@fillipegibran
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Pastor evangélico Simples e Revolucionário Radicalidade do Evangelho - Leitura Antifundamentalista da bíblia @comunadoreino ⛪ @oreinoempessoa 💡
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Essa marcha deveria soar como alarme, não como piada. Quando um político que já domina as redes aprende a dominar também as ruas, ele deixa de ser só barulho de internet e vira força social. Reunir milhares de pessoas numa caminhada que dura dias, com disciplina e mensagem, não é pouca coisa. É tecnologia de poder. E aqui eu vou dizer o que incomoda. A esquerda desaprendeu a falar com o país real. Falta português simples. Falta rua. Falta conversa com o trabalhador, com o João, com a Dona Maria. Em vez disso, muitas vezes sobra lição de moral, jargão, discurso de nicho e briga interna. Ninguém aguenta sermão 24 horas por dia. Até uns 20 anos atrás, quem fazia mobilização de massa era a esquerda. Hoje, quando não consegue fazer igual, prefere fazer meme. Só que meme não segura democracia. Política do século 21 é rua e rede. É presença e linguagem viva. É organização. Se a gente quer defender o Brasil de virar uma teocracia, a gente precisa parar de rir do que é sério e voltar a disputar o povo. Compartilha se você acha que já passou da hora da gente voltar a falar com o país como ele é.
Quando a Michelle Bolsonaro fala sobre “submissão saudável” e “comidinha na geladeira”, o que está em jogo não é fé, é economia política. O liberalismo aprendeu a sobreviver explorando o cuidado. Transformou o cansaço das mulheres em missão divina e o abandono do Estado em virtude doméstica. Enquanto o sistema lucra, o discurso religioso anestesia. Mas o Evangelho de Jesus nunca chamou mulher pra ser ajudadora, chamou pra ser livre. Nunca mandou fazer comidinha, mandou repartir o pão. A verdadeira fé não reforça o patriarcado — ela desmantela o império da exploração.
As palavras mudam de sentido conforme tempo e cultura. Heródoto também fala de homens que eram efeminados por terem recebido esse dom da deusa Vênus. Esses eram os homens-mulher, assinus, galli, e outras denominações. Eram homens que haviam deixado o corpo afeminar, usavam maquiagem, roupa de mulheres em prol de uma deusa. O conservador Robert Gagnon confirma isso. Ou seja, eram sacerdotes cultuais e alguns haviam se deixado castrar. Isso é o conceito de homem afeminado hoje? Isso fala de orientação sexual? . Óbvio que não!!! . #abiblianaocondenalgbt #pessoaslgbtqitemdireitoadeus
Simples assim !
A submissão feminina nunca foi vontade de Deus. Sempre foi fruto da misoginia, do patriarcado, dos povos bíblicos, mas não de Deus. De modo geral, no norte da África, na Grécia ou na Palestina, no momento dos textos bíblicos, a figura da mulher sempre foi muito opaca.
Ver uma jovem cortar o próprio cabelo aos prantos dentro de uma igreja não é expressão de fé. É sinal de uma espiritualidade adoecida. Quando a religião transforma o corpo de alguém em palco, ela já deixou de ser caminho de libertação. Bandeiras, shofar, símbolos de Israel, tudo isso é usado como cenografia para produzir impacto emocional. Não é profundidade espiritual, é estética religiosa para legitimar controle. O voto nazireu nunca foi espetáculo, nunca foi humilhação pública, nunca foi exigência sobre alguém jovem e vulnerável. Isso é distorção. O que está em jogo não é santidade, é estrionismo moralista. É fazer alguém se anular para provar que é aceita por Deus. Religião adoecida sempre pede sacrifício visível, quanto mais dor, mais “santo”, quanto mais perda, mais “fiel”. Jesus foi o oposto disso. Ele libertou corpos, não os sequestrou. Ele devolveu dignidade, não arrancou identidade. Ele nunca pediu que alguém se destruísse para agradar a Deus. Pelo contrário, foi Ele quem disse com todas as letras: misericórdia quero, não sacrifício. Se o gesto fosse solidariedade humana, ainda assim não precisaria virar espetáculo. O que assusta não é o cabelo no chão, é o bom senso também sendo cortado. Não duvido da sinceridade dessa jovem. Mas tenho sérias dúvidas sobre a sinceridade de quem a conduziu até esse lugar. Quando a fé precisa quebrar alguém para se provar verdadeira, ela já perdeu qualquer vínculo com o Evangelho. Isso não é santidade. É prisão com estética religiosa.
