@alanaanijar
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🎧 Psicologia na Prática por uma vida + leve • mãe, psicóloga, podcaster e escritora • founder @psidofuturo e @psicologianapraticapod • para + infos:
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Colocar limite não é grosseria, é cuidado com você. Nesse episódio, a conversa é sobre como se posicionar sem culpa, entendendo que dizer “não” não te torna uma pessoa ruim, mas alguém que se respeita. Porque quando você não coloca limites, seu corpo sente, sua mente sobrecarrega e a outros sintomas aparecem. Assista ao episódio completo. Já está disponível em todas as plataformas digitais ❤️
Primeira dica para você cuidar da sua saúde mental nesse ano é você aprender de uma vez por todas a colocar limites e defender os seus limites sem culpa. Colocar limites, gente, não é fácil. Não saber colocar limites vai afetar diretamente a sua saúde mental. Quando você não coloca
Lidar com o câncer é uma jornada complexa, mas essas estratégias podem ajudar a tornar o caminho um pouco mais leve. O diagnóstico do câncer de mama pode ser um dos maiores desafios que uma mulher e sua família podem enfrentar. Os dados mostram que, em 2024, o Brasil deve registrar mais de 73 mil novos casos de câncer de mama. Esse tipo de câncer é um dos mais comuns em mulheres, mas a boa notícia é que o diagnóstico precoce pode aumentar as chances de cura em 95%. E lembre-se: o autocuidado e o apoio emocional são tão importantes quanto o tratamento físico. Se você conhece alguém que pode se beneficiar dessas dicas, compartilhe este vídeo e ajude a espalhar a conscientização sobre o câncer de mama e a importância de cuidar da saúde mental. Marque @lillydobrasil e use a hashtag #AVidaEuTragoNoPeito para que possamos continuar essa conversa. Ah, para saber mais sobre o câncer de mama, acesse o site da campanha. O link está na bio da Lilly! #OutubroRosa #SaudeDaMulher #Conscientização #CâncerDeMama #PsicologiaNaPrática #AlanaAnijar PP-NB-BR-0380 – OUTUBRO 2024 Referências: Brasil. Ministério da Saúde. Biblioteca virtual em saúde. Câncer de Mama. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/134cancer_mama.html. Acesso em 26/09/2024. Brasil, Ministério da Educação. Tratamento para o câncer de mama pode alcançar até 95% de cura com diagnóstico precoce. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/tratamento-para-o-cancer-de-mama-pode-alcancar-ate-95-de-cura-com-diagnostico-precoce. Acesso em 01/10/2024 Sociedade Brasileira de Mastologia. Sociedades Brasileiras recomendam mamografia a partir dos 40 anos. Disponível em: https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/ Acesso em 01/10/2024
Você já percebeu que algumas pessoas parecem saber se cuidar naturalmente, enquanto outras sempre se esquecem de si mesmas? Isso tem muito a ver com o cuidado que recebemos na infância. Quem cresceu sendo acolhido aprende, sem perceber, que merece atenção, carinho e respeito. Aprende a reconhecer suas próprias necessidades, a colocar limites e a se valorizar. Já quem foi negligenciado pode carregar o contrário: dificuldade em se priorizar, medo de dizer não e a sensação constante de que suas necessidades não são importantes. Essa falta de cuidado deixa marcas que aparecem em diferentes áreas da vida: relações desequilibradas, culpa ao tentar se colocar em primeiro lugar, sobrecarga emocional e até a sensação de estar sempre “deixando passar” momentos importantes da própria vida. A boa notícia é que essas dinâmicas podem ser transformadas. Reconhecer que você aprendeu a se esquecer de si mesma é o primeiro passo. Depois, é possível treinar pequenas atitudes que fortalecem o cuidado consigo: respeitar seus limites, perceber suas emoções, se dar atenção e tempo para si mesma. Você merece se priorizar, se acolher e se olhar com carinho todos os dias.
Quem foi respeitado sabe dizer não sem culpa. Tem gente que passa a vida tentando não incomodar. Engole o que sente, disfarça o que pensa e acha que, se for calma o bastante, o outro vai ficar. E até fica por um tempo — mas às custas de você se diminuir pra caber. Você começa a achar que colocar limite é ser fria. Que se você falar o que sente, vai afastar. Que amar é aguentar. Mas não é. Amar também é se ouvir. É perceber quando o outro passa do ponto e ter coragem de não se abandonar de novo. Colocar limite não é perder alguém, é deixar de perder a si mesma. É parar de confundir amor com esforço. É entender que quem quer ficar, fica até quando você se posiciona. E o mais bonito é ver que, quando você aprende a se respeitar, as suas relações mudam. Você para de mendigar migalhas e começa a se cercar de gente que te enxerga inteiro, sem precisar te podar pra te amar. Compartilhe se isso fez sentido pra você.
Você vive criando cenários na sua cabeça que nem aconteceram? Isso tem nome: catastrofização.Uma distorção cognitiva que te faz imaginar sempre o pior. E pode estar drenando sua saúde mental sem você perceber. Clica no link da bio, o episódio completo já está disponível.
