@eliana.pittman
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Cantora e atriz brasileira - Agente @thiagomarquesluiz
Em 1976, tive o privilégio de participar de um projeto que me desafiou e me trouxe novas perspectivas na minha carreira artística. Atuar no filme espanhol “La Menor” dirigido por Pedro Masó, foi uma experiência intensa. No enredo, acompanhamos Susan, uma jovem americana que, após uma série de eventos trágicos e dramáticos, enfrenta situações difíceis que mudam sua vida para sempre. Embora eu não tenha interpretado a protagonista, meu papel foi fundamental em momentos cruciais da trama, e isso me permitiu mostrar um lado diferente do meu trabalho artístico. Minha carreira sempre foi marcada pela música, mas atuar nesse filme me deu a chance de explorar a versatilidade que eu sabia que tinha dentro de mim. Estar nesse projeto também me permitiu aproximar meus fãs da música ao cinema, criando uma conexão interessante entre essas duas formas de arte que sempre admirei. Foi um trabalho memorável, e me orgulho muito da contribuição que pude dar ao filme. . #ElianaPittman #SinháPureza #Carimbó #MisturadeCarimbó #LaMenor #Cinema
Meu bisavô, Booker T. Washington, foi um dos maiores líderes da história dos Estados Unidos. Nascido escravizado em 1856, ele se tornou um símbolo de emancipação e educação para a população negra. Fundador do Instituto Tuskegee, ele acreditava que a educação e o trabalho eram as chaves para a ascensão social de um povo historicamente marginalizado. Sua luta não foi fácil. Em um país recém-saído da escravidão, ele enfrentou preconceitos enormes para se tornar uma das vozes mais respeitadas de sua época, defendendo que o conhecimento seria a verdadeira arma contra a opressão. Ele foi um exemplo de inteligência, perseverança e diplomacia, levando suas ideias até a Casa Branca e mostrando ao mundo que era possível sonhar com um futuro de justiça e igualdade. Meu pai, Booker Pittman, seguiu um caminho diferente, mas igualmente inspirador. Gênio do jazz e um saxofonista brilhante, ele levou sua música ao mundo, misturando o lirismo das notas com a intensidade das histórias que carregava. Tocou com gigantes da música e atravessou fronteiras, trazendo em cada apresentação um pedaço da alma negra, cheia de dor, mas também de beleza e força. Ele tinha uma personalidade fascinante — era livre, criativo e intenso. Não apenas pela música, mas pelo que representava: um artista que viveu sua arte sem amarras, desafiando as convenções e deixando um legado musical eterno. Carrego em mim a história desses dois homens extraordinários. De Booker T. Washington, a força para entender que conhecimento é poder e que nossa voz importa. De Booker Pittman, a sensibilidade para expressar com a música aquilo que às vezes as palavras não alcançam. Ser parte dessa linhagem é um chamado constante para honrar meu nome, manter viva a memória dos meus ancestrais e, principalmente, lembrar ao mundo que o passado precisa ser contado para que possamos construir um futuro mais justo. #elianapittman #bookerpittman #bookertwashington
Em 1974, uma apresentação marcou época na televisão brasileira: “Mistura de Carimbó”, meu maior sucesso, ecoou em todo o país ao ser exibida no programa Fantástico, da TV Globo. Com uma coreografia envolvente e o balanço inconfundível do ritmo amazônico, a performance rompeu barreiras geográficas e levou para os lares de todo o Brasil a força da música do Norte. Aquela noite foi mais do que uma exibição musical — foi um manifesto dançante da nossa identidade popular. A repercussão foi imediata. O Brasil inteiro passou a cantar e dançar “Mistura de Carimbó”, e o sucesso se consolidou, me levando a programas de auditório, turnês por todo o país e no mundo e à gravação de novos discos. Foi uma grande conquista para a música brasileira, para a cultura popular e para as raízes negras e indígenas que dançam juntas no compasso da nossa história. #elianapittman #carimbó #misturadecarimbó #sinhápureza
“Sinto que tem amigas minhas que fizeram filhos, porque elas querem ter o filho pra elas.” No #SemCensura, a cantora Eliana Pittman revê trecho de uma antiga entrevista sua levantando a questão de criação dos filhos e, na bancada, o debate segue acerca da relação mãe-filho e da “adultização” de crianças. Assista ao programa na íntegra no app TV Brasil Play, no Spotify ou no canal da TV Brasil no YouTube. Links na bio. 📲
Junho chegou e eu e o #jacksondopandeiro estamos como? #elianapittman #junho #festajunina #saojoao #issoélácomsantoantônio #1970s #70s
