@dradaianesimao
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Ciência para cuidar de pessoas, não de médias. Geneticista | PhD | Saúde de Precisão Cada corpo, um código. Eu Decodifico o cuidado. 👇 Informações
Os bônus e ônus da superdotação O sistema vem completo: quem tem altas habilidades muitas vezes também conta com um sistema sensorial de alta captação. Não é uma regra absoluta, mas uma condição muito frequente — e muitas vezes invisível até para o próprio superdotado. 🌿 Sabe aquela sensação de captar tudo ao redor? Do ruído ambiente à tensão no ar? Da luminosidade intensa ao perfume mais sutil? O cérebro processa e responde na mesma frequência em que recebe. 🎁 Os bônus: – Capacidade de aprendizado rápida – Conexões criativas potentes – Hiperfoco apaixonado ⚠️ Os ônus: – Sobrecarga sensorial constante – Exaustão emocional – Sensação de estar sempre “ligado no máximo” Por aí é assim também? ✨ Conta aqui nos comentários: quais são, para você, os ônus de ser superdotado? Assista ao episódio completo no canal @cauesantospodcast #Superdotação #AltasHabilidades #Neurodiversidade #Sensibilidade #Autoconhecimento #Mapeamentogenético
A dança dos receptores DRD2 + SNAP25 + Canais de Cálcio na AHSD A ativação dos receptores dopaminérgicos do tipo 2 (DRD2) está diretamente relacionada à modulação do comportamento motivacional e ao sistema de recompensa. Quando a dopamina se liga ao DRD2, há uma regulação da excitabilidade neuronal, mediada por mecanismos intracelulares, como a liberação de cálcio através de canais dependentes de voltagem. O gene SNAP25 (Synaptosomal-Associated Protein 25) codifica uma proteína essencial na fusão de vesículas sinápticas e liberação de neurotransmissores. Níveis aumentados de expressão de SNAP25 estão associados a uma maior eficiência sináptica, incluindo maior liberação de cálcio intracelular durante a transmissão dopaminérgica. Em alguns perfis genéticos — como em indivíduos com superdotação, observa-se hiperexpressão de SNAP25, o que pode amplificar a resposta dopaminérgica em circuitos relacionados à motivação, foco e sensibilidade emocional. Esses mecanismos estão principalmente ancorados na área tegmentar ventral (VTA) e no núcleo accumbens, regiões centrais do sistema de recompensa. DRD2 + SNAP25 + Cálcio = plasticidade, impulsividade e intensidade de resposta. 📚 Para quem estuda neurociência aplicada ao comportamento, essa tríade é essencial. 🎓 Mais sobre isso no Neurogen. Créditos do vídeo @julianmackay #neurogen #Superdotação #mapeamentogenetico
A superdotação é genética? Sim. Mas isso não quer dizer que ela seja hereditária. 🧬🧠 Vamos entender isso melhor: 👉 Genético significa que tem origem nos nossos genes. 👉 Hereditário é o que passa diretamente dos pais para os filhos. 🔬 Nem tudo que é genético é hereditário. E esse é o caso da superdotação. 🧠 A superdotação acontece quando há uma combinação específica de genes que interagem entre si de forma multiplicativa — e que precisam estar ativos no momento certo, durante o desenvolvimento do sistema nervoso. Ou seja, é como uma orquestra que precisa tocar em perfeita sincronia: 🎻 Genes para mielina mais espessa 🎼 Arborização dendrítica mais intensa 🥁 Eficiência sináptica elevada Tudo isso funcionando junto — não apenas somado, mas potencializado por interações epigenéticas. Assista ao episódio #329 completo no @lutzpodcast #Superdotação #AltasHabilidades #Neurodivergente #Neurociência #Genética #SaúdeMental #Epigenética SIMONTON, Dean Keith. The implications of an emergenic–epigenetic model of giftedness. In: STERNBERG, Robert J.; DAVIDSON, Janet E. (ed.). Conceptions of giftedness. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 312–326.
