@sailinpsicologa
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Aprenda a maternar com mais leveza e maior conexão com seu filho 🧠Trauma informed 🦋Psicoterapeuta EMDR
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Nem toda mulher casada divide verdadeiramente a parentalidade. Muitas vivem a rotina da maternidade como se estivessem sozinhas mesmo tendo um parceiro em casa. São elas que acordam de madrugada, que lembram das consultas médicas, que organizam a mochila da escola, que sabem qual é o remédio certo, que enxergam quando o filho está diferente, que se preocupam com o emocional da criança e com o que vai no lanche. Enquanto isso, o companheiro muitas vezes cumpre um papel secundário, como um ajudante eventual, não como um pai ativo e corresponsável. Esse tipo de dinâmica, silenciosa e comum, sobrecarrega emocionalmente e fisicamente a mulher. Ela é cobrada por estar sempre disponível, equilibrar carreira e maternidade, manter o lar em ordem e ainda ter energia para ser “leve”, bem-humorada, presente. E quando algo dá errado, ela é a primeira (e às vezes única) a ser responsabilizada. É preciso nomear esse fenômeno: mães casadas que vivem a carga mental e prática da maternidade sozinhas. Isso é injusto. E precisa ser dito. Ser casada não é o mesmo que ter parceria. Estar junto não é o mesmo que dividir. Enquanto a responsabilidade pelo cuidado infantil continuar recaindo quase exclusivamente sobre as mulheres, não há igualdade nem no casamento, nem na criação dos filhos. Precisamos pensar sobre isso, e fazer mudanças atendo muitas mulheres exaustas e adoecidas com essa realidade. Créditos just.shah.fam
Essa é a frase que mais tenho ouvido na maternidade e tem me servido de guia “esse momento vai passar logo, eles irão crescer”. Um dia nossos filhos não precisarão mais de nós. Um dia teremos todo o tempo do mundo pra tomarmos um café com as amigas, pra sairmos pro shopping sem ter alguém grudado em nós e nos arrastando pra loja de brinquedos mais próxima . Um dia nós teremos a casa limpa e arrumada como gostaríamos de ter agora. Um dia eu terei tempo pra terminar aquele curso, fazer aquela viagem. E quando esse tempo chegar, mesmo que haja saudade (e vai haver) eu quero poder olhar pra trás sem arrependimentos, sabendo que nas melhores memórias dos meus filhos eu estive presente. Este é meu desejo pra minha vida e pra tua também. 🦋
Os bebês, desde os primeiros meses de vida, usam o rosto e o tom de voz dos adultos como bússolas emocionais. Antes mesmo de falarem ou compreenderem palavras, eles já “leem” as expressões faciais e escutam o tom de voz para entender o que está acontecendo ao redor e como devem reagir. Esse comportamento é conhecido como referência social — ou seja, o bebê observa o adulto (geralmente figuras de apego, como pais e cuidadores) para interpretar uma situação. Por exemplo: • Se o bebê se depara com algo novo e olha para o adulto, ele tende a se sentir seguro e explorar se a expressão for de tranquilidade. • Se o adulto demonstrar medo ou tensão, o bebê provavelmente se afastará ou chorará. Essa leitura emocional é uma forma fundamental de comunicação precoce. É através dessa troca que o bebê começa a compreender o mundo, desenvolver vínculos afetivos e aprender a regular suas próprias emoções. Ou seja, o bebê ainda não fala, mas sente e entende muito mais do que parece — e aprende o que sentir a partir da forma como o adulto sente e se mostra. Por isso, o rosto do cuidador é o primeiro espelho emocional da criança. O modo como vivemos e mostramos nossas emoções ajuda o bebê a organizar as dele. Por isso, cuidar de si não é egoísmo — é cuidado com o bebê também. 💛 Créditos @elenpinsky
Como psicóloga, gosto de explicar que os bebês dormem melhor quando estão no corpo da mãe porque esse contato representa, para eles, segurança, continuidade e regulação emocional. Durante nove meses, o bebê esteve em um ambiente constante: o som do coração da mãe, o calor do corpo, o balanço suave, a respiração ritmada. Após o nascimento, tudo é novo e, para o bebê, estar no colo ou no corpo da mãe é como reencontrar esse lugar conhecido um refúgio de estabilidade em meio a tantas mudanças. O toque, o cheiro e o calor maternos ajudam a regular o batimento cardíaco, a respiração e a temperatura do bebê. Além disso, promovem a liberação de ocitocina, o hormônio do vínculo e do bem-estar, tanto na mãe quanto na criança. Essa sensação de segurança física e emocional permite que o bebê relaxe mais facilmente e, consequentemente, durma melhor. Do ponto de vista emocional, o corpo da mãe funciona como uma base de confiança. Quando o bebê se sente protegido, não precisa “vigiar o mundo”, e isso favorece um sono mais profundo e tranquilo. Portanto, dormir no corpo da mãe não é um “mau costume”, mas uma necessidade biológica e afetiva de quem ainda está aprendendo a se sentir seguro fora do útero. Com o tempo, conforme o bebê amadurece emocionalmente, ele vai adquirindo recursos internos para adormecer e se manter calmo mesmo à distância mas isso acontece de forma natural, a partir da base de segurança que o colo materno oferece.
