@henriquefalchetti
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Advogado Criminalista Atuação em Grandes Operações do GAECO +300 avaliações 5★ no Google Atendimento online e presencial Sócio da @falchettiadvogados
Hoje em dia, o celular guarda a vida inteira da pessoa: conversa, foto, senha, localização, tudo. Tem celular que dá um trabalho danado até pra quem tem autorização judicial. Olha só: 1. iPhone (os mais novos, tipo iPhone 14 e 15) A Apple não brinca com segurança. Se tiver senha e Face ID ativados, esquece: nem o FBI consegue fácil. Tem caso que a perícia passa semanas tentando e não consegue abrir. 2. Samsung Galaxy da linha Ultra (com o tal do Knox ativado) Se o dono ativou a segurança do “Knox”, a coisa complica. Tem sistema que apaga tudo se alguém tentar invadir. É como se o celular explodisse por dentro (dos dados, claro). 3. Google Pixel (com Android puro) Esses celulares têm uma segurança limpa e atualizada todo mês. Com senha forte e digital ativada, fica quase impossível invadir sem a pessoa colaborar. 4. Xiaomi mais novo, bem configurado Muita gente acha que Xiaomi é fácil, mas não é bem assim. Se tiver criptografia ligada e bloqueio completo, a perícia vai suar pra conseguir acessar. Mas aqui depende muito do dono ter feito a configuração certa. 5. Qualquer celular com tudo travado: senha + digital + criptografia Não importa se é Apple, Samsung ou Motorola. Se a pessoa ativou todas as proteções possíveis, vai ser um pesadelo técnico pra perícia. Alguns aparelhos simplesmente não abrem — nem com software caro. Mas atenção: Se invadirem sem autorização, a prova pode ser anulada. E isso já aconteceu em vários processos. Se esse tipo de conteúdo te faz pensar, imagina quando você souber tudo o que te escondem em nome da lei. Me segue e aprende a se defender antes de precisar @henriquefalchetti
Fé em Deus que ele é justo, irmão nunca se esqueça Na guarda, guerreiro, levanta a cabeça
Esses 5 sites mostram o que muita gente pensa que tá escondido. E o mais doido: são todos públicos. Se liga: 1. Maltego Ferramenta de inteligência usada pra cruzar conexões: e-mail, IP, redes sociais, empresas, até domínios. Perita ou polícia, quando quer montar o quebra-cabeça digital… começa por aqui. ➡️ maltego.com 2. Whois / Whoxy Quer saber quem registrou um site fake? Esse site mostra nome, e-mail, IP e data de criação. Muito usado em casos de golpe, clonagem ou calúnia. ➡️ whoxy.com 3. FaceCheck.id Só subir uma foto, ele varre a internet e mostra onde aquele rosto já apareceu. Golpe com foto roubada? Fake com imagem de terceiro? Cai rapidinho. ➡️ facecheck.id 4. Registro de Imóveis do Brasil Quer saber se alguém tem bens no nome em outro estado? Tá aqui. Usado em casos de ocultação patrimonial, herança e execução. ➡️ registradores.org.br 5. Shodan Essa aqui é quase um satélite digital. Mostra tudo que está conectado à internet em tempo real: câmeras, servidores, roteadores. A polícia usa pra rastrear invasões e dispositivos expostos. ➡️ shodan.io A internet não é terra sem lei. Ela só parece anônima… até alguém saber onde clicar. E o mais impressionante? Qualquer um pode usar essas ferramentas, inclusive a polícia. Já conhecia algum desses? Ou ficou surpreso com o que dá pra descobrir com só um link? 🔒 Salva esse vídeo, pode ser útil quando você menos esperar 📤 Manda pra aquele amigo que vive dizendo “isso ninguém descobre” 👀 Me segue pra mais bastidores reais da Justiça Criminal direto, sem juridiquês @henriquefalchetti
