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Quantas vezes será preciso repetir que criança não é mãe? Precisamos barrar urgente o avanço do PL 1904 no Congresso Nacional e garantir o direito das crianças vítimas de violência sexual. Campanha da organização Amplify Rights, financiada pelo Way to Win Action Fund, traduzido pela Nem Presa Nem Morta. #CriançaNãoÉMãe #PLdaGravidezInfantil Acessibilidade: Uma mulher negra adulta interage com uma criança branca em um balcão de atendimento para adoções. Uma jovem branca chega pedindo informações. Ao final, as seguintes frases aparecem em tela: Nós não deixaríamos uma criança adotar outra criança. Então porque forçaríamos uma criança a ter uma criança? Campanha da Amplify Rights, financiada pelo Way to Win Action Fund, traduzido pela Nem Presa Nem Morta.
Luana Piovani (@luapio) também se manifestou contra o #PLdaGravidezInfantil para fortalecer a campanha #CriançaNãoÉMãe Quer apoiar também? Pressione os deputados: criancanaoemae.org (link na bio).
Acordamos hoje em um país prestes a transformar em homicidas mulheres vítimas de violência sexual que buscam um aborto legal. Acordamos em um país em que nossos representantes defendem que uma criança deve ser mãe, quando vítima de estupro. Acordamos diante de um Congresso que rifa nossos direitos e nossos corpos. Não vamos aceitar! Por isso precisamos seguir na pressão e subindo a tag #criançanãoémãe contra o #pldagravidezinfantil
CRIANÇA NÃO É MÃE! Os fundamentalistas se preocupam mais em revitimizar meninas e mulheres do que em avançar no rigor da investigação e responsabilização de estupradores. O PL 1904 é uma aberração, que retrocede em direitos garantidos desde a década de 40. No Brasil, cerca de 20 mil partos de meninas com menos de 14 anos ocorrem ao ano. É um número assustador! Atacar o direito ao aborto legal em casos de estupro e de risco de morte materna é violentar duplamente as vítimas. Nós vamos até o fim na luta para barrá-lo! @samiabomfim falando por todas nós no congresso nacional. Pressione Arthur Lira e as lideranças da Câmara para que não coloquem o PL em pauta. Acesse criancanaoemae.org (link na bio e stories). #PLdaGravidezInfantil e #CriançaNãoÉMãe
Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Florianópolis (SC) da última quarta-feira (7), a vereadora Carla Ayres (@carla.ayres13) (PT) foi assediada pelo também vereador Marquinhos (PSC). Ayres compartilhou o momento da violência nas redes sociais. O vídeo mostra Marquinhos abraçando e beijando a vereadora no rosto, que responde com um movimento para afastá-lo. Nas redes sociais, o vereador do PSC pediu desculpas. O assédio aconteceu no mesmo dia em que os parlamentares aprovaram a criação da Procuradoria da Mulher na Câmara Municipal. Ayres relata que estava conversando sobre outro projeto com vereadores aliados ao governo, Jeferson Richter Backer (PSDB), Maikon Costa (PL) e Gabriel Meurer (Podemos), quando Marquinhos começou a fazer piadas. “Quando eu passei ao lado do Marquinhos, ele fez uma gracinha como ‘ah perdeu a discussão’, eu nem me lembro exatamente o que ele falou, mas nesse sentido. Eu respondi ‘para Marquinhos, essa é uma discussão séria, não é torcida, para de ser infantil’, algo nesse sentido. E aí me virei, ele veio por trás e fez aquilo”, conta em referência ao momento que é abraçada e beijada no rosto sem consentimento. Em nota oficial, divulgada nesta quinta-feira, a vereadora informou que irá encaminhar à Mesa Diretora uma representação para que convoque imediatamente a Comissão de Ética da Câmara de maneira que se manifeste acerca da quebra de decoro. “Também irei registrar um Boletim de Ocorrência pelos crimes de importunação sexual e violência política de gênero, para que o parlamentar seja responsabilizado por seus atos” afirmou. Leia a matéria no @portalcatarinas (link nos stories)
Quantas vezes será preciso repetir que criança não é mãe? Precisamos barrar urgente o avanço do PL 1904 no Congresso Nacional e garantir o direito das crianças vítimas de violência sexual. Campanha da organização Amplify Rights, financiada pelo Way to Win Action Fund, traduzido pela Nem Presa Nem Morta. #CriançaNãoÉMãe #PLdaGravidezInfantil Acessibilidade: Uma mulher negra adulta interage com uma criança branca em um balcão de atendimento para adoções. Uma jovem branca chega pedindo informações. Ao final, as seguintes frases aparecem em tela: Nós não deixaríamos uma criança adotar outra criança. Então porque forçaríamos uma criança a ter uma criança? Campanha da Amplify Rights, financiada pelo Way to Win Action Fund, traduzido pela Nem Presa Nem Morta.