♪ Pretty little baby ♪ ♪ You say that maybe ♪ ♪ You'll be thinking of me ♪ ♪ And try to love me ♪ ♪ Pretty little baby ♪ ♪ I'm hoping that you do ♪ ♪ You can have the flowers ♪ ♪ I sit for hours ♪
Estudos da Universidade de Oxford mostram que a oxitocina , o hormônio do amor, é liberado na corrente sanguínea das crianças e chega a seu pico máximo quando elas brincam com seus pais. Também chega no seu pico máximo e é liberado quando as crianças são beijadas e abraçadas por suas mães. A oxitocina exerce importantes funções no organismo e nas sensações de prazer e afeto. Por esse motivo, também é conhecido como o “hormônio do amor”. Junto com a dopamina, a serotonina e a endorfina, a ocitocina faz parte do grupo chamado de “neurotransmissores da felicidade”. Para saber mais assista a palestra da Dra Anna Machin que fez esta pesquisa no departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford na Inglaterra. https://youtu.be/GkLGsVXAxBQ?si=vuKtowu9fPF5On1F
Nem toda mulher casada divide verdadeiramente a parentalidade. Muitas vivem a rotina da maternidade como se estivessem sozinhas mesmo tendo um parceiro em casa. São elas que acordam de madrugada, que lembram das consultas médicas, que organizam a mochila da escola, que sabem qual é o remédio certo, que enxergam quando o filho está diferente, que se preocupam com o emocional da criança e com o que vai no lanche. Enquanto isso, o companheiro muitas vezes cumpre um papel secundário, como um ajudante eventual, não como um pai ativo e corresponsável. Esse tipo de dinâmica, silenciosa e comum, sobrecarrega emocionalmente e fisicamente a mulher. Ela é cobrada por estar sempre disponível, equilibrar carreira e maternidade, manter o lar em ordem e ainda ter energia para ser “leve”, bem-humorada, presente. E quando algo dá errado, ela é a primeira (e às vezes única) a ser responsabilizada. É preciso nomear esse fenômeno: mães casadas que vivem a carga mental e prática da maternidade sozinhas. Isso é injusto. E precisa ser dito. Ser casada não é o mesmo que ter parceria. Estar junto não é o mesmo que dividir. Enquanto a responsabilidade pelo cuidado infantil continuar recaindo quase exclusivamente sobre as mulheres, não há igualdade nem no casamento, nem na criação dos filhos. Precisamos pensar sobre isso, e fazer mudanças atendo muitas mulheres exaustas e adoecidas com essa realidade. Créditos just.shah.fam
Essa é a frase que mais tenho ouvido na maternidade e tem me servido de guia “esse momento vai passar logo, eles irão crescer”. Um dia nossos filhos não precisarão mais de nós. Um dia teremos todo o tempo do mundo pra tomarmos um café com as amigas, pra sairmos pro shopping sem ter alguém grudado em nós e nos arrastando pra loja de brinquedos mais próxima . Um dia nós teremos a casa limpa e arrumada como gostaríamos de ter agora. Um dia eu terei tempo pra terminar aquele curso, fazer aquela viagem. E quando esse tempo chegar, mesmo que haja saudade (e vai haver) eu quero poder olhar pra trás sem arrependimentos, sabendo que nas melhores memórias dos meus filhos eu estive presente. Este é meu desejo pra minha vida e pra tua também. 🦋