Colocar limite não é grosseria, é cuidado com você. Nesse episódio, a conversa é sobre como se posicionar sem culpa, entendendo que dizer “não” não te torna uma pessoa ruim, mas alguém que se respeita. Porque quando você não coloca limites, seu corpo sente, sua mente sobrecarrega e a outros sintomas aparecem. Assista ao episódio completo. Já está disponível em todas as plataformas digitais ❤️
Primeira dica para você cuidar da sua saúde mental nesse ano é você aprender de uma vez por todas a colocar limites e defender os seus limites sem culpa. Colocar limites, gente, não é fácil. Não saber colocar limites vai afetar diretamente a sua saúde mental. Quando você não coloca
Lidar com o câncer é uma jornada complexa, mas essas estratégias podem ajudar a tornar o caminho um pouco mais leve. O diagnóstico do câncer de mama pode ser um dos maiores desafios que uma mulher e sua família podem enfrentar. Os dados mostram que, em 2024, o Brasil deve registrar mais de 73 mil novos casos de câncer de mama. Esse tipo de câncer é um dos mais comuns em mulheres, mas a boa notícia é que o diagnóstico precoce pode aumentar as chances de cura em 95%. E lembre-se: o autocuidado e o apoio emocional são tão importantes quanto o tratamento físico. Se você conhece alguém que pode se beneficiar dessas dicas, compartilhe este vídeo e ajude a espalhar a conscientização sobre o câncer de mama e a importância de cuidar da saúde mental. Marque @lillydobrasil e use a hashtag #AVidaEuTragoNoPeito para que possamos continuar essa conversa. Ah, para saber mais sobre o câncer de mama, acesse o site da campanha. O link está na bio da Lilly! #OutubroRosa #SaudeDaMulher #Conscientização #CâncerDeMama #PsicologiaNaPrática #AlanaAnijar PP-NB-BR-0380 – OUTUBRO 2024 Referências: Brasil. Ministério da Saúde. Biblioteca virtual em saúde. Câncer de Mama. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/134cancer_mama.html. Acesso em 26/09/2024. Brasil, Ministério da Educação. Tratamento para o câncer de mama pode alcançar até 95% de cura com diagnóstico precoce. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/tratamento-para-o-cancer-de-mama-pode-alcancar-ate-95-de-cura-com-diagnostico-precoce. Acesso em 01/10/2024 Sociedade Brasileira de Mastologia. Sociedades Brasileiras recomendam mamografia a partir dos 40 anos. Disponível em: https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/ Acesso em 01/10/2024
Você já percebeu que algumas pessoas parecem saber se cuidar naturalmente, enquanto outras sempre se esquecem de si mesmas? Isso tem muito a ver com o cuidado que recebemos na infância. Quem cresceu sendo acolhido aprende, sem perceber, que merece atenção, carinho e respeito. Aprende a reconhecer suas próprias necessidades, a colocar limites e a se valorizar. Já quem foi negligenciado pode carregar o contrário: dificuldade em se priorizar, medo de dizer não e a sensação constante de que suas necessidades não são importantes. Essa falta de cuidado deixa marcas que aparecem em diferentes áreas da vida: relações desequilibradas, culpa ao tentar se colocar em primeiro lugar, sobrecarga emocional e até a sensação de estar sempre “deixando passar” momentos importantes da própria vida. A boa notícia é que essas dinâmicas podem ser transformadas. Reconhecer que você aprendeu a se esquecer de si mesma é o primeiro passo. Depois, é possível treinar pequenas atitudes que fortalecem o cuidado consigo: respeitar seus limites, perceber suas emoções, se dar atenção e tempo para si mesma. Você merece se priorizar, se acolher e se olhar com carinho todos os dias.
Quem foi respeitado sabe dizer não sem culpa. Tem gente que passa a vida tentando não incomodar. Engole o que sente, disfarça o que pensa e acha que, se for calma o bastante, o outro vai ficar. E até fica por um tempo — mas às custas de você se diminuir pra caber. Você começa a achar que colocar limite é ser fria. Que se você falar o que sente, vai afastar. Que amar é aguentar. Mas não é. Amar também é se ouvir. É perceber quando o outro passa do ponto e ter coragem de não se abandonar de novo. Colocar limite não é perder alguém, é deixar de perder a si mesma. É parar de confundir amor com esforço. É entender que quem quer ficar, fica até quando você se posiciona. E o mais bonito é ver que, quando você aprende a se respeitar, as suas relações mudam. Você para de mendigar migalhas e começa a se cercar de gente que te enxerga inteiro, sem precisar te podar pra te amar. Compartilhe se isso fez sentido pra você.
Você vive criando cenários na sua cabeça que nem aconteceram? Isso tem nome: catastrofização.Uma distorção cognitiva que te faz imaginar sempre o pior. E pode estar drenando sua saúde mental sem você perceber. Clica no link da bio, o episódio completo já está disponível.
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