@psicologiadasemocoes_
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🤍 Psicóloga Nara Ligia 🧠 Coord do Caps Ad 🎗 Comissão de Prevenção e Pósvenção ao Suic1dio 🍃 Uma página aquecida de afetos
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Por que você está correndo? Por que esse corpo tão tenso? Esse maxilar travado, esse peito sem espaço pra respirar? Você está atrasada pra quê? Ou pra quem? Você sente que precisa chegar... Chegar primeiro, chegar antes, chegar logo. Mas no fundo, nem sabe mais pra onde está indo. É como se, em algum momento, você tivesse entrado numa corrida que não escolheu. Só viu todo mundo correndo e correu também. Talvez você ache que, se correr bastante, em algum lugar vai encontrar alfvio. Vai encontrar um descanso, uma paz, um alguém, um reconhecimento. Mas tudo que encontra é mais pressa. Mais cobrança. Mais metas. E nesse esforco de se deixar mais leve, você foi largando coisas no caminho. Largou a pausa. Largou o afeto. Largou prazer, a calma, a escuta, Os pequenos rituais. Largou até a própria presença. E achou que isso era maturidade. Que isso era foco. Que isso era ser forte. Mas leveza não é abrir mão de tudo. Não é virar uma versão enxuta e funcional de si mesma. Você não ficou mais leve. Você ficou vazia. Você chegou. Mas chegou exausta. Chegou distante. Chegou sem sentir mais nada. Porque o que te tornava inteira ficou pra trás-lá onde você decidiu que sentir era atraso. O mundo vai seguir gritando pressa. Vai romantizar o cansaço. Vai te chamar de guerreira enquanto te vê desmoronar em silêncio. E você vai continuar correndo, tropeçando nas próprias vontades, abrindo mão do que te sustenta, achando que está evoluindo, quando na verdade só está se afastando de tudo o que importa. Você vai chegar, sim. Mas vai se olhar no espelho e não se reconhecer. Vai perceber que chegou leve - mas não leve de alma. Leve de vazia. De ter deixado partes suas demais pelo caminho. E talvez um dia você entenda: não adiantava correr se você ia se perder de si. Não adiantava chegar se pra isso precisasse se esvaziar. A vitória nunca foi a chegada. Foi tudo o que você teve coragem de não abandonar no caminho. 🤍💭 #vida #amigos #familia Texto de @nicolefreya_ Áudio de @karla.souac
Os dias são longos, mas os anos... são curtos. Na pressa de crescer, alcançar metas, cumprir prazos e viver o “próximo passo”, esquecemos de habitar o agora. A infância parece demorar, a adolescência inquieta, a vida adulta corre — e, quando percebemos... o tempo já foi. Uma criança leva meses pra andar, anos pra crescer, uma vida pra se construir — e tudo isso parece lento. Muitas vezes, vivemos de forma infadonha, como quem só quer chegar ao fim: o fim da graduação, o fim do ano, o fim daquela fase difícil. Mas é só quando olhamos pra trás que percebemos como tudo passou rápido. E entendemos que a vida não é sobre onde precisamos chegar, mas sobre o que precisamos viver enquanto caminhamos. A verdade é que o tempo não espera. E a vida, quando não é vivida com consciência e pertencimento, vira um borrão. Sem rituais, pausas e celebrações, a existência escorre entre os dedos como areia. A psicologia nos convida a estar. Estar no momento presente. Estar em cada fase, com tudo o que ela traz: desafios, alegrias, perdas, aprendizados. A vida não é uma linha reta. É um processo. É sentir. E estar presente nesse processo é o que dá sentido ao tempo. 🤍✨️ #vida #familia #maternidade #filhos Via @kauanrusseloficial rede v1zinha
Existem pessoas que entram na nossa vida com um tipo raro de amor: aquele que toca a dor com respeito. Não invadem, não julgam, não diminuem o que sentimos. Apenas chegam, ouvem e ficam. São essas pessoas que, mesmo sem ter vivido o que vivemos, enxergam o buraco que aquilo deixou — e, com delicadeza, ajudam a ressignificar. Um exemplo sensível disso aparece em Friends, quando Ross descobre que Phoebe nunca teve uma bicicleta na infância. Enquanto outras crianças pedalavam pela vizinhança, ela crescia em meio ao abandono, vendo da calçada o que parecia ser exclusivo dos outros. Ross, ao saber disso, compra uma bicicleta para ela. Pode parecer simples, mas aquele gesto era muito mais do que um presente — era uma reparação afetiva. Ele não podia mudar o passado de Phoebe, mas podia oferecer algo que dissesse: "Eu vejo você. Eu entendo sua dor. E quero te dar uma nova experiência com ela." Ao pedalar, mesmo com dificuldade, Phoebe não apenas aprende a andar de bicicleta — ela revive a criança que não pôde ser cuidada e, naquele momento, começa a curá-la. Todos nós temos algo que nos faltou. E, muitas vezes, Deus envia pessoas para nos lembrar que ainda é possível viver o que parecia perdido. Elas não apagam a dor, mas nos ajudam a escrever uma nova história a partir dela. Gente que cura com presença, com amor, com gestos que parecem pequenos, mas têm o poder de mudar tudo. Se você tem alguém assim, agradeça. Se você é alguém assim, continue. O mundo precisa de mais corações que saibam curar — com respeito, com afeto e com verdade. 🤍✨️ #vida #amigos #infancia Vídeo do @j.l_cenas red3 vizinha
