@dra.liubiana
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🩺| CRM36278 🎓| PhD Doutorado-S Harvard Medical School 🧠| Neurocientista, Neuropediatra, Palestrante 👇🏻| Cursos (clica no link)
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👉🏻 CUIDADO!⚠️ Hoje em dia, existe uma banalização do que é o autismo, TDAH e outras condições. 🎯 O Manual estatístico das doenças DSM-5 estabelece critérios muito claros que devem ser investigados em cada caso com enorme perícia e humanidade pelo médico. 🎯 Temos muita a dizer sobre a banalização dos diagnósticos, bem como, a formação necessária para dar diagnósticos de maneira precisa…. Da minha parte, eu levanto a bandeira POR MAIS MÉDICOS CAPACITADOS QUE CUIDAM DE CRIANÇAS 🩵 O que você acha? 🤨
Eu acho que eu tenho autismo. Por quê? Porque eu tenho uma sensibilidade auditiva. Não é porque eu sou meio rígido, não. Mas esses sintomas tem que estar presentes no início da vida e tem que causar prejuízo. Aí você vai avaliar e falar "Olha, isso não é autismo". Para ser autismo você tem que preencher todos os critérios.
O aumento do autismo é real: 317% 🎯 E embora tenhamos avançado muito na formação profissional e na acurácia diagnostica, precisamos ir mais longe! Um bom exemplo disto é que muitas famílias são “pegas de surpresa” quando as escolas apontam sinais de atrasos ou de risco para o autismo. E não que isto seja ruim! 🤔 Contudo precisamos encontrar sinais o quanto antes para estimular também o quanto antes! Vamos juntos! 🩵 Por mais médicos que cuidam de crianças atentos aos sinais de autismo o quanto antes 🙏
O aumento do autismo é real. Hoje, de 2020 para cá, aumentou 317% o diagnóstico de autismo. A cada 36 crianças, uma tem autismo, segundo o CDC. Então, isso gera, no popular, realmente, será que é isso mesmo? O que está acontecendo? Mas, ao mesmo tempo, as pessoas estão vendo.
Vou te contar uma História… 🤔 Era uma vez… um médico dedicado, uma família feliz, um bebê saudável e amado que cresceu e foi para escola. Lá, os coordenadores chamaram a família e disseram, seu filho é diferente e pode ser que ele seja AUTISTA. 🔔 Autista, como assim? Responde a mãe e continua… “eu sempre percebi que algo estava diferente mas todo mundo dizia que eu era louca, que ele não tinha nada ou que era muito cedo para me preocupar, pois cada criança tem seu tempo”… 😢 👉🏻 você conhece essa história? Aqui vão algumas lições depois que a ouvimos: 🎯 os pais, embora as pesquisas apontem que tardiamente (e especialmente as mães) percebem atrasos no desenvolvimento dos filhos. 🎯 muitos médicos que cuidam de crianças precisam aperfeiçoar suas práticas no rastreio de atrasos do desenvolvimento e sinais precoces de autismo em crianças pequenas. 🎯 embora já um pouco tarde, é ótimo que educadores detectem sinais de atrasos do desenvolvimento em crianças que chegam na escola e comuniquem aos pais. 🎯 NOSSA MISSÃO É QUE TODAS AS CRIANÇAS SEJAM TRÍADAS em relação aos atrasos do desenvolvimento e ao AUTISMO 🩵 👉🏻 Vamos mudar essa história juntos! CONTE AQUI SE VOCÊ TAMBÉM PASSOU POR ISSO
Era uma vez uma família cheia de sonhos, um bebê nascendo feliz e um médico dedicado. Todo mundo aqui conhece essa história. E aí, esse médico começou a acompanhar esse bebê. Primeira semana, primeiro mês, dois meses, três meses, quatro, cinco.
Criança com suspeita de autismo que não tem NENHUMA DIFICULDADE OU DIFERENÇA NA SOCIALIZAÇÃO NÃO É AUTISMO! O déficit de interação social no Transtorno do Espectro Autista não significa simplesmente “não querer socializar”. Muitas pessoas autistas desejam se conectar com outras pessoas, mas podem apresentar diferenças na forma de perceber, interpretar e responder aos sinais sociais. Interações sociais envolvem muito mais do que palavras: incluem expressões faciais, tom de voz, gestos, contexto e emoções. No autismo, pode haver diferenças em interpretar esses sinais ou em acompanhar a dinâmica natural de “ida e volta” das conversas — saber quando falar, como responder ou perceber o interesse do outro. Entender essas diferenças é um passo importante para reduzir estigmas e promover interações mais empáticas. Para o diagnóstico é importante preencher os critérios do DSM-V TR: Critério A — Déficits persistentes na comunicação social e na interação social Critério B — Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades Critério C — Início precoce Os sintomas devem estar presentes no período inicial do desenvolvimento, mesmo que só se tornem totalmente evidentes quando as demandas sociais aumentam. Critério D — Prejuízo funcional Os sintomas precisam causar prejuízo clinicamente significativo em áreas como: • social • ocupacional • acadêmica • funcionamento geral Critério E — Exclusão diagnóstica As alterações não são melhor explicadas por: • deficiência intelectual isolada • atraso global do desenvolvimento
O diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade exige uma avaliação criteriosa, o que inclui detalhes da rotina da criança ou do adolescente. Atender bem não é passar medicação em uma avaliação rasa de 15 minutos. Aqui eu compartilho Ciência atual em prol dos pequenos. E temos muitos médicos dedicados e responsáveis nos seguindo nesse perfil. Compartilhe com um profissional que cuida de crianças, porque assim vamos alcançar mais consultas humanizadas. Neurociência com afeto! 🧠💕
👉🏻 CUIDADO!⚠️ Hoje em dia, existe uma banalização do que é o autismo, TDAH e outras condições. 🎯 O Manual estatístico das doenças DSM-5 estabelece critérios muito claros que devem ser investigados em cada caso com enorme perícia e humanidade pelo médico. 🎯 Temos muita a dizer sobre a banalização dos diagnósticos, bem como, a formação necessária para dar diagnósticos de maneira precisa…. Da minha parte, eu levanto a bandeira POR MAIS MÉDICOS CAPACITADOS QUE CUIDAM DE CRIANÇAS 🩵 O que você acha? 🤨
Eu acho que eu tenho autismo. Por quê? Porque eu tenho uma sensibilidade auditiva. Não é porque eu sou meio rígido, não. Mas esses sintomas tem que estar presentes no início da vida e tem que causar prejuízo. Aí você vai avaliar e falar "Olha, isso não é autismo". Para ser autismo você tem que preencher todos os critérios.
