@vincentlacerda
49posts
155.9Kfollowers
156following
Movimento com propósito, disciplina e cura. Corpo. Mente. Sol inteiro. Aspirante a triatleta 📨 [email protected]
This account appears as recommended in the profiles of these creators:
Soltar não é desistir. É ter coragem de aceitar que o que pesa, não pertence mais. Tem hora que a gente sente, mesmo sem admitir, que já deu. Que o ciclo acabou, mas a gente insiste. Fica tentando encaixar o que já não se encaixa, costurando o que o tempo já desfez. E tudo bem. A gente faz isso porque aprendeu a confundir apego com amor, permanência com cuidado. Mas existe um ponto em que insistir dói mais do que partir. Soltar é um dos atos mais corajosos que existem, porque exige aceitar que o controle é uma ilusão. Que por mais que a gente queira, algumas coisas não têm volta, algumas pessoas não ficam e algumas versões da gente precisam morrer para que outras possam nascer. Isso não é fraqueza. É amadurecimento. Tem coisas que a gente não perde. A gente se liberta. Se você sente que está pesado, talvez seja hora. Hora de respirar, de parar de empurrar o que já não se move. De entender que o amor, o trabalho, os planos, tudo o que é verdadeiro flui. O que exige força demais para continuar de pé quase sempre já acabou. E não há nada de errado em aceitar isso. Pelo contrário, é assim que começa o recomeço. Soltar não é ir embora de tudo. É ficar em paz com o que sobra. E quando você se escolhe, o universo entende o recado. Coisas boas voltam a fluir. Leves. Naturais. De verdade. Se isso te atravessou, respira. Talvez esse seja o seu primeiro dia. Esse perfil é pra quem se cura em movimento, com verdade, presença e coragem. Segue por aqui. A gente cresce junto. #FamíliaSoltar
Só pra estilabrar. Só pra estilabrar.
Chega uma hora em que insistir cansa. A gente se desgasta tentando convencer os outros do nosso valor, enquanto esquece de lembrar a si mesmo. Eu aprendi que quando algo exige demais da minha paz, o preço já tá alto demais. Se não me escolhem, eu deixo ir. Se me diminuem, eu deixo ir. A maturidade é entender que não é orgulho, é respeito próprio. A Frida Kahlo disse uma vez: apaixone-se por você, pela vida e depois pelas pessoas. E é exatamente isso. Porque quando a gente se escolhe, o que fica é real, e o que vai, abre espaço pro novo. O amor próprio não é um escudo, é um filtro. E quando ele amadurece, a gente para de implorar presença e começa a escolher reciprocidade. A gente não perde nada sendo de verdade num mundo que veste máscara demais. No fim, é simples: quem reconhece o teu valor, fica. Já me segue? E só pra te lembrar, solta pra ser sol, tá? Se o vídeo te atravessou, fica por aqui. A gente se cura em movimento. #FamíliaSoltar
Tem gente que chama de exagero quando você vai embora. Eu chamo de consciência. Eu já fiquei onde precisava me explicar demais. Já tolerei incoerência pra não parecer radical. Já aceitei menos do que entregava só pra manter alguém por perto. E toda vez que eu fazia isso, eu me diminuía. Não era amor. Era medo de perder. E medo nunca construiu nada sólido. Quando você constrói uma relação séria consigo, a régua muda. Você para de romantizar migalha. Para de implorar presença. Para de negociar respeito. Não é frieza. É maturidade. É entender que caráter não se pede, se observa. E que reciprocidade não é favor, é base. Tem gente que vai dizer que você mudou. Que está exigente demais. Mas, na verdade, você só parou de aceitar pouco. E isso incomoda quem só sabia te acessar quando você aceitava quase. No fim, ir embora não é fraqueza. É postura. Salva esse texto. E se você não me segue, me acompanha por aqui. Eu compartilho vivências sobre solitude, vínculos reais e limites. Solta.