Luana Piovani (@luapio) também se manifestou contra o #PLdaGravidezInfantil para fortalecer a campanha #CriançaNãoÉMãe Quer apoiar também? Pressione os deputados: criancanaoemae.org (link na bio).
Acordamos hoje em um país prestes a transformar em homicidas mulheres vítimas de violência sexual que buscam um aborto legal. Acordamos em um país em que nossos representantes defendem que uma criança deve ser mãe, quando vítima de estupro. Acordamos diante de um Congresso que rifa nossos direitos e nossos corpos. Não vamos aceitar! Por isso precisamos seguir na pressão e subindo a tag #criançanãoémãe contra o #pldagravidezinfantil
CRIANÇA NÃO É MÃE! Os fundamentalistas se preocupam mais em revitimizar meninas e mulheres do que em avançar no rigor da investigação e responsabilização de estupradores. O PL 1904 é uma aberração, que retrocede em direitos garantidos desde a década de 40. No Brasil, cerca de 20 mil partos de meninas com menos de 14 anos ocorrem ao ano. É um número assustador! Atacar o direito ao aborto legal em casos de estupro e de risco de morte materna é violentar duplamente as vítimas. Nós vamos até o fim na luta para barrá-lo! @samiabomfim falando por todas nós no congresso nacional. Pressione Arthur Lira e as lideranças da Câmara para que não coloquem o PL em pauta. Acesse criancanaoemae.org (link na bio e stories). #PLdaGravidezInfantil e #CriançaNãoÉMãe
Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Florianópolis (SC) da última quarta-feira (7), a vereadora Carla Ayres (@carla.ayres13) (PT) foi assediada pelo também vereador Marquinhos (PSC). Ayres compartilhou o momento da violência nas redes sociais. O vídeo mostra Marquinhos abraçando e beijando a vereadora no rosto, que responde com um movimento para afastá-lo. Nas redes sociais, o vereador do PSC pediu desculpas. O assédio aconteceu no mesmo dia em que os parlamentares aprovaram a criação da Procuradoria da Mulher na Câmara Municipal. Ayres relata que estava conversando sobre outro projeto com vereadores aliados ao governo, Jeferson Richter Backer (PSDB), Maikon Costa (PL) e Gabriel Meurer (Podemos), quando Marquinhos começou a fazer piadas. “Quando eu passei ao lado do Marquinhos, ele fez uma gracinha como ‘ah perdeu a discussão’, eu nem me lembro exatamente o que ele falou, mas nesse sentido. Eu respondi ‘para Marquinhos, essa é uma discussão séria, não é torcida, para de ser infantil’, algo nesse sentido. E aí me virei, ele veio por trás e fez aquilo”, conta em referência ao momento que é abraçada e beijada no rosto sem consentimento. Em nota oficial, divulgada nesta quinta-feira, a vereadora informou que irá encaminhar à Mesa Diretora uma representação para que convoque imediatamente a Comissão de Ética da Câmara de maneira que se manifeste acerca da quebra de decoro. “Também irei registrar um Boletim de Ocorrência pelos crimes de importunação sexual e violência política de gênero, para que o parlamentar seja responsabilizado por seus atos” afirmou. Leia a matéria no @portalcatarinas (link nos stories)
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