1. Cuidou da casa de alguém que tava “viajando” O dono pediu pra você regar as plantas e olhar os cachorros. Mas quando a polícia entrou, encontrou arma, droga ou produto de furto. Quem tava na casa? Você. Quem responde? Também você. 2. Foi dar “carona inocente” pra um conhecido No meio do caminho, blitz. Ele tava com droga, arma ou mandado em aberto. Você vai junto, no mínimo por tráfico. 3. Cedeu o endereço pra receber uma encomenda Um “amigo” pediu pra mandar algo pra sua casa. Era droga, celular clonado ou peça roubada. Você responde por receptação ou tráfico. 4. Comprou celular usado “baratinho” na OLX ou no grupo da cidade Parecia tudo certo, preço bom, aparelho funcionando. Mas o celular tinha BO de roubo ou furto. Resultado: você responde por receptação, mesmo dizendo que não sabia. 5. Guardou um objeto pra alguém “só por um tempo” Uma mochila, uma caixa, uma pasta. Quando viram, era arma ou dinheiro de origem ilícita. Agora você responde criminalmente. 6. Emprestou a chave do carro ou da casa Achando que era pra uma saída rápida ou encontro. A pessoa usou o espaço pra guardar droga ou esconder alguém. Você responde criminalmente. 7. Ajudou a criar uma conta de rede social pra alguém Você usou seu e-mail, CPF ou número pra validar. Depois descobriram que a conta foi usada pra aplicar golpes. Você vira parte da investigação por suspeita de envolvimento. Já viveu ou ouviu alguma dessas histórias? Comenta aqui qual situação te deixou de cabelo em pé e marca um amigo que precisa ficar esperto! Me segue pra mais conteúdo direto do campo de batalha penal @henriquefalchetti
Na minha advocacia eu uso muito essas ferramentas em queixa-crime, quando atuo como assistente de acusação e em investigação defensiva. E você também pode usar para descobrir quem é de verdade a pessoa que está te devendo, te perseguindo ou até te ameaçando. Hoje em dia não é mais mistério: existem ferramentas que funcionam como um verdadeiro raio-x digital. 🔎 1. Webmii.com É um buscador de dados públicos. Basta digitar o nome completo e já aparecem registros públicos, redes sociais e até processos. O interessante é que ele conecta informações que muitas vezes estão espalhadas na internet e organiza tudo em um só lugar. Ou seja, você não precisa perder tempo vasculhando rede por rede, o site já cruza dados automaticamente e te entrega um perfil quase completo da pessoa. 🔎 2. Mind-7.org Vai além: mostra histórico de contatos, veículos registrados, e-mails, telefones e até score. Tem versão gratuita e paga. O detalhe é que, com a versão premium, você pode fazer milhares de consultas por mês. Isso pode ser usado tanto para consultas pessoais quanto até como uma ferramenta de trabalho, já que muitas pessoas pagam para ter esse tipo de informação organizada e pronta. 🚨 Atenção: isso deve ser usado com responsabilidade. Se a pessoa te deve, aqui você descobre até onde ela mora. 👉 Gostou dessa dica? Então já clica em SEGUIR, porque vou trazer muito mais ferramentas e estratégias que você nunca viu! @henriquefalchetti
Segundo o laudo, o cãozinho Orelha ainda estava vivo quando os adolescentes enfiaram um pedaço de madeira pela orelha, atravessando até a garganta. E aí vem a pergunta que todo mundo está fazendo: por que a Justiça não decretou a internação provisória desses adolescentes em estabelecimento sócio educacional? O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê várias medidas quando um ato infracional é confirmado, como: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, regime de semiliberdade, e, em último caso, a internação. A internação é a medida mais grave. Ela tira a liberdade do adolescente. E a lei só permite isso em três situações bem específicas: 1. Quando o ato infracional envolve grave ameaça ou violência contra pessoa. 2. Quando há reiteração em infrações graves. 3. Quando o adolescente descumpre, de forma reiterada e injustificada, uma medida anterior. É aqui que o sistema começa a travar. Mesmo diante de uma crueldade absurda, muitos operadores do direito resistem a enquadrar esse tipo de caso como suficiente para internação imediata. E, na prática, outros fatores acabam pesando mais do que o próprio fato. Hoje, os motivos reais pelos quais a internação não veio são estes: 1. Eles têm endereço fixo. 2. As famílias são vistas como estruturadas. 3. Alguns não têm histórico infracional. 4. Estão oficialmente matriculados e frequentando a escola. 5. Existe uma leniência clara quando o adolescente pertence a determinado perfil social. Dói dizer isso. Mas quem vive o sistema sabe que ele funciona assim. Se você quer acompanhar esse caso sem filtro e entender o que acontece nos bastidores, me segue aqui @henriquefalchetti