Até quando o barulho do outro vai mandar mais na tua vida do que a tua própria consciência? Tem uma fase em que a gente vira refém da opinião de quem está por perto. Família, amigos, gente do trabalho, pessoas que convivem com a gente. Não porque são ruins, mas porque opinião é fácil quando não é você que acorda com o peso no peito. E aí a gente começa a explicar demais, justificar demais, tentar ser compreendido o tempo todo. Só que ninguém além de você sabe o que é lidar com as próprias inseguranças, os próprios medos, os próprios pensamentos quando a casa silencia. Ninguém sente o que você sustenta pra continuar de pé, sorrindo, trabalhando, estudando, vivendo. Eu também já achei que precisava ser visto pra existir. Já tratei aprovação como se fosse oxigênio. E isso cansa. Porque chega uma hora que você percebe que se escolher vai te custar desconforto. Vai ter gente que vai estranhar sua mudança, vai interpretar teu limite como arrogância, teu silêncio como orgulho, tua distância como frieza. E é aqui que muita gente volta atrás, porque dá medo perder afeto. Só que maturidade é exatamente isso, parar de traduzir limite pra quem só aceita você quando você é conveniente. A vida começa quando a gente para de dar voz a barulho alheio e começa a sustentar o que é verdade dentro da gente. Talvez você esteja vivendo essa virada agora. Aquela sensação de que quanto mais você se cuida, menos espaço existe pro quase. Menos espaço pra relações mornas, pra ambientes que te drenam, pra conversas que só te confundem. Não é que você sumiu. Você só parou de se abandonar. E isso é espiritualidade também, confiar que você não precisa ser entendido por todo mundo pra estar no caminho certo. No fim, ninguém sabe o custo de sustentar a própria verdade. Mas quem vive isso reconhece a paz que vem depois, aquela paz que não depende de aplauso. Leva isso com você. Salva esse texto. E se você não me conhece, já me segue. Aqui eu compartilho pensamentos, provocações e vivências sobre solitude, vínculos reais e limites.
Quem é o grande amor da sua vida? A gente cresce acreditando que ele é alguém que vai chegar. E passa tempo demais esperando, se moldando, se comparando, tentando ser escolhido até entender que o amor da vida não se encontra, se constrói. No espelho. No silêncio. Nos dias em que a gente decide não desistir da própria companhia. O outro vem depois, e quando vem, encontra um coração em paz, não um vazio pedindo abrigo. Quando a gente se escolhe, tudo muda. Os lugares que a gente frequenta mudam. As conversas mudam. O corpo ganha propósito. A coragem de dizer não vira liberdade. E o que antes era carência vira presença. Amar a si mesmo não é sobre vaidade, é sobre espiritualidade prática. É honrar o que Deus confiou nas tuas mãos: tua história, tua saúde, teu tempo. Porque no fim, a gente não precisa correr pra ser amado. A gente precisa apenas lembrar que o amor verdadeiro começa quando a gente para de se abandonar. E é ali, inteiro em si, que o outro certo te encontra, não pra te completar, mas pra caminhar junto. E pra te lembrar, solta pra ser sol, tá? Esse perfil é sobre movimento, muito suor, autocuidado e cura. Segue aí. #FamíliaSoltar
Soltar não é desistir. É ter coragem de aceitar que o que pesa, não pertence mais. Tem hora que a gente sente, mesmo sem admitir, que já deu. Que o ciclo acabou, mas a gente insiste. Fica tentando encaixar o que já não se encaixa, costurando o que o tempo já desfez. E tudo bem. A gente faz isso porque aprendeu a confundir apego com amor, permanência com cuidado. Mas existe um ponto em que insistir dói mais do que partir. Soltar é um dos atos mais corajosos que existem, porque exige aceitar que o controle é uma ilusão. Que por mais que a gente queira, algumas coisas não têm volta, algumas pessoas não ficam e algumas versões da gente precisam morrer para que outras possam nascer. Isso não é fraqueza. É amadurecimento. Tem coisas que a gente não perde. A gente se liberta. Se você sente que está pesado, talvez seja hora. Hora de respirar, de parar de empurrar o que já não se move. De entender que o amor, o trabalho, os planos, tudo o que é verdadeiro flui. O que exige força demais para continuar de pé quase sempre já acabou. E não há nada de errado em aceitar isso. Pelo contrário, é assim que começa o recomeço. Soltar não é ir embora de tudo. É ficar em paz com o que sobra. E quando você se escolhe, o universo entende o recado. Coisas boas voltam a fluir. Leves. Naturais. De verdade. Se isso te atravessou, respira. Talvez esse seja o seu primeiro dia. Esse perfil é pra quem se cura em movimento, com verdade, presença e coragem. Segue por aqui. A gente cresce junto. #FamíliaSoltar
Só pra estilabrar. Só pra estilabrar.
