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O Brasil virou um laboratório de carros que nenhum país rico aceitaria. A Hyundai, terceira maior montadora do mundo, olhou para nossa renda, nossos impostos e nossa capacidade de compra e concluiu rápido: aqui só compensa vender um produto feito sob medida para um bolso apertado. O HB20 é a prova disso. Qual sua opinião? Siga a Finclass para mais conteúdos sobre finanças e investimentos. 🔥
Hyundai é a terceira maior montadora do mundo. Caraca. Terceira maior do mundo. O que ela fez no Brasil? Ela fez um carro específico para o mercado brasileiro, que não é vendido em nenhum país do mundo. E fez um motor específico para o Brasil. 1.0, 1.0 Turbo. Só tem aqui. Por que a Hyundai não lançou outros carros no Brasil? Gente, ela faz 7 mil
Não é sobre gostar ou não de um país. É sobre incentivar produção ou punir quem produz. Enquanto alguns lugares reduzem imposto, simplificam regras e atraem capital, outros escolhem complicar, taxar e depois se perguntam por que empresas vão embora. Capital não tem ideologia. Ele só vai onde é bem tratado. Qual sua opinião? Comente “206” e receba o link do episódio! 🎧
É por isso que eu lancei a piada de que o Adade é o melhor ministro da fazenda da história do Paraguai. Entendi. Os caras são muito felizes. Estão atirando pra cima de alegria lá. O que atrai muitas empresas é a lei de Makila, que é, por exemplo, o que a Lupo ficou famosa. A lei de Makila é uma lei pra atrair investimentos, que você tem que apresentar um projeto pro governo pra ser aprovado, em que você tem que de fato produzir valor lá.
Qual é a sua visão sobre como os políticos deveriam cuidar do dinheiro público? Comente “169” e receba o link completo do episódio! . #oseconomistas #podcast #zema #brasil #economia #direita #esquerda #minasgerais #politica #governador #minas #romeuzema
A sociedade frequentemente comete o erro de associar riqueza diretamente à inteligência, como se a acumulação de bilhões fosse prova incontestável de genialidade. Essa é uma simplificação perigosa que ignora os múltiplos fatores que contribuem para a fortuna de um indivíduo – entre eles privilégios herdados, oportunismo, e por vezes, práticas empresariais questionáveis. A história está repleta de exemplos de pessoas extraordinariamente ricas que demonstraram incompetência notável em áreas cruciais. Quebrar um cassino, como mencionado no exemplo, é uma façanha impressionante de ineficiência quando consideramos que a matemática desse negócio é estruturada para garantir o lucro do estabelecimento. Este exemplo ilustra como a fortuna pode persistir apesar de falhas significativas de gestão. Mais preocupante é quando bilionários ascendem a posições de poder político. O primeiro mandato de um líder pode ser moderado pela presença de conselheiros experientes e qualificados que impõem certos limites. Já um segundo mandato, onde esses conselheiros são substituídos por aduladores que temem contradizer, cria as condições perfeitas para decisões imprudentes. A queda dos grandes impérios ao longo da história frequentemente seguiu este padrão: líderes que se isolam em câmaras de eco, cercados por pessoas que apenas reforçam suas visões e ambições, sem o contraponto necessário do pensamento crítico. Quando ninguém no círculo íntimo tem coragem de apontar falhas ou questionar direções, o colapso torna-se apenas uma questão de tempo? Comente “168” e receba o link completo do episódio! . #oseconomistas #podcast #josekobori #brasil #economia #direita #esquerda #conomia #politica #trump
O caso da Toyota e outras montadoras no Brasil revela uma dura realidade econômica que transcende o patriotismo e a tradição - trata-se de matemática financeira pura e simples. Quando a Honda reduz sua participação no mercado brasileiro de 7% para 3,5% ao decidir não renovar o Civic no país, não estamos diante de uma decisão sentimental, mas racional. O mesmo ocorreu com a Ford, que encerrou sua produção após um século no Brasil. O cerne da questão está na carga tributária sufocante. Com impostos entre 35-40% sobre os automóveis, e uma perspectiva de 27% mesmo após a reforma tributária (ainda com adicionais do “imposto do pecado”), as contas simplesmente não fecham para muitas fabricantes. Quando executivos em reuniões corporativas globais analisam o “payback” de investimentos no Brasil e encontram resultados próximos a zero, a decisão torna-se inevitável. Não se trata de “fugir” do país, mas de fazer o que qualquer empresa com responsabilidade financeira faria: direcionar recursos para mercados onde o retorno justifica o investimento. Esta realidade evidencia como políticas tributárias excessivas, ainda que visando arrecadação governamental, podem acabar produzindo o efeito oposto ao reduzir a base econômica sobre a qual os impostos incidem. Comente “164” aqui pra receber o link do episódio completo! . #oseconomistas #podcast #sergiohabib #mercadoautomotivo #economia #carros #china
