Você sabia que cobertores e travesseiros no berço aumentam o risco de acidentes durante o sono do bebê? A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que o bebê durma em um ambiente totalmente seguro, com: • colchão firme • lençol bem ajustado • sem travesseiros • sem cobertores • sem protetores de berço • sem brinquedos • sem objetos soltos Isso porque, nos primeiros anos de vida, o bebê ainda não tem controle motor e respiratório suficiente para se proteger caso algo cubra seu rosto durante o sono. Por isso, a orientação é usar saco de dormir (sleep sack) ou roupas adequadas à temperatura do ambiente, em vez de cobertores. Sono seguro não é exagero. É prevenção baseada em ciência. E é exatamente esse tipo de conhecimento que forma uma Consultora do Sono qualificada: alguém que orienta famílias com base em evidências, desenvolvimento infantil e segurança. Se você deseja: Liberdade geográfica Flexibilidade de horários Trabalhar de casa Ter um propósito lindo ajudando mães e bebês a dormirem melhor E ainda ser bem remunerada por isso As inscrições para a minha Certificação Profissional em Sono Infantil estão abertas. Faça sua aplicação hoje. Digite APLICAÇÃO nos comentários 👇
Quando o bebê começa a andar, o quarto precisa ser repensado com urgência. Cama alta ou tradicional pode representar um risco real principalmente de madrugada, quando o quarto está escuro e o corpo dos pais ainda está despertando. Por isso, eu sempre recomendo que os pais que não usam o berço, prefiram uma cama no chão: ela dá autonomia ao bebê sem comprometer a segurança, ou que utilizem proteção na cama para que o bebê não caia. Em alguns casos, até uma luz noturna de cor quente pode ajudar a criança a se localizar e evitar acidentes. E lembre: de madrugada, o nosso tempo de resposta é mais lento. Um ambiente preparado é o que protege, mesmo quando a gente ainda está despertando. Siga @nandabenatti para receber conteúdos sobre sono infantil baseados em neurociência todos os dias.
Quando um bebê nasce, o sono do casal não é afetado da mesma forma. E isso não tem a ver com esforço, empatia ou amor. É biologia. Após o parto, o corpo e o cérebro da mãe passam por mudanças profundas. A queda do estrogênio e da progesterona, somada ao aumento da oxitocina e da prolactina, coloca o sistema nervoso materno em um estado de hipervigilância natural. Na prática, isso significa que o sono da mãe fica mais leve e mais fácil de ser interrompido. Mas o que isso quer dizer exatamente? O sono tem diferentes profundidades. Existe um sono mais superficial, em que a pessoa acorda com qualquer barulho ou movimento, e um sono mais profundo, em que o corpo demora mais para reagir aos estímulos externos. Estudos mostram que, após o nascimento do bebê, as mães passam mais tempo nesse sono leve, justamente para conseguir perceber rapidamente qualquer sinal do bebê. Já os pais, em geral, permanecem mais tempo em sono profundo, especialmente na primeira parte da noite, porque não passam pelas mesmas alterações hormonais intensas. Por isso, muitas mães acordam com o menor resmungo do bebê, enquanto o pai segue dormindo. Não é desinteresse. É um mecanismo biológico de proteção da espécie. Entender isso tira a culpa da mãe que “não consegue desligar”, reduz comparações injustas dentro do casal e ajuda a construir uma divisão de cuidados mais consciente e realista. Privação de sono no pós-parto não é fraqueza. É fisiologia. Siga @nandabenatti para entender o sono infantil e materno com base em ciência e acolhimento. 🎥@gelisenzihnin✨
Nesse vídeo, os dois estavam dormindo. O bebê chorou… e a mãe acordou primeiro. E isso tem uma explicação. Durante o sono, passamos por fases. No sono profundo, o corpo realmente “desliga” mais. O cérebro reduz a resposta a estímulos externos, é por isso que às vezes nem ouvimos barulhos ao redor. Mas nem todo cérebro dorme da mesma forma. Muitas mães, principalmente nos primeiros anos do bebê, entram em um estado de sono mais leve e fragmentado. É como se uma parte do cérebro continuasse de vigia. Isso acontece por adaptação biológica e também por repetição. O cérebro aprende que aquele som (o choro do bebê) é prioridade máxima. E aí vem o detalhe curioso: Mesmo dormindo profundamente, o cérebro pode filtrar sons. Ele ignora vários estímulos… mas responde mais rápido àquilo que reconhece como importante. Por isso, não é raro que a mãe acorde antes. Mas isso não significa que o pai não possa desenvolver o mesmo padrão. Quando ele se envolve mais nas noites, acorda, responde, participa… o cérebro dele também começa a ajustar esse “filtro”. Porque no fim, não é só sobre sono. É sobre relevância. O cérebro acorda mais rápido… para aquilo que ele aprendeu que não pode esperar. Siga @nandabenatti para receber conteúdos sobre sono e desenvolvimento infantil diariamente 💤💤💤
A verdade é que muitos dos problemas de sono não são mais “necessidade”… são hábito 👀 Tudo isso pode ter começado como uma solução. Mas hoje, virou parte do problema. E não é sua culpa. A gente faz o que dá certo no desespero das noites mal dormidas. Mas dá pra sair desse ciclo — com acolhimento, estratégia e consistência. Me envia a palavra HÁBITO e eu te mando uma aula gratuita sobre o assunto ⤵️
