@revistatrip
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Há 40 anos somos movidos pela vontade de olhar a fundo o ser humano em todos os ângulos. A Trip acredita no conteúdo que transforma.
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“Não acredito em otimismo ininterrupto porque me parece desumano”, disse Eduardo Galeano numa entrevista ao projeto Videoteca Contracorriente, do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC). A fala do escritor uruguaio, falecido em 2015, é quase um respiro para tempos em que parece obrigatório estar bem, motivado e produtivo o tempo todo. Ele nos lembra que a fé também tropeça, que o ânimo oscila – que a vida real não cabe na rede social. Desse ponto de vista, admitir que se está mal, que às vezes tudo desaba, é um ato de coragem. Vídeo: #repost @karlaluzpsicologa
Quem nunca se colocou para baixo ao se comparar com outras pessoas? Em tempos de exposição da vida perfeita nas redes sociais, a grama do vizinho é sempre mais verde – mas é bom lembrar que na maioria das vezes esse gramado é sintético. São reflexões deste tipo que o português Angelo Raimundo, conhecido pelo nome artístico Another Angelo (@anotherangelo), transforma em cartazes e espalha pelas ruas de Lisboa, em Portugal. Além de criar ilustrações, Angelo também é a voz por trás do podcast Finche e autor dos livros “O amor só existe para quem souber existir” (2020), “Tanta página fofinha e tu a perder tempo a ler a capa” (2023) e do fanzine “Tens cá uma lata para escrever isto” (2024), publicações que usam o humor para inspirar e fazer os leitores pensarem. “Porque a vida é feita de finais felizes mesmo com alguns deslizes”, escreve ele em seu primeiro livro. Dá o play pra conferir o trabalho desse artista! Vídeo: #repost @anotherangelo
“Eu esqueço a idade que eu tenho. É como se meu corpo não acompanhasse tudo o que ainda quero fazer. Quero filmar, beber com as amigas e malhar no dia seguinte. Sou muito ansiosa, tenho medo de ter um piripaque”, confessa Ingrid Guimarães (@ingridguimaraes). No Trip FM, a atriz falou sobre o peso de ser a “mulher do corre” e a necessidade de reduzir o ritmo aos 53 anos. “Por muito tempo, glamourizei equilibrar pratos, mas agora quero deixar o prato cair. A minha geração precisa aprender a descansar.” Nesse caminho, ela conta ter encontrado no canabidiol um aliado para acalmar corpo e mente: “Tenho um arsenal de canabidiol que mudou minha vida.” Com Paulo Lima, Ingrid também abriu o jogo sobre a instabilidade financeira da carreira artística e as relações tóxicas com as redes sociais. “Já sofri muito por ficar vendo o que falavam de mim. Nossa geração não sabe lidar com essa repercussão imediata. Na época da política, aquilo me adoeceu. Com muita terapia, aprendi a dosar.” Ela ainda aborda a missão de ser porta-voz de um tema urgente: a menopausa. “O tratamento ainda é elitizado. O SUS até oferece, mas o atendimento demora meses. Eu e Claudia Raia (@claudiaraia) estamos criando um movimento para que o SUS coloque a menopausa como urgência, porque é questão de bem-estar. Uma mulher que não se trata na menopausa talvez não consiga nem trabalhar.” Você pode ouvir essa conversa no site da Trip, nas plataformas de áudio como Spotify e Deezer e no Youtube (links nos stories). Vai lá!
