@andancaseducativas
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✏️Professora da UFRJ 📚Doutora e mestre em Psicologia - UFRJ 🎓Psicóloga/UFRJ • Pedagoga • Palestrante 🧶Neoliberalismo escolar e Educação Democrática
O “aulão de IA” no Mineirão virou símbolo do caos: marketing político do governo Zema com fachada de “inovação”, convocação obrigatória na véspera do feriado, escolas arcando com custos e 40 mil estudantes usados como plateia eleitoral. Tudo isso enquanto a educação básica segue superlotada, precarizada e sem condições mínimas. A maior ironia? A “maior aula do mundo” nem tinha professor. Quando a política educacional vira espetáculo, quem paga o preço é sempre a escola pública. Fonte: https://www.esquerdadiario.com.br/O-que-esta-por-tras-do-aulao-de-Rossieli-e-Zema-no-Mineirao (Autora Elisa Campos)
Vocês viram o desastre do Aulão de Iá que aconteceu no Mineirão essa semana? A Secretaria de Educação do Zema, tentando quebrar o recorde e entrar pro Guinness por fazer a maior aula de Iá do mundo, instaurou, na verdade, o caos. O ridículo de tentar buscar uma premiação completamente dissociada das necessidades urgentes da educação básica mineira. Qualquer professor saberia de antemão
Brigido X Breno? Quando a escola vira empresa, o discurso “inovador” soa vazio. O que está em jogo não é só quem dirige escolas, mas a ideia perigosa de que educar é gerir, performar, lucrar. Entre coaches, rankings e empreendedorismo pedagógico, some a pergunta básica: educar para quem, para quê e a serviço de quem? Quando a pedagogia sai de cena e o mercado assume o comando, quem perde é a educação brasileira. #educação #neoliberalismoescolar #bbb26 #bigbrotherbrasil
Você sabia que o Bris, do BBB, é coach de educação? Ele é engenheiro e dono de uma escola inovadora em Manaus. Ele assumiu a direção de uma escola particular fundada pela própria família dele e ele oferece mentorias para profissionais de educação. Ele chegou inclusive a demitir a própria mãe por não considerar que ela tivesse espírito empreendedor. São figuras como ele que ajudam a naturalizar uma ideia perigosa de
Uma escola privada publicou nas redes sociais a imagem de uma professora segurando uma placa com a frase “11 anos sem faltar”, acompanhada de uma lista de docentes e do tempo que estariam sem nenhuma ausência. A postagem foi apresentada como homenagem, mas levanta questões importantes sobre a romantização de trabalhar doente, a deslegitimação do adoecimento e a transformação de um direito trabalhista (faltar) em critério moral de valorização docente.
Uma escola privada publicou essa semana nas suas redes sociais uma postagem escrito "Parabéns professora fulana, 11 anos sem faltar, mesmo com justificativa" Aí é uma foto da professora segurando uma placa e depois uma lista de nomes de outros professores e o número de anos que eles estariam sem faltar Primeiro de tudo, faltar é um direito trabalhista, não é uma falha moral
📣 A professora apenas reivindicava o que é de direito: a publicação dos nomes dos profissionais aprovados no estágio probatório. Questionar o atraso nessa publicação não é afronta, é exercer cidadania e defender a valorização da carreira docente. Exigir o cumprimento da lei não deveria gerar constrangimento, mas sim mobilizar gestões responsáveis. Educação com respeito começa por aí. Fonte: @sepe_rj
Eu tô inconformada com essa cena. Em uma reunião com profissionais da Rede Municipal, olha a arrogância e a grosseirinha do Renan Ferreirinha quando ele foi questionado por uma professora sobre os direitos dela. Vamos lá, professora. Vamos lá. Já que você tá trazendo as pontuações no filme, é uma baixa de dinheiro. Bacana!