Ela silencia porque sabe que é verdade. Ele suspira porque assiste a luta diária dela com os gatilhos que disparam a todo momento. O relacionamento entre pai e filha exerce uma influência profunda na formação emocional e psicológica da mulher. Quando esse vínculo é marcado por ausência, críticas constantes, frieza afetiva, negligência ou mesmo abusos, as marcas podem se estender silenciosamente até a vida adulta, afetando a forma como ela se vê, se relaciona e constrói sua autoestima. A figura paterna tem papel importante na validação do valor pessoal da filha. Quando o pai é presente emocionalmente e a trata com respeito, ele contribui para que ela desenvolva uma imagem positiva de si mesma, se sinta digna de amor e confie em suas capacidades. Mas quando esse relacionamento é disfuncional, a mulher pode crescer sentindo que precisa provar o tempo todo que é suficiente, que merece atenção ou que precisa se moldar para ser aceita. E um dos sintomas mais presente é um conflito interno entre querer proximidade e temer a vulnerabilidade — reflexo de uma infância onde o afeto era imprevisível ou doloroso. É importante lembrar que essas feridas emocionais podem ser tratadas. Através da psicoterapia, da fé e de relacionamentos saudáveis que promovam reparaçoes afetivas. A mulher pode reconstruir sua identidade, curar memórias e aprender que ela não é definida pela ausência ou falhas do pai, mas sim pelo valor que possui em si mesma. Curar a relação com a figura paterna — mesmo que isso signifique aceitar a impossibilidade de mudança — é um passo essencial no caminho de autoconhecimento, saúde emocional e reconexão com sua verdadeira essência. Eu te desejo força ❤️🩹 #familia #paternidade #filhos Via @the_skindeep
Em um dos episódios de Desperate Housewives, Brie Van de Kamp senta-se diante de um psicólogo e começa a falar sobre a mãe de Freud — ou pelo menos é isso que ela diz. Com a voz calma e o rosto perfeitamente composto, ela discorre sobre a rigidez, as exigências, o perfeccionismo e a ausência de reconhecimento. Mas, à medida que as palavras saem de sua boca, torna-se claro: ela não está falando sobre a mãe de Freud. Está falando sobre si mesma. Brie, com seu avental impecável e sua casa arrumada como um cartão-postal, representa tantas mulheres que conhecemos — ou que somos. Mulheres que aprenderam a servir com excelência, a sustentar o lar com força silenciosa, a cuidar de todos e de tudo, mesmo quando a alma grita por cuidado. A fala dela é um desabafo disfarçado de análise intelectual, porque, muitas vezes, é mais fácil falar do outro do que admitir nossa própria dor. E é exatamente aí que o episódio nos toca de forma profunda: quando entendemos que por trás da utilidade, da competência e da força, há uma mulher que também precisa ser vista. Não pela perfeição, mas pela essência. Não apenas como mãe, esposa ou dona de casa, mas como alguém que sente, que cansa, que deseja ser reconhecida — não pelo que faz, mas por quem é. Por isso, é urgente que nos lembremos — e lembremos umas às outras — da importância de agradecer. De parar e dizer: “Eu vejo você.” Não apenas pelo almoço pronto, pela roupa passada, pela escuta atenta ou pelo amor que se entrega diariamente. Mas pela mulher inteira que está ali. Que vive conflitos, memórias, inseguranças e que, mesmo assim, continua de pé. A cena de Brie é um convite à honestidade. A quebrar a armadura emocional e permitir-se ser cuidada. Porque toda mulher forte também precisa de colo. E toda mulher que carrega o mundo nas costas precisa, de vez em quando, ser lembrada de que ela também é o mundo de alguém. Então, que esse texto seja um lembrete: você não é valiosa apenas pelo que faz, mas por quem é. Que haja mais espaço para a escuta, mais cuidado sem cobrança, e mais gratidão — sincera, simples, diária. Porque amar também é enxergar. E agradecer também é cuidar. 🤍✨️ #familia #vida #gratidão #serie