Os bebês, desde os primeiros meses de vida, usam o rosto e o tom de voz dos adultos como bússolas emocionais. Antes mesmo de falarem ou compreenderem palavras, eles já “leem” as expressões faciais e escutam o tom de voz para entender o que está acontecendo ao redor e como devem reagir. Esse comportamento é conhecido como referência social — ou seja, o bebê observa o adulto (geralmente figuras de apego, como pais e cuidadores) para interpretar uma situação. Por exemplo: • Se o bebê se depara com algo novo e olha para o adulto, ele tende a se sentir seguro e explorar se a expressão for de tranquilidade. • Se o adulto demonstrar medo ou tensão, o bebê provavelmente se afastará ou chorará. Essa leitura emocional é uma forma fundamental de comunicação precoce. É através dessa troca que o bebê começa a compreender o mundo, desenvolver vínculos afetivos e aprender a regular suas próprias emoções. Ou seja, o bebê ainda não fala, mas sente e entende muito mais do que parece — e aprende o que sentir a partir da forma como o adulto sente e se mostra. Por isso, o rosto do cuidador é o primeiro espelho emocional da criança. O modo como vivemos e mostramos nossas emoções ajuda o bebê a organizar as dele. Por isso, cuidar de si não é egoísmo — é cuidado com o bebê também. 💛 Créditos @elenpinsky
Como psicóloga, gosto de explicar que os bebês dormem melhor quando estão no corpo da mãe porque esse contato representa, para eles, segurança, continuidade e regulação emocional. Durante nove meses, o bebê esteve em um ambiente constante: o som do coração da mãe, o calor do corpo, o balanço suave, a respiração ritmada. Após o nascimento, tudo é novo e, para o bebê, estar no colo ou no corpo da mãe é como reencontrar esse lugar conhecido um refúgio de estabilidade em meio a tantas mudanças. O toque, o cheiro e o calor maternos ajudam a regular o batimento cardíaco, a respiração e a temperatura do bebê. Além disso, promovem a liberação de ocitocina, o hormônio do vínculo e do bem-estar, tanto na mãe quanto na criança. Essa sensação de segurança física e emocional permite que o bebê relaxe mais facilmente e, consequentemente, durma melhor. Do ponto de vista emocional, o corpo da mãe funciona como uma base de confiança. Quando o bebê se sente protegido, não precisa “vigiar o mundo”, e isso favorece um sono mais profundo e tranquilo. Portanto, dormir no corpo da mãe não é um “mau costume”, mas uma necessidade biológica e afetiva de quem ainda está aprendendo a se sentir seguro fora do útero. Com o tempo, conforme o bebê amadurece emocionalmente, ele vai adquirindo recursos internos para adormecer e se manter calmo mesmo à distância mas isso acontece de forma natural, a partir da base de segurança que o colo materno oferece.
♪ Pretty little baby ♪ ♪ You say that maybe ♪ ♪ You'll be thinking of me ♪ ♪ And try to love me ♪ ♪ Pretty little baby ♪ ♪ I'm hoping that you do ♪ ♪ You can have the flowers ♪ ♪ I sit for hours ♪
Estudos da Universidade de Oxford mostram que a oxitocina , o hormônio do amor, é liberado na corrente sanguínea das crianças e chega a seu pico máximo quando elas brincam com seus pais. Também chega no seu pico máximo e é liberado quando as crianças são beijadas e abraçadas por suas mães. A oxitocina exerce importantes funções no organismo e nas sensações de prazer e afeto. Por esse motivo, também é conhecido como o “hormônio do amor”. Junto com a dopamina, a serotonina e a endorfina, a ocitocina faz parte do grupo chamado de “neurotransmissores da felicidade”. Para saber mais assista a palestra da Dra Anna Machin que fez esta pesquisa no departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford na Inglaterra. https://youtu.be/GkLGsVXAxBQ?si=vuKtowu9fPF5On1F
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