@geraldthomas1
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Playwright / Theater and Opera Director http://geraldthomas.net/ “G.A.L.A.” my latest play (2022) link below:
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Espetáculo de hoje, sexta, 6 de Fevereiro “CHOQUE: procurando sinais de vida inteligente “ com @lawinits DANIELLE WINITS, dirigida por mim. (Vídeo cortesia de @apollofaria )
[música] [música]
ULTIMA CENA de FLASH AND CRASH DAYS que fiz pra FERNANDA MONTENEGRO @fernandamontenegrooficial e FERNANDA TORRES @oficialfernandatorres ( + Luis Damasceno e Ludoval Campos) no meu em 1991 -1995 e que rodou o mundo. Uni mãe e filha no mesmo espetáculo, no mesmo espaço e tempo criando centenas de associações. Escreve Flora Susskind "A imagem se repete em vários exercícios gráficos de Thomas e se tornaria verdadeiramente estrutural numa peça como The Flash and Crash Days (1991). Construindo-se, aí, via flecha, uma espécie de tríptico figural. A começar pela entrada de Fernanda Montenegro cambaleando, trazendo um papel na mão e com uma seta atravessada na garganta, que ela tenta, febrilmente, arrancar. Mais adiante, já nos últimos quadros da peça, é no peito de um boneco sem rosto, jogado no chão, que se vê a flecha. Não um boneco qualquer, mas um objeto cênico identificado previamente, pela voz em off do diretor, como uma espécie de duplo narratorial seu: “Esse sou eu (luz ilumina o boneco) […]. De repente, meu Deus, eu já não estava ali, esse eu, esse eu que tinha transcendido os limites daquele quarto, era só um corpo morto e eu…”. Quanto ao terceiro quadro do tríptico, essa aparição se daria quando, depois de comer um coração, e lambuzar-se de sangue, Fernanda Torres se apresenta, ela também, com a seta atravessada em seu pescoço, enquanto o boneco persiste inanimado e a mãe rasteja em cena. Lembre-se, nesse sentido, que o texto se autodescreve como “uma peça sobre uma mãe e uma filha e um coração”. A essa triangulação, o dramaturgo acrescentou, como se pode observar, uma outra figura – igualmente agônica – a do boneco-narrador."
Espetáculo de hoje, sexta, 6 de Fevereiro “CHOQUE: procurando sinais de vida inteligente “ com @lawinits DANIELLE WINITS, dirigida por mim. (Vídeo cortesia de @apollofaria )
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ULTIMA CENA de FLASH AND CRASH DAYS que fiz pra FERNANDA MONTENEGRO @fernandamontenegrooficial e FERNANDA TORRES @oficialfernandatorres ( + Luis Damasceno e Ludoval Campos) no meu em 1991 -1995 e que rodou o mundo. Uni mãe e filha no mesmo espetáculo, no mesmo espaço e tempo criando centenas de associações. Escreve Flora Susskind "A imagem se repete em vários exercícios gráficos de Thomas e se tornaria verdadeiramente estrutural numa peça como The Flash and Crash Days (1991). Construindo-se, aí, via flecha, uma espécie de tríptico figural. A começar pela entrada de Fernanda Montenegro cambaleando, trazendo um papel na mão e com uma seta atravessada na garganta, que ela tenta, febrilmente, arrancar. Mais adiante, já nos últimos quadros da peça, é no peito de um boneco sem rosto, jogado no chão, que se vê a flecha. Não um boneco qualquer, mas um objeto cênico identificado previamente, pela voz em off do diretor, como uma espécie de duplo narratorial seu: “Esse sou eu (luz ilumina o boneco) […]. De repente, meu Deus, eu já não estava ali, esse eu, esse eu que tinha transcendido os limites daquele quarto, era só um corpo morto e eu…”. Quanto ao terceiro quadro do tríptico, essa aparição se daria quando, depois de comer um coração, e lambuzar-se de sangue, Fernanda Torres se apresenta, ela também, com a seta atravessada em seu pescoço, enquanto o boneco persiste inanimado e a mãe rasteja em cena. Lembre-se, nesse sentido, que o texto se autodescreve como “uma peça sobre uma mãe e uma filha e um coração”. A essa triangulação, o dramaturgo acrescentou, como se pode observar, uma outra figura – igualmente agônica – a do boneco-narrador."
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