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris é na sexta-feira (26), mas o Brasil já estreou hoje no tiro com arco e venceu a Espanha na primeira partida do Handebol feminino. Agora, a expectativa é de goleada da seleção brasileira feminina de futebol no jogo contra a Nigéria, que está rolando na cidade de Bordeaux, na França. Serão tantas emoções ao longo das próximas semanas que vai ficar difícil acompanhar os mais de 270 atletas que representam o Brasil em quase 40 modalidades, mas a criadora de conteúdo Ana Christe, do canal @futebolparatodas, representou direitinho como a gente vai arrumar um jeito de ficar de olho em tudo. Apaixonada por futebol desde a infância, ela é craque em comentar as partidas e contar curiosidades sobre as jogadoras das equipes femininas do país. “Quando eu criei o Futebol para Todas, em 2019, era muito difícil encontrar informações, eram poucas as páginas de jornalistas independentes que cobriam o futebol feminino, então resolvi fortalecer a causa. Sempre que possível, estou cobrindo os jogos diretamente dos estádios”, explica Ana, que também é narradora esportiva. Vídeo: repost / @futebolparatodas
[MÚSICA]
A expectativa pela volta da banda System Of A Down ao Brasil só aumentou nesta semana com o anúncio da turnê "Wake Up!", que desembarca em solo brasileiro em maio de 2025. Após 10 anos sem shows do grupo por aqui, os fãs poderão finalmente ver os ídolos de perto e ouvir ao vivo hits como “B.Y.O.B.”, que fala sobre conflitos políticos e sociais. Apesar de a música grudar na cabeça e a batida ser contagiante, a letra traduzida pode ser um pouco estranha — e isso não é exclusividade da banda armênia-americana. O músico e DJ Akeem Delanhesi (@akeem.music) percebeu como algumas canções internacionais que adoramos podem soar bizarras quando traduzidas para o português e resolveu fazer uma série de vídeos sobre isso. “Sempre fico cantarolando em casa as músicas que toco nas festas e, de vez em quando, testo se alguns refrões funcionam em português — alguns até encaixam, outros nem tanto. Então, resolvi postar os vídeos nas redes para ver o que a galera acha”, contou o gaúcho, que também apresenta suas composições musicais autorais sob o nome artístico Akeem Music. Além da versão abrasileirada de "B.Y.O.B", dá pra conferir nos stories as hilárias traduções do artista para hits do Arctic Monkeys e da banda Simple Plan. Vai lá! Vídeo: Akeem Delanhesi (@akeem.music)
“Não acredito em otimismo ininterrupto porque me parece desumano”, disse Eduardo Galeano numa entrevista ao projeto Videoteca Contracorriente, do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC). A fala do escritor uruguaio, falecido em 2015, é quase um respiro para tempos em que parece obrigatório estar bem, motivado e produtivo o tempo todo. Ele nos lembra que a fé também tropeça, que o ânimo oscila – que a vida real não cabe na rede social. Desse ponto de vista, admitir que se está mal, que às vezes tudo desaba, é um ato de coragem. Vídeo: #repost @karlaluzpsicologa
Quem nunca se colocou para baixo ao se comparar com outras pessoas? Em tempos de exposição da vida perfeita nas redes sociais, a grama do vizinho é sempre mais verde – mas é bom lembrar que na maioria das vezes esse gramado é sintético. São reflexões deste tipo que o português Angelo Raimundo, conhecido pelo nome artístico Another Angelo (@anotherangelo), transforma em cartazes e espalha pelas ruas de Lisboa, em Portugal. Além de criar ilustrações, Angelo também é a voz por trás do podcast Finche e autor dos livros “O amor só existe para quem souber existir” (2020), “Tanta página fofinha e tu a perder tempo a ler a capa” (2023) e do fanzine “Tens cá uma lata para escrever isto” (2024), publicações que usam o humor para inspirar e fazer os leitores pensarem. “Porque a vida é feita de finais felizes mesmo com alguns deslizes”, escreve ele em seu primeiro livro. Dá o play pra conferir o trabalho desse artista! Vídeo: #repost @anotherangelo
