não está destruindo o sistema; ele está apenas acelerando a engrenagem de violência que os Estados Unidos sempre usaram contra o Sul Global. Não se engane com o discurso de democracia liberal. O que está acontecendo em Camarões com o endosso de Washington é um crime contra a humanidade. #Geopolítica #DireitosHumanos #EUA #Trump #Imperialismo
Via jornalistas @fabriciorinald e @thiagosuman por @diariodocentrodomundo Durante a cobertura, o repórter Fabrício Rinaldi foi abordado por uma senhora que fez uma declaração no mínimo curiosa: afirmou categoricamente que Bolsonaro seria a reencarnação de Dom Pedro I. Como justificativa, ela citou a famosa frase do Dia do Fico (9 de janeiro de 1822), quando Dom Pedro I disse: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico.” O curioso é que a entrevistada se apresentou como evangélica da Congregação Cristã do Brasil, uma vertente religiosa que não acredita em reencarnação. Questionada sobre essa contradição, ela titubeou. O episódio mostra como paixão política e discurso religioso podem se embaralhar, criando contradições que chamam mais atenção do que qualquer coerência histórica ou teológica. ✍️ Reportagem: Fabrício Rinaldi #Bolsonaro #DomPedro #Manifestação #AvenidaPaulista #DiaDoFico #Jornalismo #Política #História #Brasil
quem que a senhora acha que tem que ser o candidato do nosso lado? O Tarcígio ou o Eduardo Bolsonaro? Bolsonaro. Você acha que a gente consegue? Porque eu já perdi as esperanças. Eu não. Eu confio em Deus. Muito bom. Você acha que a gente vai conseguir tornar o Bolsonaro elegível? Em nome do Senhor Jesus. E pra você ficar feliz ainda vou lhe dizer
O carnavalesco e comentarista da TV Globo Milton descreve o desfile da Acadêmicos de Niterói. Segundo ele, a escola carrega para a avenida a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva, estruturada a partir da chamada “Jornada do Herói”, recurso narrativo usado para contar histórias de formação e superação.
A Jornada do Herói, uma estrutura de narração muito utilizada desde sempre pela humanidade para dar grandes mensagens e é uma forma de comunicar educação valor e aí
Um vídeo que circula nas redes sociais nesta semana escancara um racha no clã bolsonarista dos Jordy. Nas imagens, Renan Jordy parte para o ataque contra o próprio irmão, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), um dos rostos mais barulhentos e controversos do bolsonarismo no Rio de Janeiro. A Polícia Federal identificou indícios de que Carlos Jordy teria usado a cota parlamentar para custear despesas inexistentes, com possível desvio de recursos públicos. A apuração aponta movimentações financeiras suspeitas, uso de empresas de fachada e simulação de serviços, o que motivou buscas e apreensões autorizadas pelo STF no âmbito da Operação Galho Fraco. Além dele, o líder do partido na Câmara, também foi alvo de busca e apreensão.
Via jornalista @fabriciorinald com @diariodocentrodomundo Na manifestação golpista deste 7 de setembro, mais um show de horrores foi registrado. Um bolsonarista declarou ser a favor do fuzilamento do ministro Alexandre de Moraes e pediu que surja “um novo Adélio Bispo” contra o presidente Lula e contra o ministro do STF. Com um discurso criminoso, psicopata e absolutamente inaceitável, o homem defendeu abertamente a morte de autoridades da República. Esse episódio mostra que os atos bolsonaristas já não são apenas espaços de desinformação e dissonância cognitiva — eles assumiram um tom abertamente violento e golpista, que precisa ser contido. Pior ainda: lideranças políticas e religiosas, inclusive pastores que se dizem cristãos, continuam a estimular esse ódio e a legitimar esse tipo de comportamento. Se nada for feito, o Brasil corre o risco de assistir a mais uma tragédia anunciada, fruto da mistura explosiva entre fanatismo, manipulação e violência política.
O New York Times revelou um dos episódios mais sombrios da história moderna: os Estados Unidos estão traficando imigrantes negros, acorrentados pelos pés e pelas mãos, para campos de concentração em Camarões, na África. Sem direito a advogado, sem aviso às famílias e ignorando decisões judiciais de proteção a refugiados, o governo de Donald Trump está promovendo uma limpeza étnica institucionalizada. É o retorno do navio negreiro, mas agora o destino é a expulsão e o encarceramento à distância. O que vemos não é um desvio de conduta de um presidente, mas a face real de uma plutocracia que ignora a própria justiça para servir aos interesses de bilionários e Big Techs. Enquanto o mundo chama os ricos russos de "oligarcas", nos EUA eles são chamados de "empresários", mesmo quando financiam o sequestro e a deportação ilegal de seres humanos baseada puramente na cor da pele. Trump não está destruindo o sistema; ele está apenas acelerando a engrenagem de violência que os Estados Unidos sempre usaram contra o Sul Global. Não se engane com o discurso de democracia liberal. O que está acontecendo em Camarões com o endosso de Washington é um crime contra a humanidade. #Geopolítica #DireitosHumanos #EUA #Trump #Imperialismo
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