@a_crislisboa
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Escritora. Escrevo, acredito que o mundo tá cheio de bilhetinhos de amor, capitaneio a @gowriters e coleciono domingos. Palavra.
Escrito em prosa poética no português brasileiro, esse livro é um caleidoscópio. Mostra os acontecimentos pra que cada pessoa sinta em si a história de uma mulher cujo rosto exibe um hemangioma vermelho muito rubro, totalmente inoperável. O de sua irmã gêmea não tem nada. Enquanto as pessoas comentam, criam apelidos, sentem pena, tecem teorias, ela tenta aprender a se ver através de seus olhos. E as duas passam pelo tempo em uma casa repletas de espelhos, tecendo um amor sem ressalvas, cheio de mundos internos, com certo humor diante dos absurdos, espaço algum pra comparação. Aos 16 anos, durante uma viagem da irmã “sem nada”, a outra cai em um abismo chamado avassaladora paixão. Suas vulnerabilidades passam a falar alto, ela aprende a flutuar, abre as comportas da sua ternura. E, ao ouvir palavras feitas de pedra - “Se eu for namorar com uma delas vou namorar a sem mancha” - sua alma desaba, finalmente convencida de que o mundo tem razão. Livremente inspirado em uma história familiar de Cris Lisbôa, com parágrafos construídos em primeira pessoa e certo elán de lirismo aqui e ali, o livro tem orelha assinada pela atriz Paolla de Oliveira. E faz brotar mares em quem lê. Garanta já seu exemplar. E boa viagem pra dentro de você. #meucoraçãodizteunome #lancamento #romance #EditoraRocco
Que de algum jeito 2022 termine assim, como Caetano sambando ao som do do pandeiro de Ferrugem: melífluo, gostosamente miudinho, de um jeito que acende estrelas. Dentro e fora do coração.
A orelha escrita por @paollaoliveirareal para “Meu coração diz teu nome” é um tapete vermelho cuidadosamente tecido com vogais e consoantes. Que avisa: o livro que tens em mãos é uma história de amor. Por quem se é. É que em prosa poética mostrei o “avesso do avesso do avesso” de uma mulher que exibe no rosto um hemangioma vermelho muito rubro. E não quer ter o rosto de sua irmã gêmea. E ousa dizer “não me odeio”. Uma mulher que encontra em sua vulnerabilidade coragem e também muito medo. E (re)existe sem caber. Em padrões milimetricamente criados pra que singularidades não sejam celebradas, em sonhos que não seus, em espelhos feitos de opiniões alheias, pontudas como arestas. Quando ela aceitou o convite, disse que viu ali muito do que precisou entender pra passar pelo tempo sem se deixar guiar pelo que diziam que ela deveria. Ser, estar, fazer, sentir, mostrar. Lembro que quando ela enviou, li em silêncio. E chorei um mar. Depois li de novo, em voz alta. E chorei cachoeiras de água doce. Porque foi uma imensidão perceber: as palavras que escrevi realmente falavam o que queriam dizer. Também porque é mesmo generoso demais alguém olhar teu trabalho e dizer: vem cá, tu vai gostar também. Por tudo e por tanto, trago aqui a maravilhosa lendo o texto que ela esculpiu. Pra morar na entrada de “Meu coração diz teu nome”. ~ suspiro ~ Aliás, tu já sabia que @paollaoliveirareal escrevia assim, desse jeito que faz quem lê sentir tudo muito? Pois é. Toda gente é muito, muito além do que se vê. Palavra.
Escrito em prosa poética no português brasileiro, esse livro é um caleidoscópio. Mostra os acontecimentos pra que cada pessoa sinta em si a história de uma mulher cujo rosto exibe um hemangioma vermelho muito rubro, totalmente inoperável. O de sua irmã gêmea não tem nada. Enquanto as pessoas comentam, criam apelidos, sentem pena, tecem teorias, ela tenta aprender a se ver através de seus olhos. E as duas passam pelo tempo em uma casa repletas de espelhos, tecendo um amor sem ressalvas, cheio de mundos internos, com certo humor diante dos absurdos, espaço algum pra comparação. Aos 16 anos, durante uma viagem da irmã “sem nada”, a outra cai em um abismo chamado avassaladora paixão. Suas vulnerabilidades passam a falar alto, ela aprende a flutuar, abre as comportas da sua ternura. E, ao ouvir palavras feitas de pedra - “Se eu for namorar com uma delas vou namorar a sem mancha” - sua alma desaba, finalmente convencida de que o mundo tem razão. Livremente inspirado em uma história familiar de Cris Lisbôa, com parágrafos construídos em primeira pessoa e certo elán de lirismo aqui e ali, o livro tem orelha assinada pela atriz Paolla de Oliveira. E faz brotar mares em quem lê. Garanta já seu exemplar. E boa viagem pra dentro de você. #meucoraçãodizteunome #lancamento #romance #EditoraRocco
Que de algum jeito 2022 termine assim, como Caetano sambando ao som do do pandeiro de Ferrugem: melífluo, gostosamente miudinho, de um jeito que acende estrelas. Dentro e fora do coração.
A orelha escrita por @paollaoliveirareal para “Meu coração diz teu nome” é um tapete vermelho cuidadosamente tecido com vogais e consoantes. Que avisa: o livro que tens em mãos é uma história de amor. Por quem se é. É que em prosa poética mostrei o “avesso do avesso do avesso” de uma mulher que exibe no rosto um hemangioma vermelho muito rubro. E não quer ter o rosto de sua irmã gêmea. E ousa dizer “não me odeio”. Uma mulher que encontra em sua vulnerabilidade coragem e também muito medo. E (re)existe sem caber. Em padrões milimetricamente criados pra que singularidades não sejam celebradas, em sonhos que não seus, em espelhos feitos de opiniões alheias, pontudas como arestas. Quando ela aceitou o convite, disse que viu ali muito do que precisou entender pra passar pelo tempo sem se deixar guiar pelo que diziam que ela deveria. Ser, estar, fazer, sentir, mostrar. Lembro que quando ela enviou, li em silêncio. E chorei um mar. Depois li de novo, em voz alta. E chorei cachoeiras de água doce. Porque foi uma imensidão perceber: as palavras que escrevi realmente falavam o que queriam dizer. Também porque é mesmo generoso demais alguém olhar teu trabalho e dizer: vem cá, tu vai gostar também. Por tudo e por tanto, trago aqui a maravilhosa lendo o texto que ela esculpiu. Pra morar na entrada de “Meu coração diz teu nome”. ~ suspiro ~ Aliás, tu já sabia que @paollaoliveirareal escrevia assim, desse jeito que faz quem lê sentir tudo muito? Pois é. Toda gente é muito, muito além do que se vê. Palavra.
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