@omundonamatriz
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A DEPª NIKOLE CHECHECA PASSA A MAIOR VERGONHA #politicasenoticias24horas #viralizarreels #crescernoinstagram @zeferino9241 @leonelradde @flavioserafini @dep.marcosbarbosaoficial @glauberbraga_oficial @ahelixo Via @daniel_bispo64oficial Adm @romana.netalima
Socooooooorro, eu vou morrer de rir 🤣 Via @oxente_angell Adm @romana.netalima
O que circula nas redes sociais sob o rótulo de “libertação espiritual” não é apenas constrangedor. É um alerta vermelho para a Igreja brasileira. A cena em questão um líder religioso segurando a cabeça de um homem, enquanto proclama que um “demônio se manifestou nos órgãos genitais” não representa avivamento, não representa cura, não representa autoridade espiritual. Representa, isso sim, o fundo do poço do discernimento bíblico. É impossível assistir a esse tipo de conteúdo sem sentir vergonha, não da fé cristã, mas do que estão fazendo em nome dela. A primeira pergunta que precisa ser feita não é “funcionou?” ou “houve manifestação?”, mas algo muito mais sério: onde isso aparece nas Escrituras? A resposta é simples e incômoda: em lugar nenhum. Não existe, em toda a Bíblia, um único episódio em que Jesus ou os apóstolos exponham alguém dessa forma, muito menos associando libertação espiritual a partes íntimas do corpo de maneira pública, sensacionalista e humilhante. Quando Cristo libertava, Ele restaurava a dignidade. Quando expulsava demônios, Ele silenciava espíritos, não produzia espetáculos. Quando curava, Ele não tocava de forma invasiva, nem criava narrativas escatológicas para causar impacto emocional. O que se vê aqui é a completa inversão do Evangelho. O corpo do outro virou palco. A dor do outro virou conteúdo. A fé virou ferramenta de engajamento. Isso não é zelo pastoral. É abuso espiritual. E é preciso dizer com todas as letras: não é o Espírito Santo quem conduz esse tipo de prática. O Espírito Santo não constrange, não erotiza o discurso espiritual, não transforma libertação em espetáculo grotesco. O Espírito Santo não precisa de frases de choque nem de contato físico inadequado para agir. Ele opera pela Palavra, pela convicção do pecado, pelo arrependimento genuíno e pela restauração interior não pela humilhação pública. Esse tipo de “ministração” só prospera onde há ausência total de ensino bíblico. Igrejas que não formam o povo na Palavra acabam criando um ambiente onde qualquer coisa parece espiritual. E quanto mais absurda, mais “profética” soa para quem nunca foi discipulado. Via @canaleuvoceeapalavra Adm @romana.netalima
BBB 26 | Chaiany foi criada em uma roça no Vale do Paranã, em Goiás, e só teve acesso a celular e internet na metade da adolescência. Começou a trabalhar aos 10 anos, na roça, para ajudar a família. Aos 15 anos, na sua primeira relação sexual, engravidou de Lara que hoje tem 10 anos. Chaiany quase ficou de fora da edição, entrando após resistir a dinâmica do quarto branco. Hoje, Chaiany desponta como uma das favoritas dessa edição do Big Brother Brasil. Via @tribdoplanalto Adm @romana.netalima
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Socooooooorro, eu vou morrer de rir 🤣 Via @oxente_angell Adm @romana.netalima
O que circula nas redes sociais sob o rótulo de “libertação espiritual” não é apenas constrangedor. É um alerta vermelho para a Igreja brasileira. A cena em questão um líder religioso segurando a cabeça de um homem, enquanto proclama que um “demônio se manifestou nos órgãos genitais” não representa avivamento, não representa cura, não representa autoridade espiritual. Representa, isso sim, o fundo do poço do discernimento bíblico. É impossível assistir a esse tipo de conteúdo sem sentir vergonha, não da fé cristã, mas do que estão fazendo em nome dela. A primeira pergunta que precisa ser feita não é “funcionou?” ou “houve manifestação?”, mas algo muito mais sério: onde isso aparece nas Escrituras? A resposta é simples e incômoda: em lugar nenhum. Não existe, em toda a Bíblia, um único episódio em que Jesus ou os apóstolos exponham alguém dessa forma, muito menos associando libertação espiritual a partes íntimas do corpo de maneira pública, sensacionalista e humilhante. Quando Cristo libertava, Ele restaurava a dignidade. Quando expulsava demônios, Ele silenciava espíritos, não produzia espetáculos. Quando curava, Ele não tocava de forma invasiva, nem criava narrativas escatológicas para causar impacto emocional. O que se vê aqui é a completa inversão do Evangelho. O corpo do outro virou palco. A dor do outro virou conteúdo. A fé virou ferramenta de engajamento. Isso não é zelo pastoral. É abuso espiritual. E é preciso dizer com todas as letras: não é o Espírito Santo quem conduz esse tipo de prática. O Espírito Santo não constrange, não erotiza o discurso espiritual, não transforma libertação em espetáculo grotesco. O Espírito Santo não precisa de frases de choque nem de contato físico inadequado para agir. Ele opera pela Palavra, pela convicção do pecado, pelo arrependimento genuíno e pela restauração interior não pela humilhação pública. Esse tipo de “ministração” só prospera onde há ausência total de ensino bíblico. Igrejas que não formam o povo na Palavra acabam criando um ambiente onde qualquer coisa parece espiritual. E quanto mais absurda, mais “profética” soa para quem nunca foi discipulado. Via @canaleuvoceeapalavra Adm @romana.netalima
BBB 26 | Chaiany foi criada em uma roça no Vale do Paranã, em Goiás, e só teve acesso a celular e internet na metade da adolescência. Começou a trabalhar aos 10 anos, na roça, para ajudar a família. Aos 15 anos, na sua primeira relação sexual, engravidou de Lara que hoje tem 10 anos. Chaiany quase ficou de fora da edição, entrando após resistir a dinâmica do quarto branco. Hoje, Chaiany desponta como uma das favoritas dessa edição do Big Brother Brasil. Via @tribdoplanalto Adm @romana.netalima
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