Hoje em dia, o celular guarda a vida inteira da pessoa: conversa, foto, senha, localização, tudo. Tem celular que dá um trabalho danado até pra quem tem autorização judicial. Olha só: 1. iPhone (os mais novos, tipo iPhone 14 e 15) A Apple não brinca com segurança. Se tiver senha e Face ID ativados, esquece: nem o FBI consegue fácil. Tem caso que a perícia passa semanas tentando e não consegue abrir. 2. Samsung Galaxy da linha Ultra (com o tal do Knox ativado) Se o dono ativou a segurança do “Knox”, a coisa complica. Tem sistema que apaga tudo se alguém tentar invadir. É como se o celular explodisse por dentro (dos dados, claro). 3. Google Pixel (com Android puro) Esses celulares têm uma segurança limpa e atualizada todo mês. Com senha forte e digital ativada, fica quase impossível invadir sem a pessoa colaborar. 4. Xiaomi mais novo, bem configurado Muita gente acha que Xiaomi é fácil, mas não é bem assim. Se tiver criptografia ligada e bloqueio completo, a perícia vai suar pra conseguir acessar. Mas aqui depende muito do dono ter feito a configuração certa. 5. Qualquer celular com tudo travado: senha + digital + criptografia Não importa se é Apple, Samsung ou Motorola. Se a pessoa ativou todas as proteções possíveis, vai ser um pesadelo técnico pra perícia. Alguns aparelhos simplesmente não abrem — nem com software caro. Mas atenção: Se invadirem sem autorização, a prova pode ser anulada. E isso já aconteceu em vários processos. Se esse tipo de conteúdo te faz pensar, imagina quando você souber tudo o que te escondem em nome da lei. Me segue e aprende a se defender antes de precisar @henriquefalchetti
Fé em Deus que ele é justo, irmão nunca se esqueça Na guarda, guerreiro, levanta a cabeça
Esses 5 sites mostram o que muita gente pensa que tá escondido. E o mais doido: são todos públicos. Se liga: 1. Maltego Ferramenta de inteligência usada pra cruzar conexões: e-mail, IP, redes sociais, empresas, até domínios. Perita ou polícia, quando quer montar o quebra-cabeça digital… começa por aqui. ➡️ maltego.com 2. Whois / Whoxy Quer saber quem registrou um site fake? Esse site mostra nome, e-mail, IP e data de criação. Muito usado em casos de golpe, clonagem ou calúnia. ➡️ whoxy.com 3. FaceCheck.id Só subir uma foto, ele varre a internet e mostra onde aquele rosto já apareceu. Golpe com foto roubada? Fake com imagem de terceiro? Cai rapidinho. ➡️ facecheck.id 4. Registro de Imóveis do Brasil Quer saber se alguém tem bens no nome em outro estado? Tá aqui. Usado em casos de ocultação patrimonial, herança e execução. ➡️ registradores.org.br 5. Shodan Essa aqui é quase um satélite digital. Mostra tudo que está conectado à internet em tempo real: câmeras, servidores, roteadores. A polícia usa pra rastrear invasões e dispositivos expostos. ➡️ shodan.io A internet não é terra sem lei. Ela só parece anônima… até alguém saber onde clicar. E o mais impressionante? Qualquer um pode usar essas ferramentas, inclusive a polícia. Já conhecia algum desses? Ou ficou surpreso com o que dá pra descobrir com só um link? 🔒 Salva esse vídeo, pode ser útil quando você menos esperar 📤 Manda pra aquele amigo que vive dizendo “isso ninguém descobre” 👀 Me segue pra mais bastidores reais da Justiça Criminal direto, sem juridiquês @henriquefalchetti
1. Cuidou da casa de alguém que tava “viajando” O dono pediu pra você regar as plantas e olhar os cachorros. Mas quando a polícia entrou, encontrou arma, droga ou produto de furto. Quem tava na casa? Você. Quem responde? Também você. 2. Foi dar “carona inocente” pra um conhecido No meio do caminho, blitz. Ele tava com droga, arma ou mandado em aberto. Você vai junto, no mínimo por tráfico. 3. Cedeu o endereço pra receber uma encomenda Um “amigo” pediu pra mandar algo pra sua casa. Era droga, celular clonado ou peça roubada. Você responde por receptação ou tráfico. 4. Comprou celular usado “baratinho” na OLX ou no grupo da cidade Parecia tudo certo, preço bom, aparelho funcionando. Mas o celular tinha BO de roubo ou furto. Resultado: você responde por receptação, mesmo dizendo que não sabia. 