Muito pistola! 🤯 Carteira Nacional Docente é O grande projeto de valorização dos professores? Precisamos debater as suas problematicas! Acompanhe os profs @amanda_mds e @prof_ebcandal para aprofundar as reflexões!
O “aulão de IA” no Mineirão virou símbolo do caos: marketing político do governo Zema com fachada de “inovação”, convocação obrigatória na véspera do feriado, escolas arcando com custos e 40 mil estudantes usados como plateia eleitoral. Tudo isso enquanto a educação básica segue superlotada, precarizada e sem condições mínimas. A maior ironia? A “maior aula do mundo” nem tinha professor. Quando a política educacional vira espetáculo, quem paga o preço é sempre a escola pública. Fonte: https://www.esquerdadiario.com.br/O-que-esta-por-tras-do-aulao-de-Rossieli-e-Zema-no-Mineirao (Autora Elisa Campos)
Vocês viram o desastre do Aulão de Iá que aconteceu no Mineirão essa semana? A Secretaria de Educação do Zema, tentando quebrar o recorde e entrar pro Guinness por fazer a maior aula de Iá do mundo, instaurou, na verdade, o caos. O ridículo de tentar buscar uma premiação completamente dissociada das necessidades urgentes da educação básica mineira. Qualquer professor saberia de antemão
Brigido X Breno? Quando a escola vira empresa, o discurso “inovador” soa vazio. O que está em jogo não é só quem dirige escolas, mas a ideia perigosa de que educar é gerir, performar, lucrar. Entre coaches, rankings e empreendedorismo pedagógico, some a pergunta básica: educar para quem, para quê e a serviço de quem? Quando a pedagogia sai de cena e o mercado assume o comando, quem perde é a educação brasileira. #educação #neoliberalismoescolar #bbb26 #bigbrotherbrasil
Você sabia que o Bris, do BBB, é coach de educação? Ele é engenheiro e dono de uma escola inovadora em Manaus. Ele assumiu a direção de uma escola particular fundada pela própria família dele e ele oferece mentorias para profissionais de educação. Ele chegou inclusive a demitir a própria mãe por não considerar que ela tivesse espírito empreendedor. São figuras como ele que ajudam a naturalizar uma ideia perigosa de
Uma escola privada publicou nas redes sociais a imagem de uma professora segurando uma placa com a frase “11 anos sem faltar”, acompanhada de uma lista de docentes e do tempo que estariam sem nenhuma ausência. A postagem foi apresentada como homenagem, mas levanta questões importantes sobre a romantização de trabalhar doente, a deslegitimação do adoecimento e a transformação de um direito trabalhista (faltar) em critério moral de valorização docente.
Uma escola privada publicou essa semana nas suas redes sociais uma postagem escrito "Parabéns professora fulana, 11 anos sem faltar, mesmo com justificativa" Aí é uma foto da professora segurando uma placa e depois uma lista de nomes de outros professores e o número de anos que eles estariam sem faltar Primeiro de tudo, faltar é um direito trabalhista, não é uma falha moral
📣 A professora apenas reivindicava o que é de direito: a publicação dos nomes dos profissionais aprovados no estágio probatório. Questionar o atraso nessa publicação não é afronta, é exercer cidadania e defender a valorização da carreira docente. Exigir o cumprimento da lei não deveria gerar constrangimento, mas sim mobilizar gestões responsáveis. Educação com respeito começa por aí. Fonte: @sepe_rj
Eu tô inconformada com essa cena. Em uma reunião com profissionais da Rede Municipal, olha a arrogância e a grosseirinha do Renan Ferreirinha quando ele foi questionado por uma professora sobre os direitos dela. Vamos lá, professora. Vamos lá. Já que você tá trazendo as pontuações no filme, é uma baixa de dinheiro. Bacana!
Muito pistola! 🤯 Carteira Nacional Docente é O grande projeto de valorização dos professores? Precisamos debater as suas problematicas! Acompanhe os profs @amanda_mds e @prof_ebcandal para aprofundar as reflexões!
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