Você sabia que cobertores e travesseiros no berço aumentam o risco de acidentes durante o sono do bebê? A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que o bebê durma em um ambiente totalmente seguro, com: • colchão firme • lençol bem ajustado • sem travesseiros • sem cobertores • sem protetores de berço • sem brinquedos • sem objetos soltos Isso porque, nos primeiros anos de vida, o bebê ainda não tem controle motor e respiratório suficiente para se proteger caso algo cubra seu rosto durante o sono. Por isso, a orientação é usar saco de dormir (sleep sack) ou roupas adequadas à temperatura do ambiente, em vez de cobertores. Sono seguro não é exagero. É prevenção baseada em ciência. E é exatamente esse tipo de conhecimento que forma uma Consultora do Sono qualificada: alguém que orienta famílias com base em evidências, desenvolvimento infantil e segurança. Se você deseja: Liberdade geográfica Flexibilidade de horários Trabalhar de casa Ter um propósito lindo ajudando mães e bebês a dormirem melhor E ainda ser bem remunerada por isso As inscrições para a minha Certificação Profissional em Sono Infantil estão abertas. Faça sua aplicação hoje. Digite APLICAÇÃO nos comentários 👇
Quando o bebê começa a andar, o quarto precisa ser repensado com urgência. Cama alta ou tradicional pode representar um risco real principalmente de madrugada, quando o quarto está escuro e o corpo dos pais ainda está despertando. Por isso, eu sempre recomendo que os pais que não usam o berço, prefiram uma cama no chão: ela dá autonomia ao bebê sem comprometer a segurança, ou que utilizem proteção na cama para que o bebê não caia. Em alguns casos, até uma luz noturna de cor quente pode ajudar a criança a se localizar e evitar acidentes. E lembre: de madrugada, o nosso tempo de resposta é mais lento. Um ambiente preparado é o que protege, mesmo quando a gente ainda está despertando. Siga @nandabenatti para receber conteúdos sobre sono infantil baseados em neurociência todos os dias.
Quando um bebê nasce, o sono do casal não é afetado da mesma forma. E isso não tem a ver com esforço, empatia ou amor. É biologia. Após o parto, o corpo e o cérebro da mãe passam por mudanças profundas. A queda do estrogênio e da progesterona, somada ao aumento da oxitocina e da prolactina, coloca o sistema nervoso materno em um estado de hipervigilância natural. Na prática, isso significa que o sono da mãe fica mais leve e mais fácil de ser interrompido. Mas o que isso quer dizer exatamente? O sono tem diferentes profundidades. Existe um sono mais superficial, em que a pessoa acorda com qualquer barulho ou movimento, e um sono mais profundo, em que o corpo demora mais para reagir aos estímulos externos. Estudos mostram que, após o nascimento do bebê, as mães passam mais tempo nesse sono leve, justamente para conseguir perceber rapidamente qualquer sinal do bebê. Já os pais, em geral, permanecem mais tempo em sono profundo, especialmente na primeira parte da noite, porque não passam pelas mesmas alterações hormonais intensas. Por isso, muitas mães acordam com o menor resmungo do bebê, enquanto o pai segue dormindo. Não é desinteresse. É um mecanismo biológico de proteção da espécie. Entender isso tira a culpa da mãe que “não consegue desligar”, reduz comparações injustas dentro do casal e ajuda a construir uma divisão de cuidados mais consciente e realista. Privação de sono no pós-parto não é fraqueza. É fisiologia. Siga @nandabenatti para entender o sono infantil e materno com base em ciência e acolhimento. 🎥@gelisenzihnin✨
Nesse vídeo, os dois estavam dormindo. O bebê chorou… e a mãe acordou primeiro. E isso tem uma explicação. Durante o sono, passamos por fases. No sono profundo, o corpo realmente “desliga” mais. O cérebro reduz a resposta a estímulos externos, é por isso que às vezes nem ouvimos barulhos ao redor. Mas nem todo cérebro dorme da mesma forma. Muitas mães, principalmente nos primeiros anos do bebê, entram em um estado de sono mais leve e fragmentado. É como se uma parte do cérebro continuasse de vigia. Isso acontece por adaptação biológica e também por repetição. O cérebro aprende que aquele som (o choro do bebê) é prioridade máxima. E aí vem o detalhe curioso: Mesmo dormindo profundamente, o cérebro pode filtrar sons. Ele ignora vários estímulos… mas responde mais rápido àquilo que reconhece como importante. Por isso, não é raro que a mãe acorde antes. Mas isso não significa que o pai não possa desenvolver o mesmo padrão. Quando ele se envolve mais nas noites, acorda, responde, participa… o cérebro dele também começa a ajustar esse “filtro”. Porque no fim, não é só sobre sono. É sobre relevância. O cérebro acorda mais rápido… para aquilo que ele aprendeu que não pode esperar. Siga @nandabenatti para receber conteúdos sobre sono e desenvolvimento infantil diariamente 💤💤💤
A verdade é que muitos dos problemas de sono não são mais “necessidade”… são hábito 👀 Tudo isso pode ter começado como uma solução. Mas hoje, virou parte do problema. E não é sua culpa. A gente faz o que dá certo no desespero das noites mal dormidas. Mas dá pra sair desse ciclo — com acolhimento, estratégia e consistência. Me envia a palavra HÁBITO e eu te mando uma aula gratuita sobre o assunto ⤵️
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