Essa marcha deveria soar como alarme, não como piada. Quando um político que já domina as redes aprende a dominar também as ruas, ele deixa de ser só barulho de internet e vira força social. Reunir milhares de pessoas numa caminhada que dura dias, com disciplina e mensagem, não é pouca coisa. É tecnologia de poder. E aqui eu vou dizer o que incomoda. A esquerda desaprendeu a falar com o país real. Falta português simples. Falta rua. Falta conversa com o trabalhador, com o João, com a Dona Maria. Em vez disso, muitas vezes sobra lição de moral, jargão, discurso de nicho e briga interna. Ninguém aguenta sermão 24 horas por dia. Até uns 20 anos atrás, quem fazia mobilização de massa era a esquerda. Hoje, quando não consegue fazer igual, prefere fazer meme. Só que meme não segura democracia. Política do século 21 é rua e rede. É presença e linguagem viva. É organização. Se a gente quer defender o Brasil de virar uma teocracia, a gente precisa parar de rir do que é sério e voltar a disputar o povo. Compartilha se você acha que já passou da hora da gente voltar a falar com o país como ele é.
Quando a Michelle Bolsonaro fala sobre “submissão saudável” e “comidinha na geladeira”, o que está em jogo não é fé, é economia política. O liberalismo aprendeu a sobreviver explorando o cuidado. Transformou o cansaço das mulheres em missão divina e o abandono do Estado em virtude doméstica. Enquanto o sistema lucra, o discurso religioso anestesia. Mas o Evangelho de Jesus nunca chamou mulher pra ser ajudadora, chamou pra ser livre. Nunca mandou fazer comidinha, mandou repartir o pão. A verdadeira fé não reforça o patriarcado — ela desmantela o império da exploração.
As palavras mudam de sentido conforme tempo e cultura. Heródoto também fala de homens que eram efeminados por terem recebido esse dom da deusa Vênus. Esses eram os homens-mulher, assinus, galli, e outras denominações. Eram homens que haviam deixado o corpo afeminar, usavam maquiagem, roupa de mulheres em prol de uma deusa. O conservador Robert Gagnon confirma isso. Ou seja, eram sacerdotes cultuais e alguns haviam se deixado castrar. Isso é o conceito de homem afeminado hoje? Isso fala de orientação sexual? . Óbvio que não!!! . #abiblianaocondenalgbt #pessoaslgbtqitemdireitoadeus
Simples assim !
A submissão feminina nunca foi vontade de Deus. Sempre foi fruto da misoginia, do patriarcado, dos povos bíblicos, mas não de Deus. De modo geral, no norte da África, na Grécia ou na Palestina, no momento dos textos bíblicos, a figura da mulher sempre foi muito opaca.
Ver uma jovem cortar o próprio cabelo aos prantos dentro de uma igreja não é expressão de fé. É sinal de uma espiritualidade adoecida. Quando a religião transforma o corpo de alguém em palco, ela já deixou de ser caminho de libertação. Bandeiras, shofar, símbolos de Israel, tudo isso é usado como cenografia para produzir impacto emocional. Não é profundidade espiritual, é estética religiosa para legitimar controle. O voto nazireu nunca foi espetáculo, nunca foi humilhação pública, nunca foi exigência sobre alguém jovem e vulnerável. Isso é distorção. O que está em jogo não é santidade, é estrionismo moralista. É fazer alguém se anular para provar que é aceita por Deus. Religião adoecida sempre pede sacrifício visível, quanto mais dor, mais “santo”, quanto mais perda, mais “fiel”. Jesus foi o oposto disso. Ele libertou corpos, não os sequestrou. Ele devolveu dignidade, não arrancou identidade. Ele nunca pediu que alguém se destruísse para agradar a Deus. Pelo contrário, foi Ele quem disse com todas as letras: misericórdia quero, não sacrifício. Se o gesto fosse solidariedade humana, ainda assim não precisaria virar espetáculo. O que assusta não é o cabelo no chão, é o bom senso também sendo cortado. Não duvido da sinceridade dessa jovem. Mas tenho sérias dúvidas sobre a sinceridade de quem a conduziu até esse lugar. Quando a fé precisa quebrar alguém para se provar verdadeira, ela já perdeu qualquer vínculo com o Evangelho. Isso não é santidade. É prisão com estética religiosa.
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