Por que você está correndo? Por que esse corpo tão tenso? Esse maxilar travado, esse peito sem espaço pra respirar? Você está atrasada pra quê? Ou pra quem? Você sente que precisa chegar... Chegar primeiro, chegar antes, chegar logo. Mas no fundo, nem sabe mais pra onde está indo. É como se, em algum momento, você tivesse entrado numa corrida que não escolheu. Só viu todo mundo correndo e correu também. Talvez você ache que, se correr bastante, em algum lugar vai encontrar alfvio. Vai encontrar um descanso, uma paz, um alguém, um reconhecimento. Mas tudo que encontra é mais pressa. Mais cobrança. Mais metas. E nesse esforco de se deixar mais leve, você foi largando coisas no caminho. Largou a pausa. Largou o afeto. Largou prazer, a calma, a escuta, Os pequenos rituais. Largou até a própria presença. E achou que isso era maturidade. Que isso era foco. Que isso era ser forte. Mas leveza não é abrir mão de tudo. Não é virar uma versão enxuta e funcional de si mesma. Você não ficou mais leve. Você ficou vazia. Você chegou. Mas chegou exausta. Chegou distante. Chegou sem sentir mais nada. Porque o que te tornava inteira ficou pra trás-lá onde você decidiu que sentir era atraso. O mundo vai seguir gritando pressa. Vai romantizar o cansaço. Vai te chamar de guerreira enquanto te vê desmoronar em silêncio. E você vai continuar correndo, tropeçando nas próprias vontades, abrindo mão do que te sustenta, achando que está evoluindo, quando na verdade só está se afastando de tudo o que importa. Você vai chegar, sim. Mas vai se olhar no espelho e não se reconhecer. Vai perceber que chegou leve - mas não leve de alma. Leve de vazia. De ter deixado partes suas demais pelo caminho. E talvez um dia você entenda: não adiantava correr se você ia se perder de si. Não adiantava chegar se pra isso precisasse se esvaziar. A vitória nunca foi a chegada. Foi tudo o que você teve coragem de não abandonar no caminho. 🤍💭 #vida #amigos #familia Texto de @nicolefreya_ Áudio de @karla.souac
Os dias são longos, mas os anos... são curtos. Na pressa de crescer, alcançar metas, cumprir prazos e viver o “próximo passo”, esquecemos de habitar o agora. A infância parece demorar, a adolescência inquieta, a vida adulta corre — e, quando percebemos... o tempo já foi. Uma criança leva meses pra andar, anos pra crescer, uma vida pra se construir — e tudo isso parece lento. Muitas vezes, vivemos de forma infadonha, como quem só quer chegar ao fim: o fim da graduação, o fim do ano, o fim daquela fase difícil. Mas é só quando olhamos pra trás que percebemos como tudo passou rápido. E entendemos que a vida não é sobre onde precisamos chegar, mas sobre o que precisamos viver enquanto caminhamos. A verdade é que o tempo não espera. E a vida, quando não é vivida com consciência e pertencimento, vira um borrão. Sem rituais, pausas e celebrações, a existência escorre entre os dedos como areia. A psicologia nos convida a estar. Estar no momento presente. Estar em cada fase, com tudo o que ela traz: desafios, alegrias, perdas, aprendizados. A vida não é uma linha reta. É um processo. É sentir. E estar presente nesse processo é o que dá sentido ao tempo. 🤍✨️ #vida #familia #maternidade #filhos Via @kauanrusseloficial rede v1zinha
Existem pessoas que entram na nossa vida com um tipo raro de amor: aquele que toca a dor com respeito. Não invadem, não julgam, não diminuem o que sentimos. Apenas chegam, ouvem e ficam. São essas pessoas que, mesmo sem ter vivido o que vivemos, enxergam o buraco que aquilo deixou — e, com delicadeza, ajudam a ressignificar. Um exemplo sensível disso aparece em Friends, quando Ross descobre que Phoebe nunca teve uma bicicleta na infância. Enquanto outras crianças pedalavam pela vizinhança, ela crescia em meio ao abandono, vendo da calçada o que parecia ser exclusivo dos outros. Ross, ao saber disso, compra uma bicicleta para ela. Pode parecer simples, mas aquele gesto era muito mais do que um presente — era uma reparação afetiva. Ele não podia mudar o passado de Phoebe, mas podia oferecer algo que dissesse: "Eu vejo você. Eu entendo sua dor. E quero te dar uma nova experiência com ela." Ao pedalar, mesmo com dificuldade, Phoebe não apenas aprende a andar de bicicleta — ela revive a criança que não pôde ser cuidada e, naquele momento, começa a curá-la. Todos nós temos algo que nos faltou. E, muitas vezes, Deus envia pessoas para nos lembrar que ainda é possível viver o que parecia perdido. Elas não apagam a dor, mas nos ajudam a escrever uma nova história a partir dela. Gente que cura com presença, com amor, com gestos que parecem pequenos, mas têm o poder de mudar tudo. Se você tem alguém assim, agradeça. Se você é alguém assim, continue. O mundo precisa de mais corações que saibam curar — com respeito, com afeto e com verdade. 🤍✨️ #vida #amigos #infancia Vídeo do @j.l_cenas red3 vizinha