Chega uma hora em que insistir cansa. A gente se desgasta tentando convencer os outros do nosso valor, enquanto esquece de lembrar a si mesmo. Eu aprendi que quando algo exige demais da minha paz, o preço já tá alto demais. Se não me escolhem, eu deixo ir. Se me diminuem, eu deixo ir. A maturidade é entender que não é orgulho, é respeito próprio. A Frida Kahlo disse uma vez: apaixone-se por você, pela vida e depois pelas pessoas. E é exatamente isso. Porque quando a gente se escolhe, o que fica é real, e o que vai, abre espaço pro novo. O amor próprio não é um escudo, é um filtro. E quando ele amadurece, a gente para de implorar presença e começa a escolher reciprocidade. A gente não perde nada sendo de verdade num mundo que veste máscara demais. No fim, é simples: quem reconhece o teu valor, fica. Já me segue? E só pra te lembrar, solta pra ser sol, tá? Se o vídeo te atravessou, fica por aqui. A gente se cura em movimento. #FamíliaSoltar
Tem gente que chama de exagero quando você vai embora. Eu chamo de consciência. Eu já fiquei onde precisava me explicar demais. Já tolerei incoerência pra não parecer radical. Já aceitei menos do que entregava só pra manter alguém por perto. E toda vez que eu fazia isso, eu me diminuía. Não era amor. Era medo de perder. E medo nunca construiu nada sólido. Quando você constrói uma relação séria consigo, a régua muda. Você para de romantizar migalha. Para de implorar presença. Para de negociar respeito. Não é frieza. É maturidade. É entender que caráter não se pede, se observa. E que reciprocidade não é favor, é base. Tem gente que vai dizer que você mudou. Que está exigente demais. Mas, na verdade, você só parou de aceitar pouco. E isso incomoda quem só sabia te acessar quando você aceitava quase. No fim, ir embora não é fraqueza. É postura. Salva esse texto. E se você não me segue, me acompanha por aqui. Eu compartilho vivências sobre solitude, vínculos reais e limites. Solta.
Até quando o barulho do outro vai mandar mais na tua vida do que a tua própria consciência? Tem uma fase em que a gente vira refém da opinião de quem está por perto. Família, amigos, gente do trabalho, pessoas que convivem com a gente. Não porque são ruins, mas porque opinião é fácil quando não é você que acorda com o peso no peito. E aí a gente começa a explicar demais, justificar demais, tentar ser compreendido o tempo todo. Só que ninguém além de você sabe o que é lidar com as próprias inseguranças, os próprios medos, os próprios pensamentos quando a casa silencia. Ninguém sente o que você sustenta pra continuar de pé, sorrindo, trabalhando, estudando, vivendo. Eu também já achei que precisava ser visto pra existir. Já tratei aprovação como se fosse oxigênio. E isso cansa. Porque chega uma hora que você percebe que se escolher vai te custar desconforto. Vai ter gente que vai estranhar sua mudança, vai interpretar teu limite como arrogância, teu silêncio como orgulho, tua distância como frieza. E é aqui que muita gente volta atrás, porque dá medo perder afeto. Só que maturidade é exatamente isso, parar de traduzir limite pra quem só aceita você quando você é conveniente. A vida começa quando a gente para de dar voz a barulho alheio e começa a sustentar o que é verdade dentro da gente. Talvez você esteja vivendo essa virada agora. Aquela sensação de que quanto mais você se cuida, menos espaço existe pro quase. Menos espaço pra relações mornas, pra ambientes que te drenam, pra conversas que só te confundem. Não é que você sumiu. Você só parou de se abandonar. E isso é espiritualidade também, confiar que você não precisa ser entendido por todo mundo pra estar no caminho certo. No fim, ninguém sabe o custo de sustentar a própria verdade. Mas quem vive isso reconhece a paz que vem depois, aquela paz que não depende de aplauso. Leva isso com você. Salva esse texto. E se você não me conhece, já me segue. Aqui eu compartilho pensamentos, provocações e vivências sobre solitude, vínculos reais e limites.
Quem é o grande amor da sua vida? A gente cresce acreditando que ele é alguém que vai chegar. E passa tempo demais esperando, se moldando, se comparando, tentando ser escolhido até entender que o amor da vida não se encontra, se constrói. No espelho. No silêncio. Nos dias em que a gente decide não desistir da própria companhia. O outro vem depois, e quando vem, encontra um coração em paz, não um vazio pedindo abrigo. Quando a gente se escolhe, tudo muda. Os lugares que a gente frequenta mudam. As conversas mudam. O corpo ganha propósito. A coragem de dizer não vira liberdade. E o que antes era carência vira presença. Amar a si mesmo não é sobre vaidade, é sobre espiritualidade prática. É honrar o que Deus confiou nas tuas mãos: tua história, tua saúde, teu tempo. Porque no fim, a gente não precisa correr pra ser amado. A gente precisa apenas lembrar que o amor verdadeiro começa quando a gente para de se abandonar. E é ali, inteiro em si, que o outro certo te encontra, não pra te completar, mas pra caminhar junto. E pra te lembrar, solta pra ser sol, tá? Esse perfil é sobre movimento, muito suor, autocuidado e cura. Segue aí. #FamíliaSoltar
Unlock full access to all creators
You're viewing the first 5 creators. Subscribe to see all results and access advanced filters.
Upgrade to Pro