Em 1976, tive o privilégio de participar de um projeto que me desafiou e me trouxe novas perspectivas na minha carreira artística. Atuar no filme espanhol “La Menor” dirigido por Pedro Masó, foi uma experiência intensa. No enredo, acompanhamos Susan, uma jovem americana que, após uma série de eventos trágicos e dramáticos, enfrenta situações difíceis que mudam sua vida para sempre. Embora eu não tenha interpretado a protagonista, meu papel foi fundamental em momentos cruciais da trama, e isso me permitiu mostrar um lado diferente do meu trabalho artístico. Minha carreira sempre foi marcada pela música, mas atuar nesse filme me deu a chance de explorar a versatilidade que eu sabia que tinha dentro de mim. Estar nesse projeto também me permitiu aproximar meus fãs da música ao cinema, criando uma conexão interessante entre essas duas formas de arte que sempre admirei. Foi um trabalho memorável, e me orgulho muito da contribuição que pude dar ao filme. . #ElianaPittman #SinháPureza #Carimbó #MisturadeCarimbó #LaMenor #Cinema
Meu bisavô, Booker T. Washington, foi um dos maiores líderes da história dos Estados Unidos. Nascido escravizado em 1856, ele se tornou um símbolo de emancipação e educação para a população negra. Fundador do Instituto Tuskegee, ele acreditava que a educação e o trabalho eram as chaves para a ascensão social de um povo historicamente marginalizado. Sua luta não foi fácil. Em um país recém-saído da escravidão, ele enfrentou preconceitos enormes para se tornar uma das vozes mais respeitadas de sua época, defendendo que o conhecimento seria a verdadeira arma contra a opressão. Ele foi um exemplo de inteligência, perseverança e diplomacia, levando suas ideias até a Casa Branca e mostrando ao mundo que era possível sonhar com um futuro de justiça e igualdade. Meu pai, Booker Pittman, seguiu um caminho diferente, mas igualmente inspirador. Gênio do jazz e um saxofonista brilhante, ele levou sua música ao mundo, misturando o lirismo das notas com a intensidade das histórias que carregava. Tocou com gigantes da música e atravessou fronteiras, trazendo em cada apresentação um pedaço da alma negra, cheia de dor, mas também de beleza e força. Ele tinha uma personalidade fascinante — era livre, criativo e intenso. Não apenas pela música, mas pelo que representava: um artista que viveu sua arte sem amarras, desafiando as convenções e deixando um legado musical eterno. Carrego em mim a história desses dois homens extraordinários. De Booker T. Washington, a força para entender que conhecimento é poder e que nossa voz importa. De Booker Pittman, a sensibilidade para expressar com a música aquilo que às vezes as palavras não alcançam. Ser parte dessa linhagem é um chamado constante para honrar meu nome, manter viva a memória dos meus ancestrais e, principalmente, lembrar ao mundo que o passado precisa ser contado para que possamos construir um futuro mais justo. #elianapittman #bookerpittman #bookertwashington
Em 1974, uma apresentação marcou época na televisão brasileira: “Mistura de Carimbó”, meu maior sucesso, ecoou em todo o país ao ser exibida no programa Fantástico, da TV Globo. Com uma coreografia envolvente e o balanço inconfundível do ritmo amazônico, a performance rompeu barreiras geográficas e levou para os lares de todo o Brasil a força da música do Norte. Aquela noite foi mais do que uma exibição musical — foi um manifesto dançante da nossa identidade popular. A repercussão foi imediata. O Brasil inteiro passou a cantar e dançar “Mistura de Carimbó”, e o sucesso se consolidou, me levando a programas de auditório, turnês por todo o país e no mundo e à gravação de novos discos. Foi uma grande conquista para a música brasileira, para a cultura popular e para as raízes negras e indígenas que dançam juntas no compasso da nossa história. #elianapittman #carimbó #misturadecarimbó #sinhápureza
“Sinto que tem amigas minhas que fizeram filhos, porque elas querem ter o filho pra elas.” No #SemCensura, a cantora Eliana Pittman revê trecho de uma antiga entrevista sua levantando a questão de criação dos filhos e, na bancada, o debate segue acerca da relação mãe-filho e da “adultização” de crianças. Assista ao programa na íntegra no app TV Brasil Play, no Spotify ou no canal da TV Brasil no YouTube. Links na bio. 📲
Junho chegou e eu e o #jacksondopandeiro estamos como? #elianapittman #junho #festajunina #saojoao #issoélácomsantoantônio #1970s #70s
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