@dj.zepedro
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A minha recorrente nota 10 para a nova temporada de Lady Night que eu aguardo ansiosamente por ser Tatá Werneck a unica comediante que me faz gargalhar compulsivamente. O episódio com Cauã Raymond foi hilário mas também convincente e emocionante ao revelar dores e fraquezas.
@dinhoouropreto revela que viveu uma fase marcada pelo uso de drogas — e que o “gosto amargo” do dia seguinte é a lembrança mais forte até hoje. O mal-estar, a ressaca e a sensação de vazio foram o maior incentivo para mudar de vida. Com apoio médico e acompanhamento psiquiátrico, superou esse período. Hoje, ele garante: não sente a menor vontade. #podcast #dinhoouropreto #superaçāo #históriasdevida #rockbrasileiro
Um beijo inesperado virou um pesadelo no maior show da carreira de Zé Ibarra. Um dia antes antes de subir ao palco no Mineirão, sua boca começou a coçar, criar bolhas e até sangrar. Você conseguiria cantar numa situação dessas? #podcast #zeibarra #históriasinusitadas #mineirão
meteu a língua na minha goela eu fui penetrado pela boca assim foi uma loucura e aí eu não gostei daquilo não foi legal eu não tava afim e tu tinha dado nenhum sim e aí rolou eu fiquei assim falei não me queria desculpa você me conhece eu não te conheço com todo o respeito me acalmei fui pra van meio porra quando eu estava na van no caminho do rio minha boca
O discurso de Erika Hilton às vezes incomoda. E talvez esse seja justamente o ponto. Durante muito tempo, certos grupos foram empurrados para o silêncio. Pessoas trans, negras, periféricas, mulheres quando falavam, eram interrompidas; quando denunciavam, eram consideradas exageradas; quando reivindicavam direitos básicos, eram acusadas de “radicais”. O que hoje alguns chamam de “tom enfático” nada mais é do que a urgência de quem precisou gritar para ser ouvido. A política brasileira se acostumou com discursos mornos quando o assunto é desigualdade. Mas como falar suavemente sobre violências estruturais que atravessam corpos e vidas todos os dias? Como aceitar pessoas ressentidas e reacionárias que ainda não entenderam que dizer o que pensa disfarçado de liberdade individual não passa de intolerância com o ser humano como um todo? Despejar infelicidades e preconceitos em rede nacional ou social e depois fazer cara de arrependido em vídeos demagogos não deve ser mais tolerado. Isso aqui não é telefone, roda de amigos tampouco terapia de gente amarga e mal resolvida. Há dores que não cabem em frases diplomáticas. Há injustiças que exigem contundência. Quando Erika Hilton eleva o tom, ela não está apenas falando por si. Ela carrega no discurso a memória de muitos que nunca tiveram um microfone, um mandato ou sequer o direito de existir em segurança. O incômodo que alguns sentem talvez não venha do volume da voz, mas daquilo que ela revela: uma realidade que muitos prefeririam não enxergar. Desconforto é o primeiro sinal de que uma estrutura antiga está sendo questionada. O discurso enfático de Erika Hilton não é apenas estilo, é sobrevivência e um lembrete de que democracia não é silêncio educado diante da injustiça.
A minha recorrente nota 10 para a nova temporada de Lady Night que eu aguardo ansiosamente por ser Tatá Werneck a unica comediante que me faz gargalhar compulsivamente. O episódio com Cauã Raymond foi hilário mas também convincente e emocionante ao revelar dores e fraquezas.
@dinhoouropreto revela que viveu uma fase marcada pelo uso de drogas — e que o “gosto amargo” do dia seguinte é a lembrança mais forte até hoje. O mal-estar, a ressaca e a sensação de vazio foram o maior incentivo para mudar de vida. Com apoio médico e acompanhamento psiquiátrico, superou esse período. Hoje, ele garante: não sente a menor vontade. #podcast #dinhoouropreto #superaçāo #históriasdevida #rockbrasileiro
Um beijo inesperado virou um pesadelo no maior show da carreira de Zé Ibarra. Um dia antes antes de subir ao palco no Mineirão, sua boca começou a coçar, criar bolhas e até sangrar. Você conseguiria cantar numa situação dessas? #podcast #zeibarra #históriasinusitadas #mineirão
meteu a língua na minha goela eu fui penetrado pela boca assim foi uma loucura e aí eu não gostei daquilo não foi legal eu não tava afim e tu tinha dado nenhum sim e aí rolou eu fiquei assim falei não me queria desculpa você me conhece eu não te conheço com todo o respeito me acalmei fui pra van meio porra quando eu estava na van no caminho do rio minha boca
O discurso de Erika Hilton às vezes incomoda. E talvez esse seja justamente o ponto. Durante muito tempo, certos grupos foram empurrados para o silêncio. Pessoas trans, negras, periféricas, mulheres quando falavam, eram interrompidas; quando denunciavam, eram consideradas exageradas; quando reivindicavam direitos básicos, eram acusadas de “radicais”. O que hoje alguns chamam de “tom enfático” nada mais é do que a urgência de quem precisou gritar para ser ouvido. A política brasileira se acostumou com discursos mornos quando o assunto é desigualdade. Mas como falar suavemente sobre violências estruturais que atravessam corpos e vidas todos os dias? Como aceitar pessoas ressentidas e reacionárias que ainda não entenderam que dizer o que pensa disfarçado de liberdade individual não passa de intolerância com o ser humano como um todo? Despejar infelicidades e preconceitos em rede nacional ou social e depois fazer cara de arrependido em vídeos demagogos não deve ser mais tolerado. Isso aqui não é telefone, roda de amigos tampouco terapia de gente amarga e mal resolvida. Há dores que não cabem em frases diplomáticas. Há injustiças que exigem contundência. Quando Erika Hilton eleva o tom, ela não está apenas falando por si. Ela carrega no discurso a memória de muitos que nunca tiveram um microfone, um mandato ou sequer o direito de existir em segurança. O incômodo que alguns sentem talvez não venha do volume da voz, mas daquilo que ela revela: uma realidade que muitos prefeririam não enxergar. Desconforto é o primeiro sinal de que uma estrutura antiga está sendo questionada. O discurso enfático de Erika Hilton não é apenas estilo, é sobrevivência e um lembrete de que democracia não é silêncio educado diante da injustiça.
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