“Eu esqueço a idade que eu tenho. É como se meu corpo não acompanhasse tudo o que ainda quero fazer. Quero filmar, beber com as amigas e malhar no dia seguinte. Sou muito ansiosa, tenho medo de ter um piripaque”, confessa Ingrid Guimarães (@ingridguimaraes). No Trip FM, a atriz falou sobre o peso de ser a “mulher do corre” e a necessidade de reduzir o ritmo aos 53 anos. “Por muito tempo, glamourizei equilibrar pratos, mas agora quero deixar o prato cair. A minha geração precisa aprender a descansar.” Nesse caminho, ela conta ter encontrado no canabidiol um aliado para acalmar corpo e mente: “Tenho um arsenal de canabidiol que mudou minha vida.” Com Paulo Lima, Ingrid também abriu o jogo sobre a instabilidade financeira da carreira artística e as relações tóxicas com as redes sociais. “Já sofri muito por ficar vendo o que falavam de mim. Nossa geração não sabe lidar com essa repercussão imediata. Na época da política, aquilo me adoeceu. Com muita terapia, aprendi a dosar.” Ela ainda aborda a missão de ser porta-voz de um tema urgente: a menopausa. “O tratamento ainda é elitizado. O SUS até oferece, mas o atendimento demora meses. Eu e Claudia Raia (@claudiaraia) estamos criando um movimento para que o SUS coloque a menopausa como urgência, porque é questão de bem-estar. Uma mulher que não se trata na menopausa talvez não consiga nem trabalhar.” Você pode ouvir essa conversa no site da Trip, nas plataformas de áudio como Spotify e Deezer e no Youtube (links nos stories). Vai lá!
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris é na sexta-feira (26), mas o Brasil já estreou hoje no tiro com arco e venceu a Espanha na primeira partida do Handebol feminino. Agora, a expectativa é de goleada da seleção brasileira feminina de futebol no jogo contra a Nigéria, que está rolando na cidade de Bordeaux, na França. Serão tantas emoções ao longo das próximas semanas que vai ficar difícil acompanhar os mais de 270 atletas que representam o Brasil em quase 40 modalidades, mas a criadora de conteúdo Ana Christe, do canal @futebolparatodas, representou direitinho como a gente vai arrumar um jeito de ficar de olho em tudo. Apaixonada por futebol desde a infância, ela é craque em comentar as partidas e contar curiosidades sobre as jogadoras das equipes femininas do país. “Quando eu criei o Futebol para Todas, em 2019, era muito difícil encontrar informações, eram poucas as páginas de jornalistas independentes que cobriam o futebol feminino, então resolvi fortalecer a causa. Sempre que possível, estou cobrindo os jogos diretamente dos estádios”, explica Ana, que também é narradora esportiva. Vídeo: repost / @futebolparatodas
[MÚSICA]
A expectativa pela volta da banda System Of A Down ao Brasil só aumentou nesta semana com o anúncio da turnê "Wake Up!", que desembarca em solo brasileiro em maio de 2025. Após 10 anos sem shows do grupo por aqui, os fãs poderão finalmente ver os ídolos de perto e ouvir ao vivo hits como “B.Y.O.B.”, que fala sobre conflitos políticos e sociais. Apesar de a música grudar na cabeça e a batida ser contagiante, a letra traduzida pode ser um pouco estranha — e isso não é exclusividade da banda armênia-americana. O músico e DJ Akeem Delanhesi (@akeem.music) percebeu como algumas canções internacionais que adoramos podem soar bizarras quando traduzidas para o português e resolveu fazer uma série de vídeos sobre isso. “Sempre fico cantarolando em casa as músicas que toco nas festas e, de vez em quando, testo se alguns refrões funcionam em português — alguns até encaixam, outros nem tanto. Então, resolvi postar os vídeos nas redes para ver o que a galera acha”, contou o gaúcho, que também apresenta suas composições musicais autorais sob o nome artístico Akeem Music. Além da versão abrasileirada de "B.Y.O.B", dá pra conferir nos stories as hilárias traduções do artista para hits do Arctic Monkeys e da banda Simple Plan. Vai lá! Vídeo: Akeem Delanhesi (@akeem.music)
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