O aumento do autismo é real: 317% 🎯 E embora tenhamos avançado muito na formação profissional e na acurácia diagnostica, precisamos ir mais longe! Um bom exemplo disto é que muitas famílias são “pegas de surpresa” quando as escolas apontam sinais de atrasos ou de risco para o autismo. E não que isto seja ruim! 🤔 Contudo precisamos encontrar sinais o quanto antes para estimular também o quanto antes! Vamos juntos! 🩵 Por mais médicos que cuidam de crianças atentos aos sinais de autismo o quanto antes 🙏
O aumento do autismo é real. Hoje, de 2020 para cá, aumentou 317% o diagnóstico de autismo. A cada 36 crianças, uma tem autismo, segundo o CDC. Então, isso gera, no popular, realmente, será que é isso mesmo? O que está acontecendo? Mas, ao mesmo tempo, as pessoas estão vendo.
Vou te contar uma História… 🤔 Era uma vez… um médico dedicado, uma família feliz, um bebê saudável e amado que cresceu e foi para escola. Lá, os coordenadores chamaram a família e disseram, seu filho é diferente e pode ser que ele seja AUTISTA. 🔔 Autista, como assim? Responde a mãe e continua… “eu sempre percebi que algo estava diferente mas todo mundo dizia que eu era louca, que ele não tinha nada ou que era muito cedo para me preocupar, pois cada criança tem seu tempo”… 😢 👉🏻 você conhece essa história? Aqui vão algumas lições depois que a ouvimos: 🎯 os pais, embora as pesquisas apontem que tardiamente (e especialmente as mães) percebem atrasos no desenvolvimento dos filhos. 🎯 muitos médicos que cuidam de crianças precisam aperfeiçoar suas práticas no rastreio de atrasos do desenvolvimento e sinais precoces de autismo em crianças pequenas. 🎯 embora já um pouco tarde, é ótimo que educadores detectem sinais de atrasos do desenvolvimento em crianças que chegam na escola e comuniquem aos pais. 🎯 NOSSA MISSÃO É QUE TODAS AS CRIANÇAS SEJAM TRÍADAS em relação aos atrasos do desenvolvimento e ao AUTISMO 🩵 👉🏻 Vamos mudar essa história juntos! CONTE AQUI SE VOCÊ TAMBÉM PASSOU POR ISSO
Era uma vez uma família cheia de sonhos, um bebê nascendo feliz e um médico dedicado. Todo mundo aqui conhece essa história. E aí, esse médico começou a acompanhar esse bebê. Primeira semana, primeiro mês, dois meses, três meses, quatro, cinco.
Criança com suspeita de autismo que não tem NENHUMA DIFICULDADE OU DIFERENÇA NA SOCIALIZAÇÃO NÃO É AUTISMO! O déficit de interação social no Transtorno do Espectro Autista não significa simplesmente “não querer socializar”. Muitas pessoas autistas desejam se conectar com outras pessoas, mas podem apresentar diferenças na forma de perceber, interpretar e responder aos sinais sociais. Interações sociais envolvem muito mais do que palavras: incluem expressões faciais, tom de voz, gestos, contexto e emoções. No autismo, pode haver diferenças em interpretar esses sinais ou em acompanhar a dinâmica natural de “ida e volta” das conversas — saber quando falar, como responder ou perceber o interesse do outro. Entender essas diferenças é um passo importante para reduzir estigmas e promover interações mais empáticas. Para o diagnóstico é importante preencher os critérios do DSM-V TR: Critério A — Déficits persistentes na comunicação social e na interação social Critério B — Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades Critério C — Início precoce Os sintomas devem estar presentes no período inicial do desenvolvimento, mesmo que só se tornem totalmente evidentes quando as demandas sociais aumentam. Critério D — Prejuízo funcional Os sintomas precisam causar prejuízo clinicamente significativo em áreas como: • social • ocupacional • acadêmica • funcionamento geral Critério E — Exclusão diagnóstica As alterações não são melhor explicadas por: • deficiência intelectual isolada • atraso global do desenvolvimento
O diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade exige uma avaliação criteriosa, o que inclui detalhes da rotina da criança ou do adolescente. Atender bem não é passar medicação em uma avaliação rasa de 15 minutos. Aqui eu compartilho Ciência atual em prol dos pequenos. E temos muitos médicos dedicados e responsáveis nos seguindo nesse perfil. Compartilhe com um profissional que cuida de crianças, porque assim vamos alcançar mais consultas humanizadas. Neurociência com afeto! 🧠💕
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