Observo algo que costuma passar despercebido: o superdotado não rejeita o estudo, mas pode sim rejeitar o vazio de sentido. Aprender, para ele, é movimento, conexão, um tipo de “descoberta viva”. Estudar, quando vira repetição mecânica, cobrança ou performance, tende ao esgotamento! O problema nunca foi a curiosidade. Quando o aprender encontra propósito, o interesse floresce. Quando vira obrigação sem significado, o corpo se afasta, mesmo com alta capacidade. O que em você deixa de aprender quando o sentido é substituído pela exigência? #superdotacao #aprendizagem
Superdotados muitas vezes não respondem à medicação como o esperado. Não é exagero quando dizem que sentem a ação muito rápido, que os efeitos são intensos demais ou que o corpo reage de forma diferente. É aí que entra a importância de profissionais preparados, capazes de olhar para essas respostas com o apoio da genética aplicada. No Neurogen, trabalhamos justamente isso: compreender, a partir do mapeamento genético, por que cada organismo reage de forma única — e como usar essa informação para pensar ajustes mais assertivos em saúde e educação. Esse foi o tema da conversa no podcast @podpeople_ 🎙️ Mais informações do NEUROGEN link na bio! #SaudeDePrecisão #GenéticaNaPrática #Neurogen #SaúdeMental #AltasHabilidades
Os bônus e ônus da superdotação O sistema vem completo: quem tem altas habilidades muitas vezes também conta com um sistema sensorial de alta captação. Não é uma regra absoluta, mas uma condição muito frequente — e muitas vezes invisível até para o próprio superdotado. 🌿 Sabe aquela sensação de captar tudo ao redor? Do ruído ambiente à tensão no ar? Da luminosidade intensa ao perfume mais sutil? O cérebro processa e responde na mesma frequência em que recebe. 🎁 Os bônus: – Capacidade de aprendizado rápida – Conexões criativas potentes – Hiperfoco apaixonado ⚠️ Os ônus: – Sobrecarga sensorial constante – Exaustão emocional – Sensação de estar sempre “ligado no máximo” Por aí é assim também? ✨ Conta aqui nos comentários: quais são, para você, os ônus de ser superdotado? Assista ao episódio completo no canal @cauesantospodcast #Superdotação #AltasHabilidades #Neurodiversidade #Sensibilidade #Autoconhecimento #Mapeamentogenético
A dança dos receptores DRD2 + SNAP25 + Canais de Cálcio na AHSD A ativação dos receptores dopaminérgicos do tipo 2 (DRD2) está diretamente relacionada à modulação do comportamento motivacional e ao sistema de recompensa. Quando a dopamina se liga ao DRD2, há uma regulação da excitabilidade neuronal, mediada por mecanismos intracelulares, como a liberação de cálcio através de canais dependentes de voltagem. O gene SNAP25 (Synaptosomal-Associated Protein 25) codifica uma proteína essencial na fusão de vesículas sinápticas e liberação de neurotransmissores. Níveis aumentados de expressão de SNAP25 estão associados a uma maior eficiência sináptica, incluindo maior liberação de cálcio intracelular durante a transmissão dopaminérgica. Em alguns perfis genéticos — como em indivíduos com superdotação, observa-se hiperexpressão de SNAP25, o que pode amplificar a resposta dopaminérgica em circuitos relacionados à motivação, foco e sensibilidade emocional. Esses mecanismos estão principalmente ancorados na área tegmentar ventral (VTA) e no núcleo accumbens, regiões centrais do sistema de recompensa. DRD2 + SNAP25 + Cálcio = plasticidade, impulsividade e intensidade de resposta. 📚 Para quem estuda neurociência aplicada ao comportamento, essa tríade é essencial. 🎓 Mais sobre isso no Neurogen. Créditos do vídeo @julianmackay #neurogen #Superdotação #mapeamentogenetico
A superdotação é genética? Sim. Mas isso não quer dizer que ela seja hereditária. 🧬🧠 Vamos entender isso melhor: 👉 Genético significa que tem origem nos nossos genes. 👉 Hereditário é o que passa diretamente dos pais para os filhos. 🔬 Nem tudo que é genético é hereditário. E esse é o caso da superdotação. 🧠 A superdotação acontece quando há uma combinação específica de genes que interagem entre si de forma multiplicativa — e que precisam estar ativos no momento certo, durante o desenvolvimento do sistema nervoso. Ou seja, é como uma orquestra que precisa tocar em perfeita sincronia: 🎻 Genes para mielina mais espessa 🎼 Arborização dendrítica mais intensa 🥁 Eficiência sináptica elevada Tudo isso funcionando junto — não apenas somado, mas potencializado por interações epigenéticas. Assista ao episódio #329 completo no @lutzpodcast #Superdotação #AltasHabilidades #Neurodivergente #Neurociência #Genética #SaúdeMental #Epigenética SIMONTON, Dean Keith. The implications of an emergenic–epigenetic model of giftedness. In: STERNBERG, Robert J.; DAVIDSON, Janet E. (ed.). Conceptions of giftedness. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 312–326.
Observo algo que costuma passar despercebido: o superdotado não rejeita o estudo, mas pode sim rejeitar o vazio de sentido. Aprender, para ele, é movimento, conexão, um tipo de “descoberta viva”. Estudar, quando vira repetição mecânica, cobrança ou performance, tende ao esgotamento! O problema nunca foi a curiosidade. Quando o aprender encontra propósito, o interesse floresce. Quando vira obrigação sem significado, o corpo se afasta, mesmo com alta capacidade. O que em você deixa de aprender quando o sentido é substituído pela exigência? #superdotacao #aprendizagem
Superdotados muitas vezes não respondem à medicação como o esperado. Não é exagero quando dizem que sentem a ação muito rápido, que os efeitos são intensos demais ou que o corpo reage de forma diferente. É aí que entra a importância de profissionais preparados, capazes de olhar para essas respostas com o apoio da genética aplicada. No Neurogen, trabalhamos justamente isso: compreender, a partir do mapeamento genético, por que cada organismo reage de forma única — e como usar essa informação para pensar ajustes mais assertivos em saúde e educação. Esse foi o tema da conversa no podcast @podpeople_ 🎙️ Mais informações do NEUROGEN link na bio! #SaudeDePrecisão #GenéticaNaPrática #Neurogen #SaúdeMental #AltasHabilidades
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