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Esse vídeo é incrível porque, de forma lúdica, traduz processos que a ciência já descreveu sobre como o vício começa e se mantém. 1. Prevenir é melhor do que tratar. Se você nunca experimentou uma substância, sua capacidade de dizer “não” está preservada. Depois das primeiras doses, essa liberdade pode diminuir bastante. A curiosidade inicial pode abrir uma porta que, muitas vezes, é difícil de fechar. 2. O começo costuma ser sedutor. No início, a substância pode trazer um alívio intenso: menos angústia, mais ânimo, menos preocupação, mais prazer. O cérebro registra rapidamente essa recompensa e, como é programado para a busca pelo prazer e a fuga da dor, começa a pedir mais. 3. A insensibilidade aos danos. Com o tempo, a substância passa a cumprir uma função concreta na sua vida, seja relaxar, dar energia ou “ajudar” a lidar com problemas. E, quanto mais ela cumpre esse papel, mais você se torna insensível aos riscos e prejuízos que ela traz. A psicologia chama isso de desvalorização das consequências, quando o benefício imediato pesa mais do que o dano futuro. 4. O corpo se adapta e cobra mais. Quanto mais você usa, mais seu organismo se ajusta. A mesma quantidade já não causa o mesmo efeito e, para alcançar o resultado inicial, você passa a precisar de doses maiores ou de um uso mais frequente. 5. O cérebro tenta se proteger. Em um processo chamado downregulation, os receptores de dopamina “se escondem” dentro da membrana dos neurônios porque há dopamina demais circulando nas sinapses. É uma forma de evitar sobrecarga. 6. O preço da adaptação. Com menos receptores disponíveis, a capacidade de processar dopamina diminui. Isso reduz a motivação e o prazer nas pequenas coisas. Em casos mais graves, pode surgir a anedonia, quando a pessoa sente grande dificuldade de sentir prazer ou ânimo. Nesse ponto, a busca pela substância já não é para sentir aquela euforia inicial, mas apenas para conseguir funcionar no dia a dia. A busca será pra se sentir alguém “normal”. Se quiser mudar a relação com álcool ou outra substância, é só repostar o vídeo para receber um texto de apoio. Seu compartilhamento amplia a voz da saúde mental. @ogabrieldomenico
“Difícil manter nossa dignidade” desabafou Darwin sobre o carnaval em Salvador 😳 Além disso, ele também ficou abismado com a extrema desigualdade social do país e sobre tudo a 3scr@v!d@0 😔
Esse vídeo é incrível porque, de forma lúdica, traduz processos que a ciência já descreveu sobre como o vício começa e se mantém. 1. Prevenir é melhor do que tratar. Se você nunca experimentou uma substância, sua capacidade de dizer “não” está preservada. Depois das primeiras doses, essa liberdade pode diminuir bastante. A curiosidade inicial pode abrir uma porta que, muitas vezes, é difícil de fechar. 2. O começo costuma ser sedutor. No início, a substância pode trazer um alívio intenso: menos angústia, mais ânimo, menos preocupação, mais prazer. O cérebro registra rapidamente essa recompensa e, como é programado para a busca pelo prazer e a fuga da dor, começa a pedir mais. 3. A insensibilidade aos danos. Com o tempo, a substância passa a cumprir uma função concreta na sua vida, seja relaxar, dar energia ou “ajudar” a lidar com problemas. E, quanto mais ela cumpre esse papel, mais você se torna insensível aos riscos e prejuízos que ela traz. A psicologia chama isso de desvalorização das consequências, quando o benefício imediato pesa mais do que o dano futuro. 4. O corpo se adapta e cobra mais. Quanto mais você usa, mais seu organismo se ajusta. A mesma quantidade já não causa o mesmo efeito e, para alcançar o resultado inicial, você passa a precisar de doses maiores ou de um uso mais frequente. 5. O cérebro tenta se proteger. Em um processo chamado downregulation, os receptores de dopamina “se escondem” dentro da membrana dos neurônios porque há dopamina demais circulando nas sinapses. É uma forma de evitar sobrecarga. 6. O preço da adaptação. Com menos receptores disponíveis, a capacidade de processar dopamina diminui. Isso reduz a motivação e o prazer nas pequenas coisas. Em casos mais graves, pode surgir a anedonia, quando a pessoa sente grande dificuldade de sentir prazer ou ânimo. Nesse ponto, a busca pela substância já não é para sentir aquela euforia inicial, mas apenas para conseguir funcionar no dia a dia. A busca será pra se sentir alguém “normal”. Se quiser mudar a relação com álcool ou outra substância, é só repostar o vídeo para receber um texto de apoio. Seu compartilhamento amplia a voz da saúde mental. @ogabrieldomenico
“Difícil manter nossa dignidade” desabafou Darwin sobre o carnaval em Salvador 😳 Além disso, ele também ficou abismado com a extrema desigualdade social do país e sobre tudo a 3scr@v!d@0 😔
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