Ela silencia porque sabe que é verdade. Ele suspira porque assiste a luta diária dela com os gatilhos que disparam a todo momento. O relacionamento entre pai e filha exerce uma influência profunda na formação emocional e psicológica da mulher. Quando esse vínculo é marcado por ausência, críticas constantes, frieza afetiva, negligência ou mesmo abusos, as marcas podem se estender silenciosamente até a vida adulta, afetando a forma como ela se vê, se relaciona e constrói sua autoestima. A figura paterna tem papel importante na validação do valor pessoal da filha. Quando o pai é presente emocionalmente e a trata com respeito, ele contribui para que ela desenvolva uma imagem positiva de si mesma, se sinta digna de amor e confie em suas capacidades. Mas quando esse relacionamento é disfuncional, a mulher pode crescer sentindo que precisa provar o tempo todo que é suficiente, que merece atenção ou que precisa se moldar para ser aceita. E um dos sintomas mais presente é um conflito interno entre querer proximidade e temer a vulnerabilidade — reflexo de uma infância onde o afeto era imprevisível ou doloroso. É importante lembrar que essas feridas emocionais podem ser tratadas. Através da psicoterapia, da fé e de relacionamentos saudáveis que promovam reparaçoes afetivas. A mulher pode reconstruir sua identidade, curar memórias e aprender que ela não é definida pela ausência ou falhas do pai, mas sim pelo valor que possui em si mesma. Curar a relação com a figura paterna — mesmo que isso signifique aceitar a impossibilidade de mudança — é um passo essencial no caminho de autoconhecimento, saúde emocional e reconexão com sua verdadeira essência. Eu te desejo força ❤️🩹 #familia #paternidade #filhos Via @the_skindeep
Em um dos episódios de Desperate Housewives, Brie Van de Kamp senta-se diante de um psicólogo e começa a falar sobre a mãe de Freud — ou pelo menos é isso que ela diz. Com a voz calma e o rosto perfeitamente composto, ela discorre sobre a rigidez, as exigências, o perfeccionismo e a ausência de reconhecimento. Mas, à medida que as palavras saem de sua boca, torna-se claro: ela não está falando sobre a mãe de Freud. Está falando sobre si mesma. Brie, com seu avental impecável e sua casa arrumada como um cartão-postal, representa tantas mulheres que conhecemos — ou que somos. Mulheres que aprenderam a servir com excelência, a sustentar o lar com força silenciosa, a cuidar de todos e de tudo, mesmo quando a alma grita por cuidado. A fala dela é um desabafo disfarçado de análise intelectual, porque, muitas vezes, é mais fácil falar do outro do que admitir nossa própria dor. E é exatamente aí que o episódio nos toca de forma profunda: quando entendemos que por trás da utilidade, da competência e da força, há uma mulher que também precisa ser vista. Não pela perfeição, mas pela essência. Não apenas como mãe, esposa ou dona de casa, mas como alguém que sente, que cansa, que deseja ser reconhecida — não pelo que faz, mas por quem é. Por isso, é urgente que nos lembremos — e lembremos umas às outras — da importância de agradecer. De parar e dizer: “Eu vejo você.” Não apenas pelo almoço pronto, pela roupa passada, pela escuta atenta ou pelo amor que se entrega diariamente. Mas pela mulher inteira que está ali. Que vive conflitos, memórias, inseguranças e que, mesmo assim, continua de pé. A cena de Brie é um convite à honestidade. A quebrar a armadura emocional e permitir-se ser cuidada. Porque toda mulher forte também precisa de colo. E toda mulher que carrega o mundo nas costas precisa, de vez em quando, ser lembrada de que ela também é o mundo de alguém. Então, que esse texto seja um lembrete: você não é valiosa apenas pelo que faz, mas por quem é. Que haja mais espaço para a escuta, mais cuidado sem cobrança, e mais gratidão — sincera, simples, diária. Porque amar também é enxergar. E agradecer também é cuidar. 🤍✨️ #familia #vida #gratidão #serie
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