5. Guardou um objeto pra alguém “só por um tempo” Uma mochila, uma caixa, uma pasta. Quando viram, era arma ou dinheiro de origem ilícita. Agora você responde criminalmente. 6. Emprestou a chave do carro ou da casa Achando que era pra uma saída rápida ou encontro. A pessoa usou o espaço pra guardar droga ou esconder alguém. Você responde criminalmente. 7. Ajudou a criar uma conta de rede social pra alguém Você usou seu e-mail, CPF ou número pra validar. Depois descobriram que a conta foi usada pra aplicar golpes. Você vira parte da investigação por suspeita de envolvimento. Já viveu ou ouviu alguma dessas histórias? Comenta aqui qual situação te deixou de cabelo em pé e marca um amigo que precisa ficar esperto! Me segue pra mais conteúdo direto do campo de batalha penal @henriquefalchetti
Na minha advocacia eu uso muito essas ferramentas em queixa-crime, quando atuo como assistente de acusação e em investigação defensiva. E você também pode usar para descobrir quem é de verdade a pessoa que está te devendo, te perseguindo ou até te ameaçando. Hoje em dia não é mais mistério: existem ferramentas que funcionam como um verdadeiro raio-x digital. 🔎 1. Webmii.com É um buscador de dados públicos. Basta digitar o nome completo e já aparecem registros públicos, redes sociais e até processos. O interessante é que ele conecta informações que muitas vezes estão espalhadas na internet e organiza tudo em um só lugar. Ou seja, você não precisa perder tempo vasculhando rede por rede, o site já cruza dados automaticamente e te entrega um perfil quase completo da pessoa. 🔎 2. Mind-7.org Vai além: mostra histórico de contatos, veículos registrados, e-mails, telefones e até score. Tem versão gratuita e paga. O detalhe é que, com a versão premium, você pode fazer milhares de consultas por mês. Isso pode ser usado tanto para consultas pessoais quanto até como uma ferramenta de trabalho, já que muitas pessoas pagam para ter esse tipo de informação organizada e pronta. 🚨 Atenção: isso deve ser usado com responsabilidade. Se a pessoa te deve, aqui você descobre até onde ela mora. 👉 Gostou dessa dica? Então já clica em SEGUIR, porque vou trazer muito mais ferramentas e estratégias que você nunca viu! @henriquefalchetti
Segundo o laudo, o cãozinho Orelha ainda estava vivo quando os adolescentes enfiaram um pedaço de madeira pela orelha, atravessando até a garganta. E aí vem a pergunta que todo mundo está fazendo: por que a Justiça não decretou a internação provisória desses adolescentes em estabelecimento sócio educacional? O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê várias medidas quando um ato infracional é confirmado, como: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, regime de semiliberdade, e, em último caso, a internação. A internação é a medida mais grave. Ela tira a liberdade do adolescente. E a lei só permite isso em três situações bem específicas: 1. Quando o ato infracional envolve grave ameaça ou violência contra pessoa. 2. Quando há reiteração em infrações graves. 3. Quando o adolescente descumpre, de forma reiterada e injustificada, uma medida anterior. É aqui que o sistema começa a travar. Mesmo diante de uma crueldade absurda, muitos operadores do direito resistem a enquadrar esse tipo de caso como suficiente para internação imediata. E, na prática, outros fatores acabam pesando mais do que o próprio fato. Hoje, os motivos reais pelos quais a internação não veio são estes: 1. Eles têm endereço fixo. 2. As famílias são vistas como estruturadas. 3. Alguns não têm histórico infracional. 4. Estão oficialmente matriculados e frequentando a escola. 5. Existe uma leniência clara quando o adolescente pertence a determinado perfil social. Dói dizer isso. Mas quem vive o sistema sabe que ele funciona assim. Se você quer acompanhar esse caso sem filtro e entender o que acontece nos bastidores, me segue aqui @henriquefalchetti
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