O Brasil virou um laboratório de carros que nenhum país rico aceitaria. A Hyundai, terceira maior montadora do mundo, olhou para nossa renda, nossos impostos e nossa capacidade de compra e concluiu rápido: aqui só compensa vender um produto feito sob medida para um bolso apertado. O HB20 é a prova disso. Qual sua opinião? Siga a Finclass para mais conteúdos sobre finanças e investimentos. 🔥
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Não é sobre gostar ou não de um país. É sobre incentivar produção ou punir quem produz. Enquanto alguns lugares reduzem imposto, simplificam regras e atraem capital, outros escolhem complicar, taxar e depois se perguntam por que empresas vão embora. Capital não tem ideologia. Ele só vai onde é bem tratado. Qual sua opinião? Comente “206” e receba o link do episódio! 🎧
É por isso que eu lancei a piada de que o Adade é o melhor ministro da fazenda da história do Paraguai. Entendi. Os caras são muito felizes. Estão atirando pra cima de alegria lá. O que atrai muitas empresas é a lei de Makila, que é, por exemplo, o que a Lupo ficou famosa. A lei de Makila é uma lei pra atrair investimentos, que você tem que apresentar um projeto pro governo pra ser aprovado, em que você tem que de fato produzir valor lá.
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A sociedade frequentemente comete o erro de associar riqueza diretamente à inteligência, como se a acumulação de bilhões fosse prova incontestável de genialidade. Essa é uma simplificação perigosa que ignora os múltiplos fatores que contribuem para a fortuna de um indivíduo – entre eles privilégios herdados, oportunismo, e por vezes, práticas empresariais questionáveis. A história está repleta de exemplos de pessoas extraordinariamente ricas que demonstraram incompetência notável em áreas cruciais. Quebrar um cassino, como mencionado no exemplo, é uma façanha impressionante de ineficiência quando consideramos que a matemática desse negócio é estruturada para garantir o lucro do estabelecimento. Este exemplo ilustra como a fortuna pode persistir apesar de falhas significativas de gestão. Mais preocupante é quando bilionários ascendem a posições de poder político. O primeiro mandato de um líder pode ser moderado pela presença de conselheiros experientes e qualificados que impõem certos limites. Já um segundo mandato, onde esses conselheiros são substituídos por aduladores que temem contradizer, cria as condições perfeitas para decisões imprudentes. A queda dos grandes impérios ao longo da história frequentemente seguiu este padrão: líderes que se isolam em câmaras de eco, cercados por pessoas que apenas reforçam suas visões e ambições, sem o contraponto necessário do pensamento crítico. Quando ninguém no círculo íntimo tem coragem de apontar falhas ou questionar direções, o colapso torna-se apenas uma questão de tempo? Comente “168” e receba o link completo do episódio! . #oseconomistas #podcast #josekobori #brasil #economia #direita #esquerda #conomia #politica #trump
O caso da Toyota e outras montadoras no Brasil revela uma dura realidade econômica que transcende o patriotismo e a tradição - trata-se de matemática financeira pura e simples. Quando a Honda reduz sua participação no mercado brasileiro de 7% para 3,5% ao decidir não renovar o Civic no país, não estamos diante de uma decisão sentimental, mas racional. O mesmo ocorreu com a Ford, que encerrou sua produção após um século no Brasil. O cerne da questão está na carga tributária sufocante. Com impostos entre 35-40% sobre os automóveis, e uma perspectiva de 27% mesmo após a reforma tributária (ainda com adicionais do “imposto do pecado”), as contas simplesmente não fecham para muitas fabricantes. Quando executivos em reuniões corporativas globais analisam o “payback” de investimentos no Brasil e encontram resultados próximos a zero, a decisão torna-se inevitável. Não se trata de “fugir” do país, mas de fazer o que qualquer empresa com responsabilidade financeira faria: direcionar recursos para mercados onde o retorno justifica o investimento. Esta realidade evidencia como políticas tributárias excessivas, ainda que visando arrecadação governamental, podem acabar produzindo o efeito oposto ao reduzir a base econômica sobre a qual os impostos incidem. Comente “164” aqui pra receber o link do episódio completo! . #oseconomistas #podcast #sergiohabib #mercadoautomotivo #economia #carros #china
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